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Lideranças cafeeiras de Minas Gerais se reuniram na tarde desta quarta-feira (10), em Brasília, com o novo Ministro da Agricultura, Antônio Andrade. O presidente da Federação da Agricultura e Pecuária do Estado de Minas Gerais (FAEMG), Roberto Simões, e o diretor da entidade e presidente das comissões de Café da FAEMG e da Confederação da Agricultura do Brasil (CNA), Breno Mesquita, apresentaram algumas das principais reinvindicações do setor produtivo. A primeira e mais urgente delas é a revisão, ainda este mês, do preço mínimo da saca, de R$ 261 para R$ 340. A segunda solicitação foi a alteração da lei 12788, com modificação da data limite de inscrição das operações de crédito na dívida ativa da União, para que um número maior de produtores possa regularizar a situação e sair da inadimplência.

O terceiro e último ponto discutido foi a falta de competitividade da cafeicultura de montanha, que responde por mais de 70% da produção mineira e é fortemente impactada pelos custos da mão de obra. O grupo entregou ao Ministro o documento produzido por um grupo de trabalho formado no Conselho Deliberativo da Política do Café (CDPC/MAPA) para tratar a questão.

O encontro contou com a presença de representantes dos sindicatos de produtores rurais de Varginha, Boa Esperança, Campo Belo, Santa Rita do Sapucaí, Lajinha e Conceição do Rio Verde, além de representantes da Assul, lideranças políticas de Varginha e os parlamentares deputado Diego Andrade (PSD/MG) e senador Clésio Andrade (PMDB/MG).

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