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Guaxupé, 18 de dezembro de 2015 – Por mais um ano consecutivo a Cooxupé – Cooperativa Regional de Cafeicultores em Guaxupé – foi líder nas exportações de café arábica no país, enviando para o mercado de forma direta e indireta mais de 4,2 milhões de sacas do grão verde. O número, fechado no dia 30 de novembro, ainda pode ser maior, chegando a 4,6 milhões até 31 de dezembro. Em 2014, o número de café embarcado foi de 3,9 milhões de sacas. Com os números atuais o crescimento será de mais de 7% em relação ao ano anterior.
 
Para Carlos Paulino da Costa, presidente da Cooxupé, estes números são reflexo do importante trabalho de gestão realizado dentro da cooperativa, com o objetivo de aprimorar técnicas de cultivo, comunicação com o cooperado e estrutura em geral, garantindo cada vez mais agilidade nos processos e um crescimento de forma sadia. “Nosso objetivo é crescer e estar sempre à frente, aprimorando novas tecnologias e processos tanto de gestão quanto no campo, lado a lado com o cooperado, para conquistar resultados maiores. Só em 2015, investimentos em novos escritórios, armazéns, torrefação, silos, entre outras estruturas que nos permitem maior agilidade em todos os processos de produção de um grão de qualidade cada vez maior”, explica.
 
Só em número de cooperados, a Cooxupé deve fechar o ano com 12.400 produtores associados, ante os 11.900 registrados em dezembro de 2014. Cinco novos escritórios, em novas áreas de ação da cooperativa, são os principais responsáveis pelo aumento no número de produtores, instalados nas cidades de: Cássia/MG, Altinópolis/SP, Nepomuceno/MG, Lambari/MG e Andradas/MG.
 
Apesar do número de café recebido em 2015 não ter sido muito expressivo nestas novas áreas (a Cooxupé fecha 2015 com o recebimento de 5,1 milhões de sacas), a cooperativa espera trabalhar no ciclo 2016/17 com 6 milhões de sacas de café verde, sendo 4,9 milhões de cooperados e 1,2 milhões de terceiros, um aumento importante com o novo fluxo de produtores. A expectativa é que na nova área de ação da Cooxupé, incluindo as cinco novas unidades, a produção de café chegue a 9,5 milhões de sacas.
 
Para 2016, a Cooxupé pretende expandir o número de armazéns do Complexo Industrial Japy, empreendimento logístico de última geração responsável por receber, beneficiar, armazenar e exportar o grão de café no mesmo local. Alpinópolis, uma das unidades da cooperativa, também deve ganhar um novo armazém. Outra ação já definida para o próximo ano é um novo Centro de Distribuição de Insumos, além de diversas reformas previstas, que devem gerar um investimento de aproximadamente R$ 40 milhões.
2015, um bom ano para o café.
 
 
O vice-presidente da Cooxupé, Carlos Augusto Rodrigues de Melo, avalia que mesmo com a situação política e econômica do país, o ano de 2015 foi positivo para o café. “Os preços do grão estiveram em bons patamares, proporcionando uma melhora na situação dos nossos cooperados. Isso permitiu que eles participassem mais do mercado, aumentando suas compras e cuidando melhor de suas lavouras. Foi um ano bom para o cooperado e automaticamente para a cooperativa”, considera. O aumento de consumo de café no Brasil (aproximadamente 1,24% em 2014, segundo dados da ABIC), e no mundo (o consumo mundial de café deve aumentar em 70 milhões de sacas até 2030, segundo projeção da Illy Café), também impulsionaram os resultados positivos.
 

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