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A história da Fiat em Minas Gerais começou aqui, neste Palácio, no dia 14 de março de 1973, mais precisamente no seu terceiro andar.
 
Foi aqui que, naquela data, o então governador Rondon Pacheco e o presidente mundial da Fiat, Gianni Agnelli, assinaram o documento que deu início à fecunda parceria entre a empresa e o estado, o “acordo de comunhão de interesses para a criação de uma indústria automobilística em Betim”. Por isso é que, hoje, com a implantação da Casa Fiat de Cultura em sua nova sede, a Fiat retorna à casa que a viu nascer.
 
A inauguração de hoje dá prosseguimento a essa história de uma jornada de sucesso que, iniciada há 41 anos, tem ainda muitos e muitos capítulos a serem escritos em conjunto. Foi sobre a base sólida dessa parceria que a Fiat se consolidou no Brasil, detendo a liderança do mercado brasileiro por doze anos.
 
No que diz respeito a Minas, contudo, o relacionamento com a Fiat vai muito além da preferência por seus produtos: temos da parte dos mineiros uma apreciação afetiva inédita, uma relação de cumplicidade que faz com que a nossa empresa seja chamada “a nossa Fiat”, pelos mineiros.
 
Esta forte relação emana do fato de que Fiat e Minas cresceram juntos.
 
A presença de nossa empresa em Betim estimulou todo o tecido econômico e atraiu para cá centenas de outras indústrias, consolidando uma forte cadeia produtiva local. Mas nossa presença transcende em muito o econômico. Nossa forte inserção na sociedade mineira repercute na vida cultural, esportiva e social. O histórico e os números da Casa Fiat de Cultura atestam nosso empenho na difusão da arte e da cultura.
 
Temos uma parceria histórica com o esporte, particularmente com o Minas Tênis Clube aqui ao lado, enquanto no campo do relacionamento com a comunidade tornamo-nos referência de atuação com o programa Árvore da Vida, que está completando dez anos e faz a diferença na vida de milhares de pessoas.
 
A presença da Casa Fiat de Cultura na Praça da Liberdade passa a ser um símbolo dessa jornada histórica que criou, além dos vínculos institucionais, ligações de ordem pessoal com essa gente que nos acolheu tão bem. É esse o meu caso, mineiro nascido em São Paulo, que aqui tenho minhas filhas e meus netos mineiros.
 
A presença do dr. Sérgio Marchionne nesta solenidade representa muito para todos nós e nos dá a certeza de que a decisão que tomamos há oito anos, de lançar as bases da Casa Fiat de Cultura, corresponde à nossa visão da responsabilidade cidadã da empresa no processo contínuo de construção da sustentabilidade.
 
*Discurso pronunciado durante a solenidade de inauguração da Casa Fiat de Cultura, em Belo Horizonte – MG – 09.06.2014 Cledorvino Belini – presidente do grupo Fiat 

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