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por Raimundo Couto

O Cobalt é um dos modelos que fez parte da renovação completa da linha de veículos da Chevrolet há poucos anos e nunca se destacou, necessariamente, pela harmonia em suas linhas, o que nem era mesmo a pretensão do sedan. O melhor “cartão de vista” pode ser visto em outras qualidades, que se concentram, principalmente, no amplo espaço interno e na grande capacidade volumétrica para comportar bagagens. Sem falar do confiável e testado conjunto mecânico. Lançado há quatro anos esta é a primeira vez que o carro está passando por uma transformação mais profunda. No visual externo tanto a dianteira como a traseira ganharam novos faróis e lanternas. Além de sofrer alterações na carroceria, que teve seu desenho modificado e com alguns detalhes inspirados no que se vê do modelo americano Malibu – para manter sintonia com a imagem global da marca – o modelo ganhou novo acabamento interno de melhor qualidade e mais equipamentos.

 MyLink II (inter)

O destaque fica para a segunda geração do MyLink que logo estará disponível em outros veículos da linha Chevrolet. Para mostrar as novidades e a nova estratégia que passa a ser adotada na linha 2016 do modelo, a General Motors reuniu a imprensa especializada, esta semana, no Rio de Janeiro. O presidente da montadora no Brasil, Santiago Chamorro participou do evento e garantiu que para 2016 a marca promete no mínimo seis novidades para o mercado brasileiro, mas não antecipou maiores detalhes. Mais bonito e bem acabado, agora dotado de tecnologia de ponta em conectividade, o Cobalt, com esta repaginação ficou, também, muito mais caro e passa a custar, em sua versão mais completa cerca de salgados R$ 70 mil.

Conectividade (inter)

O multimídia proporciona maior integração com smartphones, permitindo ao usuário, por exemplo, ler e ditar mensagens de texto por comando de voz, acessar aplicativos de música online ou mesmo de navegação, incluindo o Google Maps, que informa as condições de trânsito e sugere rotas alternativas. Todo este investimento da montadora no Cobalt tem um significado mais amplo, que faz parte de uma nova estratégia de posicionamento do modelo. Na verdade, a ideia é adotar outra proposta para o sedan, que depois deste “banho de loja” está preparado para assumir posição mais graduada no portfolio da marca.

Upgrade no sedã (inter)

Com mais predicados e atributos, tanto visuais como de tecnologia, principalmente no tocante a conectividade, o Cobalt se isola do Prisma e passa a ocupar o espaço que antes era dividido com o Sonic de curta passagem pelo mercado e que não é mais oferecido há um ano. Outra constatação que mostra a intenção de distanciar o Cobalt em um patamar mais alto do que até agora ocupava é o lançamento da versão Elite. Topo de linha, ela chega para ser a mais tecnológica e exclusiva do segmento. Oferece bancos com revestimento premium Brownstone; sensores de chuva, crepuscular e de estacionamento; câmera de ré, além do recém lançado sistema OnStar, que oferece diversos serviços, entre eles de emergência e de segurança. Com este lançamento a americana GM encerra um ano que efetivamente contou com poucas novidades, como a picape S10 e sua versão High Country e a tecnologia OnStar na gama do Cruze, mas que se destacou em vultosos investimentos, da ordem de US$ 13 bilhões de dólares nas plantas brasileiras para iniciar, ano que vem, outra completa renovação em sua oferta de modelos. (RC)

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