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Presidenciáveis, candidatos ao Senado e ao governo do estado e empresários de diversos segmentos da economia discutem o futuro do país durante o Conexão Empresarial Tiradentes

Ponto alto do Conexão Empresarial, que ocorreu entre os dias 14 e 17 de junho, na cidade de Tiradentes, o Ciclo de Palestras reuniu empresários, candidatos ao Senado e ao governo do estado de Minas Gerais e presidenciáveis para um debate sobre os anseios e os novos rumos do país. A abertura foi realizada pelo diretor-geral do grupo VB Comunicação, Paulo César de Oliveira, e pelo diretor do grupo, Gustavo César de Oliveira, que ressaltaram a importância do Conexão Empresarial, que já se firmoucomo o maior encontro empresarial de Minas Gerais e um dos maiores do país.

Mais que promessas, os pré-candidatos à presidência da República presentes ao evento, Álvaro Dias, Ciro Gomes, João Amoedo e Paulo Rabelo de Castro ressaltaram a importância de se retomar o crescimento econômico do país, aumentar a geração de emprego e renda para a população. Outro tema muito levantado por todos os pré-candidatos foi o combate à corrupção e o emparelhamento do estado, bem como a necessidade de ser cortar a quantidade de privilégios e regalias de que desfrutam muitos cargos do alto escalão do setor público.

Segundo o senador Álvaro Dias, pré-candidato à presidência da República pelo Bloco Parlamentar Democracia e Cidadania (Podemos), a situação a qual o Brasil se encontra é crítica e traçou um paralelo com um período turbulento pelo qual o país passa, com a época de Tiradentes. “Somos candidatos a síndicos de uma massa falida. Tiradentes afirmouque, se quisermos, poderemos fazer deste país uma grande nação, mas certamente estamos muito atrasados. Há uma conexão do nosso tempo com o período de Tiradentes, com a indignação da população com a corrupção e alta taxa de impostos. Hoje vivemos a mesma coisa, uma minoria explora o poder em busca do enriquecimento ilícito.” 

Pré-candidato à presidência da República pelo PDT, o ex-ministro Ciro Gomes afirmouem seu pronunciamento que pretende devolver ao brasileiro a autoconfiançaperdida nos últimos anos. “Eu sustento que estamos em um país com uma população que tem um potencial imenso. Praticamos um milagre econômico. O Brasil saiu de uma economia rural nas décadas de 1940 e 1950 para a 15ª economia do planeta Terra na década de 1990. O Brasil gerou a Bossa Nova, o Cinema Novo e, de repente o país hoje tem que enfrentar suas angústias”, afirmou.

Outro pré-candidato à Presidência, o economista Paulo Rabello de Castro, do PSC, afirmouque esta é a hora de todos apresentarem alternativas para o país. “O Brasil da indagação nos levou para o buraco. Estamos aqui pra oferecer soluções. Independente da bandeira partidária, cada um de nós devemos ter humildade para convencer o eleitorado que este país vale a pena. Temos que ter pauta, não podemos ser professores. O sistema financeio se beneficiada alta taxa de juros? Os pré-candidatos têm que apresentar seus remédios. É corrupção demais num país tão rico, o que é duas vezes mais anti-ético, pois joga fora nosso futuro. Até quando vamos aceitar isso”, indaga.

Quem também marcou presença durante o Ciclo de Palestras foi o ex-executivo João Amoedo, pré-candidato à Presidência da República pelo Novo. Em sua fala, Amoedo contou os desafiospara a criação de seu partido e as bases de sua campanha. “A ideia surgiu em 2008, devido a uma indignação com a classe política do país e a alta carga de impostos. No primeiro momento, meus amigos me aconselharam a desistir. Chegar até aqui não foi um processo fácil. O sistema político brasileiro é feito para perpetuar e manter quem já está no poder.” 

EM MINAS GERAIS

O Ciclo de palestras contou ainda com pré-candidatos ao Senado e ao Governo de Minas Gerais. Um dos participantes, que pleiteia um mandato no Senado Federal, o ex-secretário de Estado e deputado federal pelo PT, Miguel Corrêa, ressaltou sua lisura em 16 anos de vida pública e o orgulho de levantar a bandeira da Inovação no estado. “Estou na Inovação há 16 anos e faço isso porque amo fazer. Me orgulho de falar que Minas Gerais tem empresários inovadores. Mas não me julguem pela casa que eu moro, me julguem pelo que eu sou. Quero discutir um problema grave da nossa democracia: acabou legitimidade. A política não tem representatividade na sociedade brasileira. No entanto, se abrirmos mão dela, abrimos mão de construir um novo país.”

Pré-candidato ao Governo de Minas Gerais pelo Novo, o empresário Romeu Zema falou da necessidade de pessoas de fora da política chegarem ao poder para mudar os rumos da nação. “Tenho muito mais facilidade para fazer do que para falar. Há um ano, recebi o convite do Partido Novo para ser candidato. A princípio neguei, mas não imaginava que esse convite fosse me colocar em conflitocom a minha consciência. Desde janeiro estou 100% focado e garanto: vamos fazer a campanha que mais vai visitar municípios e menos vai gastar. Precisamos de um perfildiferente de políticos. As grandes mudanças foram feitas por pessoas de fora.”

Já o deputado federal Rodrigo Pacheco, pré-candidato a governador pelo DEM ressaltou a importância do desenvolvimento econômico para se promover o desenvolvimento humano e social e os perigos da burocracia excessiva. “Não se pode admitir o excesso de burocracia, o estado precisa estar presente apenas como um fator de construção para quem quer empreender, dar segurança jurídica. Quem assumir este mandato deve fazer as reformas que devem ser feitas, o enxugamento que deve ser feito. Gastar menos com o governo para gastar mais com pessoas, gerar empregos e fazer com que todos tenham oportunidades iguais.”

Para o ex-prefeito de Belo Horizonte e pré-candidato ao Governo de Minas pelo PSB, Márcio Lacerda, a população está muito angustiada com o futuro do país, que passa diretamente pela escolha de bons nomes em Brasília para iniciar uma recuperação. “Nós temos que transformar a tristeza em movimento positivo para mudar este país. Corrupção é falta de gestão. Se a liderança está de olho, não vai ter o malfeito. Vivemos um momento instável, um momento difícil, onde o gasto com pessoal e custeio supera a arrecadação. Precisamos mudar este inferno tributário. Sem criar uma estrutura para dialogar com investidores não temos como mudar isso.”  

Ex-governador de Minas Gerais e mais uma vez pré-candidato ao cargo pelo PSDB, o senador Antônio Anastasia afirmoua importância da vocação para assumir as responsabilidades da vida pública. “Precisamos estimular a vocação pública. A vocação impulsiona as pessoas, que se dedicam ao funcionamento do Estado. Devemos enxergar o governo público não como inimigo. O Brasil vive um momento de raia e ódio e é preciso dar um basta a condutas equivocadas. É preciso dar um choque de simplicidade e promover uma redução drástica em cargos e salários, além de criatividade para superar as dificuldadese trazer mais eficiênciapara o estado.” 

PALESTRAS:

ELAINE SOL – DIRETORA COMERCIAL DO GRUPO PRESTAR

A diretora Comercial do Grupo Prestar, Elaine Sol, agradeceu, em nome do grupo, a oportunidade de participar de evento, dizendo que era uma honra partilhar do momento. Ela contou ainda que o Grupo Prestar, que possui mais de 30 anos de atuação no mercado no segmento de Recursos Humanos, foi convidado a fazer o fomento do Espaço Conexão, a partir do mês de julho, sempre levando palestras, encontros e workshops que abordarão temas que estão na ordem do dia das empresas e grandes corporações.

GUSTAVO GRECO

O designer Gustavo Greco falou sobre a marca ao longo dos tempos. Com a industrialização e o início da produção em massa, surge a necessidade de reforçar a qualidade do produto. As marcas passam a constituir elementos fundamentais para se conectar com as pessoas. Já a partir dos anos 2000, a preocupação se volta para o engajamento e, mais adiante, como reforçar a presença no meio digital. O design tem a função de materializar esse discurso das marcas. Ao final,ele falou sobre a criação da marca do Espaço Conexão, que partiu das iniciais para criar uma marca que reverbera.

SÉRGIO LEITTE DE ANDRADE – PRESIDENTE DA USIMINAS

O presidente da Usiminas, Sérgio Leitte de Andrade, contou que nos últimos três anos, a companhia atravessou momentos de muita dificuldade,mas também de muita alegria. De 2015 a 2016 a Usiminas viu a deterioração de seus resultados e três desafiosse apresentavam: gestão do caixa, pagamentos das dívidas, e gestão de resultados. A solução foi o aumento de capital da empresa em R$1 bilhão, aporte conseguido por meio de alguns acionistas, um acordo para renegociação da dívida e a construção de resultados. Em 2017 a companhia viu a valorização de suas ações e a redução de 17% da dívida. 

RUBEM FERNANDES – PRESIDENTE DA ANGLO AMERICAN

O presidente da Anglo American, Ruben Fernandes, falou sobre os desafiose oportunidades em momentos de crise, que mostra situações muitas vezes não perceptíveis em momentos de bonança. Após os rompimentos ocorridos no minerioduto Minas-Rio, no início de 2018, a empresa se voltou para suas crenças para enfrentar a crise, como manter um diálogo aberto com toda a comunidade, transparência com a sociedade e a imprensa, simplicidade, senso de urgência e o principal, o foco na população. O erro da indústria é divulgar pouco sua política de sustentabilidade, que vai além da mitigação do impacto ambiental. 

SALIN MATAR – FUNDADOR DA LOCALIZA

O fundador da Localiza, Salim Mattar questionou a função dos políticos no Brasil, que pouco ou nada fazem para o país. O empresário questionou ainda a quantidade de benefícios dos quais desfrutam representantes do setor público, tanto políticos, quanto funcionários do alto escalão do governo, como auxílios e verbas indenizatórias, ao passo que o país oferece saúde e educação precárias à sociedade. O governo deveria existir para servir a sociedade, mas se serve dela. O Brasil hoje 13 milhões de desempregados na iniciativa privada. Mas não no setor público, não existe desemprego.

MÁRCIO CADAR – FUNDADOR DO GRUPO MDK

Fundador do grupo MDK, o empresário Márcio Cadar falou sobre o aeródromo de Inhotim e como a iniciativa privada e o poder público podem funcionar juntos, de forma eficiente,desde que adotem ações assertivas. A ideia do aeródromo é colocar a região metropolitana de Belo Horizonte num novo marco de evolução no modal aéreo: a aviação executiva e aviação de cargas. Além da qualificaçãode mão de obra, o complexo levará outros atrativos para a região. A obra terá duração de 24 meses e já está com todas as licenças emitidas e aprovadas. 

SIRONI FERRAZ – PRESIDENTE URBAMINAS

O presidente da Urbaminas ressaltou a importância do loteamento de terras. O Brasil é o quinto maior território mundial, um território continental, cuja área urbanizada ocupa menos de 1% deste espaço. O país tem um potencial muito grande de urbanização e ocupação imobiliária. Além disso, o setor é o primeiro a sentir a melhora da economia, é um termômetro. Hoje a região sudeste responde por 40% da procura por loteamentos. A maior vantagem do processo é sua versatilidade, podendo atender empreendimentos residenciais, quanto comerciais, ou mesmo empreendimentos mistos. 

GUILHERME GUIMARÃES – DIRETOR GERAL DA STRAVA

O diretor geral da Strava, Guilherme Guimarães falou sobre as mudanças da Comunicação nas últimas décadas. Quando uma marca queria passar uma mensagem, ela comprava espaço na mídia. Até a década de 90, a Comunicação se dava unicamente desta forma, era unilateral. Hoje, por outro lado, existe uma enorme quantidade de informação e de canais de comunicação. Temos uma mudança de hábito na busca por conteúdo. A informação está disponível para todos e a atenção é o bem mais precioso. É preciso produzir conteúdo relevante para chegar ao consumidor.

LUIZ EUGÊNIO ANDRADE FILHO – RESPONSÁVEL REGIONAL PELO GRUPO ONCOCLÍNICAS

O responsável regional pelo Grupo Oncoclínicas, Luiz Eugênio Andrade Filho, afirmouque o enfrentamento da doença hoje é sinônimo de tecnologia, com robôs que auxiliam no diagnóstico e tratamento da doença.  O Brasil gasta cerca de R$15 bilhões para diagnosticar e tratar a enfermidade e este número tende a aumentar ao longo dos anos. Só neste ano serão registrados 600 mil novos casos no Brasil. Esse é o desafiodo Grupo, por isso a abertura dos oncocenters, que visam melhorar a experiência do tratamento.

EDUARDO DOMINICALE – VICE-PRESIDENTE DO BMG

A Inovação foi tema da fala do vice-presidente do banco BMG, Eduardo Dominicale. O executivo contou um pouco do processo de como um grupo tão tradicional resolveu inovar e investir em start ups. Foi criado o Corporate Venture BMG Tech, um braço do grupo que investe nestes novos modelos de empresas através de diversos programas. O que mais animou o grupo foi a possibilidade de investir em uma nova área de economia, que além de levar riquezas e gerar emprego, traz consigo a novidade.

JOÃO KEPLER – FUNDO BOSSA NOVA

O empresário João Kepler, criador do fundo Bossa Nova, falou um pouco sobre esse novo modelo de negócios, que são as start ups. Essas empresas fazem parte de uma economia diferente, têm modelos escaláveis, e conseguem aumentar o seu faturamento sem aumentar sua estrutura, isso tudo num mundo de incertezas. São diversos exemplos nas áreas bancária, automobilística, médica, e na área de tecnologia, com Inteligência Artificia e a Internet das Coisas. Essa é uma nova economia, colaborativa, onde não importa apenas comprar, vender e fazer negócios. O Brasil tem um ecossistema deste novo modelo. 

FELIPE DAVIS – DIRETOR COMERCIAL DO GRUPO PAD

O diretor Comercial do Grupo Pad, Felipe Davis, falou sobre como a revolução digital impulsionou a segunda mídia de massa. Até 2005 a internet ainda era discada, mas foi a partir daí que o mundo começou a separar o online e ofline.Hoje não se pode mais fazer essa dissociação, está tudo integrado. A Pad defende o conceito AllLine,conexão o tempo todo, numa  cultura multi tela. A mídia exterior é a maior geradora de tráfego para o meio digital e a segunda mídia de massa. O grupo nasceu inovador e seguiu se reinventando, como o lançamento da Next Pad, uma plataforma multicanal que, mais que propaganda, oferece informação, educação e entretenimento.

EDUARDO NAVARRO – PRESIDENTE DA TELEFÔNICA VIVO

O presidente da Vivo, Eduardo Navarro falou dos desafiosdo país para se fazer uma revolução digital. A Vivo está há 20 anos atuando no Brasil. Durante este período, já realizou um investimento de 320 bilhões de reais, sendo a empresa estrangeira que mais investiu no país. O mundo vive uma nova realidade, onde todos estão conectados. Mas revolução digital vai muito além, ela coloca o relógio a zero e quem não seguir essa tendência ficaatrasado.

Infelizmente, a agenda pública ainda não entendeu que é preciso fazer essa revolução no país, investindo em infraestrutura para o setor de telecomunicações. 

ANTÔNIO ALMAS – PREFEITO DE JUIZ DE FORA

Antônio Almas (PSDB) assumiu a prefeitura de Juiz de Fora em abril deste ano, após Bruno Siqueira (MDB) deixar o cargo para ser candidato ao Senado nas eleições de 2018. Almas falou para os empresários do potencial da cidade para receber novas empresas, apresentando Juiz de Fora como uma cidade inteligente, eficientee amigável para se viver e investir. Em 2016, Juiz de Fora ocupou o sétimo lugar no ranking de cidades mais eficientesdo Brasil. No ano seguinte, o município entrou na lista das 25 cidades mais inteligentes do país.

Vale anuncia celebração de Termo de Ajustamento de Conduta entre Samarco, suas acionistas e autoridades brasileiras

A Vale informa que, no dia 25 de junho de 2018, foi celebrado um Termo de Ajustamento de Conduta entre Samarco Mineração S.A., suas acionistas, Vale e BHP Billiton Brasil Ltda. (BHP Brasil), e as seguintes instituições: Ministério Público (Federal e dos Estados de Minas Gerais e Espírito Santo), Defensorias Públicas, bem como Advocacias Públicas (da União e dos Estados de Minas Gerais e Espírito Santo). O acordo prevê, dentre outras questões, inovações na governança da Fundação Renova para assegurar a maior participação das pessoas atingidas e o estabelecimento de um processo de negociação visando à eventual repactuação dos programas destinados à reparação das consequências decorrentes do rompimento da barragem de Fundão, a ser discutida após o término dos trabalhos dos especialistas contratados pela Samarco para assessorar o Ministério Público.

O acordo representa um passo importante para a solução dos desafiosresultantes do rompimento da barragem de Fundão, sobretudo por incrementar as bases de participação das pessoas atingidas nas instâncias de governança da Fundação Renova.  A Fundação Renova continua como a entidade responsável pelos 42 programas pactuados no primeiro Termo de Transação e Ajustamento de Conduta (TTAC) celebrado em março de 2016.  O acordo estabelece o prazo de dois anos para ao Senado nas eleições de 2018. Almas falou para os empresários do potencial da cidade para receber novas empresas, apresentando Juiz de Fora como uma cidade inteligente, eficientee amigável para se viver e investir. Em 2016, Juiz de Fora ocupou o sétimo lugar no ranking de cidades mais eficientesdo Brasil. No ano seguinte, o município entrou na lista das 25 cidades mais inteligentes do país. que os experts do Ministério Público, que acompanham a execução dos programas da Fundação Renova, apresentem suas opiniões.

 

Além disso, o acordo extingue ações judiciais relevantes, dentre as quais a Ação Civil Pública (ACP) de R$ 20 bilhões movida pela União e Estados de Minas Gerais e do Espírito Santo. Quanto aos pedidos da ACP de R$ 155 bilhões, aqueles que estejam sanados pelo acordo serão imediatamente extintos. Os demais permanecem suspensos até comprovação de seu atendimento pelos programas da Fundação, ou eventual repactuação desses programas, levando à sua extinção futura.  O acordo também estabiliza a discussão acerca das garantias judiciais fixadasno valor de R$ 2,2 bilhões, trazendo, portanto, uma maior segurança jurídica para as empresas partes.

“O acordo é importante pois demonstra convergência de interesses entre as partes, Vale, BHP Brasil, Samarco, Ministério Público, Advocacias Públicas e Defensorias Públicas, representando um avanço adicional para os atingidos, pois consolida e amplia o alcance das ações que já vinham sendo implementadas pela Fundação Renova”, comentou Fabio Schvartsman, diretor-presidente da Vale.

Os compromissos estabelecidos no acordo dependem de homologação judicial pelo juízo da 12ª Vara Federal Cível/Agrária de Minas Gerais.

 

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