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Quais os melhores investimentos para 2019 é uma das principais dúvidas para quem tem algum dinheiro poupado. O ano é de grandes incertezas e oportunidades e diante dessa situação, escolher qual o investimento que melhor se adequa ao seu perfil nem sempre é fácil, por isso o presidente da Associação Brasileira de Educadores Financeiros (Abefin), Reinaldo Domingos, fala de maneira descomplicada sobre os 5 melhores investimentos para 2019.  
De acordo com o educador, o ideal é ter uma “cesta” de investimentos, ou seja, diversificar em várias frentes para conseguir uma rentabilidade maior do que possivelmente haveria se investisse em apenas um tipo.
Segundo Domingos, independente da escolha, o mais importante é “carimbar” o dinheiro desse investimento, saber exatamente o que fazer com esse recurso e, além disso, por quanto tempo pretende investir, pois esse é um fator decisivo, que irá influenciar diretamente na rentabilidade do seu dinheiro.
 
1: CDBs de bancos de segunda linha – Certificado de Depósito Bancário são títulos de renda fixa que servem como captação de recursos dos bancos. A rentabilidade corresponde aos juros pagos pela instituição ao cliente por conta do empréstimo, no término do contrato. O CDB permite a negociação do título antes do vencimento (perdendo remuneração. Possui um baixo risco, pois é um investimento de renda fixa.
2: LCI e LCA – Letras de Crédito Imobiliário e Letras de Crédito Agrícola são ativos financeiros de renda fixa que possuem garantia de um bem imóvel, rendendo juros e atualização monetária aos aplicadores. Eles são muito parecidos, a diferença está no destino do dinheiro dentro do banco, sendo que no LCA o dinheiro é investido no agronegócio e no LCI é investido em financiamentos habitacionais ou créditos, utilizando imóveis como garantia de pagamento. Geralmente a rentabilidade é pós-fixada, recebida ao final da aplicação. Possibilita pagamento de juros elevados, acima da maioria das aplicações e possui a vantagem de ter isenção total de IR para pessoas físicas. Possui as mesmas garantias de segurança que a poupança.
3: Tesouro Selic: Um título emitido pelo governo, oferecido pelo Tesouro Direto, e pós-fixado que acompanha a variação da Taxa Selic, ou seja, a taxa de juros básico da economia, que atualmente vale 6,5% ao ano, com previsões de aumentar até 7,5% ainda em 2019.  O risco de perder dinheiro no Tesouro Selic é muito baixo, independente do tempo de aplicação ou da data de resgate. Esse título também possui a proteção do FGC (Fundo Garantidor de Crédito) em até R$ 250 mil em caso de quebra do emissor.
4: Fundo de Investimentos – Reúnem diversos investidores (pessoas físicas ou jurídicas) que se unem para comprar cotas de ações, regidos por um regulamento prévio. Esses fundos podem ser fechados, em que não há entrada ou saída de cotistas e não se pode resgatar antes do encerramento, ou abertos, dos quais cotistas podem sair antes. Geralmente, esses fundos possuem rendas variáveis, tendo no mínimo 67% do seu patrimônio investido em ações. Nessa modalidade, investidores com perfis semelhantes podem unir recursos para aumentar o poder de negociação, tendo uma expectativa de rentabilidade elevada. Se destaca pela possibilidade de diversificar o investimento em cotas de ações de mais de uma empresa e por não requerer muita pesquisa e atualização, como na aplicação direta em ações.
5: Ações – Comprar ações significa adquirir a parte de uma empresa que possui capital aberto, se tornando um de seus sócios. Dentre os tipos de ações, existem as preferenciais (PN), na qual o investidor tem preferência no pagamento da parcela do lucro, e as ordinárias (ON), que dão direito de voto ao acionista, porém tem menor peso na hora da distribuição dos lucros. Como depende da saúde de uma empresa, é um investimento de alto de risco, de renda variável, sendo mais indicado para sonhos de longo prazo. Com sua popularização, perdeu grande parte dos seus “mistérios” e isso é ótimo, pois agora é possível encontrar muitas informações antes de começar a aplicar dinheiro. É possível investir nas ações de mais de uma empresa e de diferentes tipos de liquidez.

*Doutor em educação financeira, presidente da Associação Brasileira de Educadores Financeiros (Abefin) e da DSOP Educação Financeira e autor do best-seller Terapia Financeira, do lançamento Diário dos Sonhos e da primeira Coleção Didática de Educação Financeira do Brasil.
 

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