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Por: Claúdio Rocha Oliveira

Mercado Comum Jornal on line BH Cultura Economia Política e Variedades

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Informações do Ministério da Cultura revelam que, nos primeiros meses de utilização do Vale-Cultura, foram emitidos 215 mil cartões, num consumo que chegou a R$ 13,7 milhões, sendo 88% desse valor (R$ 12,1 milhões) referente à aquisição de livros, jornais e revistas. “Este resultado reflete a aposta das redes de livrarias desde o início do programa”, informou em nota o MinC. E completa: “Daqui para frente, o Vale-Cultura deve apresentar crescimento nos cinemas. As grandes redes de exibição (multiplex) estão aderindo ao programa.” Até agora, o cinema se encontra em segundo lugar no ranking de consumo com o benefício, respondendo por 9% (R$ 1,2 milhão), seguido de longe pela aquisição de instrumentos musicais e acessórios, com apenas 1,31% (R$ 180 mil). A compra de discos, CDs e DVDs, além de ingressos para teatro e espetáculos, cursos de arte, visitas a museus e criação artística também aparecem com menos de 1%. “Uma maior disseminação do programa deve ocorrer na medida em que os sindicatos incluam o Vale-Cultura nas negociações de data-base de suas categorias”, informa o Ministério. O programa não tem caráter obrigatório para as empresas, como ocorre com o vale-alimentação. Após adesão do empregador, os trabalhadores devem se cadastrar para começar a desfrutar do benefício. Nove mil estabelecimentos aceitam hoje o Vale-Cultura como forma de pagamento. E o MinC tem se movimentado no sentido de ampliar ainda mais esse número. Já são mais de 712 mil trabalhadores cadastrados. “Se 200 mil gastaram R$ 13 milhões, imagine o que quase um milhão de pessoas vão consumir. O Vale-Cultura mexe em toda a cadeia produtiva cultural. E a cultura tem impacto enorme na economia”, afirma o Minc. 
Embora não haja metas de desempenho (o que se divulgou foi o limite de incentivo fiscal liberado pela Receita Federal, de R$ 1 bilhão para todo o ano de 2014), o Minc afirma que o programa tem potencial para atingir 5,1 milhões de empresas no país e beneficiar até 42 milhões de trabalhadores. Nesta semana, foram anunciadas as adesões de dois grandes centros culturais do Brasil: o Instituto Inhotim, localizado em Brumadinho (MG); e o Museu Oscar Niemeyer, situado em Curitiba (PR). Ambos já estão aceitando o Vale-Cultura como forma de pagamento dos ingressos.

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