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Richard Dubois – Especialista do Setor Público; Presidente de RNGD Consultoria

Nosso país está doente à beira de um colapso. Os brasileiros estão sem esperança e o setor produtivo quebrado. Nunca enfrentamos uma situação tão caótica diante da maior crise econômica e desemprego da história do Brasil, sem contar com o caos moral, onde todos os limites foram ultrapassados.

Não podemos mais contar com os poderes constituídos, onde cada um defende apenas seus interesses. As opções para sair desta crise estão se esgotando. Não há homens respeitados e preparados à frente destas instituições, só bandidos travestidos de políticos. São raras as exceções.

Mesmo se Michel Temer sobreviver não vai conseguir fazer muito até o final de sua gestão. O ajuste planejado se perdeu nas negociatas para ele se manter no poder, onde inclui o acordo para limitar os poderes da Operação Lava Jato, onde até ministros do STF vociferam contra Sérgio Moro.

O Brasil não pode mais esperar! A herança petista de 15 milhões de desempregados e com dezenas de empresas quebrando diariamente está insuportável. Pior, é o desastre da segurança pública, onde se mata mais do que guerra civil, com cerca de 130 homicídios por dia. A eleição de 2018 não vai resolver estes problemas. O sistema eleitoral é o mesmo e até os personagens são iguais. Não há luz no fim do túnel.

As Forças Armadas estão inquietas, isto não é uma opinião, é informação! As altas patentes deixaram claro que 1964 não se repetirá nunca mais. Naquela época o contexto era outro, onde a guerra fria quase acabou num conflito nuclear; e o Brasil corria um risco real de seguir os passos de Fidel Castro e criar mais confusão.

Porém, se as instituições falharem em tirar Temer e prender Lula e os seus comparsas, os militares têm a obrigação de agir. A Constituição os obriga em defender a pátria e atualmente estamos vivendo este momento, chegou a hora de agir.

Desta vez seria diferente; eles ao assumir o país já dariam um roteiro para implantar uma democracia plena, não esta farsa onde só os ricos ou quem têm altos esquemas conseguem se eleger.

O Estado está matando o povo, que é obrigado trabalhar cinco meses por ano só para pagar impostos. A sensação comum é de impotência, exploração e abandono. Quem pode está indo embora do país sem planos de voltar.

Os extorsivos impostos e juros são criados para sustentar um Estado gigante e corrupto e os seus sócios privados. Centenas de bilhões evaporaram por meio de empresários sem escrúpulos e sem amor ao Brasil. Ninguém suporta mais ouvir em Joesley Batista, Marcelo Odebrecht, Eike Batista e outros que nos envergonham e não representam o que o Brasil tem de melhor.

Os grandes partidos perderam o pudor, com projetos gananciosos onde a ordem é saquear o Estado o quanto puder em nome das ideologias que defendem. Neste conluio criou-se um presidencialismo de coalizão que é a origem do buraco em que nos meteram.

O setor público consome cerca de 33% (carga tributária) do PIB, tendo ainda de buscar no mercado financeiro emprestados, mais de 160 bilhões para cobrir o seu déficit. Para a população sobram esmolas e o pior serviço possível.

Como se vê este sistema viciado e disfarçado de democracia não se sustenta mais. Precisamos deixar de vez o faz-de-conta da democracia que vivemos, para nos tornarmos uma democracia de verdade. E não vai ser com o atual establisment que vamos conseguir mudar para valer, algo mais radical precisa acontecer para salvar o Brasil.


Esse artigo não reflete necessariamente a opinião de MercadoComum


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