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Paulo Queiroga

Em meio à crise, um dos destinos turísticos mais consagrados do mundo, a Grécia, coloca à venda propriedade do Estado
de interesse turístico e ”joga a toalha” na peleja com a União Européia – UE e Fundo Monetário Internacional – FMI
O fundo de privatização da Grécia lançou uma operação para vender a exploração de uma ampla parcela da ilha turística
de Corfu, para levantar recursos por meio da negociação de bens públicos.

O Fundo de Desenvolvimento de Ativos da República Helênica anunciou que deve vender “o direito de superfície” de uma
propriedade de 120 acres (cerca de 485 mil metros quadrados) em Kassiopi, por 100 anos.

A operação faz parte dos esforços da Grécia para levantar € 50 bilhões (US$ 66 bilhões) do programa de privatizações
e venda de concessões, metade das quais envolve imóveis do Estado. O país se comprometeu a levantar € 19 bilhões
até 2015.

Entenda as consequências do plano de austeridade
O novo plano de austeridade, exigido pela UE e pelo FMI, foi aprovado em 12 de fevereiro, pelo parlamento grego, em meio a uma série de manifestações e atos de violência. Para a opinião pública e boa parte da imprensa local, o plano não resolve nada e deixa os gregos sem resposta quanto ao seu futuro.

Para o primeiro-ministro grego, Lucas Papademos o país conseguiu alguma margem para respirar. ao convencer entre
85 e 95% dos seus credores privados a reestruturarem parcialmente a dívida que detinham.

Os credores privados da Grécia aceitaram ceder os seus títulos da dívida atuais e comprar novos títulos a 50% do
seu valor. O maior perdão parcial da dívida alcançado no mundo pode ser considerado um êxito. Agora, falta apenas
uma etapa para concluir a aplicação do acordo de 26 de outubro passado e garantir as condições que permitirão
o país ter maiores possibilidades de sair da crise.

Zona do Euro
Um ponto que parece estar fora de questão é a saída da Grécia da zona do euro. De certa forma, isso cria uma situação de relativamente segura. Para especialistas e governo, qualquer outra hipótese seria uma tragédia.

Uma questão, no entanto, que cria um clima de insegurança na população é se o novo plano de austeridade imposto pelos credores, com tudo o que comporta de bem e de mal, poderá fazer o país sair da crise ou será o caminho mais curto para uma falência não controlada.

O conflito é que, o plano de austeridade exige uma desvalorização interna extrema, com efeitos mais nefastos do que
benéficos para a economia local.

De um modo geral, todo plano econômico sem viabilidade social gera uma falência não controlada e desemprego que
atinge a população ativa.

“Furam-se pneus”, com uma leviandade incrível, ao mesmo tempo que se garante que, desse modo, o veículo andará
mais depressa em 2012 ou em 2013. O pior é que, quando se faz notar isso àqueles que conduziram o nosso país para
este beco sem saída, eles respondem: “Então, apresentem- -nos uma solução alternativa.” Como se a que eles propõem fosse uma solução viável e séria.

Por um lado, há a responsabilidade da Europa. Os alemães “puxaram demasiado a corda”. O plano alemão é de tal ordem que nem a Grécia, nem nenhum outro país europeu, poderá suportá-lo. Em breve, será a Alemanha que terá um problema!

E nós temos que suportar. São inevitáveis alterações ao “plano de salvamento da Grécia”, com novas intervenções sobre a dívida e o empréstimo [da UE e do FMI] e a luta contra a recessão”, desabafa o Primeiro MInistro.

Das milhares de ilhas gregas, (são quase 3.000) apenas 100 são permanentemente habitadas. Corfu ou Córcira (em grego:
Κέρκυρα) fica na costa da Albânia. A ilha é uma unidade regional da Grécia, pertencente a região das Ilhas Jônicas. Sua
capital é a cidade de Corfu (ou Kerkyra em grego), a principal cidade da ilha, onde está a Universidade Jônica.

 

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