A atuação do presidente Jair Bolsonaro é péssima para 42% dos mineiros e se as eleições fossem hoje ele teria, em Minas, 25% dos votos e Lula 22%
A atuação do presidente Jair Bolsonaro é péssima para 42% dos mineiros e se as eleições fossem hoje ele teria, em Minas, 25% dos votos e Lula 22%
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Mercado Comum Publicação Nacional de Economia, Finanças e Negócios
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Pesquisa com respostas espontâneas realizada pela Quaest em março deste ano, contratada com exclusividade por MercadoComum – Publicação Nacional de Economia, Finanças e Negócios – publicada na edição 289 e em circulação desde 1º de maio (www.mercadocomum.com) –, apurou que, em relação ao desempenho de Jair Bolsonaro, 42% dos mineiros avaliam a atuação do presidente como péssima. As maiores proporções são encontradas entre os homens (47%), aqueles mais jovens (18 a 24 anos – 54%), os que possuem renda familiar mensal entre 5 e 10 salários-mínimos (49%) e entre os moradores de Belo Horizonte (54%).

Essa insatisfação dos entrevistados é refletida na intenção de voto para presidente, que também repete a polarização, já esperada: 25% dos entrevistados mencionaram espontaneamente que votariam em Bolsonaro se as eleições fossem hoje, e o ex-presidente Lula, que recentemente se tornou elegível novamente, é citado por 22%. Haddad aparece com 5% e Ciro Gomes, com 4%.

Destaque para os entrevistados de maior renda, que apresentam maior proporção de intenção de voto em Bolsonaro: 41% dos que possuem mais de 10 salários-mínimos reelegem o atual presidente, frente a 23% entre os que recebem até 2 salários-mínimos. Lula, como já esperado, tem melhor desempenho entre os de menor renda, e quanto menor a classe econômica, maior é a intenção de voto no ex-presidente.

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A atuação do presidente Jair Bolsonaro é péssima para 42% dos mineiros e se as eleições fossem hoje ele teria, em Minas, 25% dos votos e Lula 22% 01
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A atuação do presidente Jair Bolsonaro é péssima para 42% dos mineiros e se as eleições fossem hoje ele teria, em Minas, 25% dos votos e Lula 22% 02
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A atuação do presidente Jair Bolsonaro é péssima para 42% dos mineiros e se as eleições fossem hoje ele teria, em Minas, 25% dos votos e Lula 22%. 03
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Informações técnicas

A coleta de dados foi realizada entre os dias 24 de fevereiro e 29 de março de 2021. A coleta foi realizada através do método CATI (do inglês Computer Assisted Telephone Interviewing), que consiste em ter o questionário programado em um software para computador e aplicado por entrevistadores através do telefone.

O público-alvo é a população com 18 anos ou mais, residentes nos 50 municípios com maior população do estado de Minas Gerais, de acordo com o IPC Maps 2020. Foram realizadas no total 1.513 entrevistas. A amostra foi desenhada proporcionalmente à população residente nos municípios selecionados, considerando-se o sexo e a faixa etária, a partir de dados disponibilizados pelo IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística).

A margem de erro máxima estimada é de 2,5 pontos percentuais considerando os resultados obtidos para o total da amostra, 5,6 pontos percentuais para Belo Horizonte e 2,8 pontos percentuais para o interior (considerando todos os municípios). O intervalo de confiança é de 95%, o que significa que há probabilidade de 95% de os resultados dessa pesquisa retratarem o momento atual, considerando a margem de erro.

Checagem e verificação dos dados

Dada a importância da etapa de aplicação do questionário para os resultados do projeto, a Quaest se utilizou de algumas estratégias que minimizam os possíveis problemas na coleta de dados, a saber: (a) monitoramento em tempo real das atividades de coleta; (b) análise de consistência das respostas; e (c) checagem por telefone, conforme descrição abaixo:

  • Monitoramento das atividades de coleta: como o questionário foi programado em software e aplicado através do método CATI, a Quaest realizou o acompanhamento em tempo real da aplicação dos questionários por município, além de checar o cumprimento das cotas amostrais previstas em cada um dos segmentos. Essa ação teve como objetivo o monitoramento do número de entrevistas realizadas por pesquisador e município, identificando possíveis situações críticas. O objetivo dessa ação foi viabilizar intervenções tempestivas de forma a garantir o atendimento do cronograma da pesquisa.
  • Análise de consistência das respostas: análise da consistência das informações coletadas a cada vez que um questionário preenchido era enviado ao banco de dados da pesquisa, incluindo o cruzamento horizontal (conferência entre respostas de um mesmo questionário) e vertical (conferência entre respostas de diferentes questionários) das respostas. Com essa ação, pretendeu-se encontrar situações de falseamento de questionário ou preenchimento inadequado por parte do pesquisador.
  • Checagem por telefone: 20% das entrevistas realizadas foram integralmente checadas pela equipe de qualidade através da escuta da gravação. Diante de situações suspeitas relacionadas à aplicação dos questionários e aos dados coletados, foi realizada a tentativa de contato por telefone com o entrevistado, a fim de certificar a verossimilhança das informações, identificando e resolvendo preenchimentos inadequados ou falseados, por exemplo.

Destaca-se, ademais, a utilização de uma equipe técnica permanente da Quaest, responsável pela identificação de situações críticas e solução dos problemas, que foi designada para acompanhar todo o projeto de perto, incluindo a etapa de coleta de dados.

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