Nos últimos tempos os produtores tradicionais de queijo Canastra estão enxergando uma luz a mais no horizonte. Depois de muitos anos de luta pela regulamentação do queijo e identificação de sua origem (com muitas vitórias alcançadas), a questão da pirataria do nome “Canastra” continua tornando a vida dos produtores mais difícil, e os consumidores inseguros. 
Para se ter uma ideia, até mesmo rótulos de queijos Canastra made in Sergipe e EUA foram encontrados circulando pelo mercado, sem falar do Canastra de Araxá ou o Canastra do Serro.
 
Depois de muita procura por uma solução que proteja a autenticidade e a origem de sua produção, eles chegaram à etiqueta de caseína, um produto da empresa Kaasmerk-Matec, hoje representada com exclusividade no Brasil pela Globalfood. Vale dizer que todas as outras alternativas cogitadas permitiam a possibilidade da falsificação: venceu a etiqueta de caseína, uma tecnologia existente há quase 100 anos na Europa.
 

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