Para cobrir déficit habitacional, construtoras apostam em inovação, bem-estar e apartamentos menores com custo acessível
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Área de lazer com piscina, sauna, salão de festas e até pistas de boliche diferenciam os empreendimentos populares, a partir de R$185 mil, financiados 100% pela Caixa Econômica Federal

Em sua trigésima edição divulgada no mês de junho último, pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), a Pesquisa Anual da Indústria da Construção (Paic) revela que o segmento de serviços especializados para construção aumentou sua participação de 18,5% para 22,0%, de 2011 para 2020, com empresas de porte menor, pagando salários menores e gerando mais empregos. Ao mesmo tempo oferecem condições de moradia diferenciadas, inovando com espaço amplo de lazer sustentável, e com preço mais em conta, permitindo enquadrar em modalidades de crédito mais acessíveis ao consumidor.

“O chamado déficit habitacional (conta feita para mostrar quantas moradias faltam no Brasil) continua alto. Segundo estimativas, entre 2020 e 2030, serão necessárias 11,9 milhões de casas para cobrir a demanda das famílias, principalmente as de menor renda. Nossos empreendimentos podem ser financiados 100% na planta, pela Caixa Econômica Federal, através do crédito associativo, que faz com que a despesa financeira da incorporadora seja menor. A procura existe. O acesso à unidade é a maior dificuldade. Cabe a uma incorporadora moderna, comprometida, oferecer preços acessíveis e um produto diferenciado, para atender o déficit habitacional, adequação da renda, localização segura e com boa mobilidade. Por sermos também uma construtora conseguimos uma redução de custos 25% mais barato que o mercado, ao construir apartamentos a partir de 57% m², que cabem no bolso do comprador.” conta Bruno Murta, sócio e CEO da MP Construtora e Incorporadora, empresa com 10 anos de mercado e que aposta em novos conceitos de construção para atender a esse público.

Segundo Murta, essa é uma tendência de mercado para os próximos anos, e vai se expandir. “Vivemos o boom imobiliário antes da pandemia, pós jogos, em todo o país, principalmente no estado do Rio. E os preços dos lançamentos acompanharam. Hoje, a incorporadora que constrói e não pensa em atingir o público das classes C e D pode ter dificuldades para as vendas, principalmente em regiões onde o poder aquisitivo é menor, o que não quer dizer que não há compradores potenciais”, emendou Bruno. Vale lembrar que a MP tem 8 empreendimentos, só em São Gonçalo, região de baixa renda, e está expandindo para a capital carioca, ampliando, também, por outros bairros das Zonas Norte e Sul de Niterói.

Mais lazer a um preço acessível

Para compensar a metragem reduzida dos imóveis, boa parte das construtoras têm apostado em atividades no condomínio. A MP, por exemplo, tem investido em áreas de lazer diferenciadas há alguns anos, lançando condomínios que são verdadeiros clubes. Os apartamentos, de 1 ou 2 quartos e vaga de garagem, possuem metragens que vão de 52 a 65m² e área de lazer com piscina, sauna, churrasqueira, salão de festas e de jogos, academia, brinquedoteca, quadra poliesportiva, pista de cooper e até pistas de boliche equipadas com marcador digital e reposição automática de bolas e pinos. Os valores são a partir de R$185 mil.

“Queremos com isso ampliar o conceito de bem estar, com segurança e lazer, sem precisar sair do condomínio. A MP, nestes 10 anos, já entregou e tem em fase de construção mais de 3000 unidades na região leste fluminense”, aponta Bruno.


A MP Construtora e Incorporadora, 41° no Ranking das 100 Maiores Construtoras do Brasil de 2022 segundo o Ranking Intec, foi fundada em 2012, com a missão de levar qualidade de vida através dos seus empreendimentos. Estabelecida em São Gonçalo, começou as suas atividades na cidade e na vizinha Niterói, na Região Metropolitana do Rio de Janeiro. Possui o Certificado Nacional de Qualidade PBQP-H, do Governo Federal, que garante a melhoria da qualidade do habitat e a modernização produtiva.

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