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Por: Paulo Queiroga

 

 

Em relação ao ranking mundial dos países mais visitados por turistas internacionais, 6 milhões não é lá grandes coisas. A Argentina, com menos atrativos que o Brasil, recebe quase isso. No ano passado, recebeu 5,76 milhões de estrangeiros, tornando-se o primeiro país em visitantes internacionais na América do Sul. Se comparados com a França, Itália e Espanha, por exemplo, os novos números do Brasil são ainda mais pífios. A Espanha, em um único mês de alta temporada, recebe 6 milhões de turistas. Na Itália, somente Roma recebeu no ano passado mais de seis milhões de estrangeiros.

Os responsáveis pelo o aumento das estatísticas no Brasil foram a Copa das Confederações e a Jornada Mundial da Juventude (JMJ), realizada em julho passado, no Rio de Janeiro. A Copa do Mundo de 2014 e as Olimpíadas de 2016 deverão também contribuir para ampliar as estatísticas. Mas o que acontecerá após esses grandes eventos? Infelizmente, os números comemorados pela Embratur se devem pouco aos atrativos brasileiros, como praias, natureza, cultura, gastronomia e outras reais motivações para turistas estrangeiros.

 

Governo do Estado entrega a gestão do turismo de negócios para Prefeitura de BH

A Secretaria de Estado de Turismo e a Belotur assinaram termo de Cooperação que transfere para o âmbito municipal a gestão das atividades de fomento do segmento de turismo de negócios em BH. Em 2008, o governo do Estado havia assinado um convênio com o BID – Banco Interamericano de Desenvolvimento – para a aplicação de US$ 5,6 milhões até 2013 para incrementar o turismo de negócios em Belo Horizonte.

Para tal, foi criado o Programa de Aumento da Competitividade Territorial de Belo Horizonte a partir do Turismo de Negócios, por meio do Escritório de Processos, contratado pela SETUR, implantado no Instituto Euvaldo Lodi- IEL, vinculado a FIEMG. O objetivo do Programa era implantar uma metodologia, considerada inovadora, de trabalho em rede entre entidades públicas e privadas ligadas ao turismo para a captação, realização e promoção conjunta de eventos para Belo Horizonte.

Findo o Programa em novembro de 2013, o que se pretende agora com a transferência de responsabilidades para a Belotur é garantir a continuidade da gestão e suporte de informações às entidades ligadas em rede para captação e promoção de eventos para BH a partir de 2014.

 

Vocação comprovada

Belo Horizonte tem 84% de seu PIB no setor terciário, composto pelo comércio, educação, serviços públicos medicina, moda, software e prestação de serviços, além de promotores/ consumidores de eventos turísticos.

Atualmente, BH é a 6ª cidade no ranking brasileiro que mais recebe eventos, de acordo com o Statistics Reports 2013 da ICCA (International Congress and Convention Association). Em 2012 foram realizados em BH 13 eventos cadastrados no banco internacional da ICCA. No ano anterior, a cidade ocupava a 13° colocação, com 6 eventos cadastrados.

 

Viagens internacionais

Especialistas fazem recomendações úteis para quem pretende sair do país. O destino mais barato não é necessariamente o que apresenta melhor taxa de câmbio. Afirma Leonel Rossi Junior, vice-presidente de Relações Internacionais da Associação Brasileira de Agências de Viagem (ABAV): “Não tem relação com a moeda. Tem a ver com o custo de vida do país em questão” Segundo ele, é mais importante analisar preços de alimentação, hospedagem e transporte do que comparar unidades monetárias.

O economista do Banco Central do Extremo Sul (BRDE) e professor da PUC-RS, Celso Pudwell aconselha: Países da América do Sul são apontados como destinos baratos para conhecer, sem comprar muito. “Para o turismo, o melhor são países menos industrializados”. Bolívia, Paraguai, Chile, Uruguai e Argentina são exemplos.

 

Setor é forte

O turismo de negócios é o segundo maior fator de atração de visitantes estrangeiros para o Brasil e ocupa a primeira posição entre os que mais aumentaram seu faturamento em 2012: cresceu 23,3% em relação ao ano anterior. Seu gasto médio diário, US$ 127, é quase duas vezes maior que o dos turistas de lazer, de acordo com a 9ª Pesquisa Anual de Conjuntura Econômica do Turismo (Pacet), realizada pela Fundação Getúlio Vargas.

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