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Ao iniciar a solenidade de abertura dos trabalhos da gestão 2017/2018 – que foi também o palco para a esclarecedora palestra do senador José Aníbal Peres de Pontes sobre o cenário político-institucional brasileiro – o presidente Lindolfo Paoliello, reconduzido a novo mandato, afirmou que a entidade terá como próximo desafio a sua consolidação como “uma organização contemporânea do futuro”, como definiu, em seu discurso, a missão que assumia.

Paoliello registrou que, com essa proposta, a di-retoria reafirmava o compromisso que assumira ao ser empossada para sua primeira gestão: o de implementar o plano estratégico “ACMinas para frente, para fora, para o futuro”, sustentado pelas metas do conhecimento, desenvolvimento, internacionalização, inovação e produtividade e tendo como causa final a visão de uma entidade capacitada a amoldar-se a novos contextos.

“Esta capacitação”, afirmou, “é vista hoje como uma conquista caracterizada pelo fortalecimento da governança da entidade, não só pelo foco em planejamento e estratégia mas, em especial, pela agregação à sua diretoria de novos empresários e executivos reconhecidos por seu valor e pela nova moldagem dos Conselhos Empresariais, agora alinhados como foro, por excelência, da inteligência e estratégia da ACMinas.”

Paoliello apresentou também um balanço dos resultados obtidos nos dois anos de seu primeiro mand-to, destacando o significativo avanço na capacitação da ACMinas para expandir sua capacidade de articulação. “Focalizada como atividade estratégica”, afirmou, “a articulação abrange uma ação sistêmica de relação com os poderes constituídos e instituições representativas do setor produtivo que começa dentro do Estado e se estende a uma atuação nacional e internacional”.

“Estabelecemos sólidos vínculos entre a ACMi-nas, as demais representações empresariais do Estado, alinhadas no Fórum das Entidades, e também com as lideranças nacionais, por meio da Frente Sudeste de Associações Comerciais unindo os dirigentes de Minas, São Paulo, Rio de Janeiro e Espírito Santo. São alianças que têm como motivação a percepção de interesses comuns entre estas organizações na defesa de seus associados, às quais se acrescentaram iniciativas junto ao Legislativo Estadual, como a da criação da Frente Parlamentar de Apoio ao Comércio e Serviços”.

O presidente da ACMinas destacou também a atuação da entidade na área internacional: a produtiva cooperação resultante do Memorando de Entendimentos firmado com o Departamento de Promoção Comercial do Ministério das Relações Exteriores, o projeto “Internacionaliza BH” e a publicação do “Minas Gerais Business Guide”, que, a partir de sua quinta edição, do biênio 2016/2017, passou a contar com o apoio do MRE. O Guia está sendo distribuído pelas representações diplomáticas brasileiras no exterior.

O PAÍS ESTÁ VOLTANDO AOS TRILHOS

O senador José Aníbal afirmou na ACMinas que há espaço para redução da taxa de juros.

Convidado para a cerimônia de abertura dos trabalhos da ACMinas em sua nova gestão tratando o tema “Uma Visão de Brasil”, o senador José Aníbal Peres de Pontes, presidente do Instituto Teotônio Vile-la, anunciou que o projeto de Terceirização, atualmente tramitando no Senado Federal, deve ser ter iniciada sua votação dentro de algumas semanas. “Trata-se de um inequívoco avanço”, afirmou, “mas que não será capaz de resultar naquilo que se espera, pois depende de que sejam aprovadas também as reformas trabalhista e da Previdência Social”.

Em seu pronunciamento, ele reconheceu que o país atravessa uma crise, mas caminha para um desfecho positivo. “Conseguimos virar a página de um governo que, como mais dois meses, quebraria o Brasil”, disse. “A diferença maior entre este governo e o anterior é que temos um norte e estamos voltando aos trilhos. Está havendo uma evolução importante, demonstrada por uma macroeconomia com sinais nítidos de recuperação. Entretanto, as taxas de juros permanecem muito altas. Com a inflação em queda, há espaço para que ela possa ser substancialmente reduzida”.

José Aníbal salientou, no entanto, que os problemas da desigualdade social continuam acentuados. “Hoje os trabalhadores que proporcionalmente são mais onerados pelos impostos são exatamente aqueles que ganham na faixa de dois salários mínimos. É preciso corrigir estas distorções, o que necessariamente exigirá uma reforma tributária”. Ele abordou também a questão do desemprego, que só se resolverá com a retomada do crescimento econômico e a consequente recuperação do setor produtivo. “A liberação das contas inativas do FGTS, que injetará na economia algo em torno de R$ 30 bilhões, terá um papel importante nesta retomada”.

Para o senador, os resultados daquilo que já se fez no atual governo começam a aparecer. “Mas ainda há muito o que fazer, as reformas precisam ser extensas e profundas para consertar os estragos anteriormente feitos”, concluiu.

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