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O modelo de gestão do governo de Minas adotado a partir de 2003, após tornar-se referência nacional, consolida notoriedade lá fora entre líderes mundiais. O Estado foi convidado para participar de eventos e encontros nos Estados Unidos onde vai apresentar a trajetória do Choque de Gestão, passando pela Gestão por Resultados, à Gestão para a Cidadania.

Um case de sucesso de relevância reconhecida em diversos e importantes encontros internacionais que discutem políticas públicas.

O governo de Minas foi representado pelo diretor-presidente do Escritório de Prioridades Estratégicas, Tadeu Barreto Guimarães.

Em sua agenda, eventos do Banco Mundial (BIRD), Banco Interamericano de Desenvolvimento (BID) e do Massachusetts Institute of Technology (MIT) em Washington e Boston. A viagem também teve como objetivo conhecer outros modelos de gestão em políticas públicas que deram certo em outras partes do mundo.

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Barreto participou do Building Better Polices: Performance and Measuring Results, (Construindo melhores políticas pela performance e medição de resultados), um evento organizado pelo Banco Mundial. Nele, representantes oficiais de governos dos EUA, Brasil, México, África do Sul e Coreia do Sul, discutiram como os sistemas de monitoramento e avaliação podem ajudar governos a compreender as melhores estratégias e resultados alcançados.

Nesse evento, o diretor-presidente do Escritório apresentou as experiências do Governo de Minas, com foco na Gestão para Resultados. Na exposição, Barreto apontou o monitoramento de indicadores realizados pelo governo de Minas, visando a melhoria dos resultados. Ele exemplificou a evolução de indicadores de Minas Gerais, como o índice de alfabetização em Minas Gerais para crianças de até oito anos, que quase dobrou de 2006 até hoje, praticamente erradicando a analfabetização no Estado nessa faixa etária.

Após a apresentação do representante de cada país em relação ao monitoramento e avaliação de resultados, foi aberto um rico debate sobre o tema. Além dos palestrantes, participaram da discussão o vice-presidente do Banco Mundial, Otaviano Canuto, a diretora de governança do BIRD, Linda Van Gelder, e o diretor de redução da pobreza do BIRD, Jaime Saavedra, que não poupou elogios ao modelo de monitoramento e avaliação do governo mineiro.

Para Barreto, ficou claro no debate que as soluções em relação à avaliação de resultados são específicas para cada país e território. Ele citou como exemplo o modelo adotado na África do Sul. “Trata-se de uma democracia nova com apenas 18 anos, e que, no entanto, possui um dos maiores departamentos de avaliação do mundo com cerca de 200 pessoas e com um grande foco nas políticas sócias”, afirmou.

Ainda em Washington, Barreto encontrou-se com a diretora do Banco Mundial (BIRD) para o Brasil, a americana Débora Wetzel. Após o encontro, reuniu-se com o especialista de modernização do Banco Interamericano de Desenvolvimento (BID), Pedro Farias. O diretor-presidente do Escritório debateu com o profissional do BID, como as novas ferramentas de tecnologia podem ser utilizadas para as políticas públicas.

Barreto apresentou, além do modelo da Gestão para a Cidadania, que utiliza por meio do Movimento Minas, uma plataforma digital para discutir, desenvolver e implementar sugestões da sociedade; o Product Space, uma nova ferramenta criada pelo Massachusetts Institute of Technology (MIT) que visa o desenvolvimento estratégico do estado mineiro.

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