Minas Gerais tem 45% de alta em fusões e aquisições no 1º semestre de 2021
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Minas Gerais tem 45% de alta em fusões e aquisições no 1º semestre de 2021
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O Estado de Minas Gerais registrou 48 fusões e aquisições de empresas no 1S21, uma alta de 45% na comparação com o 1S20, quando foram realizadas 33 operações. Minas Gerais ficou atrás apenas de São Paulo (446 transações, 55%), Rio de Janeiro (78 transações, 10%), Paraná (65 transações, 8%) e Rio Grande do Sul (52 transações, 6%), mas à frente de Santa Catarina (35 transações, 4%), Bahia (13 transações, 2%) e Espírito Santo (8 transações, 1%), entre outras Unidades Federativas.

Essas são algumas das conclusões de um levantamento exclusivo sobre operações de fusões e aquisições realizado pela KPMG. O conteúdo também revelou que os setores que mais se destacaram nessas transações de empresas em Minas Gerais foram Tecnologia da Informação (13 transações) e Empresas de Internet (11 transações).

“O mercado mineiro continua aquecido e está se destacando em âmbito nacional. As empresas com atuação em Minas Gerais são relevantes para a economia nacional e contribuem para a geração de emprego e renda. Interessante observar a forte alta na comparação entre os dois períodos e a presença marcante de empresas de tecnologia compondo grande parte dessas transações”, afirma Ray Souza, sócio de Mercados Regionais da KPMG em Minas Gerais.

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A pesquisa da KPMG também evidencia que o Brasil registrou o melhor semestre dos últimos dez anos em fusões e aquisições. As empresas brasileiras realizaram 804 operações de fusões e aquisições no 1S21, um aumento de mais de 55% em relação ao mesmo período do ano passado, quando foram fechados 514 negócios.

“Os números mostraram que o mercado doméstico continuou aquecido, mesmo no período de pandemia. Com a retomada gradativa da economia observada no primeiro semestre deste ano, as empresas têm buscado opções aqui no Brasil para poder crescer. Acreditamos também que muitas operações ficaram represadas no ano passado devido ao momento de incertezas e estão sendo concretizadas este ano. Por isso, tivemos um primeiro semestre tão aquecido, o que indica que estamos em uma fase de recuperação”, analisa o sócio da KPMG e coordenador da pesquisa, Luís Motta.

Com relação ao tipo de transação concretizada nos primeiros seis meses deste ano, 524 foram do tipo doméstica (ou seja, realizada entre empresas brasileiras) e 256 do tipo CB1 (estrangeiro adquirindo empresa Brasil). “Foi o melhor semestre da história tanto para as transações domésticas quanto para as transações CB1 desde o início da nossa pesquisa”.

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