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Vendas do grão, farelo e óleo de soja foram responsáveis por mais de 38% do total exportado pelo Brasil em 2011

Os produtos do complexo soja – grão, farelo e óleo – estão entre os principais responsáveis pelo recorde brasileiro nas
exportações do agronegócio em 2011. Em grande parte, o destaque é resultado da venda de soja em grãos para a China,
que totalizou US$ 10,96 bilhões. Esse valor representa 45,4% do total acumulado nas vendas globais do setor (US$
24,14 bilhões). Também se destacaram as vendas do complexo soja para a União Europeia (segundo maior comprador
do setor), que somaram US$ 6,92 bilhões e 15,76 milhões de toneladas em 2011.

As exportações do complexo soja em 2011 cresceram 41% em relação ao valor registrado em 2010, quando as vendas
alcançaram US$ 17,1 bilhões. O crescimento se deu principalmente em função do preço médio dos produtos, que
aumentou 27,4% (de US$ 386 para US$ 492 por tonelada).

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A quantidade exportada cresceu 10,8% em relação ao ano anterior (44,3 para 49,07 milhões de toneladas).
A soja em grãos representou 67,6% do valor e 67,2% da quantidade exportada em produtos do complexo soja, com
US$ 16,31 bilhões e 32,97 milhões de toneladas. Esse montante equivale a 17,2% do valor total da pauta de exportações
do agronegócio no ano. Em relação a 2010, houve expansão de 47,8% no total de exportações de soja em grão
(US$ 11,03 bilhões para US$ 16,31 bilhões) em função do aumento de 13,5% na quantidade exportada e do crescimento
de 30,3% no preço médio de venda. As exportações de farelo e óleo de soja somaram, respectivamente, US$ 5,69 bilhões e US$ 2,13 bilhões em 2011.

Destaque destinos
A União Europeia se manteve como maior mercado de destino das exportações brasileiras do agronegócio
em 2011. Em seguida encontra-se a China, cujo valor exportado de janeiro a dezembro pelo Brasil chega a ser 50% superior ao registrado em 2010 (de US$ 11 bilhões para US$ 16,5 bilhões).

Os principais produtos adquiridos pela União Europeia em 2011 foram: café em grãos (US$ 4,29 bilhões), farelo de
soja (US$ 4,01 bilhões), soja em grãos (US$ 2,73 bilhões) e carnes (US$ 2,48 bilhões). Em conjunto, tais produtos foram
responsáveis por mais da metade (57%) das vendas do agronegócio brasileiro ao mercado europeu no ano.

As exportações para a China se devem, em grande parte, às vendas de soja em grãos (US$ 10,96 bilhões), celulose (US$
1,3 bilhão) e açúcar (US$ 1,2 bilhão). Esses produtos representaram, em conjunto, 81,6% do total das exportações do
agronegócio para o país asiático no período.

Dentre os mercados que mais contribuíram para o crescimento de US$ 18,152 bilhões nas exportações do agronegócio
no período foram: China (30,3%), União Europeia (18,3%), Estados Unidos (7,2%), Japão (6,3%), Argélia (3,5%) e Egito
(3,1%). Cabe ressaltar o crescimento das vendas para os países do Oriente Médio (+12%) e África, excluindo Oriente
Médio (43,4%).

Apesar da queda de 0,4% nas vendas para a Rússia, principalmente em função do embargo às carnes brasileiras, as
vendas do setor de carnes obtiveram, no conjunto, aumento de 14,7% no montante exportado (de US$ 13,63 bilhões em
2010 para US$ 15,64 bilhões em 2011). Isso foi possível em função do crescimento das vendas para outros mercados
como União Europeia (+13,3%), Hong Kong (+29,8%), Japão (+45,8%), Arábia Saudita (+28,4%), Venezuela (+57,7%),
entre outros.

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