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A ótima poeta mineira Alicia Duarte Penna está,
finalmente, de livro novo. “Quarenta Poemas e
Dez” é o nome da obra da moça, que tem uma
das vozes poéticas mais originais de sua geração.
Vale pena conferir alguns trechos, como nesse “a
eternidade é um pasto”: “Vistas ao longe, /vacas
parecem estátuas./Estão vivas? Estão mortas?
Não se sabe e nem importa./O tempo não alcança
as vacas e seus quatro estômagos./Sua fome e seu
alimento são eternos./Como as estrelas no céu./
Estão vivas? Estão mortas?/ Podem até ter morrido,/
mas uma morte que custa a chegar.//Por isso,
quando subo a Rua Leopoldina,/ numa tentativa
de aproximação,/ digo: _ Olá, vaca!/ Mas a vaca
é inexorável.”


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