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Esta perspectiva mostra sig­nificativa expansão na po­tencialidade de consumo entre os brasileiros, redefi­nindo o extrato das classes sociais. Em parte, essa evidência resulta da escalada ascendente no comporta­mento migratório de consumo nos últimos anos, oferecendo contornos visíveis da evolução entre as classes alta (A), média (B), e emergente (C), reduzindo a de baixa renda (D/E). Já se nota que a classe média absorve mais da metade de tudo que é consu­mido no País, ainda que a emergente detenha maior no nº de domicílios. O crescimento do Norte e Nordeste se mantém contínuo, retirando participa­ção do Sudeste – ainda líder no cená­rio nacional –, com o Centro-Oeste e o Sul pontuando suas presenças no consumo brasileiro. O fenômeno da interiorização do consumo volta a se repetir, superando a participação das Capitais no bolo da economia. E há destaque para as classes economica­mente ativas – dos 18 aos 59 anos – e dos idosos de 60 ou mais. É o que aponta a IPC Marketing Editora, es­pecializada no cálculo de índices de potencial de consumo, ao concluir o estudo IPC Maps 2014, indicador da potencialidade de consumo nacional, com detalhamento de dados para cada um dos 5.570 municípios.

Em 2014, o consumo dos brasileiros irá registrar R$ 3,262 trilhões (três trilhões, duzentos e sessenta e dois bilhões de reais), apresentando um crescimento de R$ 261 bilhões (cerca de 8% nominais) quando comparado com o IPC Maps 2013 (cerca de R$ 3,001 trilhão). Em termos reais, os cál­culos do IPC Mas 2014 mostram que as despesas das famílias crescerão acima do PIB, o equivalente a 62,8%, enquanto o aumento populacional previsto é da ordem de 0,83%. O es­tudo foi feito com base em dados se­cundários, atualizados e pesquisados através de fontes oficiais de informa­ção, utilizando metodologia própria.

A população deve chegar a 203 mi­lhões de pessoas, de acordo com as novas estimativas divulgadas em 2013. O número de mulheres per­manece maior do que o dos homens (51% contra 49%). A população urba­na deve responder por 84,8%, indi­cando um consumo urbano per capita anual de R$ 17.680,11.

Neste ano, o consumo da população residente na área rural chegará a R$ 223,7 bilhões, participando em 5,2% da economia nacional. Serão 30,9 milhões de pessoas pontuando uma renda per capita de R$ 7.235,51 por habitante.

Maior desempenho – O IPC Maps 2014 indica que o cenário de consu­mo do País está em plena expansão, puxado pela classe média (classe B) que responde por 50,8% (cerca de R$ 1,55 trilhão), mais da metade de tudo o que é consumido no mercado brasileiro, comportando 35,4% (ou 19,7 milhões) dos domicílios urbanos. Esse desempenho crescente vem se registrando ano após ano, que em 2013 já indicava sua liderança no con­sumo nacional absorvendo 48,8%, cerca R$ 1,359 trilhão, ante os 32,1% de domicílios.

Com 46,9% dos domicílios brasileiros, a classe emergente (C) domina com seus 26,02 milhões de lares ainda que responda por pouco mais de ¼ do consumo do País – 26% – equiva­lentes a uma parcela significativa de R$ 790 bilhões. Em valores absolu­tos, esse domínio foi maior ainda em 2013, representando um consumo de 27,9% – cerca de R$ 782,5 bilhões – entre os 24,5% dos domicílios.

No topo da pirâmide, a classe alta (A) continua expandindo seus gastos em 2014, alcançando R$ 591,1 bilhões – uma fatia de 19,5% de consumo entre os 5,1% (ou 2,8 milhões) de domicí­lios. No ano passado, os dados apon­taram gastos de R$ 539,6 bilhões (ou 19,3%), perfazendo 4,6% (cerca de 2,3 milhões) de seus domicílios.

O processo migratório entre as clas­ses sociais mostra que a base da pirâmide concentra a população de baixa renda (classes D e E), a qual vem reduzindo a sua presença tanto em domicílios (12,7% ante os 14,7%, em 2013) como em consumo, mas ainda respondendo pelo consumo de R$ 110,4 bilhões (3,6% da participa­ção nacional). Em 2013, teve maior presença no cenário brasileiro quando registrou 4,3%, correspondendo a R$ 120,3 bilhões.

Mudanças no Cenário Regional

Na liderança regional, o Sudeste re­gistra 48,5% do consumo do País perdendo participação para outras regiões – em 2013, sua presença era de 50,5%. Essa mudança comporta­mental de consumo se verifica com o crescimento do Nordeste (chegará a 19,5% ante os 18,2% do ano anterior) e do Norte baterá a casa dos 6% (em 2013, foram 5,8%). Outras regiões mostram ligeira queda no consumo: o Sul ficará com 16,8% – ante os 16,9% registrados em 2013 – e o Centro- Oeste 8,5% contra os 8,6% registra­dos no ano anterior.

Avanço na interiorização

Entre as inúmeras variáveis do estu­do IPC Maps 2014 verifica-se que o fenômeno da interiorização no consu­mo do País volta a se repetir ao regis­trar 32,9% diante dos 32,3% projeta­dos pelas 27 capitais federativas, em 2014.

50 maiores

Os 50 maiores municípios brasileiros responderão por 42,6%, em 2014. No ano passado, foram 43,3%. No topo do ranking, destacam-se os merca­dos de São Paulo, Rio de Janeiro, Brasília, Belo Horizonte, Salvador, Curitiba, Porto Alegre, Fortaleza, Goi­ânia, Recife e Manaus, seguidos por cidades metrópoles do interior de São Paulo (como Campinas, ABC etc.).

Para onde vão os gastos

Através do IPC Maps é possível de­tectar tanto o perfil dos consumidores por classes sociais até onde gastam seu dinheiro. Os itens básicos lideram o consumo, como manutenção do lar 25,4% (incorporam despesas com aluguéis, impostos, luz-água-gás); alimentação 16.,6% sendo 10,3% no domicílio e 5,1% fora dele e 1,1% com bebidas; saúde, medicamen­tos, higiene pessoal e limpeza 8,5% ; transportes 7,5%, sendo 5% com veículo próprio e transporte urbano 2,5%; materiais de construção 5,2%; vestuário e calçados 4,7%, seguidos de recreação e viagens 3,5%; educa­ção 2,5%; eletrônicos-equipamentos 2,1%, móveis e artigos do lar 1,8% e fumo 0,4%.

Faixas etárias ampliadas

No estudo deste ano, o viés do con­sumidor indica que a sociedade bra­sileira contará com 202,8 milhões de pessoas, sendo 171,9 milhões na área urbana. É de se destacar a am­pliação da faixa da população econo­micamente ativa, dos 18 aos 59 anos, que representam o universo de 121,5 milhões de pessoas, ou seja 60% da população. Aqueles que estão na fai­xa dos 60 ou mais já somam 23 mi­lhões (ou 11,3%). Os jovens e adoles­centes dos 10 aos 17 anos chegam a 27,3 milhões (ou 13,5%). Já a popu­lação infantil, de 0 a 9 anos, compre­ende 30,9 milhões, ou seja 15,2% da população.

Setores da Economia x população

Em 2014, o Brasil conta com 16,9 milhões de empresas. A maior quan­tidade está na região Sudeste, onde se encontram 49,5% das empresas brasileiras, totalizando 8.365.369 uni­dades instaladas. A região Sul des­ponta em 2º lugar, com a participação de 18,7% (3.150.560 unidades), onde há maior quantidade de empresas por habitante: é uma empresa para cada 9,2 habitantes, enquanto na região Norte há uma empresa para cada 19,3 habitantes.

O IPC Maps 2014 permite, ainda, a análise setorial da economia com a apresentação dos segmentos em­presariais por localidade segundo o principal ramo de atividade, ou seja, Indústria, Comércio, Serviços e Agro­negócios.

Retrato do Brasil em nºs

Além destes destaques, o banco de dados do IPC Maps 2014 possibilita informações através de softwares de geoprocessamento, oferecendo um perfil de cada uma das 5.570 cidades brasileiras e detalhes dos distritos de 21 capitais e principais cidades (São Paulo, Rio de Janeiro, Curitiba, Belo Horizonte, Brasília, Salvador, Fortale­za, Belém, Maceió, Natal, Recife, Vitó­ria, Cuiabá, Campo Grande, Florianó­polis, Porto Alegre, Manaus, Goiânia, Campinas, São José dos Campos e São José do Rio Preto). Tais cidades contam com a segmentação por ra­mos de atividade, incluindo quanti­dade e tipo de empresas, indústrias, serviços (saúde, agências bancárias, educação, etc.), agronegócios, co­mércio – varejista e atacadista, por exemplo -, além de transmitir informa­ções demográficas e do potencial de consumo da população local.

 

 

 

Potencial de consumo dos maiores municípios mineiros em 2014

 

 

Potencial de consumo brasileiro

 

 

Potencial de consumo mineiro

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