Lorem ipsum dolor sit amet, consectetur adipiscing elit. Donec nec mauris interdum, suscipit turpis eget, porta velit. Praesent dignissim sollicitudin mauris a accumsan. Integer laoreet metus

Matéria publicada pelo jornal Valor Econômico, de 27 de dezembro último, destaca que a mediana das estimativas das mais relevantes instituições financeiras e empresas de consultoria econômica estabelecidas no país para o PIB-Produto Interno Bruto brasileiro é de 2,7% em 2019 e 3,0% em 2020. Apontam também uma melhora da taxa de desemprego e expansão na criação de vagas formais de emprego; a taxa de inflação deve continuar perto da meta estabelecida (4,0%) e a SELIC-taxa básica de juros poderá sofrer aumento para 7,5% em 2019 e 8% em 2019.
 
A dívida bruta continuará a sua trajetória ascendente e poderá se aproximar dos 80% do PIB em 2020.

Fonte: Valor Econômico – 27.12.2018

Fonte: Valor Econômico – 27.12.2018

POUPANÇA FOI A PIOR APLICAÇÃO FINANCEIRA EM 2018 E BOLSA É O MERCADO COM MELHOR CHANCE DE RETORNO EM 2019
 
Matéria de autoria de Adriana Cotias publicada na última edição do jornal Valor Econômico do ano passado destaca que “o ano de 2018 marcou o primeiro de Selic abaixo de um dígito de ponta a ponta e o magro retorno do CDI a fazer o investidor abrir mão de liquidez e acordar para outros riscos”. A bolsa, de acordo com a reportagem – “segundo especialistas de investimentos, é o mercado com chances de trazer os melhores retornos paras as carteiras em 2019 se a cena internacional não ligar o modo crise e alguma reforma da Previdência avançar no Brasil nos primeiros meses do governo do presidente eleito, Jair Bolsonaro”.
 
O dólar norte-americano liderou a rentabilidade nas aplicações financeiras em 2018 – com rentabilidade em torno de 18% e o ibovespa registrou alta próxima de 12%. Nominalmente nenhum ativo ficou no vermelho, mas a poupança, com valorização de 4,6% praticamente não remunerou o aplicador ao se considerar a inflação, com o ganho real limitado a 0,90%.
Confira o desempenho das principais aplicações financeiras em 2018:

Fonte: Valor Econômico – 30.12.2018

 

 

Deixe uma resposta

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *