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As exportações mundiais vêm registrando neste século uma velocidade de crescimento superior ao PIB mundial.
De 1990 a 2014, saltaram de uma participação relativa de 18,42% para 24,29% e contabilizaram um incremento maior em 31,87% ao produto total.
De 2001 a 2014, enquanto as exportações mundiais registraram expansão de 212,89%, o PIB-Produto Interno Bruto mundial cresceu a taxas bem inferiores, alcançando 137,32% durante o referido período. As exportações mundiais saltaram de US$ 6,02 trilhões em 2001 para US$ 18,85 trilhões em 2014, e o PIB mundial aumentou de US$ 32,70 trilhões para US$ 77,61 trilhões.
De acordo com levantamentos da Organização Mundial do Comércio realizados entre 214 países, o Brasil é considerado campeão mundial, cabendo a ele a liderança absoluta entre os países mais fechados do mundo quando a questão é relacionada às exportações e importações de mercadorias e serviços. Em 2013 – dados mais recentes apurados até o momento, indicam que a corrente de comércio brasileira, levando-se em conta a soma de todas as exportações e importações de mercadorias e serviços alcançou, naquele ano, o equivalente a 22% do seu PIB-Produto Interno Bruto. Hong Kong e Cingapura foram considerados os países com maior grau de abertura em relação ao mundo, obtendo nível de 423% e 263%, respectivamente.
A Europa detém a liderança das exportações mundiais e obteve uma participação relativa de 36,3% no total em 2013, ficando a China com a vice-liderança e 12,1%. Cabe destacar a perda de participação relativa dos Estados Unidos, que chegou a deter 21,7% em 1948 – reduzindo para 8,6% em 2013. De outro lado, a China ampliou significativamente a sua presença nas exportações mundiais, saltando de 1,2% em 1983, para 12,1%, em 2013.
Em 1993 o Japão obteve uma participação de 9,8% nas exportações mundiais, declinando para 3,4% em 2013. O Brasil chegou a deter 2,0% das exportações totais mundiais em 1948 – participação esta que declinou para 1,3% em 2013.
Com 35,8% em 2013, a Europa também detém a liderança absoluta das importações mundiais, sendo seguida pelos Estados Unidos, com 12,7% e pela China, 10,6%. Cabe destacar que a Europa já chegou a participar, em 1973, com 53,3% das importações mundiais e a China expandiu a sua presença, de 1,1%, em 1983, para 10,6% nas importações totais mundiais. Em 1948 o Brasil detinha uma participação relativa de 1,8% nas importações mundiais, tendo reduzido a mesma para 0,7%, em 1993 e 2003, elevando-a para 1,4% em 2013.
O Brasil classificou-se no 22º lugar entre os maiores países exportadores.
No lado das exportações a liderança coube a China, com US$ 2.209 bilhões (11,7%), seguida pelos Estados Unidos, com US$ 1.580 bilhões (8,4%). Quanto às importações, a liderança ficou por conta dos Estados Unidos, com US$ 2.319 bilhões (12,3% do total), seguido pela China, com US$ 1.950 bilhões.
A balança comercial brasileira registrou, em 2014, déficit de US$ 3,959 bilhões – o primeiro desde 2001. As exportações somaram US$ 225,10 bilhões – retração de 7,0% e as importações US$ 229,06 bilhões – redução de 4,5%.
Neste século, a Corrente de Comércio Exterior brasileira experimentou uma expansão significativa, tendo crescido cerca de 4 vezes no período – saltando de US$ 113,89 bilhões em 2001, para US$ 454,16 bilhões em 2014.
Durante o primeiro mandato de Luiz Inácio Lula da Silva, o Brasil obteve um superávit na balança comercial de US$ 150,11 bilhões e, no segundo, de US$ 110,41 bilhões – totalizando um saldo positivo de US$ 260,52 bilhões.
Já no primeiro mandato de Dilma Rousseff o superávit somou US$ 47,51 bilhões – ocorrendo em 2014 o primeiro déficit comercial do país desde 2001, no valor de US$ 4,0 bilhões.
As 40 maiores empresas exportadoras brasileiras representaram 51,07% do total exportado pelo Brasil, enquanto as 40 maiores importadoras brasileiras obtiveram uma participação relativa de 59,14% do total exportado pelo país.
Entre as 40 maiores exportadoras brasileiras de 2014 constam as seguintes empresas mineiras: 10º lugar – Samarco Mineração; 17º lugar – CBMMCia.
Brasileira de Metalurgia e Mineração; 21º lugar – ArcelorMittal Brasil S.A.; 35º lugar – Fiat Automóveis S.A.
Entre as 40 maiores importadoras brasileiras de 2014 constam as seguintes empresas mineiras: 18º lugar – Fiat Automóveis S.A.; 25º lugar – Arcelor- Mittal Brasil S.A.; 35º lugar – CNH Latin America Ltda.
A China foi a principal parceira do comércio exterior brasileiro em 2014, detendo 17,17% da corrente de comércio entre os dois países, seguida pelos Estados Unidos com 13,66% e a Argentina, com 6,26%.
Em 2014 o Brasil registrou um déficit de R$ 107,97 bilhões na balança dos produtos manufaturas (importações de US$ 189,66 bilhões e exportações de US$ 81,68 bilhões), enquanto os produtos básicos representaram 48,67% do total exportado pelo país.
A pauta das exportações brasileiras foi constituída, em grande parte, por bens intermediários, que representaram 63,83% do total exportado Já a pauta das importações brasileira foi constituída, também, por produtos intermediários, que representaram 40,38% do total importado, resultando em um superávit favorável ao Brasil de US$ 51,19 bilhões.
Relativamente à pauta de bens de capitais, o Brasil registrou um déficit de US$ 39,56 bilhões.
Cabe destaque nas respectivas pautas o déficit em combustíveis e lubrificantes, no valor de US$ 24,17 bilhões.
O Brasil chegou a contabilizar 21.925 empresas exportadoras em 2005. Porém, essa especialização vem se reduzindo, tendo alcançado 18,639 em 2012 e experimentado uma pequena elevação para 18.809 em 2013 – praticamente o mesmo número de empresas existentes em 2001 (18.254). Ao contrário das empresas exportadoras, que praticamente ficaram estagnadas no decorrer deste século XXI, o número de empresas importadoras no Brasil vem crescendo de forma significativa.
De 22.324 registradas em 2003, esse número saltou para 44.069 em 2013 – praticamente dobrando no período.
Em 2014, com US$ 136,27 bilhões e uma participação de 30,0% no total nacional, São Paulo liderou a Corrente de Comércio entre os estados brasileiros.
Em segundo lugar ficou Rio de Janeiro – US$ 44,20 bilhões e 9,7% – seguido por Minas Gerais – 40,32 bilhões e 8,8%.
Minas Gerais liderou o ranking entre os estados que alcançaram o maior superávit comercial, tendo obtido US$ 18,32 bilhões – sendo acompanhado a seguir pelo Pará, com US$ 13,29 bilhões – ambas com uma pauta de exportações centrada em minérios de ferro.
São Paulo liderou os estados brasileiros em déficit na balança comercial, contabilizando um saldo negativo de US$ 33,35 bilhões – seguido pelo estado do Amazonas, com US$ 11,98 bilhões. 

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