Pequenos e médios negócios de Minas Gerais aumentaram em 73% o faturamento com o e-commerce em 2021
Pequenos e médios negócios de Minas Gerais aumentaram em 73% o faturamento com o e-commerce em 2021
Pequenos e médios negócios de Minas Gerais aumentaram em 73% o faturamento com o e-commerce em 2021
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Faturamento das PME’s de Minas Gerais foi de quase R 230 milhões com o e-commerce

Número de pedidos do estado cresceu 54%, saltando de 691 mil para mais de 1 milhão

Cerca de 8 produtos por minuto foram vendidos online no Estado

Em todo o país, 5 milhões de consumidores compraram pela internet pela primeira vez

Os cinco segmentos que mais faturaram no estado foram Moda, Acessórios, Casa & Jardim, Itens de Cozinha e Saúde & Beleza

O e-commerce brasileiro fechou o ano de 2021 com resultados positivos, mesmo com a retomada do comércio físico e o cenário econômico mais desafiador, repetindo o movimento iniciado no ano passado. Em 2021, as pequenas e médias empresas de Minas Gerais faturaram quase R$ 230 milhões com as vendas online, valor 73% maior que o registrado no mesmo período do ano passado (R$ 133 milhões). Em todo o Brasil, as PMEs faturaram R$ 2,3 bilhões com o e-commerce, o que representa um crescimento de 77% em comparação com 2020. Os dados são do estudo NuvemCommerce, análise especializada anual do e-commerce brasileiro realizada pela Nuvemshop, plataforma de e-commerce líder na América Latina com mais de 90 mil lojas virtuais na região, em sua maioria de pequenos e médios empreendedores.

O estudo está em sua 7ª edição e, desta vez, traz o desempenho das PMEs no e-commerce durante 2021, segundo ano do isolamento social e ano marcado pelos novos hábitos de consumo transformados desde 2020. No último ano, ainda mais brasileiros compraram no digital: 5 milhões de consumidores compraram produtos pela internet pela primeira vez. Além do balanço de 2021, o levantamento também indica as principais tendências de vendas e consumo para este ano.

“O ano passado apresentou desafios para toda a economia, especialmente para os pequenos e médios negócios. O comércio enfrentou um período de incertezas sobre a maneira de operação e, por isso, a combinação dos meios físico e virtual esteve relevante como nunca. Se, de um lado, houve desafios no cenário econômico, com alta da inflação e dificuldade de crescimento do país; de outro, pequenas e médias empresas conseguiram expandir seus negócios no digital. Em 2021, ter uma loja online deixou de ser uma alternativa e passou a ser uma condição fundamental para as PMEs. Saímos de 2020, um ano marcado pela intensa transformação digital, e chegamos em 2021, época de consolidar a presença no mundo online”, explica Alejandro Vázquez, CCO e cofundador da Nuvemshop.

Alejandro Vázquez, CCO e cofundador da Nuvemshop
Alejandro Vázquez, CCO e cofundador da Nuvemshop

Balanço das PMEs de Minas Gerais no e-commerce em 2021

Apenas no estado, as PMEs venderam 4,5 milhões de produtos, quantidade 35% superior ao volume do mesmo período do ano passado (3,4 milhões). Isso significa que foram vendidos cerca de 8 produtos por minuto. O volume de pedidos (que pode envolver um ou mais itens em uma única venda) também esteve em alta, atingindo mais de 1 milhão no mesmo período (em 2020, foram 691 mil). O ticket médio foi de R$ 215,40, um aumento de 12% em relação ao valor em 2020 (R$ 192,65).

Minas gerais – 5 segmentos que mais faturaram com o e-commerce em 2021:

Moda (R$ 115,5 milhões – +67%)

Acessórios (R$ 9,1 milhões – +122%)

Casa & Jardim (R$ 7,8 milhões – +81%)

Itens de Cozinha (R$ 6,9 milhões – -3%)

Saúde & Beleza (R$ 6,4 milhões – +59%)

 

Curiosidades em Minas Gerais – os segmentos que tiveram um boom em 2021

Os dados de segmentos que apresentaram as maiores taxas de crescimento em faturamento em 2021 também expressam o cenário do país e os hábitos de consumo e tendências de cada região. Em Minas Gerais, a retomada da economia e a ampla vacinação possibilitaram a volta das atividades ao ar livre, o que se refletiu no aumento das vendas de roupas de banho: esses e-commerces tiveram um faturamento 431% maior que em 2020 (saltando de R$ 1,1 milhão para R$ 6 milhões).

A volta das atividades fora de casa também impactou nos cuidados com a aparência e a beleza dos brasileiros no último ano. Em relação a 2020, o segmento de Acessórios aumentou o faturamento em 122% (R$ 9,1 milhões em 2021), enquanto o segmento de Moda cresceu em 67% (R$ 115,5 milhões). Outro destaque no ano foram os e-commerces de eletrônicos, que cresceram seu faturamento em 213%, somando R$ 3,7 milhões em 2021. Além disso, em Minas Gerais, os livros chamaram a atenção: lojas virtuais do segmento tiveram faturamento de R$ 2 milhões, o que representa aumento de 125% em relação a 2020.

Resultados das PMEs em todo o país

No Brasil, as PMEs venderam 44,5 milhões de produtos, quantidade 59% superior ao volume do mesmo período do ano passado (28 milhões). Isso significa que foram vendidos cerca de 85 produtos por minuto no ano passado. O volume de pedidos (que pode envolver um ou mais itens em uma única venda) também esteve em alta, atingindo 10,5 milhões no mesmo período (em 2020, foram 6 milhões). O ticket médio em 2021 foi de R$ 219,47, um aumento de apenas 4% em relação ao ticket médio de 2020 (R$ 211,04).

Nacional – 5 segmentos que mais faturaram com o e-commerce em 2021:

Moda (R$ 895,4 milhões)

Saúde & Beleza (R$ 146,5 milhões)

Acessórios (R$ 114 milhões)

Eletrônicos (R$ 82 milhões)

Casa & Jardim (R$ 79 milhões)

Pagamentos e logística em destaque

Para driblar a inflação mais alta e realizar compras, o cartão de crédito foi a principal opção dos consumidores, pelo benefício do parcelamento, representando mais de 54% dos pedidos pagos no ano. Mas o principal destaque ficou para os pedidos pagos com Pix (6%), que ultrapassaram os que foram pagos com boleto (5%), garantindo praticidade para o cliente e o lojista. “Com o Pix, o empreendedor recebe imediatamente o valor da compra e consegue realizar uma gestão mais eficiente do estoque, o que é fundamental para não perder vendas em momentos de grandes picos, como a Black Friday”, afirma Guilherme Pedroso, Country Manager da Nuvemshop no Brasil.

Em relação à logística, a grande aposta das PMEs foi a digitalização das opções de envio. Os meios tradicionais de logística, como os Correios, foram responsáveis por menos envios: entregaram cerca de 27% dos pedidos em 2021, enquanto em 2020 eram responsáveis por 35% das entregas.

 

Raio-X das PMEs no digital

O estudo NuvemCommerce 2022 também revela o perfil dos pequenos e médios negócios que venderam pelo e-commerce no ano passado, a partir de uma pesquisa realizada com os 90 mil lojistas da base da plataforma Nuvemshop. Para esses empreendedores, as maiores dificuldades de empreender foram falta de dinheiro para investimento no negócio (38%) e ausência de tempo para desenvolver tudo o que precisam (30%). Para 2022, os lojistas pretendem expandir ainda mais a estratégia dos negócios virtuais: a pesquisa indica que 74% deles desejam aprender mais sobre estratégias do e-commerce, enquanto mais de 68% querem ampliar canais de divulgação e 56% querem ampliar os canais de venda online.

A Nuvemshop é a plataforma de e-commerce líder na América Latina e tem o compromisso de potencializar e motivar todos os empreendedores a transformarem seus sonhos em histórias que transcendam. Com mais de 90 mil lojas, integra produtos, pagamentos, envios e disponibiliza de um ecossistema com mais de 1.000 parceiros, como Facebook, Instagram, marketplaces e lojas físicas. Atualmente, a companhia tem mais de 900 colaboradores e escritórios no Brasil, México e Argentina. Em agosto de 2021, a empresa recebeu um investimento de R$ 2,6 bilhões e se tornou unicórnio no Brasil. Nos últimos meses, a Nuvemshop comprou o Ecommerce na Prática, maior escola e comunidade de e-commerce do mundo, e a Mandaê, plataforma de logística. Além disso, lançou o Nuvem Pago, meio de pagamento próprio.e

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