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A adoção de tecnologias de baixa emissão de carbono na pecuária foi tema central da última reunião do ano da Comissão de Pecuária de Corte da FAEMG (Federação da Agricultura e Pecuária do Estado de Minas Gerais). Durante o encontro, o presidente da Comissão, Affonso Damásio, defendeu a adoção de linhas de ação incentivadas pelo Plano ABC (Agricultura de Baixo Carbono) para a pecuária, potencializando o desenvolvimento da atividade com menor impacto, com suporte de linhas de financiamento específicas.

“Dentre as ações que aliam modernização e sustentabilidade, o ABC incentiva, por exemplo, a recuperação de áreas de pastagem, o que aumenta o suporte para o pecuarista. Outra boa frente é a implantação de um sistema integrado lavoura-pecuária-florestas. Neste sentido, é possível contar com financiamentos com juros muito interessantes para o produtor investir em sustentabilidade”, explica.

O bom momento atual e as perspectivas para 2014 também foram destaques no encontro. Com informações recolhidas em todo o estado, a comissão traça cenário atual do setor e perspectivas de mercado para os próximos meses. “A recuperação do preço da arroba ao patamar alcançado em 2010 – cenário que fica ainda mais favorecido pelo câmbio atual – leva a crer que, no médio prazo, teremos uma recuperação real, após período de forte desvalorização”, acredita Affonso Damásio.

Formada por analistas de agronegócio da FAEMG e representantes de diversos pontos do estado, a comissão discutiu mercado físico e futuro do boi gordo e reposição, registrando grande variação entre regiões. O debate contou ainda com a participação do coordenador técnico de Bovinocultura da Emater-MG, José Alberto de Ávila Pires. Outro convidado de destaque foi o diretor geral do IMA (Instituto Mineiro de Agropecuária), Altino Rodrigues Neto, que falou sobre a defesa agropecuária no estado e o fim do envio de carta aviso para a vacinação contra febre aftosa.

 

Defesa sanitária

Na abertura do encontro, o presidente da FAEMG, Roberto Simões, lembrou as barreiras encontradas pela CNA (Confederação da Agricultura e Pecuária do Brasil) para a total funcionalidade da PGA (Plataforma de Gestão Agropecuária), projeto que está sendo executado em parceria com o MAPA (Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento). “Tratase de um sistema com enorme potencialidade, capaz de contribuir muito para a agropecuária brasileira. Entretanto, enquanto alguns estados fazem seu dever de casa no repasse de informações, outros não contribuem minimamente para o banco de dados. É preciso que o Ministério atue na questão, estipulando uma data limite”, disse.

A questão, considerada estratégica para o fortalecimento do setor, pode ter solução ainda neste fim de ano, acredita Roberto Simões. “Na última semana, a senadora Kátia Abreu, presidente da CNA, se reuniu com o ministro da Agricultura e propôs um novo plano de defesa agropecuária, com adesão dos 27 estados da Federação. Antônio Andrade reafirmou a parceria e disse que o Ministério estará empenhado em sua plena execução, eliminando os gargalos”, relatou o presidente da FAEMG.

Criada em 2011, a plataforma funciona como um banco de dados único, com informações sobre criação e transporte de animais nos 27 Estados brasileiros, garantindo maior controle, transparência e credibilidade sobre todas as ocorrências e movimentações dos rebanhos no País.

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