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O novo acordo de acionistas da Usiminas foi oficializado em janeiro. Com ele, o bloco de controle passa a ser formado
pelo Grupo Nippon, com 29,44% do total de ações ordinárias da empresa, pelas empresas Tenaris e Ternium do
Grupo Techint, com 27,66% e pela Caixa dos Empregados da Usiminas, com 6,75%. O acordo é válido até 2031.

Para a Usiminas, o fortalecimento de sua estrutura de governança potencializa oportunidades de desenvolvimento
e aumento de competitividade. A empresa passa a ter entre seus acionistas grupos focados no “negócio aço”. Esse
diferencial, somado ao conhecimento já acumulado por sua própria equipe, abre caminhos para a consolidação de sua
liderança do mercado brasileiro de laminados planos.

Novo diretor-presidente
Os acionistas do bloco de controle também indicaram o executivo Julián Eguren como o novo diretor-presidente da
Usiminas, no lugar de Wilson Brumer.

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Segundo Eguren, ter acionistas com visão do negócio é um diferencial competitivo para a Usiminas. “É um enorme
orgulho ser nomeado presidente da Usiminas, não somente pela força da companhia, mas por ela estar presente
no Brasil, o maior país da América Latina e que tem grandes perspectivas de crescimento. Iremos trabalhar em
equipe na melhoria da eficiência operacional, oportunidades de mercado e melhoria de competitividade”, afirma.

Julián Eguren
Com 48 anos, Julián Eguren possui uma vasta experiência na siderurgia latinoamericana.
Há 25 anos vem desempenhando diversas funções na Organização Techint no México, na Venezuela e na Argentina. Formado em Administração de empresas, com mestrado em Direção de Empresas pelo Massachussets Institute
of Tecnology – MIT, nos EUA, Eguren começou sua carreira em 1987 como Jovem Profissional (trainee) da TenarisSiderca, na Argentina, e em 1993 deu início a sua carreira internacional. Ocupou diversas posições na TenarisTamsa no México e,
em 1998, mudou-se para Venezuela para assumir a Presidência da Sidor, maior siderúrgica latinoamericana, período no qual teve a oportunidade de trabalhar com a Usiminas.

Em 2008, assumiu a presidência da Ternium, no México – produtor com processos integrados para a fabricação do aço e derivados desde minas próprias até centros de serviços para o setor industrial – e na América Central, incluindo operações na Colômbia e na Guatemala. Atuou ainda como Diretor do ILAFA( atual Alacero) e Presidente da Junta Diretiva Tenigal, empresa que surgiu da parceria entre a Ternium e a Nippon Steel.

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