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Empresa desenvolveu um kit especial de segurança para sua frota, com blindagem de pneus e motor, câmera e dispositivo que dificulta arrombamento de cofre

 

A prática de crimes contra carros-fortes vem crescendo muito no Brasil ao longo dos anos. Segundo dados do CESOP – Central de Segurança das Operações da Prosegur, houve mais de 420 tentativas de assalto contra veículos de frotas de empresas de segurança privada no País desde 2006, uma média de 52 por ano (em 2013 já são 27).

Para piorar o cenário, a ação dos criminosos é cada vez mais minuciosa, envolvendo armamentos pesados, trabalho em equipe e estratégias audaciosas de ataque, que incluem imobilização do veículo (atirando nos pneus, motor e vidros e impedindo o veículo de andar), rendição da equipe de seguranças e explosão do carro e do cofre.

Com o objetivo de frustrar a ação criminosa e garantir a segurança de seus funcionários e clientes, a Prosegur, empresa líder no mercado de segurança privada no Brasil, está investindo em soluções inovadoras que tornam seus carros-fortes ainda mais seguros. Neste sentido, a empresa acaba de trazer para o Brasil o “Kit Segurança” para carro-forte, solução composta por uma série de sistemas diferenciados, que ampliam a segurança dos profissionais e impedem o acesso dos bandidos ao conteúdo do cofre.

Batizado de SIPE – Sistema de Injeção de Poliuretano Expandido – é um sistema pioneiro e inédito no Brasil, que tem como objetivo impedir o arrombamento do cofre interno do carro-forte, mesmo quando submetido a uma poderosa explosão. Na prática, ao ser acionado (remotamente ou no próprio carro), o equipamento libera um jato de poliuretano (espuma que enrijece em poucos segundos, muito utilizada como substância de vedação por sua resistência a quebra por impacto e corte). Em no máximo 22 segundos, a parte interna do cofre fica completamente preenchida pelo polímero endurecido, garantindo a total segurança do conteúdo dentro do local. “Após a realização de uma série de testes, a solução se mostrou 100% eficaz. Além de resistir a explosões, também inibe a continuidade do assalto, pois seria necessária quase uma hora para quebrar ou cortar a substância”, explica José Ascânio Ferreira, diretor de Segurança da Prosegur.

Há ainda as blindagens extras nos pneus, que têm como objetivo evitar a parada do carro-forte. Por meio de compostos de borracha de alta resistência, com tramas de malha sintética e estrutura de aço, é possível ampliar a resistência do veículo, que ganha autonomia para rodar até 70 quilômetros após perda de pressão por tiros no pneu.

Para ampliar a resistência do motor, os carros-fortes da Prosegur contam com uma blindagem de aço Domex 5mm, que evita a passagem de tiros. Além isso, o veículo ganha uma câmera externa, conectada a um monitor interno, que dá condições para o motorista continuar dirigindo, mesmo quando os vidros dianteiros perdem a visibilidade ao serem atingidos por tiros.

Segundo Ascânio, o reforço de blindagem foi pensado de forma a reagir de forma inteligente à estratégia de ação dos criminosos no Brasil. “O bandido é surpreendido logo de cara, quando o veículo permanece em movimento mesmo depois de sofrer tiros nos pneus, motor e vidros. Ainda assim, quando conseguem fazer o carro-forte parar e render a equipe de vigilantes, percebem que é impossível explodir o cofre e acabam desistindo”, completa José Ascânio.

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