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MercadoComum contratou, há cinco anos, com absoluta exclusividade, uma pesquisa para apurar a opinião e o gosto dos mineiros.

Entre várias revelações, cabe destaque àquela época, a opinião favorável dos mineiros para um terceiro mandato ao presidente Lula (56,1% dos entrevistados foram favoráveis e 38,7%, contrários), bem como, em relação ao voto obrigatório: exatamente metade dos entrevistados se manifestou contrária e, a favor, somou-se 47,6% do universo dos entrevistados..

Os resultados foram apurados através de pesquisa encomendada à Expertise – Inteligência e Pesquisa de Mercado Ltda, tendo sido a mesma realizada durante o mês de janeiro de 2009, em trinta dos maiores municípios mineiros, considerando-se um total 1.247 entrevistas. Todas as respostas foram espontâneas, isto é, não foram induzidas. A margem de erro global estimada foi de 2,8%, para o intervalo de confiança de 95,5%.

A avaliação dos governos federal e estadual foram muito positivas, sendo que 69,4% dos entrevistados mineiros consideraram a administração de Lula ótima e boa, 24,4% regular e apenas 6,25% a avaliaram como péssima ou ruim. Relativamente ao governo Aécio Neves, a pesquisa constatou que 76,5% dos entrevistados consideraram a sua gestão ótima e boa; 18,8% regular e somente 4,7% a avaliaram como péssima ou ruim.

A mesma pesquisa continha várias outras perguntas aos entrevistados e divulgamos, a seguir os seus principais resultados.

 

Na terra de tiradentes, a pena de morte não é tolerada.

De acordo com os dados apurados, 56,8% dos mineiros opinaram contrários à instituição da pena de morte; 37,1% manifestaram-se favoráveis; 4,7% foram indiferentes e apenas 1,4% não opiniou a respeito do tema. Quanto ao sexo dos entrevistados, 61,2% das mulheres se declararam contrárias.

 

O porte de armas é rejeitado.

Pode-se afirmar que a grande maioria dos mineiros é contrária ao porte de armas, justificando-se assim, o recente resultado do plebiscito realizado no país sobre o mesmo tema. De acordo com a pesquisa, 78,3% são contrários; 18,1% favoráveis; 2,6% declararam indiferentes e apenas 1,0% não opinou sobre o assunto. Relativamente ao sexo dos entrevistados, 86,6% manifestaram-se contrárias.

 

Porém, pode o casamento entre pessoas do mesmo sexo.

Quanto a este polêmico tema, em voga e permanentemente em discussão no mundo desenvolvido, com mais relevância nos anos mais recentes, 59,2% dos entrevistados mineiros manifestaram-se contrários e 30,6%, favoráveis. Foram indiferentes ao tema e não opiniram 9,5% do universo consultado e 0,7% não responderam.

 

Bebum no volante? Em Minas não!

Comprovou-se o predomínio da quase totalidade dos entrevistados mineiros favorável à lei que exige o teste de bafômetro nos motoristas: 92,6% se declararam a favor e apenas 6,3%, contrários. Indiferentes totalizaram apenas 0,7% e o contingente dos que não responderam representou apenas 0,5%. O destaque maior ficou para o sexo feminino: 95,7% das mulheres se declararam favoráveis à determinação atualmente prevista em lei e em vigor.

 

O FGTS tem de vigorar para os empregados domésticos.

Pelo menos para os mineiros, parece que a atual legislação trabalhista encontra-se defasada quanto a este importante segmento da atividade econômica: 93,6% dos entrevistados foram absolutamente favoráveis ao recolhimento do FGTSFundo de Garantia por Tempo de Serviço também para os empregados domésticos, eis que atualmente, apenas os trabalhadores registrados em empresas fazem jus a esse benefício. Declaram-se contrários apenas 4,8% dos consultados, 0,7% manifestaram-se indiferentes e aqueles que não responderam somaram 0,9%.

 

Os mineiros acreditam em milagres sim.

Minas pode ser considerada pródiga na aceitação dos milagres e em pessoas que ficaram na sua história como portadoras de reconhecido talento para interpretar as mensagens divinas, decifrando-as a seus contemporâneos e irradiando a esperança à sua gente. São exemplos disso Chico Xavier, Zé Arigó, Padre Eustáquio, entre vários.

Na pesquisa encomendada com exclusividade por MercadoComum, 80,4% dos entrevistados mineiros declararam acreditar em milagres e apenas 17,2% responderam negativamente à questão. Indiferentes e aqueles que não souberam responder somaram 2,4%. Do total das mulheres entrevistas, 84% confirmaram a crença em milagres.

 

São manifestadas muitas dúvidas em relação à vida após a morte.

Se é verdade que mais de 3/4 dos mineiros acreditam em milagres, um pouco mais da metade, de outro lado, crê existir vida após a morte. Entre os entrevistados, 39,9% mostramse céticos quanto ao tema e os indiferentes e que não manifestaram nenhuma resposta, somaram 5,5%.

 

Mineiros não acreditam em discos voadores nem em seres extra-terrestres.

Entre os entrevistados dos trinta maiores municípios mineiros, 79,2% deles se declararam não acreditar em discos voadores e 76,6%, afirmaram a mesma opinião em relaçao a seres extra-terrestres. Crentes em discos voadores somaram 17,3% e em seres extra-terrestres, 19,3%.

 

Na cozinha, mineiro gosta mesmo é de massas, arroz e feijão.

Perguntados sobre as suas preferências gastronômicas os mineiros responderam, na grande maioria, por pratos contendo massas e, principalmente, arroz e feijão. O resultado não difere da realidade e a hierarquia entre as preferências são as seguintes: Lasanha: 14,5%; Arroz, Feijão e Carne: 11,8%; Arroz e Feijão: 8,1%; Feijoada: 4,7%; Macarrão: 4,3%; Massas em Geral: 3,5%; Strogonoff: 3,0%; Arroz, Feijão, Batata e Carne: 3,0%; Macaronada: 3,0%; Churrasco: 2,7%; Feijão Tropeiro: 1,4%.

 

O carro é o grande objeto de consumo.

A pesquisa apurou, ainda, que o carro responde por 33,5% do desejo de consumo dos mineiros. A seguir, vem o imóvel – a casa própria, um terreno etc, equivalendo a 18,8% das respostas apuradas. Possuir uma motocicleta e um computador soma, nesse elenco, 3,6% do resultado.

 

Fiat, Petrobras e Vale são o sonho de emprego dos mineiros.

Aproximadamente 20% dos entrevistados declararam que consideram a Fiat, a Petrobras e a Vale como as melhores empresas para se trabalhar em Minas. A seguir, são citadas as seguintes empresas entre as preferências registradas: Cemig: 2,9%; Banco do Brasil: 1,8%; Usiminas: 1,7%; V & M: 1,2% e Gerdau-Açominas: 1,1%. Outras indicações somaram 38,8% e o contingente dos que não responderam totalizou 29,4% das respostas.

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