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Para Sebastián Borensztein, diretor de “Um Conto Chinês”, maior sucesso de bilheteria argentino em 2011, o bom momento do cinema nacional passa por uma mudança de paradigma: “Os cineastas perceberam que, para gerar uma indústria importante, é necessário fazer cinema de gênero e não apenas cinema marginal ou de autor”,
diz. A aposta dele foi uma comédia dramática com um grande astro, o ator Ricardo Darín, para atrair mais espectadores. “Um Conto Chinês” teve público de mais de 900 mil pessoas só na Argentina no ano passado, segundo ranking da revista “Haciendo Cine”.

A consolidação do novo cinema argentino se iniciou no final dos anos 1990. O primeiro passo foi a reestruturação do Instituto Nacional de Cinema e Artes Audiovisuais (Incaa) e a aprovação da Lei do Cinema que prevê, entre outras coisas, uma cota de tela para garantir a exibição dos filmes nacionais. O Incaa subsidia boa parte da produção nacional. No mês de janeiro deste ano, aportou mais de 8,2 milhões de pesos argentinos, o equivalente a cerca de US$ 1,8 milhão. Só em dezembro de 2011, foram mais de 24,1 milhões de pesos, ou cerca de US$ 5,5 milhões. Os diretores consideram a ajuda pública fundamental. “Um Conto Chinês”, cujo orçamento foi de US$ 2 milhões, contou com cerca de 2 milhões de pesos, ou US$ 450 mil do Incaa.

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