O termo agricultura quer dizer “arte de cultivar”. Trata-se de uma atividade econômica que consiste no uso do solo para cultivo de vegetais visando suprir as necessidades alimentares dos seres humanos e muitos animais.

Os produtos da agricultura são primariamente os alimentos, contudo, com os avanços nas técnicas e na tecnologia, a agricultura tem servido cada vez mais ao fornecimento de gêneros para a produção de fibras, energia, matéria-prima para roupas, combustíveis, materiais de construção, medicamentos, ferramentas, ornamentação e inúmeros outros materiais. Esses produtos, bem como os métodos agrícolas utilizados, podem variar de uma parte do mundo para outra.

Devido ao expressivo aumento da população mundial nas últimas décadas, nos dias de hoje a agricultura é um setor econômico essencial, uma vez que torna-se imperativo produzir alimentos em maior quantidade e em menor área.

Pragas e doenças representam um dos maiores transtornos para a agricultura no Brasil e no mundo, pois são causadores de perdas econômicas consideráveis, baixa produtividade e má qualidade dos alimentos produzidos.

De acordo com a Organização para a Nutrição e Agricultura das Nações Unidas – FAO – praga é qualquer espécie, raça ou biótipo de vegetal, animal ou agente patogênico causador de efeitos nocivos aos vegetais ou produtos vegetais. Em outra definição, classifica-se praga como uma população de organismos capaz de causar danos às plantas, seus produtos e subprodutos. O dano pode prejudicar o rendimento ou a qualidade do produto a ser consumido.

O uso descontrolado de defensivos agrícolas – inseticidas, fungicidas, bactericidas, herbicidas, etc. – também denominados agrotóxicos, no combate às pragas tem provocado consequências nefastas, reduzindo a produtividade e gerando aumento de custos para os agricultores. Apesar de sua ação rápida e eficaz, tem-se buscado reduzir o uso de agrotóxicos, pois, na maioria das vezes, tal prática acarreta o desenvolvimento de populações resistentes aos insetos causadores das pragas, o aparecimento de novas pragas ou a ressurgência de outras, provocando desequilíbrio biológico, efeitos prejudiciais ao homem, ao solo e a outros animais, além do seu alto custo. Faz-se, pois, necessária a busca de alternativas que minimizem os efeitos adversos dessas substâncias para a agricultura e também para o meio ambiente.

Atualmente, a soja é a principal cultura agrícola do Brasil, sendo o país o maior produtor mundial dessa commodity, seguido pelos EUA. Na safra 2018/2019, a cultura brasileira de soja ocupou uma área de 35,8 milhões de hectares, sendo responsável por uma produção de 114,3 milhões de toneladas.

A chamada “Ferrugem Asiática da Soja”, causada pelo fungo Phakopsora pachyrhizi, é a doença mais severa que hoje incide nesta cultura, provocando danos que podem variar de 10% a 90% nas diversas regiões onde ela ocorre. Os sintomas iniciais da doença são pequenas lesões foliares, de coloração castanha a marrom-escura. Plantas severamente infectadas apresentam desfolhamento precoce, o que compromete sua formação, o enchimento de vagens e o peso final do grão.
Outra doença fúngica que pode causar prejuízo aos produtores de soja é o “oídio” (Erysiphe Diffusa). O oídio pode causar redução na taxa fotossintética da planta, prejudicando seu crescimento.

Entretanto, para o alívio dos produtores de soja, uma empresa genuinamente brasileira desenvolveu um produto que propicia mais saúde e vigor vegetal na cultura da soja. Trata-se de um produto inovador inteiramente desenvolvido pelo Laboratório Imunno, uma empresa 100% brasileira estabelecida na cidade de São Carlos, interior do estado de São Paulo. Tal produto, batizado de Extra Verde Soja, é baseado unicamente em uma combinação de óleos naturais essenciais dentre eles rícino, cravo e melaleuca, acrescido de macro e micro nutrientes. O Extra Verde Soja não inclui em sua composição nenhuma substância agrotóxica ou qualquer outra causadora de efeitos colaterais indesejados ao solo e ao meio ambiente. Trata-se, pois, de uma alternativa “verde” disponível no mercado nacional.

Ensaios em laboratório, em casa de vegetação e testes de campo em culturas de soja de vários hectares demonstraram de forma contundente a eficiência agronômica do referido produto. A aplicação se faz por meio da pulverização do Extra Verde Soja – diluído em quantidades adequadas de água – sobre as folhas das plantas. Os resultados positivos se manifestam em pouco tempo e, com aplicações foliares desse produto, logra-se obter uma planta mais forte e, portanto, capaz de se defender do ataque das pragas.

As fotos a seguir ilustram resultados altamente positivos observados em campo nos quais o produto desenvolvido pelo Laboratório Imunno foi utilizado em uma cultura de soja.

Outra doença que vem causando grandes prejuízos à agricultura, tanto no Brasil como em outras partes do mundo, é o chamado “Greening”, também denominada “doença do ramo amarelo”, ou Huanglonbing (HBL). Tal doença prejudica consideravelmente as culturas de citros, em especial a laranja, e hoje ameaça destruir as plantações dos dois maiores produtores de citros da atualidade: EUA e Brasil. O “Greening” pode comprometer seriamente esse tipo de cultura, impedindo irreversivelmente seu consumo pelos seres humanos, seja pela queda prematura do fruto, ou, em casos extremos, por impedir até a sua floração. É facilmente perceptível através de uma coloração amarelada na folhagem
da planta, tal como ilustrado nas fotografias mostradas a seguir.

O combate ao “Greening” tem sido o objeto de muita pesquisa no mundo afora nos últimos anos. Inúmeras técnicas foram testadas, sendo a maior parte delas baseada em combinações de substâncias agrotóxicas, antibióticos ou misturas de compostos orgânicos. Entretanto, nenhuma dessas técnicas permitiu erradicar plenamente a doença, sem mencionar os efeitos colaterais deletérios sobre a planta, o solo e o fruto causados pelas substâncias até hoje propostas.

As fotografias a seguir ilustram a evolução das plantas, infectadas pelo greening, que receberam aplicação de Extra Verde Citrus, assim como as frutas de um pé de laranja inteiramente saudável após o tratamento com o Extra Verde Citrus

O Laboratório Imunno vem obtendo êxito no combate a pragas que prejudicam outras culturas. Assim, a linha Extra Verde foi estendida e hoje compreende os seguintes produtos:
• Extra Verde Soja
• Extra Verde Citrus
• Extra Verde Full Banana
• Extra Verde Full Hortifruti
• Extra Verde Trigo

O Laboratório Imunno tomou as devidas precauções em relação aos processos de fabricação da linha Extra Verde e, nesse sentido, já depositou no Instituto Nacional da Propriedade Industrial – INPI um pedido de patente visando proteger a tecnologia desenvolvida. Produtores brasileiros têm usado com sucesso esse produto e a empresa paulista almeja comercializar em breve a linha Extra Verde em outros países.

Autores:
– Jones Fabiano Pinto, engenheiro industrial químico, Laboratório Imunno;
– Marcelo Zambrano, engenheiro bioquímico, M.Sc., Laboratório Imunno;
– Lino Rodrigues de Freitas, engenheiro metalurgista, Ph.D., professor da Escola de Engenharia da Minas Gerais – EMGE.
– Rodrigo Innarelli, economista, RR Agropecuária.