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Por: Inimá Rodrigues Souza

 

Há tempos, e por mais de uma vez, escrevi aqui sobre a importância dos supermercados na comercialização do vinho.

Graças à multiplicidade de seus pontos de venda, montagem e/ou modernização de adegas, e, especialmente, treinamento de pessoal, entre outras iniciativas, os supermercados passaram a representar importantíssimos agentes na mudança da cultura do brasileiro em relação ao vinho.

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A interface se deu com o crescente contingente de brasileiros ascendentes a novos patamares de consumo, que têm no vinho – assim como em tantos outros itens, seu novo objeto de consumo.

Mas, não só com eles; também, as classes com maior poder aquisitivo, consumidoras de vinho, ampliam suas presenças nas gôndolas. Não à cata de rótulos básicos ou simplesmente de promoções da bebida, e, sim dos vinhos de destaque, oriundos das melhores regiões e seus mais elogiados produtores.

Ainda que os recalcitrantes abominem ver grandes e reconhecidos vinhos nos supermercados – revelando seu desconhecimento com o que ocorre, hoje, no Brasil e, particularmente, em Belo Horizonte, com boa parte desses estabelecimentos quando o assunto é vinho -, eles estão, cada vez mais, ali.

Se esta realidade é ainda incipiente em nosso País – em razão, também, de fatores culturais, o mesmo não ocorre em outras latitudes, onde lugar de vinhos – todos eles, do modesto básico do Velho e do Novo Mundo ao Premier Crus, Crus Bourgeois e outros, é nas grandes redes.

Antes que aquele recalcitrante diga que são realidades diferentes, que lá as redes, historicamente, comercializam vinhos, e, por conseguinte, são melhores preparadas, por aqui algumas redes procuram adequar-se criteriosamente para uma eficiente relação com o vinho e o consumidor.

Já há, por parte de alguns supermercadistas, a consciência de que o vinho, bem cuidado, contribui, positivamente, para a melhoria de imagem da rede, amplia a frequência, faz crescer o valor do ticket médio, e, decididamente, é um agregador de valores.

Por outro lado, a interação entre supermercados e mercado, funciona como uma indutora de consumo amplo, e, assim, beneficiando o universo do vinho como um todo; ou seja, lojas especializadas, distribuidoras, importadoras etc.

Em Belo Horizonte, os supermercados, buscando ampliar suas ações com o vinho, inicia um cerco ao segmento de restaurantes, antes, sítio privilegiado de importadoras e distribuidoras. Certamente, terão de alinhar às suas grandes estruturas, entre outras exigências, a formulação de ações eficazes para a concretização dessa relação.

É tarefa para quem conheça, não tão somente de vinho, mas, dos meandros das duas pontas, o que inclui saber como o restaurateur pensa o vinho, como funciona a logística da rede para o vinho, estocagem, as ações pontuais de marketing e mais e mais.

Como se observa, os vinhos, indistintamente, têm nos supermercados um caminho absolutamente natural, desde que a relação seja conduzida com a indispensável competência.

 

Polivalente

O restaurateur, Saldanha, mestre do bacalhau com suas casas, Porto do Bacalhau e Bacalhau do Porto, é, também, expert em café. Explica-se: ele, que possui fazenda de café no Espírito Santo, e é grande exportador do produto, foi, recentemente, premiado pelo governo daquele Estado como o melhor café do norte do Espírito Santo. Parabéns.

 

Degustação

Bem comentada a degustação de vinhos da Vínica, aqui representada pelo conhecido Salles. O evento aconteceu na Adega do Sul, dia desses, e contou com expressivo número de profissionais do vinho.

Tim, tim.

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