Bancos de desenvolvimento e agências de fomento lideram empréstimos do Pronampe, com mais de R$ 15 bi disponibilizados
Bancos de desenvolvimento e agências de fomento lideram empréstimos do Pronampe, com mais de R$ 15 bi disponibilizados
Bancos de desenvolvimento e agências de fomento lideram empréstimos do Pronampe, com mais de R$ 15 bi disponibilizados
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Montante representa 77,3% do total emprestado às micro e pequenas empresas na segunda fase do programa.

O Sistema Nacional de Fomento (SNF) – que envolve bancos públicos, cooperativas de crédito, bancos de desenvolvimento e agências de fomento – foi responsável por 77,3% do total contratado na nova fase do Programa Nacional de Apoio às Microempresas de Pequeno Porte (Pronampe), liderando os aportes disponibilizados a micro e pequenas empresas. O levantamento, realizado pela Associação Brasileira de Desenvolvimento (ABDE), revela que, dos R$ 20 bilhões emprestados até a última segunda-feira (9), R$ 15,4 bilhões foram operados pelo SNF.

“O programa é essencial para socorrer as micro e pequenas empresas na crise causada pela pandemia. As instituições financeiras de desenvolvimento estão trabalhando incansavelmente para atender a procura. O Sistema Nacional de Fomento está muito bem estruturado, tem capilaridade, e está conseguindo alocar os recursos com dinamismo”, destaca o presidente da ABDE, Sergio Gusmão Suchodolski.

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Dentre os associados ABDE, o Banco do Brasil é a instituição com maior volume de contratações (R$ 6,6 bilhões), seguido por Sicoob (R$ 1,6 bilhão), Sicredi (R$ 1,5 bilhão) e BDMG (R$ 141 milhões).

Pronampe

Criado em 2020 para ajudar as micro e pequenas empresas a enfrentar a crise causada pela pandemia, o Pronampe emprestou R$ 37,5 bilhões no ano passado. Doze entidades do SNF (Badesul, Banco da Amazônia, Banco do Brasil, Banco Sicoob, Banrisul, BDMG, BNB, Caixa, Sicredi, GoiásFomento, Banestes e Banese) operaram 78,5% do valor contratado, totalizando R$ 29,5 bilhões em garantias.

O programa foi retomado no início de julho, com aporte de R$ 5 bilhões no Fundo Garantidor de Operações (FGO) para cobrir até 20% da carteira total de cada instituição. A estimativa é de disponibilizar pelo menos R$ 25 bilhões nesta fase.

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