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O que vale mais que dinheiro?
A equipe gestora de sua empresa!
É ela quem encontra as oportunidades, quem estrutura a estratégia, quem busca novos mercados, quem faz a relação com os investidores e demais públicos, é ela quem faz acontecer tudo, que executa com excelência, que estimula os colaboradores, que negocia e contrata com os fornecedores, que faz chegar seus produtos e serviços ao mercado, que comunica a existência da empresa e de sua proposta de benefícios…

Enfim, é ela quem torna “viva” a organização, ela é a mola propulsora! Investidores, porém, quase sempre estão pensando em recursos financeiros, tecnológicos ou de produção apenas.

Passados aproximadamente 20 anos desde um período em que governos acusavam o capital volátil internacional, à época de aproximadamente US$ 11 trilhões, de desestabilizar seus países, atualmente, US$ 400 trilhões flutuam entre os mesmos países, seguindo a corrente de seus próprios interesses, e todos aprovam
tais movimentos, principalmente porque, agora, este capital vai, em grande parte, para investimentos produtivos diversos.

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Seus “portadores”, entretanto, buscam ansiosamente pelo artigo mais raro no mercado, ou seja, bons projetos bem geridos.

Por bons projetos, entenda-se aqueles capazes de gerar novas riquezas no mesmo rítmo que o mercado considera adequado à nova conjuntura e aos novos padrões internacionais, alavancados pelas tecnologias e pelas possibilidades globais.

Entretanto, exatamente nisto reside uma das duas maiores dificuldades para estes investidores.
A primeira delas, é encontrar os tais bons projetos, algo capaz de alavancar por volta de 50 vezes o valor do investimento; tais bons projetos são aqueles que desenvolverão produtos ou serviços inovadores de fato, capazes de atrair primeiro a atenção do mercado e, logo depois, seu desejo desenfreado de consumo,
seja B2C ou B2B, gerando, inclusive, comunicação espontânea.

Mesmo que uma empresa esteja no mercado e seja reconhecida como uma das grandes e vitoriosas, não significa necessariamente que seus projetos sejam bons ou que tenham um futuro promissor. Pode ser que ela esteja em um momento delicado, ou em um mercado saturado ou ainda decadente, e
então, sem uma visão inovadora, não haverá jamais interesse por sua oferta.

Mas pressupondo que seja uma Start Up, em qualquer área de interesse, e que vá atender aos requisitos de um bom investimento e por isto atrairá a atenção dos investidores, surge então a…
Segunda dificuldade, que é encontrar estrategistas e executores de excelência, com um histórico de realizações de sucesso, que possam dar suporte aos projetos e aos investimentos que se desejam realizar.

O mercado tem pleno conhecimento de que investidores avaliam muito mais a equipe que executará o projeto do que o projeto propriamente dito, porque, por mais promissor que este possa ser, sem a equipe certa, poderá naufragar, ficando perdido para sempre; e temos muitos e variados casos, de conhecimento público, sobre isto.

Portanto, seja um projeto inovador, um produto inovador ou uma empresa de alta capacidade, todos, sem exceção, dependerão deste que é um dos mais escassos recursos de nossos tempos, o Capital Humano.

Não lhe parece estranho, então, que investidores façam enormes inversões de capital em empresas como as acima citadas e nunca se interessem por empresas direcionadas para o Capital Humano?

Seria possível imaginar que homens tão argutos ainda não compreenderam que este é o novo filão, a nova “corrida do ouro”?
Será que estão tão inebriados com as tecnologias que ainda não conseguiram perceber que quem mais ganha na “corrida do] ouro” são aqueles que dão suporte a todo o processo?
São muitas as interrogações, mas uma só certeza: – “Quem primeiro se inclinar para este filão, será regiamente recompensado.”

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