23º Prêmio Top of Mind

Premiadas as Marcas de Sucesso de Minas Gerais de 2018

12 Julho 2018

MercadoComum – Publicação Nacional de Economia, Finanças e Negócios que está completando 25 anos de circulação em setembro próximo premiou as empresas vencedoras do 23º Prêmio Top of Mind – Marcas de Sucesso – Minas Gerais – 2018.

A pesquisa que apurou as marcas mais lembradas pelo mineiros foi contratada com exclusividade e realizada durante o mês de janeiro de 2018 pelo Instituto Olhar – Pesquisa e Informação Estratégica.

A solenidade de premiação das marcas vencedoras ocorreu no dia 28 de maio, no Espaço Empresarial da ACMinas – Associação Comercial de Minas, em Belo Horizonte. Após a solenidade de premiação, foi servido Coquetel Especial de Confraternização aos participantes, estimados em 300 convidados. 

O estudo feito pelo Instituto Olhar estabeleceu uma amostra de 1.500 entrevistas, em 50 das maiores cidades de Minas Gerais – considerando-se o número de habitantes. Assim, o número de municípios alcançado pela pesquisa corresponde a 50,91% da população estadual total.

Em Belo Horizonte foram 400 e, no interior do estado, 1.100 os entrevistados. Logo, o número de entrevistas realizado em cada cidade foi proporcional à população nela residente.

Após a aplicação dos questionários obteve-se uma amostra de 1510 entrevistas. Além disso, a amostra foi selecionada proporcionalmente ao sexo e a faixa etária. As definiçõesde margem de erro da pesquisa levaram em consideração um intervalo de confiançade 95%, alcançado 4,9% de erro amostral para a capital Belo Horizonte, 2,9% para o interior (para o somatório de todos os municípios) e 2,5% para Minas Gerais (Capital mais Interior), significandoque, se a pesquisa fosse realizada outras mil vezes, o resultado seria praticamente o mesmo em 950 vezes.

A distribuição das variáveis sexo, idade e renda foram proporcionais aos dados do IBGE – Instituto Brasileiro de Geografiae Estatística, enquanto a variável classe socioeconômica foi baseada no critério de classificaçãoeconômica Brasil da ABEP – Associação Brasileira de Empresas de Pesquisa. Por se tratar de um estudo cujo foco está diretamente relacionado ao consumo, optou-se por privilegiar as classes e regiões de maior potencial de consumo, tendo sido entrevistados somente moradores de regiões urbanas.

Todas as respostas das entrevistas são espontâneas, isto é, não são apresentadas opções aos entrevistados. Neste aspecto, a pesquisa encomendada por MercadoComum pode se diferenciar significativamentedas demais, por não levar em conta outras respostas por parte dos entrevistados e, ainda, devido ao fato de elas serem exclusivamente espontâneas, não sofrendo qualquer tipo de influênciapor parte dos entrevistadores. Também, a cada ano são sorteados dez segmentos que deixam de participar da pesquisa e outros dez novos são incluídos, o que permite oferecer uma dinâmica diferente ao público a cada premiação.

A pergunta-chave e considerada como básica da pesquisa, junto aos entrevistados é: “Qual é a primeira marca que lhe vem à cabeça, quando se fala em ....(por exemplo arroz, cerveja, drogaria, leite etc)?” Os resultados obtidos ganham relevância bastante especial no meio empresarial, de marketing e de comunicação, pois se transformam numa série histórica importante sob o ponto de vista mercadológico.

OS NÚMEROS DO TOP OF MIND EM MINAS GERAIS

Durante os 23 anos deste estudo foram:

29.795 entrevistas realizadas

1.361 Segmentos pesquisados

2.119 Marcas premiadas em diversos Categorias

 

Carlos Alberto Teixeira de Oliveira

Avançar e caminhar para a frente

A bandeira de nossas bandeiras é a Esperança. Um país como este nosso, que avança vergado ao peso de tantas dificuldades,de tantas contradições, necessita de um conteúdo de Esperança para sustentar-se, para ter ânimo de enfrentar um destino que parece duro demais à força de sua grandeza.(Texto extraído do livro intitulado “A Marcha do Amanhecer, de autoria de JK e publicado em 1962)

 

Agradeço a presença de todos que nos honram neste XXIII Prêmio Top of Mind - Marcas de Sucesso – Minas Gerais – 2018. Quero lhes desejar as boas-vindas e o nosso muito cordial boa noite, esperando que possam desfrutar com prazer e satisfação dos momentos deste evento.

Nesta oportunidade, agradeço a todos os anunciantes que nos brindam com as suas publicidades, e desejo manifestar um agradecimento especial, aos nossos patrocinadores. 

Também os nossos agradecimentos especiais se destinam à ASSEMG, ao Fórum JK de Desenvolvimento Econômico, ao IBEF-Minas, à MinasPart Desenvolvimento, à Rosenberg & Associados - que nos apoiam na realização deste evento.

Agradecimentos especiais dedicamos também ao Instituto Olhar - que há seis anos vem realizando, com enorme competência e qualidade, a pesquisa e o estudo que validam esta premiação.

A marca é um dos ativos mais valiosos e sempre é recomendável dela cuidar como um relevante patrimônio e um precioso ativo da empresa e das instituições.

Segundo o estudo intitulado “Ranking Best Global Brands” divulgado pela Interbrand, em 2017 as 10 marcas mais valiosas do planeta somavam, em conjunto, um valor de quase US$ 800 bilhões – o equivalente a 38% de todo um PIB anual brasileiro. Cabe destacar, de outro lado, que o PIB-Produto Interno Bruto de Minas – ou seja tudo o que o estado produziu em termos de bens e serviços – totalizou cerca de US$ 180 bilhões no ano passado.

A marca Apple – que é a primeira colocada do referido ranking mundial foi avaliada em 184 bilhões de dólares americanos. Em 2º lugar vem a marca Google, valendo US$ 141 bilhões. Logo a seguir está a Microsoft – que vale US$80 bilhões e, depois a Coca Cola, com US$ 70 bilhões. As seguintes, em ordem de classificaçãoforam: a Amazon, Samsung, a Toyota, Facebook, Mercedes-Benz e IBM.

Estas cifras que acabo de mencionar se referem, apenas, à marca e não necessariamente, ao valor patrimonial das empresas, ao seu valor de mercado ou junto às bolsas de valores.

Observem, ainda, que a maioria destas empresas é da área de tecnologia e boa parte delas não existia algumas poucas décadas atrás. 

De acordo com o mesmo estudo da Interbrand, a marca mais valiosa do Brasil é a do Banco Itaú, valendo US$ 28 bilhões - seguida pela do Bradesco, que vale US$ 22 bilhões. As mais valiosas seguintes, em ordem de classificação,foram: Skol, Brahma, Banco do Brasil, Natura, Antarctica, Petrobrás, Vivo e Cielo.

Durante os 23 anos deste estudo já foram realizadas 29.795 entrevistas domiciliares em Minas Gerais, compreendendo 1.351 Segmentos pesquisados e, no total, foram premiadas por MercadoComum 2.119 marcas de diversas categorias – todas recebendo um troféu especial e os respectivos diplomas de certificação

Considerada uma das publicações mais antigas do Estado, MercadoComum estará completando, agora em setembro, o seu 25o ano de circulação levando, principalmente a Minas Gerais e a todo o país, as informações relevantes da nossa economia, das finanças e dos negócios em geral.

Tenho certeza que este Prêmio Top of Mind – MercadoComum – Marcas de Sucesso de Minas Gerais chega agora à sua 23ª edição por ter assumido, durante todo este tempo, uma posição transparente, de muita credibilidade e seriedade. A metodologia aplicada para a realização desta premiação, assim como de todas as anteriores, sempre se pautou pela técnica, tendo se aprimorando ao longo dos anos e buscando incorporar novos padrões de qualidade e de modernidade.

Assim, esta premiação, entendemos, é antes de tudo uma demonstração efetiva e expressão de credibilidade, é uma certificaçãode idoneidade na qual se baseia toda a pesquisa e as suas respectivas metodologias aplicadas.

Esta premiação já se tornou uma das mais antigas de nossa capital e de nosso estado, sendo considerada das mais amplas e completas de seu gênero. Pode-se contar as iniciativas similares em nosso estado que conseguiram se manter por tanto tempo.

A edição impressa de MercadoComum que já está circulando traz, em suas páginas, as principais características deste estudo intitulado Top of Mind, assim como o detalhamento da pesquisa realizada, a metodologia utilizada e as informações sobre cada segmento, categoria e as marcas vencedoras.

Não posso concluir esta apresentação sem antes e mais uma vez, apresentar algumas considerações pessoais sobre a situação econômica, política e social brasileira. 

São, praticamente, as mesmas aqui feitas um ano atrás.

O Brasil precisa urgentemente parar de andar para trás e a resposta para a maioria de nossos atuais problemas chama-se avançar e caminhar para frente.

Ano passado a economia brasileira cresceu apenas 1% e isso após, dois anos seguidos, ter registrado retração acumulada de 7%, configurando-sena pior crise econômica que o Brasil já enfrentou, sendo típica apenas a países em condição de guerra ou em situação de alguma calamidade.

Nesta década, ou seja, de 2011 a 2017, a economia de Minas Gerais no acumulado destes anos, praticamente não saiu do lugar – não cresceu nem retraiu. Alerto que estamos referindo em termos de PIB bruto e não per capita.

Neste mesmo período – de 2011 a 2017, a economia brasileira expandiu apenas 3,2% e a economia mundial, na média, cresceu 28,3%. Só ai, já estabelecemos um fosso de 25 pontos percentuais a nos separar do resto do mundo. Mas não parámos somente nesses indicadores. Se compararmos esse período com os resultados alcançados pela América Latina, veremos que ela cresceu 13,3% e repetimos: o Brasil cresceu apenas 3,2%. E se compararmos então com os países considerados Emergentes ou em Desenvolvimento e do qual deles fazemos parte? Aí o resultado é desolador: os países Emergentes ou em Desenvolvimento cresceram cerca de 41% neste mesmo período, registrando-se quase 38 pontos percentuais de distância em relação ao Brasil. E tudo isso em apenas 7 anos.

O País precisa urgentemente se reconciliar com o desenvolvimento e retomar o crescimento econômico vigoroso, consistente, contínuo e sustentável.

E, além do mais, temos de buscar nos transformar em país desenvolvido.

Esta é, verdadeiramente, a grande e melhor receita!

JK já afirmavaantes que os piores inimigos da democracia são a fome, a miséria, o desemprego e, principalmente, a desesperança.

País que não cresce é país condenado ao subdesenvolvimento e à ampliação das desigualdades sociais. E, continuando nessa condição, a trajetória brasileira será, sem dúvida, a de uma nação fracassada ou sem futuro!

Também, não podemos compartilhar da onda de pessimismo sobre a economia nacional, como se ela estivesse hoje destruída e, a nossa terra, arrasada.

Os seus problemas e entraves atuais devem ser encarados como passageiros, não duradouros. Uma das mais destacadas características do Brasil tem sido a sua enorme capacidade de superar dificuldadese de contornar crises, de maneira ágil e rápida.

Insisto: o desenvolvimento precisa voltar a ser a trilha natural do Brasil rumo ao futuro, como já afirmav Juscelino Kubitschek há mais de 60 anos. 

O crescimento econômico vigoroso deve deixar de ser apenas uma casualidade, uma questão episódica, uma efemeridade, um acontecimento meramente fortuito para se transformar, efetivamente, na grande meta econômica nacional, permeando a convolação do País em uma economia madura e desenvolvida. 

Nesta direção já tivemos, antes, vários exemplos bem sucedidos e que poderiam nos servir de inspiração, como foi o caso do Plano de Metas, durante o Governo JK.

Entendo, ainda, que a grande motivação da política brasileira não pode estar mais focada na discussão de temas meramente à esquerda, à direita ou para trás. Exige-se avançar, ir em frente, assumir posturas pragmáticas, modernas e factíveis.

E, antes de tudo, é preciso também despolitizar e desideologizar o debate econômico, sendo imprescindível, na minha opinião, a convocação de uma Assembleia Constituinte Revisionista Exclusiva.  

Por fim,urge resgatar a autoestima dos brasileiros, recuperar a esperança e abraçar o otimismo como uma porta de entrada a um novo período de construções e de realizações.

Nesse momento em que nos encontramos cabisbaixos e apreensivos diante desta crise que ainda desconhecemos o seu desfecho e, por isso, impossibilitados de enxergar o futuro que temos em mãos para ser construído, também deve partir um brado de fé e de esperança por medidas novas, ousadas, corajosas e criativas para a realização de efetivas mudanças rumo a um Brasil mais justo e próspero.

Quero, por fim,cumprimentar e parabenizar todos os agraciados deste XXIII Prêmio Top of Mind – Marcas de Sucesso de Minas Gerais.

Recebam todos vocês o nosso fraterno e especial abraço.

*Discurso pronunciado durante a solenidade de premiação do 23º Prêmio Top of Mind – MercadoComum – Marcas de Sucesso – Minas Gerais – 2018, realizado no Espaço Institucional da Associação Comercial e Empresarial de Minas, em 28 de maio, em Belo Horizonte - MG

Interbrand e o Best Global Brands 2017

A Interbrand anunciou, em 25 de setembro do ano passado que a Apple, a Google e a Microsoft foram as três marcas mais valiosas da edição 2017 do Best Global Brands, que mais uma vez destacou a tecnologia como setor dominante. O ranking, em seu décimo oitavo ano, teve o tema “Growth in a Changing World“ (Crescimento em um Mundo em Transformação) e examinou três pontos principais no crescimento: Pessoas, Tecnologias e Marcas.

Nesta edição, além da Ferrari que entrou na lista classificadaem 88º lugar 5, foram também estreantes a Netflixe a Salesforce.com, respectivamente em 78º  e  84º lugar.

“Estamos vivendo um dos períodos mais emocionantes de mudanças – sociais, tecnológicas e industriais – que impactam todo aspecto do comércio e da vida”, afirmouJez Frampton, CEO global da Interbrand. “Nesse contexto de transformações constantes, o crescimento torna-se mais desafiado, que é o motivo pelo qual os negócios precisam das marcas mais do que nunca. O Best Global Brands entende que as marcas são a plataforma para o crescimento”.

DESTAQUES

Pelo quinto ano consecutivo, Apple e Google ocupam as primeiras posições. A Apple cresceu 3% e teve valor de marca de US$ 184,154 bilhões, enquanto que o Google cresceu 6% chegando a um valor de marca de US$ 141,703 bilhões. Microsoft saltou para o 6º lugar, como uma das dezesseis marcas com um crescimento de dois dígitos. Seguindo a Coca-Cola que está em 4º lugar, vêm Amazon, Samsung, Toyota e Facebook, que entrou pela primeira vez no Top 10 em 8º lugar. Mercedes-Benz e IBM completam o top 10.

As cinco marcas que mais cresceram foram Facebook (48%) – pelo segundo ano consecutivo-, Amazon (29%), Adobe (19%), Adidas (17%) e Starbucks (16%).

Mais da metade das Best Global Brands compõe quatro setores: automotivo (16), Tecnologia (15), Serviços Financeiros (12) e Bens de Consumo (9). O varejo é o setor que mais cresceu em termos de porcentagem (19%), seguido dos setores de Artigos Esportivos (10%), Tecnologia (8%), Logística (7%) e Serviços Financeiros (6%).

As 100 marcas mais valiosas do mundo tiveram um valor conjunto em 2017 de US$ 1,871 trilhão – 4,2% a mais do que em 2016. Para visualizar o ranking completo e ter acesso ao estudo que traz uma análise mais aprofundada sobre o crescimento por setor e as tendências por indústria, visite: www.bestglobalbrands.com

METODOLOGIA

O Best Global Brands analisa como as marcas crescem em um mundo em transformação, mostrando que o uso da tecnologia para a entrega de experiências mais humanas ajuda na geração de valor econômico. Essa metodologia de valoração de marca, desenvolvida pela Interbrand, foi a primeira a receber a certificação ISO.

O ranking é construído com base em três atributos principais, que contribuem para o valor acumulado de uma marca:

• A performance financeira dos podutos e serviços sob a chancela da marca;

• O papel da marca na decisão de compra do consumidor;

• A força da marca para garantir um preço premium ou ganhos futuros para a empresa.

RELAÇÃO DAS MARCAS VENCEDORAS

Ranking das Marcas Brasileiras Mais Valiosas em 2017

A Interbrand, consultoria líder de marcas no mundo, anunciou em 30 de novembro último o ranking das 25 Marcas Brasileiras Mais Valiosas em 2017. A divulgação oficialaconteceu durante evento na Escola Britânica de Artes Criativas (EBAC), na capital paulista.

As cinco primeiras posições ficam respectivamente, com Itaú, Bradesco, Skol, Brahma e Banco do Brasil. Uma nova marca integra o ranking deste ano: o Fleury, ocupando a 25ª posição. Com um valor de R$ 413 milhões, trata-se da primeira marca do setor de saúde a entrar no ranking da Interbrand.

Vinte das 25 marcas apresentaram uma variação positiva no comparativo com o ano anterior. Delas, cinco cresceram dois dígitos percentuais em seus valores de marca, em comparação com 2016: o vice-líder do ranking, o Bradesco, com 18%; a Renner, com 16%; a Havaianas, com 13%; o Magazine Luiza, com 30% (a maior variação positiva); e a Localiza, com 11%.

O valor total do portfólio que compõe esta edição cresceu 6,4%, totalizando R$ 116,7 bilhões. Das 25 marcas ranqueadas, apenas cinco perderam valor. Neste contexto, as marcas do topo do ranking ficaramainda mais poderosas, com o top 5 representando 75,3% do valor total do levantamento, ante 73,8% no ano passado.

“Se, por um lado, o cenário político continua flutuantee a tímida retomada da confiançano ambiente econômico promete uma recuperação lenta e a longo prazo, por outro, o Ranking das Marcas Brasileiras Mais Valiosas de 2017 nos mostrou que os resultados de um bom trabalho de marca em tempos de cautela aparecem rápido”, declarou Daniella Bianchi, diretora geral da Interbrand São Paulo.

Para a executiva, o ranking de ano 2017 deixou claro: marcas que souberam combinar boa gestão, espírito empreendedor e consistência nos tempos mais difíceis não só se protegeram, como também saíram na frente. Muitas delas ganharam impulso a partir de movimentos ousados de fusão e aquisição, enquanto outras responderam rápido aos desafio impostos pela proliferação e crescimento das marcas da nova economia.

Além disso, destacaram-se também as marcas que trazem na essência um propósito forte e claro, que se alinham com pessoas em busca de um compromisso legítimo com a sociedade. “A cidadania corporativa passou a ser observada e cobrada pelos consumidores que, cada vez mais, exigem ser tratados como cidadãos prontos para o debate e conectados com marcas que assumem um pensamento transformador em iniciativas que olham o Brasil por novos ângulos”, ressalta Daniella.

Fazer parte das 25 marcas mais valiosas também ficoumais difícil. Pela primeira vez, a 25ª marca ultrapassou os R$ 400 milhões, uma valorização de 10% em comparação ao ranking de 2016. “Esses números ainda parecem tímidos quando comparados ao recente Best Global Brands 2017, também desenvolvido pela Interbrand, em âmbito mundial, onde a 100ª marca vale mais de US$ 4 bilhões. No entanto, se olharmos para o histórico da nota de corte do ranking brasileiro, houve um crescimento de 375% em comparação a 2010”, pondera André Matias, diretor de Estratégia e Avaliação de Marcas da Interbrand São Paulo.

O ranking deste ano é complementado pelo estudo “Espaços de mudança: quem são as marcas que mudam o Brasil para melhor”, que aborda negócios que souberam aproveitar as lacunas criadas por setores do governo e os espaços não atendidos pelas grandes empresas para desenvolver soluções inovadoras e de impacto social relevante. O resultado disso são marcas que em pouco tempo de existência conseguiram construir identidade, relevância e conexão com os seus consumidores.

Para ter acesso ao Ranking das Marcas Brasileiras Mais Valiosas 2017 e ao estudo “Espaços de mudança”, acesse: www.interbrand.com/br 

Abaixo, confirana íntegra o ranking das Marcas Brasileiras Mais Valiosas 2017 (valores em R$ milhões):

METODOLOGIA

Para uma marca estar na lista das mais valiosas do Brasil, o primeiro requisito é que tenha origem nacional e informações financeiras públicas. Não há exigência de que as empresas tenham capital aberto, mas é fundamental que seus dados financeiros tenham sido divulgados.

Determinado a partir de uma metodologia exclusiva e certificada de Brand Valuation, desenvolvida em 1988 em parceria com a London Business School, o Ranking Marcas Brasileiras Mais Valiosas – existente desde 2001 – é resultado de estudos que analisam e inter-relacionam performance financeira, percepção e influência das marcas junto aos consumidores.

Em parceria com a Provokers, foi realizada uma pesquisa em todo o Brasil, que reuniu mais de mil entrevistados e 124 marcas, o que resultou em um amplo panorama do cenário atual e impressões positivas e negativas de diferentes marcas em diversos segmentos.

 

Siga o Mercado Comum