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Novos produtos do mercado de seguros foram apresentados por empresas que destacaram tendências para o futuro de um mercado que emitiu cerca de R$ 198 bilhões em prêmios em 2013, montante 9,9% superior ao registrado em 2012, com base nos balanços das seguradoras. Em um cenário promissor para 2015, o superintendente de Produtos Financeiros da Chubb do Brasil, Eduardo Viegas, destacou o funcionamento dos seguros, desde a contratação até a cobertura em uma empresa. Segundo ele, o seguro é contratado pela empresa em benefício dos seus administradores, sendo que conselheiros, diretores e gerentes são garantidos pela cobertura no âmbito dos custos de defesa, acordos judiciais e indenizações. “Os sinistros também são importantíssimos, e vale destacar os produtos tanto na esfera trabalhista e tributária, como administrativa e ambiental. É um mercado que cresce a cada ano e os produtos têm se renovado”, assegurou. O seguro para fusões e aquisições foi abordado pelo gerente de Linhas de Financiamento da AIG Brasil, Lucas Scortecci. “O produto visa cobrir o passivo oculto, ou seja, aquele não mencionado, não conhecido e não esperado, durante o processo de ‘Due Diligence’”, explicou. O objetivo, de acordo com o executivo, é indenizar as perdas financeiras resultantes de infração às garantias dadas pelo vendedor no contrato de aquisição. MERCADO DE CAPITAIS À medida que aumenta o lucro das empresas, o mercado de capitais é a fonte principal dos investimentos, que são o motor do crescimento econômico de um país. “O mercado de capitais tem o objetivo de proporcionar liquidez aos títulos de emissão de empresas e viabilizar seu processo de capitalização”, explicou a diretora de Desenvolvimento de Empresas da BM&Bovespa, Cristiana Pereira, destacando que os segmentos especiais de listagem da BM&FBovespa foram criados na necessidade de desenvolver o mercado de capitais brasileiro, em plena expansão. “Foi preciso ter segmentos adequados aos diferentes perfis de empresas”, ressaltou. Para operar no mercado de capitais é necessário que o investidor procure uma corretora membro de uma bolsa de valores, na qual funcionários especializados fornecem orientações na seleção do investimento, de acordo com os objetivos definidos pelo aplicador. “Se ele pretende adquirir ações de emissão nova, ou seja, no mercado primário, o investidor deverá procurar um banco”, explica o Head of Capital Market do BNDES, Otávio Lobão, que anunciou as perspectivas de investimentos do banco em infraestrutura para o período deste ano até 2017. “Apenas em energia elétrica, o valor estimado é de R$ 192 bilhões”, anunciou. Os desembolsos do BNDES no setor de infraestrutura no ano de 2013 representaram 33% dos desembolsos totais. No período de janeiro até junho de 2014, responderam por 37% dos desembolsos totais, com destaque para o segmento de rodovias. Outro destaque apresentado foi a participação do BNDES em debêntures. “Das 20 emissões incentivadas pela Lei 12.431, o BNDES participou de nove e foi alocado em 6 emissões”, disse.

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