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Revelação
 
O ator e radialista Miguel Resende, coordenador da Rádio Inconfidência AM, deixou a atividade teatral há um bom tempo. Vem se dedicando à rádio em tempo integral.
No chamado apagar das luzes de 2018, como gostam de dizer os locutores de AM, Miguel revela seu inédito talento musical. Ele gravou o disco "Novo Instrumental", dividindo as composições e os arranjos com o amigo de longa data Durico Miranda.
 
Outro Clube
 
Miguel Resende empunha violão e guitarra base, enquanto Durico Miranda vai de guitarra solo, violão, baixo, piano e teclado. O time se completa com Duda Batera, o percussionista Mr. Black e os metais de Robson Silva e Cláudia Ventura.
O disco tem nove músicas e uma sonoridade bem anos 70. Afinal, como diz Miguel, "Belo Horizonte tem muitos clubes da esquina".
 
Humberto Mauro
 
Enquanto o polo audiovisual de Cataguases experimenta um crescimento inédito, em matéria de número de produções e investimento, André di Mauro, sobrinho-neto do cineasta, lança a cinebiografia  'Humberto Mauro", que chega a Minas devidamente no festival de Veneza, na Mostra de SP e no festival do Rio.
 
Rádio na Praça
 
O filme, que esclarece os motivos da famosa definição de que "cinema é cachoeira", nasceu de um trabalho de anos e anos de pesquisa. Entre as boas histórias que André conta está a da relação de Humberto Mauro com o rádio. Ele tinha o único aparelho rádio de Cataguases, e as pessoas iam à casa dele ouvir músicas e notícias. Um dia Mauro resolveu democratizar e colocar um aparelho na praça público, espalhando caixas acústicas pelas árvores. Daí ter sido considerado meio bruxo, fazer  árvore tocar música.
 
A voz do dono
 
Outra observação, sobre a técnica tradicional de documentário com entrevistas, fez o diretor mudar os rumos da produção. Depois de gravar dezenas de boas entrevistas para o filme, eele resolveu usar apenas uma entrevista rara do próprio diretor e entremear com cenas de alguns de seus mais de 300 filmes.
 
Cineclube
 
O filme foi lançado em Belo Horizonte no Cine Humberto Mauro, antigamente Sala Humberto Mauro, no Palácio das Artes, que acaba de comemorar quatro décadas de serviços prestados ao cinema e à cultura dos mineiros.
 
Lei do audiovisual
 
E, antes de deixar o governo, Fernando Pimentel sancionou a Lei do Audiovisual de Minas Gerais. Ponto para os produtores do setor, que se uniram e mobilizaram, a partir do PRODAM, e articularam a criação da lei e sua aprovação.
Agora é esperar para que lei seja efetivo instrumento para desenvolvimento do setor.
E que as emissoras públicas e educativas, que são canal natural para escoar nossas produções, sejam contempladas com recursos para manter sua atuação.
 
João das Neves e Flávio Henrique
 
Pelo visto, o ritmo das homenagens a pessoas marcantes da cultura anda mais rápido nos dias de hoje. Poucos meses depois da morte do músico Flávio Henrique, o estúdio de música ao vivo da rádio Inconfidência virou, com justiça, Estúdio Flávio Henrique. Flávio cuidou pessoalmente do processo de montagem do estúdio e da compra dos instrumentos que permitem que a rádio tenha músicos ao vivo tocando nos programas, com boa qualidade técnica.
 
Já o mineiro honorário João das Neves, falecido recentemente depois de anos decicados à cultura em Minas,, foi homenageado no novo espaço do CEFART, da Fundação Clóvis Salgado, na avenida dos Andradas.
 
Nova Editora
 
"Um carro capota na lua", livro que marca a estreia de Tadeu Sarmento na poesia, é o primeiro título da nova editora da cidade, a   Tercetto, da poeta Thais Guimarães.
Vencedor do Prêmio Pernambuco de Literatura pelo romance "Associação Robert Walser para sósias anônimos " e do prêmio Barco a Vapor pelo infanto-juvenil "O cometa é um sol que não deu certo"  , Tadeu venceu, com o novo livro o Prêmio de Literatura do Governo de Minas em 2016, mas só lançou agora, para marcar o nascimento da editora de Thais. Misto de confiança e paciência.
 
Skip Jack
 
O jornalista Terence Machado, diretor e apresentador do programa Alto Falante, da Rede Minas, lançou o primeiro disco da sua banda, Skip Jack. A banda, que existiu formalmente entre 1993 e 1997, continuou se encontrando, apesar da interrupção na carreira. Há quatro anos, Terence (voz e bateria), Maurinho Berrodágua (voz, violão, gaita e letras), Pedro Matos (baixo e voz) e Paulo Renato (guitarra) voltaram a se encontrar e, em 2017, começaram a gravar, com calma, o CD. Com repertório baseado na produção dos anos 1990, o álbum tem onze faixas, e traz um rock elétrico, ágil, eficiente.
 

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