Mineiros estão pessimistas: 43% acreditam que nos próximos 6 meses a capacidade financeira para fazer compras vai piorar
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Mercado Comum Publicação Nacional de Economia, Finanças e Negócios
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Pesquisa realizada pela Quaest em março deste ano, contratada com exclusividade por MercadoComum – Publicação Nacional de Economia, Finanças e Negócios – publicada na edição 289 e em circulação desde 1º de maio (www.mercadocomum.com)–, apurou que que os mineiros sofreram e ainda sofrem as consequências financeiras e econômicas da crise que se instalou no país. Na percepção espontânea de 42% dos entrevistados, nos últimos 6 meses, a situação financeira e econômica da família piorou.

Essa proporção é ainda maior entre os mais velhos, com 60 anos de idade ou mais (48%), e entre aqueles com pior condição econômica: para cerca de 50% dos que possuem renda familiar mensal de até 2 salários-mínimos, a situação financeira familiar piorou nesse período. Por outro lado, os de alta renda aparentemente não foram impactos pela crise: para 36% dos que recebem mais de 10 salários-mínimos no mês, a situação econômica do domicílio melhorou.

Além disso, os mineiros estão pessimistas: 43% acreditam que nos próximos 6 meses a capacidade financeira para fazer compras vai piorar, 25% que vai ficar igual e 29% que vai melhorar (restante não sabe ou não respondeu). Os mais descrentes são, novamente, os com idade igual ou acima a 60 anos (48%), os de menor renda (43% entre os que possuem renda familiar de até 2 salários-mínimos), e também os que residem em municípios do interior (44%).

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Mineiros estão pessimistas: 43% acreditam que nos próximos 6 meses a capacidade financeira para fazer compras vai piorar
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Mineiros estão pessimistas: 43% acreditam que nos próximos 6 meses a capacidade financeira para fazer compras vai piorar - 1
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Quase a totalidade dos mineiros pretendem se vacinar contra a covid-19.

Pesquisa realizada pela Quaest em março deste ano, contratada com exclusividade por MercadoComum – Publicação Nacional de Economia, Finanças e Negócios – apurou que 86,5% dos mineiros entrevistados pretendem se vacinar contra a covid-19 e 8,8% responderam negativamente. As respostas foram espontâneas.

O maior contingente de mineiros – 12,7% que não pretendem se vacinar contra a covid-19 situa-se na faixa etária de 18 a 24 anos.

Mineiros estão pessimistas: 43% acreditam que nos próximos 6 meses a capacidade financeira para fazer compras vai piorar - 2
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Informações técnicas

A coleta de dados foi realizada entre os dias 24 de fevereiro e 29 de março de 2021. A coleta foi realizada através do método CATI (do inglês Computer Assisted Telephone Interviewing), que consiste em ter o questionário programado em um software para computador e aplicado por entrevistadores através do telefone.

O público-alvo é a população com 18 anos ou mais, residentes nos 50 municípios com maior população do estado de Minas Gerais, de acordo com o IPC Maps 2020. Foram realizadas no total 1.513 entrevistas. A amostra foi desenhada proporcionalmente à população residente nos municípios selecionados, considerando-se o sexo e a faixa etária, a partir de dados disponibilizados pelo IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística).

A margem de erro máxima estimada é de 2,5 pontos percentuais considerando os resultados obtidos para o total da amostra, 5.6 pontos percentuais para Belo Horizonte e 28 pontos percentuais para o interior (considerando todos os municípios). O intervalo de confiança é de 95%, o que significa que há probabilidade de 95% de os resultados dessa pesquisa retratarem o momento atual, considerando a margem de erro.

Checagem e verificação dos dados

Dada a importância da etapa de aplicação do questionário para os resultados do projeto, a Quaest se utilizou de algumas estratégias que minimizam os possíveis problemas na coleta de dados, a saber: (a) monitoramento em tempo real das atividades de coleta; (b) análise de consistência das respostas; e (c) checagem por telefone, conforme descrição abaixo:

  • Monitoramento das atividades de coleta: como o questionário foi programado em software e aplicado através do método CATI, a Quaest realizou o acompanhamento em tempo real da aplicação dos questionários por município, além de checar o cumprimento das cotas amostrais previstas em cada um dos segmentos. Essa ação teve como objetivo o monitoramento do número de entrevistas realizadas por pesquisador e município, identificando possíveis situações críticas. O objetivo dessa ação foi viabilizar intervenções tempestivas de forma a garantir o atendimento do cronograma da pesquisa.
  • Análise de consistência das respostas: análise da consistência das informações coletadas a cada vez que um questionário preenchido era enviado ao banco de dados da pesquisa, incluindo o cruzamento horizontal (conferência entre respostas de um mesmo questionário) e vertical (conferência entre respostas de diferentes questionários) das respostas. Com essa ação, pretendeu-se encontrar situações de falseamento de questionário ou preenchimento inadequado por parte do pesquisador.
  • Checagem por telefone: 20% das entrevistas realizadas foram integralmente checadas pela equipe de qualidade através da escuta da gravação. Diante de situações suspeitas relacionadas à aplicação dos questionários e aos dados coletados, foi realizada a tentativa de contato por telefone com o entrevistado, a fim de certificar a verossimilhança das informações, identificando e resolvendo preenchimentos inadequados ou falseados, por exemplo.

Destaca-se, ademais, a utilização de uma equipe técnica permanente da Quaest, responsável pela identificação de situações críticas e solução dos problemas, que foi designada para acompanhar todo o projeto de perto, incluindo a etapa de coleta de dados.

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