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Mercado Comum Jornal on line BH Cultura Economia Política e Variedades

Por: Inimá Rodrigues Souza

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Vinho é uma bebida especial, singular, instigante, que reúne em si dimensão cultural que perpassa história, biologia, botânica, geografia, tradição e até os mitos que o envolvem.
Já foi elitista por excelência, e, ainda hoje, são muitos os que procuram, por pedantismo ou coisa parecida, situa-lo como bebida de poucos.
Diante de sua complexidade – o vinho nunca foi uma bebida singela -, deslindá-lo é um exercício continuado com a taça na mão e os sentidos aguçados e curiosos, pois cada vinho é um vinho e suas circunstâncias. O roteiro para essa descoberta não é simplesmente bebe-lo. Beber é a ingestão, um ato natural, espontâneo, e, em relação à bebida, uma atitude descompromissada, casual. Degustar, ao contrário de beber, é saborear, estudar, analisar; é aprender sobre o vinho, sua história, e, assim, avaliando a sua qualidade.
A degustação exige sensibilidade e atenção, pois o vinho, trazendo consigo um universo de saberes, sabores e perfumes, exige que os nossos sentidos se voltem para ele, numa imersão ambiciosa por uma relação de intimidade. A degustação é um ritual, sim, que chega a assustar àquele que bebe por instinto e vê nesse ritual um espaço inacessível, restrito a poucos iluminados.
Existe, é verdade, os que contribuem para isto; no mais das vezes, são aqueles que, já tendo adquirido um tiquinho de conhecimento da degustação, arvoram-se em mestres da enologia, como se a busca pelo conhecimento do vinho tivesse fim.
Sendo um permanente aprendizado, a degustação é caminho para ser trilhado com curiosidade e método, já que o vinho – componente da evolução do homem ao longo de sua milenar história, sistematicamente, tem sempre prazeres a revelar.
No ritual da degustação alguns cuidados importantes: Taças – degustar vinho em copo comum, não. Use a taça apropriada, ainda que mais simples.
Temperatura – degustar o vinho fora de sua temperatura ideal pode ser frustrante. Mesmo não existindo regra rígida sobre isto, deve-se observar que, alguns brancos podem ser servidos bem gelados, e outros, entre 8º C a 10º C. Os tintos de corpo médio a alto devem ter temperatura entre 15º C e 17º C. Um grau a mais ou a menos não altera tanto. Esses cuidados dão entrada às três etapas relevantes da degustação, quais sejam, a olfativa, a gustativa e a visual.
A utilização do nariz, boca e olhos leva à identificação de todos os componentes do vinho, começando pela acidez, doçura, amargor e a distinção dos seus aromas. A degustação é arte, porém, possível de ser realizada pelo interessado em conhecer, com intimidade – como já fazem os iniciados -, essa bebida que sempre brindou a história da humanidade.
Feira de vinhos A Feira de Vinhos que o Super Nosso realiza, anualmente, em Belo Horizonte, consolida-se como um dos mais importantes eventos no calendário da capital. A partir de 2010 – quando se realizou a primeira -, de ano para ano, o evento traz decisiva contribuição para a ampliação da cultura do vinho na cidade. Os cursos, palestras de experts do Brasil e do exterior, degustações de vinhos do portfólio do Super Nosso, além de outras novidades, atraíram centenas de apreciadores do vinho durante os oito dias da edição deste ano, conduzida pelo aplaudido, Gerson Lopes, consultor do Super. O evento teve início no dia 24 de junho, indo até o dia 1º de julho, com a participação de 30 expositores, no Espaço Meet.
Bodas Foi entre belos espumantes e vinhos a comemoração das bodas de ametista dos estimados Maria Célia e Ângelo Maestrini, dia desses, na residência do casal, nas Mangabeiras. Os amigos levaram o seu abraço.
Tim, tim. 

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