XX PRÊMIO MINAS DESEMPENHO EMPRESARIAL

Oscar da Economia Mineira:

22 Novembro 2018

OS VENCEDORES DO XX PRÊMIO MINAS - DESEMPENHO EMPRESARIAL -
MELHORES E MAIORES EMPRESAS - MERCADOCOMUM – 2017/2018
 
MERCADOCOMUM – Publicação Nacional de Economia, Finanças e Negócios premiou os vencedores do XX Prêmio Minas –  Desempenho Empresarial – Melhores e Maiores Empresas - MERCADOCOMUM – 2017/2018 durante solenidade ocorrida no Espaço Institucional ACMinas, na sede da Associação Comercial e Empresarial de Minas, em Belo Horizonte – MG, no dia 25 de outubro. Após a solenidade de premiação houve coquetel de confraternização, para um público estimado de 350 convidados especiais.

Considerada há muito como a Festa do PIB Mineiro ou a Noite do Oscar da Economia de Minas Gerais, a premiação tem, mais uma vez, o objetivo de homenagear um conjunto de empresas que mais se destacaram em Minas Gerais durante os anos de 2017/2018, em função de suas atividades econômicas, desempenho operacional e resultados financeios.

As empresas agraciadas foram definidasatravés de processo eminentemente técnico que teve, como sustentação e fundamentação, as informações e dados relativos ao estudo intitulado XXII Ranking de Empresas Mineiras, divulgado na edição anterior de MERCADO-COMUM.

A escolha das empresas premiadas é definida fundamentalmente, por sua efetiva contribuição à economia e ao desenvolvimento de Minas Gerais e considera diversos outros elementos, tais como: agregação de valor; inovação e absorção tecnológica; expansão de vendas; integração nacional e internacional; governança corporativa; competitividade e produtividade;  geração de riqueza; transparência; liquidez; geração de renda e emprego; contribuição de impostos; EBITDA; sustentabilidade; respeito ao consumidor; compliance e integra-ção junto à sociedade da qual participa e integra; visão de futuro. Umas das principais variáveis que determinam a escolha das empresas vencedoras são lucratividade e crescimento da receita operacional das mesmas.

Foram quatro as categorias homenageadas neste Oscar da Economia Mineira: “Tradição e Perpetuidade”; “Maiores e Melhores Empresas de Minas Gerais”, “Personalidade Empresarial do Ano” e “Empresa Destaque do Ano”.

A escolha do agraciado da Categoria Personali-dade Empresarial do Ano de Minas Gerais é realizada por uma Comissão Especial, composta por todos os agraciados dos anos anteriores com o mesmo título; pelos membros do Conselho Editorial e Consultivo de MERCADOCOMUM; pelos presidentes das principais entidades de classe empresarial do Estado e por consulta, direta e seletiva, a leitores e assinantes da publicação. Nesta categoria, somente uma única pessoa física é homena-geada.

Na 20ª edição do Prêmio Minas de Desenvolvimento Empresarial – Maiores e Melhores Empresas – MERCADOCOMUM – 2017/2018, receberam o título de “Personalidade Empresarial do Ano de Minas Gerais”: Lindolfo Paoliello – Presidente da ACMinas – Associação Comercial e Empresarial de Minas e Sergio Leite de An-drade, presidente da Usiminas – Usinas Siderúrgicas de Minas Gerais S.A.

Personalidade Empresarial do Ano de Minas Gerais:

Para a definição da empresa vencedora da Categoria “Empresa Destaque do Ano de Minas Ge-rais”, adotam-se vários critérios previamente defi-nidos em relação ao desempenho empresarial glo-bal das empresas participantes do XXII Ranking de Empresas Mineiras. Assim, o XX Prêmio Minas de Desenvolvimento Empresarial – Maiores e Melhores Empresas – MERCADOCOMUM – 2017/2018 concedeu título de “Empresa Destaque do Ano de Minas Gerais” à USIMINAS – Usinas Siderúrgicas de Minas Gerais S.A. 

A escolha de todos os agraciados, a exemplo das vezes anteriores, obedeceu a critérios rigorosos e estritamente técnicos, dispondo como fundamento es-sencial a análise dos balanços, das demonstrações de lucros e perdas e dos relatórios de administração divul-gados pelas empresas, com base no exercício de 2016. 

O mais relevante elemento que subsidiou de for-ma substantiva no levantamento e inventário de todas as informações, como alicerce principal deste estudo, con-forme já mencionado, foi o XXII Ranking das Empresas Mineiras, nele considerados os seus principais índices e indicadores de desempenho das empresas analisadas.

O Ranking das Empresas Mineiras não encon-tra similar em nível nacional e vem sendo considerado uma das pesquisas mais relevantes e amplas sobre o desempenho das empresas com sede no Estado. Pre-sentemente, contemplou a análise de mais de quatro mil empresas que publicaram os seus balanços ou que os remeteram à redação de MC até o dia 13 de julho último para integrar a base do referido estudo. Desse total, 861 empresas se habilitaram a participar do XXII Ranking, sendo:

250 – EMPRESAS AGROPECUÁRIAS, INDUSTRIAIS E DE SERVIÇOS

50 – INSTITUIÇÕES FINANCEIRAS, SEGURADORAS E CORRELATAS

25 – EMPRESAS HOLDINGS E DE PARTICIPAÇÕES/INVESTIMENTOS

315 – TOTAL DE EMPRESAS PARTICIPANTES DO RANKING

De outro lado, constitui este estudo uma peça importante na análise da evolução da econo-mia mineira, incluindo em suas estatísticas e com-parações os dados de muitas empresas que não possuem os seus números contemplados em es-tudos similares em nível nacional. A equipe encar-regada de sua realização é liderada pela MinasPart 

Desempenho Empresarial e Econômico-Ltda., que se encarrega pelo levantamento e inventário das informações, a sua análise e conclusões, des-de o início desta iniciativa, há vinte e um anos.

Cabe salientar que, praticamente, quase todas as empresas compreendidas neste estudo e premia-ção têm, ao longo de sua realização, destacado este evento em seus relatórios anuais. Realmente, este tem sido o grande objetivo desta premiação, que é o de valorizar as empresas e pessoas que efetivamen-te contribuem para o melhor desempenho da eco-nomia e alavancam, com sua eficiência e produtivi-dade, o desenvolvimento socioeconômico de Minas.

RELAÇÃO DOS AGRACIADOS E CATEGORIAS DA PREMIAÇÃO

Nesta edição do XX PRÊMIO MINAS - DESEMPENHO EMPRESARIAL – MELHORES E MAIORES EMPRESAS - MERCADOCOMUM – 2017/2018 foram homenageados:

PERSONALIDADE EMPRESARIAL DO ANO DE MINAS

- Lindolfo Paoliello – Presidente da ACMinas – As-sociação Comercial e Empresarial de Minas;- Sergio Leite de Andrade – Presidente do Grupo USIMINAS – Usinas Siderúrgicas de Minas Gerais S.A.

EMPRESA DESTAQUE DO ANO

USIMINAS – Usinas Siderúrgicas de Minas Gerais S.A.Na Categoria “Tradição e Perpetuidade” foram agraciadas as seguintes empresas/instituições:

30 ANOS: SICOOB CENTRAL CREDIMINAS-COOP.CENTRAL CRÉD. MG LTDA.

30 ANOS: BDMG CULTURAL

50 ANOS: AZEVEDO SETTE ADVOGADOS

50 ANOS: PIF PAF – RIO BRANCO ALIMENTOS S.A.

70 ANOS: CCPR – COOPERATIVA CENTRAL DOS PRODUTORES RURAIS DE MINAS GERAIS LTDA

Na Categoria “Melhores e Maiores - Empresa Ex-celência de Minas Gerais” foram agraciadas 41 empresas e são as seguintes, por Atividade Econômica:

GRUPO ATACADISTA

BCR Comércio e Indústria S.A.CAFEBRAS - Com. Cafés do Brasil S.A.MARTINS – Comércio e Serviços de Distribuição S.A.

COMÉRCIO VAREJISTA

Drogaria ARAUJO S.A.

Supermercados BAHAMAS S.A.

COMUNICAÇÕES/TELECOMUNICAÇÕES

AeC Centro de Contatos S.A. ALGAR Telecom S.A.

CONSTRUÇÃO CIVIL

MRV Engenharia e Part. S.A.

CONSTRUÇÃO PESADA

EMPA S.A. – Serviços de Engenharia 

ENERGIACEMIG

Geração e Transmissão S.A.

GASMIG – Cia de Gás de Minas Gerais

ENSINO

FDC – Fundação Dom Cabral

ESPORTE

MINAS Tênis Clube

FINANÇAS

Sicoob Central CREDIMINAS - Coop. Central Créd. MG Ltda.

HOSPITAL

Hospital Mater Dei S.A.

INDÚSTRIA DO AÇÚCAR E ÁLCOOL

Usina Uberaba S.A.

INDÚSTRIA ALIMENTÍCIA

EMBARÉ – Indústrias Alimentícias S.A.GRUPO ITAMBÉ CCPR Ltda e Alimentos S.A Laticínios PORTO ALEGRE Ind. Com. S.A.

INDÚSTRIA ALIMENTÍCIA - CONGELADOS

PIF PAF – Rio Branco Alimentos S.A.

INDÚSTRIA AUTOMOBILÍSTICA E DE AUTOPEÇAS

AETHRA Sistemas Automotivos S.A.

FCA-Fiat Chrysler Autom. Brasil Ltda.

INDÚSTRIA CERÂMICA

ICASA – Ind. Cerâm. Andradense S.A.

INDÚSTRIA TÊXTIL

Cia. Fiação e Tecidos CEDRO E CACHOEIRA

INFRAESTRUTURA

COPASA – Cia. de Saneamento de M.G.

LABORATÓRIO DE ANÁLISES CLÍNICAS

Instituto HERMES PARDINI S.A.

LOGÍSTICA

VLI Multimodal S.A.

METALURGIA/SIDERURGIA

CBMM – Cia. Bras. Metalurgia e Mineração

MINERAÇÃO

ANGLO AMERICAN Min. Ferro Bras. S.A.

CBL-Cia. Brasileira de Lítio

CSN Mineração S.A.

PAPEL E CELULOSE

CENIBRA - Celulose Nipo-Brasileira S.A.

PLANO DE SAÚDE

UNIMED-BH – Cooperativa de Trabalho Médico

SEGUROS

POTTENCIAL Seguradora S.A.

SERVIÇOS DE ALUGUEL DE VEÍCULOS

LOCALIZA Rent a Car S.A.

SERVIÇOS DE ENGENHARIA

TELEMONT – Engenharia de Telecomunicações S.A.

SERVIÇOS DIVERSOS

ANDRADE GUTIERREZ Concessões S.A.

TRANSPORTES E SEGURANÇA

PROSEGUR Brasil S.A. – Transp. Vals. Segurança 

 

25 ANOS DE MERCADOCOMUM E “NOSSO PAÍS DEVE ARRUMAR A CASA PRODUZINDO”

JK afirmou: “Não suporto o comunismo”.“Reivindico para mim a inclusão da palavra desenvolvimento no vocabulário político brasileiro, porque antes ninguém percebia o conteúdo dessa palavra - era só ordem e progresso”.“Não se faz, não se opera a modificação de um país, sem que haja também uma mentalidade, a mentalidade para o desenvolvimento, a mentalidade de grande país”.

 

Cumprimento e parabenizo os agraciados deste XX Prêmio Minas - Desempenho Empresarial – Melhores e Maiores - MercadoComum - 2018 e, com prazer, destaco os nomes de Lindolfo Paoliello e de Sergio Leite de Andrade, es-colhidos com o troféu “Personalidade Empresarial de Minas Gerais” desta premiação. 

A “Empresa Destaque” deste XX Prêmio Minas - Desempenho Empresarial é a nossa Usiminas – Usinas Siderúr-gicas de Minas Gerais. Cumprimento e parabenizo todos os seus dirigentes aqui presentes e, em especial, o presidente Sérgio Leite de Andrade. Em nome deles, cumprimento todos os demais agraciados com esta titulação e aqui presentes. 

Parabenizo todos os dirigentes de empresas agraciadas com esta premiação e, em especial, saúdo o presidente Lindolfo Paoliello, que aqui nos distingue, anfitrionae recebe a todos para esta solenidade, quando também a ACMinas completa 117 anos de fundação. 

Especiais agradecimentos dedicamos a todos os que nos apoiam, nesta oportunidade, e em especial à Usiminas e à Unimed-BH – o IBEF-MG, a ASSEMG, a Rosenberg & Associados, e também, em especial, àqueles que estarão veiculando as suas publicidades na edição desta premiação de MercadoComum. Lembro que as publicidades são a única fonte de recursos da nossa publicação.

MercadoComum – Publicação Nacional de Economia, Finanças e Negócios completou, em setembro último, o seu 25º ano de circulação. Como uma das mais antigas publicações brasileiras especializadas em economia e com alcance nacional, MC conta com um público eminentemente formador de opinião. Atualmente, MercadoComum dispõe de um site na internet que vem contabilizando mais de 50 mil acessos mensais dedicados, em grande parte, à leitura de suas edições regulares. Isso, sem considerar as edições impressas com tiragem de 20 mil exemplares e as edições eletrônicas, encaminhadas via e-mail, que já totalizam mais de 50 mil disparos.

NESTES 25 ANOS SÃO INÚMERAS AS REALIZAÇÕES DE MERCADOCOMUM, CABENDO DESTACAR:

275 EDIÇÕES IMPRESSAS REGULARES E 13 ESPECIAIS.
 

23 PREMIAÇÕES TOP OF MIND – MINAS GERAIS – MARCAS DE SUCESSO  E, DURANTE OS 23 ANOS DESTE ESTUDO, FORAM:

 

29.795 ENTREVISTAS REALIZADAS

1.361  SEGMENTOS PESQUISADOS;

2.119  MARCAS PREMIADAS EM DIVERSAS CATEGORIAS.

 

20 PRÊMIOS MINAS – DESEMPENHO EMPRESARIAL – MELHORES E MAIORES EMPRESAS DE MINAS GERAIS.

 

10 PRÊMIOS MINAS GERAIS DE DESENVOLVIMENTO ECONÔMICO – ASSEMG/MERCADOCOMUM.

 

1 TROFÉU JK DE CULTURA E DESENVOLVIMENTO.

 

1 PRÊMIO JOVENS TALENTOS CARLOS GARRIDO.

 

8 CICLOS DE CONFERÊNCIAS BRASIL RUMO AO SÉCULO XXI.

 

57 “ENCONTROS EMPRESARIAIS DE ECONOMIA, FINANÇAS E NEGÓCIOS”.

 

16 “ENCONTROS DO GRUPO BRASIL EM DEBATE” DO FÓRUM JK DE DESENVOLVIMENTO ECONÔMICO.

 

267 CICLOS DE PALESTRAS, DE DEBATES E SEMINÁRIOS, COMO AS PARCERIAS PÚBLICO-PRIVADAS, EM 2010.

 

369 APOIOS, PATROCÍNIOS E REALIZAÇÕES DE EVENTOS NAS ÁREAS CULTURAL, DE ECONOMIA E FINANÇAS.

 

22 RANKINGS DE EMPRESAS – MELHORESE MAIORES DE MINAS GERAIS.

 

17 FESTAS JUNINAS – ARRAIÁ DA ESPERANÇA.

 

NOITE MINEIRA DA INDEPENDÊNCIA BRASILEIRA.

 

26 PROGRAMAS DE TV – MERCADOCOMUM.

 

E FORAM LANÇADAS AS SEGUINTES PUBLICA-ÇÕES ESPECIAIS: 

A Economia com todas as Letras e Números – 564 páginas (esgotado).

JK – 50 Anos de Progresso em 5 Anos de Go-verno – 2006 -   674 páginas (esgotado).

JK – 50 Anos de Progresso em 5 Anos de Go-vernos – 2014 – 2 Volumes – 1.320 páginas (es-gotado).

Meandros do Poder – 436 páginas (esgotado).

Cultura é Desenvolvimento – 276 páginas (esgotado).

Duas edições especiais: O Poder em Minas.Além de Pero Vaz: Carta Brasileira ao Século XXI – 236 páginas.

Desempenho Empresarial de Minas – 8 Anos de Seleção das Melhores Empresas do Estado 122 páginas. Marcas das Gerais – 10 Anos de Pesquisa Top of Mind em Minas – 188 páginas.

As Marcas de Sucesso de Minas Gerais – 12 Anos de Pesquisa Top of Mind – 188 páginas.

Cabe destacar que, em sua maioria, esses eventos realizados por MercadoComum foram devidamente documentados e o acervo constituído reúne, atualmente, dezenas de milhares de fotografiase centenas de horas de vídeos gravadas.

MercadoComum, durante todos estes 25 anos de circulação ininterrupta, sempre pautou o seu comportamento editorial por alguns princípios básicos, dos quais jamais se afastou sob qualquer pretexto, entre os quais podem ser citados:

A – O ex-deputado federal Ulysses Guimarães costumava repetir uma frase do ex-presidente francês Charles de Gaulle de que “a maior de todas as autoridades é o fato, sua excelência o fato”. MercadoComum pauta a sua ação pelo respeito intransigente e inarredável à verdade dos fatos e de não transigir, em nenhuma hipótese, na defesa da verdade. Ou seja, os fatos narrados por MercadoComum, durante toda a sua existência, sempre foram, são e serão absolutamente verdadeiros;

B - Obediência rigorosa aos princípios éticos e morais que devem sempre nortear as atividades de um órgão de comunicação e dos profissionais que nele trabalham.

C - Preservação da fonte como um dogma inarredá-vel que sempre norteou todo o nosso trabalho jornalístico e editorial;

D – Independência firmee segura diante de todo tipo de pressão política, econômica ou ameaça de toda ordem, partissem de onde partissem.

Através de MercadoComum – Publicação Nacional de Economia, Finanças e Negócios e que ora comemora os seus 25 anos de circulação - sempre buscamos acender o debate sério, amplo, profundo e isento da problemática eco-nômica estadual e nacional e reitero que apostamos no de-senvolvimento econômico do Estado e do País e na possi-bilidade de conciliar-se o crescimento e a modernização da economia, com a justiça social e a democracia.

Entre as centenas de mensagens de cumprimentos recebidas pelos 25 de MercadoComum, destaco uma espe-cial, enviada por um de nossos mais assíduos leitores e que diz: “cumprimento MercadoComum pelo magníficoDebate Econômico, da edição 275, onde recupera a contribuição de JK, que não me canso de repetir: “O desenvolvimento econô-mico é um estado de espírito”. A mensagem é assinada por Antônio Delfim Netto, ex-ministo da Fazenda.

O maior objetivo desta premiação é o de valorizar a iniciativa privada e os empreendedores de nosso Estado, além de promover o reconhecimento daqueles que estejam diretamente envolvidos no grande esforço que se constitui a construção de uma Minas e de um Brasil, melhores e mais justos, para os mineiros e os brasileiros.

É, exatamente na concepção de uma Minas síntese do Brasil e no valor de sua gente, da sua sociedade, da sua economia, das suas empresas e empresários que, há vinte anos, surgiu esta decisão inédita de se render uma homenagem a todos os que participam da consolidação do de-senvolvimento e se envolvem no engrandecimento da nossa economia.

Por isso, não vejo nenhuma redundância em afirma aqui e mais uma vez que, neste momento, encontramo-nos reunidos para festejar a entrega do “Oscar da Economia Mi-neira” àquelas empresas que mais se destacaram, em dife-rentes setores e atividades, com desempenhos significativo e resultados positivos. 

Neste ano, são em número de 40 as empresas pre-miadas na categoria intitulada “Melhores e Maiores – Empre-sas Excelência de Minas”. 

Através de rigoroso processo técnico, todas essas empresas premiadas foram definidascomo Empresas Exce-lência de Minas Gerais e outra, como Empresa Destaque do Ano. Uma única pessoa física é premiada, com a titulação de “Personalidade Empresarial do Ano de Minas Gerais”.

A escolha de todos os agraciados, a exemplo das vezes anteriores, conforme já mencionado, obedeceu a crité-rios rigorosos e estritamente técnicos, dispondo como funda-mento essencial a análise dos balanços, das demonstrações de lucros e perdas e os relatórios de administração divulga-dos pelas empresas, com base no exercício de 2017. 

O mais relevante elemento que subsidiou de forma substantiva no levantamento e inventário de todas as infor-mações, como alicerce principal deste estudo foi o XXII Ran-king das Empresas Mineiras, nele considerados os seus prin-cipais índices e indicadores de desempenho das empresas analisadas.

O Ranking das Empresas Mineiras vem sendo consi-derado uma das pesquisas mais relevantes e amplas sobre o desempenho das empresas com sede no Estado. Presente-mente, contemplou a análise de cerca de 3 mil empresas que publicaram os seus balanços ou que os remeteram à redação de MC até o dia 13 de setembro último para integrar a base do referido estudo. Desse total, 441 empresas se habilitaram.

XXII Ranking das Empresas Mineiras

250 – Maiores Empresas agropecuárias, indus-triais e de serviços;

50 – Maiores Instituições Financeiras, Segura-doras, Cooperativas de Crédito;

25 – Maiores Empresas holdings e de partici-pações/investimentos

325 – Total de empresas participantes da classificação final do Rankin

De outro lado, constitui este estudo uma peça importante na análise da evolução da economia mi-neira, incluindo em suas estatísticas e comparações, os dados de muitas empresas que não possuem os seus números contemplados em estudos similares em nível nacional. A equipe encarregada de sua rea-lização é liderada pela MinasPart - Desempenho Em-presarial e Econômico-Ltda., que se encarrega pelo levantamento e inventário das informações, a sua análise e conclusões, desde o início desta iniciativa, há vinte e dois anos. 

De acordo com as nossas estimativas, o valor corrente do PIB mineiro de 2017 alcançou R$ 573,7 bilhões, correspondente a US$ 179,75 bilhões, per-mitindo ao Estado uma participação de 8,75% do total produzido nacionalmente. Minas já ocupou a 2ª posição de maior economia nacional só perdendo, antes, a liderança para São Paulo e, agora, ocupa o 3º lugar, atrás do Rio de Janeiro. A Agropecuária responde por 5,8%, a Indústria por 24,5% e o Setor de Serviços por 69,7% do total produzido no Estado.

Considerada a Receita Operacional Líquida das 300 empresas listadas no XXII Ranking, o total analisado atingiu R$ 243,77 bilhões, o que corres-ponde a 42,5% do PIB mineiro.

O detalhamento completo deste estudo inti-tulado XXII Ranking de Empresas Mineiras está sendo publicado na edição de MercadoComum que circula neste início de novembro.

O Brasil sofre de uma “síndrome do raqui-tismo econômico” e, simplesmente, não consegue acompanhar o crescimento da economia mundial. A marcha do crescimento econômico nacional pare-ce enferrujada, emperrada e não consegue engatar qualquer ritmo que a possa levar avante e, ao con-trário, tem se mostrado nesta década como uma au-têntica marcha à ré, um verdadeiro andar para trás, como rabo de cavalo.

De 2011 a 2018 e de acordo com o FMI – Fundo Monetário Internacional, enquanto o PIB Per Capita mundial – medido pela Paridade de Poder de Compra está crescendo a uma média anual de 2,3%, o brasileiro já contabiliza uma retração média de 0,3% ao ano durante o mesmo período. Nestes oito anos e considerando-se a estimativa daquela insti-tuição para 2018 – a taxa média do PIB Per Capita mundial deverá registrar um crescimento acumula-do de 20,2% e, o do Brasil, sofrerá queda de 2,3%. Cabe destacar, por outro lado, que os países consi-derados Emergentes, categoria da qual nos incluí-mos, deverão contabilizar uma expansão acumulada de 31,5%.

Apenas durante os últimos 5 anos – de 2014 a 2018, o crescimento acumulado do PIB per capi-ta mundial deverá alcançar 11,9% e o brasileiro re-gistrará uma retração 8,1%. O PIB per capita dos Países Emergentes, no mesmo período, apresentará expansão acumulada de 16,7%.

País que não cresce é país condenado ao atraso, à miséria e ao subdesenvolvimento, conside-rados os maiores inimigos da democracia.

O Brasil não pode prescindir do crescimen-to: o estoque de problemas econômicos e sociais, acumulados, eleva-se exponencialmente, apesar da desaceleração da taxa de crescimento da popula-ção. Só a expansão da economia preencherá as con-dições necessária para o enfretamento e atenuação dos mesmos.

A superação dos diversos impasses atuais e o ingresso do País em uma nova etapa de expansão econômica, contínua e segura exigirão coragem e fir-me determinação por parte da sociedade brasileira e de seus dirigentes. A saída não é simples nem tri-vial e demandará enfoques criativos e destituídos de preconceitos e de várias antigas verdades.

Há uma grave crise financeirado setor público brasileiro, em todos os seus níveis. É absolutamente indispensável que se promova o resgate do cresci-mento da economia e se busque a resolução dos pro-blemas financeios que o impedem de exercer o seu imprescindível papel dinamizador.

É mister que não se caia aqui no privatismo radical e absoluto. É certo que a superação da crise financeirado Estado brasileiro exigirá um reposicio-namento e um redimensionamento do mesmo no con-texto da economia nacional. No entanto, sua presen-ça continua essencial e insubstituível.

Neste sentido, o equacionamento e a solução da problemática financeirado setor público devem se efetivar no bojo de um projeto global de redefiniçã de seu papel na economia da País, e não a partir de medidas tópicas, superficiaise indiscriminadas que fariam agravar a questão.

Sem a superação desses entraves, a economia brasileira continuará patinando, imersa no conjuntu-ralismo predominante e vigorante em várias das dé-cadas anteriores e ainda persistente nos dias atuais. Desatar esses nós é pré-condição para o seu lança-mento em um novo ciclo de expansão.

Entendo ser fundamental que as decisões governamentais nacionais consideram a urgente ne-cessidade da transformação do País em uma Nação Desenvolvida, justa e próspera. Para que isso ocorra, torna-se imprescindível que estas decisões, insubsti-tuíveis e inadiáveis por mais tempo, elejam “o desen-volvimento em primeiro lugar” e definam

Quero reafirmarque aposto no desenvolvimen-to de Minas Gerais e na possibilidade de o Brasil con-ciliar-se com o crescimento vigoroso e a moderniza-ção da economia, com a justiça social e a democracia.

Reitero nossos cumprimentos, parabenizo o engenheiro Sergio Leite de Andrade, o jornalista Lin-dolfo Paoliello, a Usiminas e todas as empresas agra-ciadas desta premiação, desejando-lhes muito su-cesso e que todos os senhores continuem repetindo, com bastante êxito, essa trajetória positiva que muito dignifica Minas e engrandece o Brasil 

Faço aqui um aparte para ainda prestar, com muita satisfação, duas homenagens especiais: ao Coral do BDMG e ao BDMG Cultural – que estão com-pletando 30 anos – cabendo destacar que ambos foram fundados por mim quando ocupei a presidên-cia do BDMG-Banco de Desenvolvimento de Minas Gerais.

Gostaria ainda de reafirmar que a única fonte de receita de MercadoComum são as publicidades em nossas páginas. Elas são muito bem-vindas e em muito colaboram para a realização de nossos importantes estudos – particularmente sobre a eco-nomia mineira e para estas premiações. 

Por fim quero terminar este pronunciamento com um texto de autoria do ex-presidente Juscelino Kubitschek de Oliveira:

“Devemos, é verdade, arrumar a nossa casa, mas incorreremos em desordem maior ainda se en-travarmos o ritmo da nossa produção.

Cabe ao governo praticar todos os atos que conduzem ao equilíbrio orçamentário. Importa com-bater o empreguismo no serviço público e, com isso, reduzir os gastos da administração.

É o que tenho feito, na medida de minhas possibilidades. Só eu mesmo sei o quanto me tem custado contrariar a expansão de inúmeros fatores negativos da vida brasileira e reagir contra eles, sem provocar atropelos.

O que, porém, (...) pretendo tornar bem claro é que, na luta contra a inflação, se inclui, como um dos elementos mais importantes, o aumento da pro-dução nacional.

Mais de um milhão de consumidores se in-corpora todos os anos à nossa população, seja dos que aqui nascem, seja dos que adotam o nosso país como segunda pátria. Creio na capacidade de traba-lho e de recuperação do Brasil. Creio na indústria de meu país e sei o quanto lhe devemos todos.

Não haverá nada que me convença da conveniência de corrermos o risco de desestimular a pro-dução, quando o crescimento do número de consumidores é contínuo e intenso.

Nenhuma política econômica será bastante convincente para mim, ou conveniente para meu país, se não considerar a realidade positiva de que é necessário alimentar, vestir e amparar novos contin-gentes humanos que vêm ampliar nossa superfície demográfica.

Aos que, de boa-fé, nos aconselham medidas de contenção indiscriminadas, peço que recordem as condições em que se operou o desenvolvimen-to de grandes nações e julguem se lhes foi possível vencer os obstáculos com que se defrontavam sem criar riqueza.

Aos que pensam que o Brasil deve parar a fim de pôr a casa em ordem, respondo que nosso país deve arrumar a casa produzindo, trabalhando, exi-gindo de seus filhos um esforço mais racional e um maior rendimento de produção.

Constituiu sempre uma das preocupações centrais de meu governo coordenar as medidas ten-dentes ao mesmo tempo a salvar a nossa moeda, estabilizar a vida econômica, encorajar o aumento da produção, jugular o surto inflacionário”.

*Pronunciamento de Carlos Alberto Teixeira de Oliveira – presidente/editor-geral de MercadoComum durante a so-lenidade do 20º Prêmio Minas – Desempenho Empresarial – 2018, realizado no dia 25 de outubro, na ACMinas.

 

Pronunciamento do presidente da ACMinas, Lindolfo Paoliello, em agradecimento ao Prêmio “Personalidade Empresarial do Ano de Minas Gerais”, oferecido por MercadoComum, em 25/10/2018.

 

Só a sensibilidade de Carlos Alberto Tei-xeira de Oliveira, ancorando uma digna comis-são julgadora, seria capaz de unir em um só ato de homenagem a Associação Comercial e Em-presarial de Minas e a Usiminas. É um destaque na história desta entidade o movimento de ci-dadãos mineiros, na primeira metade do século passado, pela viabilização de uma indústria si-derúrgica capaz de agregar valor à atividade ex-trativa mineral e multiplicar seus efeitos na ace-leração do desenvolvimento de Minas Gerais. A ACMinas , pelo seu então presidente, Paulo Macedo Gontijo e a Fiemg, com o presidente Lí-dio Lunardi, foram fortes apoiadoras dessa con-quista. Relembro esse fato relevante para que seja bem compreendida minha satisfação por compartilhar o título de Personalidade Empresa-rial do Ano com Sérgio Leite de Andrade. Eleva este meu sentimento o seu valor pessoal. Sérgio Leite alia o status de presidente dessa empresa ícone de Minas, e referência da siderurgia mun-dial, à comprovada condição de executivo de primeira linha, competente, dotado de rara visão estratégica, um gestor voltado para resultados. É impressionante observar sua habilidade no apaziguamento dos acionistas e a escalada por ele empreendida nos resultados da empresa, em apenas dois anos. Parabéns, presidente Sérgio Leite, a distinção que lhe é hoje conferida faz--lhe absoluta justiça. Também cumprimento os agraciados nas demais categorias deste Prêmio Minas Desempenho Empresarial. Parabéns a to-dos. Dirijo-me agora ao mentor desta e de tantas outras iniciativas de valor para gerar motivação e ânimo no ambiente empresarial Mineiro. Carlos Alberto Teixeira de Oliveira é uma daquelas pes-soas que nos são caras por serem raras. Expres-so minha impressão sobre ele recorrendo a uma fina imagem criada por Afonso Arinos de Melo Franco ao falar sobre o autor de uma obra lite-rária. “Existem autores - ele disse- cuja obra se destaca pelo seu ineditismo; há outros em que a obra se sobressai pela qualidade. Mas exis-tem aqueles, raros, em que ineditismo e quali-dade se unem em uma só obra”. Assim é a obra empreendida por Carlos Alberto, toda ela tendo como traços comuns o amor a Minas Gerais e à brasilidade, e o fervoroso culto ao desenvolvi-mento. Criando e operando nos campos da eco-nomia, do empreendedorismo, da educação e do jornalismo, ele é único na diversidade de suas iniciativas e na obstinação em realiza-las. Obri-gado, Carlos Alberto, por nos ensinar que a es-perança é uma conquista que não cessa nunca.

Senhoras e senhores,

Em meu discurso de posse na presidência da ACMinas, em março de 2015, eu disse que assumia a ACMinas com o espírito voltado para frente, para fora, para o futuro. Esta passou a ser a trilogia que inspirou o Plano de Metas da nossa gestão, orientado para o conhecimento, desenvolvimento, internacionalização, inovação e produtividade, metas capazes de contribuir para a competitividade da ACMinas, estenden-do-se às empresas associadas.

Nos quatro anos que se seguiram, o co-nhecimento tem sido a base de nossas ações. Hoje é reconhecido que a capacitação da ACMi-nas para o cumprimento de sua missão é um destaque entre os resultados obtidos. Isto é constatado desde a formação da Diretoria que, em uma entidade representativa, precisa ser percebida como a “face da representatividade”. São empresários que detêm o conhecimento em seus respectivos campos de trabalho assim como no trato social, econômico e político. A meritocracia também ditou a escolha dos pre-sidentes dos Conselhos Empresariais, foros de excelência e estratégia. O Conselho Empresa-rial da Educação, por exemplo, desenvolve uma interação relevante entre a empresa e a escola. E tem contribuído significativamente para uma quase reinvenção desta entidade de 117 anos a parceria com escolas de primeira linha, como a Fundação Dom Cabral, o Instituto Áquila, a Fa-culdade de Ciências Econômicas da FUMEC e a Coordenadoria de Transferência e Inovação Tec-nológica da UFMG.

A internacionalização é meta cumprida plenamente, sendo desenvolvida em parte com o apoio precioso do Departamento de Comércio Exterior do MRE, com o qual firmamos um Acor-do de Cooperação. A cargo do Conselho Empre-sarial de Relações Internacionais, a contribuição da ACMinas nesse campo vai desde possibilitar aos empresários e executivos conhecer e absor-ver o estilo e o padrão internacionais, por meio do projeto “Internacionaliza BH”, até a disponibilização para investidores do Minas Gerais Bu-siness Guide, editado em versão impressa em inglês e versão digital em sete línguas.

" Administrar é prestar contas. Com nossoideário cumprido e nossos projetos realizados,tenho o sentimento de que este nosso encontroabre a caminhada final de uma viagem maravilhosae engrandecedora. "

O campo da inovação é talvez aquele em que a entidade mais tem exercitado sua vocação de promover, divulgando e procurando, de forma sistêmica, sensibilizar o ambiente empresarial de Minas para que ele se torne contemporâneo da inovação tecnológica, da inteligência artifi-cial, da chamada 4ª Revolução Industrial. Têm papel preponderante nessa atuação o Conselho Empresarial da Inovação e as “Quinzenais”, en-contros realizados quinzenalmente sob o rótulo “Futuro, já! Para viver à frente do seu tempo”.

A criação de conteúdo para assegurar sustentabilidade à transformação que se opera na ACMinas tornou aconselhável contar com a oxigenação das ideias geradas internamente por meio de contribuições vindas de fora. Daí a cria-ção do Clube de Ideias, grupo de discussão que conta com o privilégio de ter como mentor Ozi-res Silva, “o homem que deu asas ao Brasil” ao criar a Embraer. A ele aderiram personalidades de diversos setores de atividades, em especial de diversos campos do conhecimento. O obje-tivo é identificar grandes questões de interesse público, pôr foco naquelas que mereçam ação prioritária, transformá-las em projetos e obter sua implantação. O tema escolhido para atua-ção inicial foi a questão do desemprego, tradu-zida em seguida para trabalho e renda. Com o apoio do UNIBH, instituição que integra o grupo Anima, no qual atua hoje Ozires Silva, um proje-to foi formulado e implantado, buscando como primeira contribuição o ganho de escala no em-preendedorismo. Paralelamente, uma atividade piloto foi implementada como passo inicial para o fomento à liderança pública.

Ancorada no terreno firme construído com a realização das metas institucionais, a ACMinas tem exercido com firmeza as determinações de seu estatuto, de sustentação e defesa das ativi-dades empresariais dentro de uma ordem eco-nômica fundada na livre iniciativa e na valoriza-ção do trabalho, assim como de atendimento às demandas de seus associados. Acresce a defe-sa do Estado Democrático de Direito e o desen-volvimento de uma ação empresarial para o for-talecimento da livre empresa. Mais que nunca, a Associação Comercial e Empresarial de Minas tem exercido a vocação política que faz valer a força do associativismo. Nenhuma questão rele-vante nacional, estadual ou de interesse de Belo Horizonte deixou de ser alvo do posicionamento da entidade, destacando-se os pronunciamen-tos de seu presidente de alerta sobre os avan-ços danosos do coletivismo e a centralização da ação do Estado; a favor do impeachment da pre-sidente Dilma Rousseff; em defesa do teto dos gastos públicos e da reforma da Previdência; contra tentativas reiteradas de aumento dos tri-butos pelo governo de Minas; contra a extinção da Secretaria de Estado do Desenvolvimento Econômico; a favor da consolidação do Aeropor-to Internacional de Belo Horizonte, em Confins, e a favor do Hipercentro de Belo Horizonte, en-tre outros posicionamentos.

Para assegurar ganho de força em seu posicionamento político, a ACMinas tem pro-curado ampliar o poder de articulação do em-presariado, estreitando a ação conjunta com a Federaminas - Federação das Associações Comerciais e Empresariais de Minas Gerais - e com o Fórum das Entidades Empresariais de Minas, além de fomentar a criação da Frente Parlamen-tar de Apoio ao Comércio e Serviços, na Assem-bleia Legislativa. Em âmbito nacional, criamos uma representação em Brasília e coordenamos a formação da Frente Sudeste de Associações Comerciais, congregando as ACs e Federações das Associações Comerciais de Minas, Rio de Janeiro, São Paulo e Espírito Santo.

Em paralelo às medidas para transformar a entidade por meio do conhecimento e do for-talecimento do conteúdo, simultaneamente à in-tensa atividade institucional, o foco na gestão tem sido permanente. Operou-se a racionaliza-ção da estrutura da entidade, orientada pelo cri-tério da competência e comprometimento, e foi tomada a decisão de delegar a um superinten-dente executivo a gestão operacional. Para se assegurar a reinvenção da ACMinas, de modo a capacitar-se a exercer com maior eficiência sua missão, convidamos o Conselho Empresarial de Jovens, conhecido por “ACMinas Jovem”, para criar conosco um Plano de Desenvolvimento da entidade, batizado como “ACMinas Viva”. Para que essa iniciativa surtisse efeito para o apri-moramento dos serviços aos associados, com impacto na receita, uma consultoria externa foi contratada para a elaboração de um plane-jamento de marketing do qual resultou o remo-delamento da área comercial. Com essa nova orientação estratégica e nova estrutura pronta a atuar, lançamos o projeto “2018 – Ano do Asso-ciado”, oferecendo novo portfólio de serviços e pondo em ação a Escola ACMinas de Negócios.

Por último, era preciso intervir na forma. O prédio da ACMinas havia sido reformado em 1969, durante a gestão transformadora liderada por Adolfo Neves Martins da Costa. Os avanços obtidos pelas medidas de conteúdo precisavam ser acompanhados por uma melhor apresenta-ção do prédio-sede da entidade. Um projeto de arquitetura - que conjugou talento, simplicidade e beleza - tornou possível realizar a moderniza-ção de boa parte das instalações, com recursos oriundos da aplicação financeira do valor resultante da famosa devolução dos depósitos judiciais. Com essa realização final, a diretoria que erigiu Adolfo Neves Martins da Costa como patrono mostra seu reconhecimento pelo legado magnífico por ele deixado para a ACMinas, para  o setor empresarial e para o desenvolvimento de Minas Gerais. A homenagem generosa a mim prestada pela revista MercadoComum, face à constatação unânime de seu prestígio, imprime com letras indeléveis nos registros de Minas o nosso empenho em atuarmos à altura do legado desse grande líder.

Administrar é prestar contas. Com nosso ideário cumprido e nossos projetos realizados, te-nho o sentimento de que este nosso encontro abre a caminhada final de uma viagem maravilhosa e en-grandecedora. A distinção generosa que nos confe-rem MercadoComum, a comissão julgadora e todos que aqui acorreram dignifica, em definitivo, nossa jornada. Por favor, não entendam o relato que dela fizemos como exaltação de feitos e conquistas. Lon-ge disso! Esta é uma entidade modesta com objeti-vos maiores que ela, daí sua grandeza. Ingressamos na ACMInas como voluntários que creem profunda-mente no acerto de sua missão e seus objetivos e crescemos no afã de realizá-los. Iniciei esta narrati-va abordando o sentido que pretendia esta diretoria imprimir à atuação da ACMinas, mas deixei de reve-lar a ideia que iria nos orientar, como de fato nos tem orientado no cumprimento de nossas obrigações. Refiro-me ao entendimento do trabalho como valor, crença que conduz aos cuidados na gestão. Ao es-mero, ao zelo e desvelo naquilo que se faz. Essa intenção tornada força conduz à responsabilização, condição de quem age consciente de que deve estar pronto a prestar contas. A assim chamada accou-ntability.Uma ideia tão pouco exercitada no Brasil, que não se encontra uma palavra que a traduza em todo o seu significado. E que, no entanto, orienta uma atitude e expressa um sentimento, ambos cru-ciais para a profilaxia de um ambiente nacional no qual o comportamento e os costumes afloram à flor da pele e o brio volta ao rosto dos brasileiros.

Muito obrigado a todos.

 

ENTREVISTA: SÉRGIO LEITE DE ANDRADE, PRESIDENTE DA USIMINAS

“Em 2017, comunicamos ao mercado que a Usiminas voltava a ser uma empresa normal”

Durante 50 anos da sua história, a Usiminas nunca havia enfrentado um período de crise. Mas, em 2014, os ventos que até então sopravam a fa-vor do negócio viraram.  A crise econômica nacional, a entrada predatória da China no mercado mundial de aço, os problemas de caixa e o conflito acionário entre os dois maiores acionistas – o grupo ítalo-ar-gentino Ternium-Techint e o japonês Nippon Steel & Sumitomo – quase acabaram com o projeto que é fruto do sonho do ex-presidente e médico Juscelino Kubitschek, um visionário que reconheceu o caráter estratégico do produto aço.

Discreto, o engenheiro metalúrgico graduado pela Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ), funcionário de carreira da Usiminas e atual presiden-te da empresa, Sérgio Leite de Andrade, é o homem que está no comando do processo de recuperação econômica de uma das companhias mineiras mais estratégicas e admiradas de Minas Gerais e do Brasil.

Em maio de 2016, quando foi eleito para o cargo, deixou a vice-presidência comercial e assu-miu uma empresa que estava praticamente quebra-da. Logo nos primeiros dias de trabalho, criou o Gru-po dos Dez, que na verdade são 17, e envolveu os 13 mil empregados em mais de 100 projetos que, 12 meses depois, recolocaram a companhia em situa-ção de normalidade. O novo acordo entre os acio-nistas, assinado em fevereiro deste ano, é mais um indicativo de que o executivo está no caminho certo.

Nesta entrevista, Sérgio Leite de Andrade fala de estratégia, ousadia, realizações e também das fake news, que levaram o mercado à loucura no dia 10 de agosto, quando aconteceu a explosão do ga-sômetro da usina de Ipatinga, no Vale do Aço, em Minas Gerais.

MercadoComum: A Usiminas é uma história de sucesso. 

Sérgio Leite: Sim. Sem dúvida, a história da nossa empresa começa na década de 1940, com um sonho. Depois, vem a criação da empresa nos anos de 1950. O grande líder da criação da Usiminas e da viabilização da companhia foi Juscelino Kubitschek. A planta de Ipatinga entrou em operação nos anos 1960. Em outubro de 2018, vamos comemorar 56 anos atividades de uma companhia que sempre teve uma trajetória exitosa em função da sua estrutura de atuação e operação.

Concebida para ser uma empresa pública, a Usiminas foi a primeira a ser privatizada, em 1991, porque era a que apresentava os melhores resulta-dos econômicos, financeiros e de imagem. Esse pro-cesso iniciou uma segunda fase da empresa, com uma trajetória de crescimento que durou mais de 20 anos.

MercadoComum: Mas a Usiminas, até há pouco tempo, experimentou problemas. Quais foram eles?

Sérgio Leite: Nos últimos quatro anos, tivemos dois momentos desafiadoes. A crise foi muito forte e, em determinado momento, corremos o risco, inclusi-ve, de entrar em recuperação judicial ou de decretar falência. 

Essa fase começou em 2015, um ano em que observamos os resultados se deteriorarem trimestre a trimestre, chegamos no início de 2016 com situa-ção muito crítica que pode ser sintetizada em três pontos principais. O primeiro deles foi a falta de con-dições para honrar os compromissos com os bancos credores. Tivemos que iniciar uma negociação da dí-vida de R$ 6,9 bilhões de reais (na época), porque não tínhamos recursos para honrar os pagamentos de amortização.

O segundo ponto é que, no mesmo período, atravessamos problemas sérios de caixa, com restri-ção de recursos para tocar o dia a dia da empresa. E nós tivemos um outro ponto, mais sério: a empresa, no primeiro semestre de 2016, apresentava nos ba-lanços do primeiro e do segundo trimestres um Ebi-tda negativo. Com Ebitda negativo, o resultado fico seriamente comprometido. 

A situação nacional também não estava fácil. O país entrou em recessão a partir do segundo se-mestre de 2014.  Nos dois anos seguintes, o PIB foi negativo e o resultado de 2017 foi insuficientepara as necessidades do país e o mesmo neste ano. Mas a crise da empresa ia muito além e tínhamos, a partir de setembro de 2014, a eclosão de um conflitoacio-nário entre os dois maiores acionistas. Conflitoque é o maior já ocorrido no Brasil, envolvendo grandes empresas e um dos cinco do mundo. 

MercadoComum: Esse foi o cenário que o Sr. encontrou quando assumiu a Presidência da Usiminas?

Sérgio Leite: Sim. Esse era o cenário do 1º semestre de 2016. Fomos eleitos para presidir a empresa no 25 de maio de 2016. Estávamos com negociação com os bancos para buscar um novo perfi para a dívida e assinamos um acordo em setembro do mesmo ano, para o pagamento do montante por um prazo de 10 anos com três de carência. Vamos retomar os pagamentos em setembro de 2019.

O segundo problema sério era a questão do caixa. Foi aprovado em assembleia um aumento de capital da ordem de em julho de 2016. Os acionis-tas colocaram no caixa da empresa R$ 1 bilhão, não vinculado a projetos, para garantir a operação da em-presa. 

Mas o maior problema permanecia porque a empresa não gerava resultados. Então, começamos um trabalho muito grande a partir de 30 de maio, para trazer a empresa para o quadro de geração de resul-tado. Criamos o Grupo dos Dez, que ficouconhecido em Minas e no Brasil, e sua concepção homenageia um outro grupo que foi importante na história da Usiminas, que foi o dos Sete Samurais, um grupo de en-genheiros que foram enviados ao Japão na década de 1950 para receber treinamento para atuar no início da operação da Usiminas em 1962. 

O Grupo dos Dez é formado por 17 profissi-nais de alta capacitação, de senioridade, com larga experiência no negócio aço e que ocupam posições relevantes na gestão das cinco empresas do – Usimi-nas, Usiminas Mecânica, Mineração Usiminas, Solu-ções Usiminas e Unigal. Imediatamente, eles recebe-ram a missão de focar e fazer a diagnose de toda a empresa de forma ampla, estabelecer planos de ação e projetos com metas bem estabelecidas, prazos res-ponsáveis e todo arcabouço para que se pudesse atuar para gerar resultado. 

A partir desse grupo, fomos envolvendo todos os 13 mil empregados da empresa. Envolvemos toda a equipe Usiminas e o grande núcleo gerador e fórum de discussão era o Grupo dos Dez, que se reúne to-das as semanas e na terceira quinta-feira do mês, eu participo da reunião.

MercadoComum: Como foi definirmetas de crescimento, nesse cenário?

Sérgio Leite: Desenvolvemos centenas de pro-jetos em todas as áreas da empresa, no campo de redução de custos, melhoria de processos, renego-ciação de contratos, redução de estrutura, melhoria de mix de vendas e de rentabilidade de preço, foi uma mobilização geral da empresa e nós estabele-cemos uma meta de geração de R$ 100 milhões de Ebitda mensais durante o restante do ano de 2016, para atingir R$ 600 milhões. 

Quando colocamos essa meta inicial, a maioria das pessoas acharam que seria impossível. De qual-quer forma, começamos um trabalho intenso desde o primeiro dia, com um sistema robusto de gestão que acompanhou a execução de cada projeto concebido. No trimestre seguinte, superamos o resultado e atin-giram R$ 307 milhões de Ebitda. O resultado foi muito positivo para nós, equipe Usiminas, porque a autoes-tima dos funcionários ainda estava bastante abalada pela crise da empresa. Ali tivemos a certeza de que seria possível reverter o quadro de crise.

Fechamos o ano de 2016 com meta cumprida.

No balanço de 30 de junho de 2017, atingimos o Ebi-tda de R$ 1,8 bilhão, o que corresponde aos resulta-dos de 2013 e 2014, antes da crise da empresa. Para celebrar essa conquista, anunciamosm, internamente e externamente, que a empresa voltou a ser uma em-presa normal com problemas e desafiosde qualquer companhia.

Terminamos 2017 com resultado de Ebitda de R$ 2,2 bilhões, considerado excelente.  Fomos a ação que mais se valorizou no período, na bolsa de valores brasileira, com ganho de 122%. Quem acreditou na Usiminas mais que dobrou o dinheiro investido.

MercadoComum: Como está sendo tratado o futuro da Usiminas?

Sérgio Leite: Também voltamos a discutir na empresa e a construir planejamento estratégico, de-pois de três anos. E ainda em julho, deram partida no projeto, que é parceria com a Fundação Dom Cabral (FDC), com um programa customizado para preparar as lideranças para o presente e o futuro da empresa. Está na metade e vai até o finalde 2019, com um quadro de 400 participantes. 

Neste momento, preparar os nossos líderes para esse trabalho no presente e no futuro da empre-sa é essencial, porque são eles que vão conduzir os rumos da Usiminas. Todos nós temos propósito co-mum e a própria construção desse propósito é con-junta e que todos tenham protagonismo, senso de ur-gência e agilidade porque os tempos são dinâmicos.

No plano plurianual de cinco anos, incluímos investimentos no desenvolvimento de uma nova li-nha de galvanização, retorno das áreas primárias de Cubatão (SP), projeto na área de mineração em im-plantação para disposição a seco de rejeitos de mi-neração, o que elimina a necessidade de barragens para disposição de rejeitos. Os rejeitos saem no leito líquido, mas esse processo faz a filtragemdo rejeito, o que o torna praticamente solido e é empilhado, o que reduz o risco ambiental e acelera o processo de recuperação do meio ambiente nas áreas de mineração.

Nossa parte de investimentos, que em 2016 e 2017 investiu R$ 200 milhões, neste ano de 2018 deve chegar R$ 500 milhões. E a tendência, uma vez em que a empresa voltou ao normal, é crescer em aportes.

O Grupo dos 10 teve o seu escopo de traba-lho ampliado: pessoas, clientes e resultados. Enten-demos que desses três o principal são as pessoas, as nossas pessoas e dos parceiros que trabalham conosco. E dentro desse foco, a segurança é uma prioridade da qual não abrimos mão.

MercadoComum: Como é a situação atual da empresa?

Sérgio Leite: Enquanto cuidávamos das ques-tões financeirase de condições para tocar o dia a dia da empresa, o conflitoentre os acionistas permane-cia. Mas à medida que a empresa começou a gerar resultados, as coisas se acalmaram. Em fevereiro de 2018, foi assinado um novo acordo, que colocou fi a um conflitoque durou 3,5 anos e que foi levado à mídia e aos tribunais com exposição muito grande da empresa.

Hoje estamos vivendo um clima a nível de acionistas muito bom. A harmonia voltou ao Con-selho de Administração. Dentro da empresa, houve uma integração muito grande da equipe e nós temos, dentro da Usiminas, representantes dos dois acionis-tas, são 15 expatriados de cada lado, trabalhando em diferentes setores do negócio e realizando um traba-lho totalmente integrado com os brasileiros. Temos brasileiros, ítalo-argentinos e japoneses trabalhando de forma integrada.

O acordo entre os acionistas reverter um qua-dro de desânimo que tomou conta dos empregados porque o conflitonão foi bom nem para a empresa e nem para as pessoas. Todos os dias, encontrar no jornal uma notícia sobre a disputa não é fácil.

Entramos 2018 trabalhando com a mesma in-tensidade. Terminamos o primeiro semestre em um ritmo de Ebitda trimestral de R$ 600 milhões. Então, estamos continuando a construir resultados e fiz-mos agora pesquisa de clima interno. Há 10 anos não fazíamos, e o ideal é fazer, senão todo ano, a cada biênio. O resultado foi bastante gratificante com adesão de 79% dos empregados, acima da mé-dia de 76% do mercado. A favorabilidade chegou a 84%, que está acima da média seis pontos.

Não tem nada mais importante na vida de uma empresa onde as pessoas têm prazer em tra-balhar, em serem felizes na união da vida profissiona e familiar. O clima de trabalho é de uma importância enorme, o nosso foco é melhorar resultado e tornar empresa como referência para o mercado brasileiro e para a sociedade brasileira em termos de gestão e qualidade e os nossos valores que sintetizamos em cinco são: segurança, pessoas, clientes, qualidade e resultados. 

A planta de Ipatinga opera hoje com capaci-dade máxima da produção de placas. Interrompe-mos em 2016 as operações primárias da unidade de Cubatão, que produzem esse material. Ficamos com 50% da capacidade produtiva. 

Na produção instalada de laminados planos, que é maior que a nossa capacidade de produção de placas, está em 10 milhões, contra 7,5 milhões das placas. Estamos com um pouco abaixo de 50% da capacidade instalada, o que demonstra que o Brasil pode voltar a crescer sem a necessidade de investi-mentos imediatos, apenas retomando a capacidade produtiva ociosa da indústria.

MercadoComum: Como está o mercado para o aço brasileiro?

Sérgio Leite: No segmento de aços planos, o melhor ano foi de 2013. De lá para cá, houve que-da superior a 30% no mercado nacional. Em 2016, o consumo foi de 10 milhões de toneladas ano. Hoje, o mercado tem cinco players - só a Usiminas tem capacidade instalada para produzir 10 milhões de to-nelada/ano. Teoricamente, em termos de volume, só a Usiminas teria condições de abastecer o mercado brasileiro de aços planos. Somos líderes desse mer-cado, com participação de 34%, mas esse mercado está extremamente deprimido.

Em 2017 voltou a crescer, para este ano, a expectativa do Instituto Aço Brasil, que representa o setor siderúrgico brasileiro, é de 5% em 2018, o que é muito pouco se comparado à queda entre 2016 e 2018. Se olhar a economia brasileira, estamos saindo de um período de cinco anos muito difícil. Entre 2014 e 2016, o cenário foi de recessão com PIB encolheu em torno de 8%, a mais grave que o país teve desde a proclamação da República. 

Depois tivemos 2017 e 2018 de um crescimen-to muito pífio.1% é muito pouco para o Brasil. O país tem que crescer muito mais. Expectativa é de que entre em 2019 um novo ciclo de crescimento caracterizado pelo crescimento econômico, da indústria, da geração de empregos, melhoria da educação, saúde e segurança. O Brasil tem potencial muito grande e problemas, idem.

O mercado em 2017 e 2018 parou de cair, mas ainda está crescendo pouco para as demandas nacionais. Mesmo nesse cenário, temos que ser rentáveis e sustentáveis independentemente do cenário externo. Se o mercado está caindo, se a produção da indústria está caindo, se o cenário é de adversidades, temos que nos adaptar e ser rentáveis e competitivos, o que a equipe Usiminas conseguiu nos últimos dois anos. Não podemos justificarpela dificuldad dos problemas externos o não resultado da empresa. Temos que nos adaptar para gerar resultados. 

MercadoComum: A predominância da China no mercado de aço mundial também é um problema?

Sérgio Leite: Sim. Entendemos que a China não é economia de mercado porque não remunera adequadamente o capital e não remunera adequada-mente o trabalho. A maioria das empresas é estatal, do poder central ou das províncias. Acima de 90%. Tem um programa de subsídios muito grande e equilibra a competitividade a nível internacional. 

A China atingiu um protagonismo muito grande no mercado de aço e desequilibrou as relações comerciais em todo o mundo. Isso foi atingido em diversos segmentos econômicos e, em algum momento, também vai impactar as relações políticas. O que EUA está fazendo é tentar equilibrar. A China está conquistando o mundo através da economia. De certa forma, na África, já está muito bem posicionada e está de olho nas Américas. Então, a China é sem dúvida uma preocupação. A China tem que ser uma parceira dos demais países, mas ela quer ir além disso. 

A decisão do governo Trump de sobretaxar o aço e o alumínio em 25% dentro de um contexto de guerra comercial foi para criar barreiras para a China. Nós negociamos com o governo brasileiro cotas que atendem aos interesses das indústrias brasileiras. No caso da Usiminas, o nosso plano de exportação de aço para os Estados Unidos era igual a zero. Então, a curto prazo, não houve impacto. Mas a longo prazo ele acontecerá porque o mercado norte-americano é importante e no momento em que ele se fecha, os concorrentes começam a procurar outros destinos e pressionar o mercado brasileiro, que até certo ponto, está desprotegido contra a ação da China.

MercadoComum: Como está a competitividade do Brasil no mercado mundial do aço?

Sérgio Leite: O Brasil adotou uma posição li-beral em um mercado mundial em que a palavra de ordem é o protecionismo, o que não contribui para o fortalecimento da indústria brasileira. Hoje, nós te-mos, por exemplo, em curso, a aplicação de medidas de sobretaxação de aço da Rússia e da África do Sul que está em vigor. Tivemos outro processo em que entramos em 2016 sobre laminados a quente alegan-do dumping. Foi feita análise técnica e dos danos causados a indústria brasileira. Ele foi concluído em 2017, com a constatação de dano, dumping e dano e nexo causal no parecer do Ministério da Indústria e Comércio Exterior. O parecer foi apreciado pela Ca-mex e aprovado, mas a aplicação das sobretaxas foi suspensa por interferência política.

A interferência política tem comprometido as relações comerciais do Brasil e o mercado nacional também. Dumping é um processo técnico e não polí-tico. Tivemos exemplo semelhante de subsídios con-tra a China. Foi feito estudo pelo Ministério a partir de solicitação da indústria, chegou-se à conclusão de que a China é um país que subsidia. O laudo foi aprovado na Camex, mas a aplicação foi suspensa.

O que a gente observa hoje no mundo é que, em função da ação agressiva da China desequilibra as relações de comércio internacionais, o que tem resultado em medidas protecionistas dos Estados Unidos,Europa, países da Ásia e até da África. Só o Brasil não faz nada para impedir esse avanço.

Penso que essa conduta do Brasil tem que ser analisada porque é preciso usar todos os recursos para fortalecer e favorecer a indústria brasileira.

Mercadoomum: Quais lições a Usiminas tirou do acidente ocorrido em 10 de agosto?

Sérgio Leite: Em 56 anos de atividades, a planta de Ipatinga faz todas as manutenções regulares e tem passado por processos contínuos de modernização. O que houve lá, em agosto, foi a explosão do gasômetro, um fato gravíssimo e que não poderia ter acontecido. Mas trata-se de um fato iso-lado, causado pelo defeito do equipamento de controle das válvulas que regulam o fluxode gás do equipamento. Com a entrada do ar, houve a explosão. 

Eu soube do acidente dois minutos depois e, em me-nos de três horas, já estava lá em Ipatinga. Paramos toda a unidade e adotamos uma postura totalmente transparente em relação ao ocorrido. Cinco horas depois, fizemosuma coletiva de imprensa e colocamos os fatos de forma transparente e clara na ocorrência e no final,o mais importante é que tivemos quatro pessoas que sofreram acidentes leves em função de estilhaços de vidro.  Foi uma explosão grande e ouvida em toda a cidade. O que atingiu as pessoas foram cacos de vidro. Nas instalações próximas ao gasômetro, quebrou-se muito vi-dro. Ninguém ficouinternado, todos foram atendidos no hos-pital e voltaram para casa.

Depois de cinco dias, conseguimos retomar a ativi-dade na usina, um prazo que muitos analistas consideravam impossível. Depois, fizemosoutra entrevista coletiva para in-formar as causas do acidente. Avaliamos que todos os pla-nos de contingência adotados transcorriam como planejado e que, por isso, conseguimos trazer a empresa à normalidade mais uma vez. Nos comprometemos a informar o mercado sobre qualquer fato novo que houvesse e também tivemos o apoio das autoridades. 

MercadoComum: E as fake news?

Sérgio Leite: Nas primeiras três horas fomos vítimas de fake news de uma forma descomunal. Saiu todo tipo de notícia. Pediram até doação de sangue, mas ninguém precisou de transfusão.  Depois de uma hora e meia, fo-mos comunicando empregados e imprensa. Através dessa ação, as informações falsas que falavam de diversas mortes perderam o sentido. 

Mas uma coisa me impressiona porque as fake news representam uma atitude irresponsável. No momen-to em que se coloca na rede uma notícia falsa, alguém gerou essa informação. Naquele momento, só nós, da Usiminas, poderíamos falar o que aconteceu dentro da usina de Ipatinga. Como adotamos uma postura transparente e não nos furtamos a informar o mercado e a sociedade, conseguimos reverter qualquer dano colateral.

" Hoje estamos vivendo um clima a nível deacionistas muito bom. A harmonia voltou ao Conselhode Administração. "

MercadoComum: Como presidente do Instituto Aço Brasil, empossado neste ano, o que o Sr. espera para 2019?

Sérgio Leite: A entidade reúne toda a indústria brasileira do aço. Nosso grande desafioagora é prover para que haja, de uma forma integrada, a volta do crescimento do Brasil. Não só da indústria do aço, mas da indústria de transformação brasileira. Temos um trabalho muito gran-de de interação com o governo e, frente a um cenário de perspectiva de volta de crescimento, vamos atuar para que os resultados positivos gerem benefícios para a socieda-de, com geração de emprego, competitividade da indústria brasileira e construção dessa integração com o próximo presidente.

Estou confiantede que o Brasil vai entrar em um novo período de crescimento, como já teve em outros momentos. Foram cinco anos muito difíceis. Para reativar é preciso ter mercado e investimento em infraestrutura de forma geral.

 

Empresa Destaque do Ano: Usiminas

Para a Usiminas, 2017 foi um ano para ser sempre lembrado

A Usiminas é líder no mercado brasileiro de aços planos e um dos maiores complexos siderúrgicos da América Latina. A companhia conta com unidades in-dustriais e logísticas localizadas em seis estados do país e está presente em toda a cadeia siderúrgica – da extração do minério, passando pela produção de aço até sua transformação em produtos e bens de capital customizados para o mercado.

Possui, hoje, o maior e mais inovador Centro de Pesquisa e Desenvolvimento em siderurgia da América Latina. O avanço registrado pela siderúrgica nos últi-mos anos garante inovação, tecnologia e qualidade em todas as linhas de produção, e permite à empresa ofe-recer ao mercado um portfólio diversificado,com des-taque para produtos e serviços de alto valor agregado. 

Por sua gestão ambiental, a Usiminas foi a segunda siderúrgica do mundo e a primeira no Brasil certific-da com a ISO14001, gerando maior produtividade com menor consumo.

A companhia contribui ainda para o desenvol-vimento das comunidades onde atua, por meio do Ins-tituto Cultural Usiminas e da Fundação São Francisco Xavier, oferecendo programas nas áreas de saúde, edu-cação e cultura, lazer e esporte.

Em 2017, a empresa manteve, durante os qua-tro trimestres consecutivos uma trajetória de recupera-ção. No quarto trimestre do ano, a Usiminas divulgou um balanço registrando um Ebitda Ajustado Conso-lidado (lucro antes de juros, impostos, depreciação e amortização) positivo de R$ 450 milhões no período e de R$ 2,2 bilhões no acumulado de 2017. Um importante salto quando comparado com o resultado consolidado do ano anterior (2016), que apresentou Ebtida Ajustado de R$ 660,4 milhões.

Com o resultado do último trimestre de 2017, a Usiminas atingiu no ano uma margem de Ebitda Ajustado da ordem de 20,4% contra os 7,8% contabilizados no ano anterior. No consolidado do ano de 2017, registrou lucro líquido de R$ 315,1 milhões, contra prejuízo líquido de R$ 576,8 milhões em 2016.

LIDERANÇA NO IBOVESPA

Para a Usiminas, o ano de 2017 foi marcado tam-bém por bons resultados no mercado de capitais. As ações ordinárias da empresa foram as que mais se valori-zaram no índice Ibovespa no período e as principais agên-cias globais de avaliação de risco – Standard and Poors, Fitch e Moody’s – elevaram a nota de crédito da empresa.

PRODUÇÃO E VENDAS

A produção e venda de aço também teve trajetória ascendente no ano. A produção de laminados, por exem-plo, atingiu 4 milhões de toneladas no consolidado de 2017, um crescimento de 11,8% em relação à produção de laminados registrada em 2016, que foi de 3,6 milhões de toneladas.

As vendas de aço, por sua vez, somaram 4 milhões de toneladas, contra as 3,7 milhões de toneladas registra-das em 2016, numa alta de 10,2%. O mercado doméstico foi o principal destino das vendas da empresa, com 82% do volume.

Ao contrário das empresas, que viram 2017 como um ano para ser esquecido, para a Usiminas foi um perío-do para ser lembrado sempre. Foi o ano que a empresa completou 55 anos de operação e viu sua história dar uma nova guinada consolidando uma trajetória de resultados positivos, que lhe permitiram passar a planejar não somen-te o presente como também o futuro da companhia.

INOVAÇÃO E SUSTENTABILIDADE

A volta da Usiminas à uma situação de normalida-de permitiu à empresa também reforçar seu compromisso com a melhoria contínua de seu desempenho ambiental, principalmente por meio do uso racional dos recursos na-turais, da gestão de impactos de suas operações no meio ambiente e do engajamento das comunidades em ações de educação ambiental.

A companhia acredita que inovação e sustentabi-lidade são elementos fundamentais para garantir a conti-nuidade e a competividade dos negócios. E, a partir desse ponto de vista, investe na busca de soluções sustentáveis para promover a sustentabilidade ambiental de suas ope-rações industriais, combinadas com ações voltadas para a equidade social e melhoria da qualidade de vida nas co-munidades vizinhas.

 Desde 1996, a Usiminas conta com um moderno Sistema de Gestão Ambiental – tendo sido a primeira in-dústria do setor no Brasil e a segunda no mundo a obter a certificaçãopela Norma ISO 14001, possibilitando uma gestão eficientede seus impactos e a promoção da me-lhoria contínua de seus processos. A manutenção da cer-tificaçãoambiental e os selos verdes que conquistou ao longo de sua história, como as diretivas europeias RoHS e ELV, consideradas referências mundiais, comprovam e renovam sua preocupação com o desenvolvimento eco-nômico em equilíbrio com o meio ambiente.

 Em paralelo a esses programas, as unidades pos-suem procedimentos que são acompanhados em caráter permanente, de modo a permitir o rigoroso controle am-biental de suas atividades. Entre eles, destacam-se o mo-nitoramento e controle dos resíduos sólidos, dos efluente industriais, sanitários e pluviais, das emissões atmosféri-cas, dos ruídos e das vibrações.

Em relação aos recursos hídricos, a Usiminas é signatária do Pacto de Minas pelas Águas, liderado pela Federação das Indústrias do Estado de Minas Gerais (Fiemg), e desenvolve iniciativas para a redução do con-sumo de água em suas operações e para o aumento da recirculação interna, em especial na siderurgia, onde há demanda elevada de recursos hídricos, em razão das altas temperaturas exigidas nas diferentes etapas de produção. Atualmente, o índice de recirculação de água na siderurgia é de 96%, resultado dos trabalhos internos desenvolvidos na busca da maximização do reaproveitamento das águas utilizadas e do seu uso racional.

VIVEIRO DE MUDAS

A Usiminas também mantém protegidas áreas verdes diversas, que somam mais de 1.700 hectares em diferentes cidades do Vale do Aço.

Uma delas é o Viveiro de Mudas, área antes utilizada como pasto e transformada em um parque urbano. É lá que a empresa produz mudas de diversas es-pécies de árvores nativas, frutíferas e ornamentais, para a manutenção de suas áreas verdes e para ações diversas junto à comunidade e Poder Público.

Somente em 2017, foram produzidas cerca de 20 mil mudas, sendo mais de 11 mil doadas a diversas entidades durante atividades da Usina de Ipatinga ao longo do ano. Outras 1.100 mudas foram repassadas a prefeituras para iniciativas de arbori-zação urbana, resgate de nascentes e recuperação ambiental.  O Viveiro de Mudas da Usiminas é palco também da Aventura no Viveiro, ação de educação ambiental voltado para escolas e para comunidade da região.

AS EMPRESAS USIMINAS

 USIMINAS – Atua na siderurgia e conta com duas usinas, em Ipatinga (MG) e Cubatão (SP). Tem foco em laminados planos com alto conteúdo tecnológico.

UNIGAL USIMINAS – Joint venture com a Ni-ppon Steel & Sumitomo Metal Corporation, sua princi-pal atividade é a galvanização por imersão a quente, agregando ainda mais possibilidades ao aço Usiminas.

MINERAÇÃO USIMINAS – Localizada na re-gião de Serra Azul, no Quadrilátero Ferrífero de Minas Gerais, produz e comercializa minério de ferro.

SOLUÇÕES USIMINAS – Uma das maiores no segmento de distribuição e de transformação de aços, a Soluções Usiminas conta com um amplo portfólio de produtos customizados.

USIMINAS MECÂNICA – Oferece produtos de alto valor agregado para a indústria de bens de capi-tal, bem como tecnologia, alta qualidade no gerencia-mento de projetos e na prestação de serviços.

 

AeC

A AeC é uma das maiores empresas brasileiras no desenvolvimento de projetos de relacionamento com clientes e outsourcing de processos de negócio (BPO), com mais de 25 anos de mercado e cerca de 22 mil colaboradores trabalhando em 12 unidades distribuídas em nove cidades de seis estados do Bra-sil. Em 2017, a empresa registrou faturamento de R$ 816 milhões, um crescimento de 2% no comparativo com o ano anterior.

A AeC oferece serviços de contact center, atendendo empresas de diversos segmentos, como telecomunicações, financeio, varejo, governo e ser-viços de saúde, entre outros. A AeC também atua na área de Consultoria e Gestão, oferecendo serviços, soluções e produtos, Consultoria e Gerenciamento de Projetos, Outsourcing e Desenvolvimento de sistemas sob medida, criando soluções inovadoras que bus-cam facilitar o dia a dia de milhões de consumidores. 

Com presença em grande parte do território nacional, a AeC tem sete unidades (sites) em Belo Horizonte (MG), Montes Claros (MG), Governador Valadares (MG), João Pessoa (PB), Campina Grande (PB), Mossoró (RN), Juazeiro do Norte (CE), São Paulo (SP) e Rio de Janeiro. São cerca de 14 mil posições de atendimento (PAs) e, no total, a empresa emprega aproximadamente 25 mil pessoas. 

Em Minas Gerais, a companhia oferece os seguintes serviços: gerenciamento de projetos de telecomunicações, fiscalizaçãode obras de teleco-municações, consultoria em TI e desenvolvimento de softwares, outsorcing de profissionaise máquinas, service desk e projetos de infraestrutura de TI.

Dentre os clientes atendidos pela AeC estão as gigantes de telefonia e TV: Claro, Oi, NET, além de órgãos do Governo, como a Cemig e - mais recente-mente - clientes do setor de varejo, do mercado fina-ceiro, seguros e saúde.

A AeC começou suas atividades em 1992, quando os acionistas Antônio Guilherme Noronha e Cássio Azevedo (daí o nome AeC – A de Antônio Guilherme e C de Cássio), que se conheciam desde a infância, se associaram para iniciar um negócio de venda de softwares, em Belo Horizonte. O trabalho começou a render frutos e eles se tornaram os pri-meiros revendedores credenciados da Microsoft no Brasil.

Durante sete anos, a empresa registrou cres-cimento e passou a desenvolver soluções em tec-nologia da informação (TI) para outras companhias, sempre em busca dos melhores resultados a partir das tecnologias utilizadas nos negócios de seus clientes, além também de disponibilizar uma equi-pe de consultores na área, para apontar as soluções mais adequadas para cada caso. Entre elas, migra-ções de plataformas, upgrades de sistemas, altera-ções na arquitetura de ambientes etc.

Em 1999, a AeC enxergou uma nova oportuni-dade de mercado e montou a primeira operação de contact center, com 10 posições de atendimento. Com o sucesso, essa área foi expandindo e hoje é o maior negócio da AeC, com 14 mil posições de atendimento e mais de 600 milhões de ligações recebidas por ano.

 

AZEVEDO SETTE ADVOGADOS

Fundado em 1967,  o escritório Azevedo Sette Advogados tem uma história de credibilidade, excelên-cia e comprometimento com seus valores, de respeito à ética e busca da excelência técnica. Com unidades em Belo Horizonte, São Paulo, Rio de Janeiro, Brasília, Recife e Goiânia e uma estrutura de apoio com ampla rede de correspondentes e parceiros na América do Sul, América do Norte, Europa e Ásia, atua de forma próxima aos clientes, para oferecer soluções comple-tas e de qualidade em diversas áreas da assessoria jurídica.

Azevedo Sette Advogados é conhecido e re-conhecido por apresentar soluções em diversas áreas do Direito. Além dos 36 sócios, uma equipe de 277 profissionaisaltamente qualificadosatua nas áreas de Fusões e Aquisições, Direito Administrativo, Cível, Tributário, Societário, Seguros, Previdência e Saú-de, Imobiliário, Mineração, Planejamento Sucessório, Trabalhista e Previdenciário, Direito da Concorrência, Bancário e Mercado de Capitais, Ambiental e Recursos Naturais, Propriedade Intelectual, Telecomunicações, 

Internet e Tecnologia da Informação, Contratos Comer-ciais e Financeiros, Compliance Anticorrupção e integri-dade Corporativa e Direito do Comércio Internacional.

Assim, o escritório oferece consultoria e asses-soria jurídica, tributária, na preparação de contratos, na elaboração de pareceres e análises legais preventivas, além de atuar na esfera do contencioso judicial e ad-ministrativo.  O escritório respira as oportunidades e desafiosdos clientes e, ainda, prima pelo atendimento pessoal e próximo, que garante o suporte necessário para as decisões estratégicas. A estrutura é moderna e os profissionaisestão em constante processo de atua-lização, para acompanhar as tendências do mercado.

Liderados pela ética, o escritório tem, há mais de 10 anos, um Programa de Compliance de normas e regulamentos, com procedimentos internos para garantir que regras de boas práticas negociais e governan-ça corporativa. O destaque são as práticas anticor-rupção, que devem nortear o padrão de conduta dos sócios, advogados e colaboradores.

Azevedo Sette Advogados é reconhecido en-tre os escritórios brasileiros que mais assessoraram operações de Fusões e Aquisições entre 2015 e 2017 e tem o seu trabalho reconhecido pelos clientes que não se furtam à comentar a qualidade dos serviços prestados. 

No portfólio de clientes estão companhias como Andrade Gutierrez, Mapfre, Grupo Votorantim, Localiza, Aethra, CCR, Queiroz Galvão, Claro, MRV, Construtora Marquise, Grupo J. Mendes, Jaguar Mi-ning, Mirabela Nickel, Mercedes-Benz, Microsoft, Zu-rich, BSA – Business Software Alliance, Brookfield Kaefer, Alcoa, Sascar, Lafarge-Holcim, Mastercard, White Martins, GE, Samarco, MiniSou, BNP Paribas, Petronas, Komatsu, Falconi, Fundepar, Alcoa, TransUnion, Pastifício Santa Amália, Anglo American e outras.

Em Belo Horizonte, ficana Rua Paraíba, 1.000, Funcionários. O telefone de contato é (31) 3261-6656. Visite o site: www. azevedosette.com.br 

CBMM

Fundada em 1955 em Araxá, a CBMM (Com-panhia Brasileira de Metalurgia e Mineração) tem sua história diretamente ligada ao desenvolvimento das tecnologias do Nióbio, metal aplicado em atividades industriais como a fabricação de automóveis, de tubu-lações de transmissão de óleo e gás, estruturas metáli-cas e turbinas de aeronaves. Graças a décadas de in-vestimentos em seu programa de tecnologia, a CBMM alcançou a posição de líder mundial de produtos finaisde Nióbio, além de ser a única empresa com presença em todos os segmentos deste mercado.

Com uma equipe de 1800 funcionários, a CBMM possui a concessão de uma das maiores reservas de Nióbio em operação do mundo, que fornece a matéria--prima para a fabricação de seus produtos à base do elemento: ferronióbio, níquelnióbio, óxido de nióbio e nióbio metálico. O ferronióbio representa cerca de 90% do mercado e é usado hoje em um décimo de toda a produção de aço mundial. Ao adicionar Nióbio ao aço, as estruturas ficammais resistentes e consequentemen-te mais leves, apresentando, portanto, maior eficência energética, exigência prioritária da indústria contempo-rânea. Pelo aumento da demanda por materiais leves, a CBMM investe constantemente no desenvolvimento de produtos de Nióbio em parceria com clientes, universi-dades e instituições de pesquisa do Brasil e do mundo, com investimentos anuais em tecnologia superiores a R$150 milhões. O objetivo central da CBMM é aproveitar todas as potencialidades e variações do Nióbio para expandir seu mercado mundial. Atualmente, seu programa de tecnologia tem se dedicado a pesquisas com cerâmicas eletrônicas, lentes para câmeras, bate-rias automotivas e smart windows.

Segundo Eduardo Ribeiro, CEO da CBMM, o mercado mundial de produtos de Nióbio deve crescer cerca de 20% em 2018 com relação a 2017, superando 100.000 toneladas de ferronióbio equivalente. O cres-cimento das vendas de produtos de nióbio da CBMM  poderá superar o crescimento do mercado em 2018. Em 2017, a companhia obteve receita líquida anual de R$ 4,79 bilhões, 4,8% a mais do que em 2016. Em volume, as vendas de ligas de ferronióbio cresceram 14,1%, para 65,4 mil toneladas. No caso de produtos especiais, as vendas somaram 3,4 mil toneladas. A CBMM exporta para 500 clientes em 50 países ao redor do mundo, sendo Ásia, Europa e América do Norte os principais mercados.

Além de fomentar e incentivar o mercado, a mis-são da CBMM é sustentável, transformando um recurso natural em soluções para a construção de um mundo melhor, com a adoção das melhores práticas ambien-tais. As diretrizes básicas do seu Sistema Integrado de Gestão são fundamentadas na proteção e respeito ao meio ambiente, aos seus colaboradores, clientes, acio-nistas, fornecedores, órgãos governamentais e à comu-nidade em que se insere.

CCPR

Produtores circulavam pelas ruas com suas vacas, batendo de porta em porta para oferecer leite fresco tirado na hora para encher os vasilhames dos clientes. Essa era a realidade em grandes cidades brasileiras no início do século passado. De lá para cá, tudo mudou na captação do leite.  O trabalho hoje envolve muita tecnologia e um alto padrão de eficiência.Em Minas Gerais, a revolução do setor começa com a fundação, em 1948, da Cooperativa Central dos Pro-dutores Rurais (CCPR). 

A Cooperativa Central completa neste mês 70 anos de existência com números que impressionam. Ela é a maior captadora do país, com um volume médio de 3 milhões de litros por dia. Para recolher esse grandioso volume em fazen-das espalhadas por dois Estados (Minas e Goiás), seus ca-minhões percorrem diariamente 60 mil quilômetros. É como dar uma volta e meia em torno da Terra todos os dias! “Nosso modelo logístico é único no país”, diz o presidente da CCPR Itambé, Marcelo Candiotto. “Somos referência competindo com outros players importantes do setor.” A eficiênciadeste sistema desenvolvido ao longo de sete décadas dá a Can-diotto a certeza de que a CCPR está pronta para ir ainda mais longe. “A CCPR vai crescer ainda mais captando leite para outros laticínios além da Itambé”, informa ele. Este é o plano para o futuro.

O planejamento futuro só é possível porque a CCPR é uma empresa sólida, construída pelo trabalho coletivo das 4,6 mil famílias de produtores cooperados. “Os donos da CCPR são as cooperativas e os produtores”, costuma repetir sempre o presidente. “Foi o sentimento de pertencimento que contribuiu para a construção desse império.” Vice-presidente da CCPR Itambé, Marcos Elias corrobora a fala de Candiot-to. Ele ressalta que a Cooperativa Central existe para apoiar os produtores em todas as circunstâncias. “A preocupação com a melhoria da assistência ao produtor, o pagamento de incentivos financeios pela qualidade do leite e os projetos de fomento ao fornecimento de insumos são exemplos de ações que fortalecem a cadeia”, destaca Elias.

Seis cooperativas municipais das cidades mineiras de Sete Lagoas, Esmeraldas, Pará de Minas, Itaúna, Pedro Leo-poldo e Matozinhos (já desfeita) foram responsáveis pela fun-dação da CCPR.  Nos anos de 1940, o país vivia os reflexo negativos da 2ª Guerra Mundial, entre eles, a escassez de produtos alimentícios. Em Belo Horizonte, a distribuição de leite era uma política pública de abastecimento à população, sob o controle do governo estadual. O objetivo era assegurar o abastecimento do leite em quantidade e qualidade. O Estado recebia, processava e distribuía para a população em carroças com latões inseridos em tonéis de gelo. 

 A oferta de leite, entretanto, era menor que a deman-da da população da capital mineira que só crescia. Por isso, em 1948, o então secretário estadual de Agricultura Américo Renné Gianetti estimulou os produtores a criarem uma coope-rativa para assumir o controle da Usina Central.  Foi quando os representantes das seis cooperativas se uniram para fundar a Cooperativa Central dos Produtores de Leite (hoje Cooperati-va Central dos Produtores Rurais). O primeiro carregamento de garrafas de leite, já sob a responsabilidade da CCPR, che-gou às padarias de Belo Horizonte em maio de 1949.

 Ao longo dos seus 70 anos de existência, a Coopera-tiva Central se diversificoupara atender as necessidades dos produtores. Para processar o leite captado e agregar valor à produção dos cooperados, dois anos após a fundação da CCPR, em 1950, foi criada a empresa Itambé Laticínio que possui hoje um diversificadomix de produtos: são mais de 190 itens da marca nas linhas de iogurte, requeijão, manteiga, bebidas lácteas, creme de leite e leite em pó, além de com-postos. Em 1956, foi criada a CCPR Armazém para oferecer aos cooperados todos os insumos necessários no manejo do rebanho. Já a CCPR Rações surgiu em 1982 para fornecer linhas completas de nutrição animal.

O respeito aos princípios do cooperativismo - como intercooperação e interesse pela comunidade –, que não dei-xou de existir ao longo dessas sete décadas de história -, é a base que sustenta a CCPR. Mas, para Marcelo Candiotto, é a capacidade de implantar conceitos modernos de gestão que mantém o negócio saudável, com condições reais para conti-nuar crescendo. “Somos a única cooperativa central brasileira que alcançou 70 anos, um feito que merece destaque”, diz ele. “Isso demonstra nossa solidez e assegura os investimentos futuros.” Até aqui, a história foi de evolução e grandes con-quistas. Daqui para frente não será diferente. A CCPR certa-mente irá ainda mais longe.

 

CENIBRA

A Celulose Nipo-Brasileira S.A.(Cenibra), lo-calizada em Belo Oriente (236 km de Belo Horizonte), é uma das maiores produtoras mundiais de celulose branqueada de fibra curta de eucalipto. Em 2017, a produção totalizou 1,220 milhão de toneladas. Des-te total, 1,183 milhão de toneladas (97% do total) foram direcionados ao mercado externo, atendendo principalmente ao Japão, Estados Unidos, países da Europa, América Latina e Ásia. O restante, de 38 mil toneladas, tiveram como destino o mercado interno.

A empresa alcançou lucro líquido de R$ 440 milhões e uma receita operacional líquida de R$2,194 milhões, 14,78% acima do ano anterior. O EBITDA ajustado (geração de caixa) elevou-se 33,43%, para R$905 milhões, com a margem EBITDA subindo de 35,50% para 41,27%. Em 2017, os investimentos de capital da companhia totalizaram R$450 milhões. Os objetivos primordiais dos investimentos foram a redução da estrutura dos custos e o aprimoramen-to dos processos operacionais, em sinergia com os investimentos em meio ambiente, social e seguran-ça. A receita operacional líquida totalizou R$2.194 milhões, 14,78% acima da registrada em 2016, em virtude do maior preço médio líquido em dólar e do maior volume de celulose vendido. 

Já o lucro líquido de R$440 milhões representou uma redução em relação ao ano anterior. Os fatores que impactaram esse resultado foram os efeitos do valor jus-to do ativo biológico e a conversão contábil para a moe-da de apresentação do relatório (moeda funcional dólar). 

A geração de caixa (EBITDA ajustado) fechou em R$905 milhões, resultado 33,43% superior ao valor de R$679 milhões do ano de 2016. O resultado desse indicador também é explicado pelos fatores que impactaram a re-ceita operacional líquida (maior preço médio líquido em dólar e maior volume de celulose vendido).

A Cenibra está presente em 54 municípios do Es-tado, com duas linhas de produção. Além dos impos-tos que recolhe e dos 7.700 empregos diretos e outros 45,500 indiretos que gera, a empresa responde direta-mente pela subsistência de 183 mil pessoas.

A empresa desenvolve mais de 50 programas so-cioambientais nas áreas de educação, meio ambiente, inclusão digital, geração de renda, resgate cultural, la-zer e cidadania. Em 2017, foram aproximadamente R$ 2 milhões destinados a projetos culturais em cidades do interior de Minas Gerais via Lei Federal de Incentivo à Cultura e Lei Federal de Incentivo ao Esporte. Em 2018, esse número já ultrapassou R$ 5 milhões.

A Cenibra maneja uma área de 254 mil hec-tares, sendo 51% de plantio de eucalipto; 41% de área de Preservação Permanente e Floresta Nativa; e o restante em áreas destinadas para infraestrutura e outros. A companhia foi a primeira do país a re-ceber simultaneamente as certificações do Conselho de Manejo Florestal (Forest Stewardship Council - FSC®) e do Programa Nacional de Certificação Flo-restal (CERFLOR), reconhecido internacionalmente pelo Programme for the Endorsement of Forest Cer-tification (PEFC). 

 

DROGARIA ARAUJO 

Pioneira, empreendedora e líder absoluta no mercado de Minas Gerais. Não é à toa que a Araujo é referência no setor farmacêutico. Com 112 anos de história, a drogaria foi a responsável por lançar o primeiro plantão 24 horas, o primeiro telemarketing, a primeira drogaria com serviço dri-ve-thru e a primeira rede de farmácias no mode-lo drugstore. Atualmente, suas lojas faturam mais que o dobro da média do setor e é da Araujo o maior Ebitda do varejo farmacêutico.

Em 2018, a empresa alcançou o recorde de 59% de market share (IQVIA, YTD JUN18) na Região Metropolitana de Belo Horizonte (RMBH), consolidando sua liderança e crescendo mais que a concorrência. O desafio agora é fortalecer o Pa-drão Araujo em um plano estruturado de expansão para toda Minas Gerais.

EM PLENA EXPANSÃO

Para garantir que o cliente sempre encontre o que procura em suas lojas, a Araujo inaugurou, em 2107, seu novo Centro de Distribuição. Lo-calizado no principal entroncamento logístico da RMBH, o CD tem capacidade de atender a 650 lojas no estado, o que assegura a expansão da rede para os próximos anos.

A Araujo ainda estabeleceu rotas de cres-cimento que, em execução, já levaram a empresa até Juiz de Fora, considerado um dos marcos de seu projeto de expansão. Chegando com tudoano interior mineiro, inaugurando 32 lojas neste ano e com o desafio de ser líder em todas as praças, o resultado obtido até agora foi o crescimento de oito pontos (IQVIA - YTD JUN18xJUN17) em mar-ket share nas cidades do interior do estado e a certeza de que a expansão da rede está apenas começando. Para o próximo ano, a previsão é de forte crescimento, com mais ampliações e inaugu-ração de novas lojas.

112 ANOS DE HISTÓRIA

Tudo começou em 1906, quando o jovem Modesto Carvalho de Araujo chegou à recém-fun-dada Belo Horizonte. Homem de visão e fortes valores, como ética, seriedade e honestidade, ele sonhou em fazer a empresa crescer e construiu bases importantes para isso. Mais tarde, seu fi-lho Antônio Martins de Araujo, evoluiu o alcance do atendimento ao cliente, com o lançamento do Drogatel Araújo em 1963, o primeiro delivery do Brasil. 

A empresa hoje é presidida por Modesto Araujo Neto, terceira geração à frente da Drogaria, responsável pelo plano de expansão da empresa, indo além do sonho de seu avô e de seu pai, con-solidando a marca em todo o estado. Depois de formado, Modesto optou por fazer carreira, traba-lhando em empresas do setor financeiro. Em 1984, voltou para a Araujo e passou a integrar a direto-ria ao lado dos irmãos Marco Antônio e Eduardo. Naquela época, a Araujo tinha apenas nove lojas e iniciava-se um novo ciclo na empresa. Uma das iniciativas revolucionárias foi a criação do mode-lo drugstore/loja de conveniência, vencendo uma batalha judicial e legal no Brasil.

Em 2004, Modesto assumiu a presidência, preparando a empresa para uma expansão plane-jada e sustentável. A partir daí, a empresa decolou e se transformou na maior rede de drogarias de MG. Desde que começou a atuar na organização, conseguiu dar o salto de apenas nove para mais de 200 lojas.

Para Modesto Araujo Neto, estar à frente da Drogaria Araujo é saber enxergar as oportunida-des e avançar. “O segredo desta longevidade, é satisfazer e encantar nossos clientes, ter visão de futuro, evoluir com ousadia, investir em tecnologia e valorizar cada um dos nossos colaboradores”, enfatiza. A empresa possui mais de 7 mil funcio-nários.

INOVAÇÃO NOS SERVIÇOS

Ao apostar sempre em inovação, a Araujo diversifica os serviços oferecidos aos clientes e marca presença na vida dos mineiros. A empre-sa foi a primeira a adotar o modelo de Drogaria Drugstore, que conta com um mix completo de produtos. São mais de 18 mil itens comercializa-dos, mais que o dobro de uma farmácia conven-cional. 

FOCO NO CLIENTE

Reconhecida pela diversidade de serviços inovadores, a Drogaria Araujo traz praticidade para os clientes. Para atender novos perfis de clientes, práticos e rápidos, a rede de drogarias lançou o Box Araujo, uma nova forma de adquirir produtos na loja. Essa inovação visa unificar os canais online e offline – a loja física com o meio di-gital – trazendo uma nova experiência de compra.

“Com o Clique e Retire estamos entregan-do mais uma facilidade para o consumidor. Pra quem tem pressa e não quer perder tempo indo à loja, basta comprar pelo App Araujo e escolher a retirada do produto pelo Box Araujo, eles estão espalhados em lojas Araujo em toda a região me-tropolitana”, explica Modesto Araujo Neto. 

Outra inovação que a Araujo oferece para os seus clientes é a tecnologia NFC, uma opção de pagamento por aproximação, ainda mais se-gura e com facilidades para o usuário. Com isso, é possível efetuar o pagamento das compras por meio de um aplicativo Samsung Pay ou Apple Pay e da pulseira eletrônica Visa ou Santander dispo-nibilizada pelo banco.

A empresa não mede esforços para criar uma experiência única para seus clientes. Dentro do App Araujo existem diversos recursos para fa-cilitar a sua vida. Na opção Receita Ágil é possí-vel comprar medicamentos com receita de forma rápida e simples. Basta o cliente fotografar a re-ceita, anexar ao pedido ao efetuar a compra pelo aplicativo.

SERVIÇOS FARMACÊUTICOS

O Serviço Farmacêutico, programa de aten-dimento que visa dar suporte à adesão ao trata-mento prescrito pelo médico, também disponibi-liza vacinas e testes rápidos. Os testes rápidos ou POC (Point Of Care) são capazes de detectar doenças, como hepatites A e B, HIV (AIDS), Sífi-lis, Zika, Chikungunya e Dengu, e dosar a hemo-globina glicada e a glicose capilar, além de medir a pressão arterial, o PSA e o colesterol (total e fracionado). A novidade é o exame de Beta HCG, responsável pelo diagnóstico de gravidez em ape-nas 15 minutos. Todas as lojas da Araujo oferecem esses serviços.

 

EMPA

PCH´s, obras ferroviárias, portuárias e industriais, em todo o território brasileiro. Com sede em Belo Horizon-te/MG, a EMPA faz parte de um dos maiores grupos empresariais de Portugal – Grupo Teixeira Duarte – que possui atividades e projetos nas várias áreas da cons-trução, como a Geotecnia e Reabilitação, Edificações,Infraestruturas, Metalomecânica, Obras Subterrâneas, Ferroviárias e Marítimas.

Em 2017, a construtora registrou faturamento de R$ 485,1 milhões. O portfólio da empresa inclui o Ter-minal Marítimo Ponta da Madeira da mineradora VALE, em São Luís, no Maranhão; duplicação da Estrada de Ferro Carajás em dois segmentos, nos estados do Pará e Maranhão, também para a VALE; as duplicações da BR-060, no trecho entre Brasília e Goiânia,  BR-101, entre Alagoinhas e a divisa com Sergipe e BR-116, em Fei-ra de Santana, ambas na Bahia; os terminais On Shore para a mineradora Anglo American no Porto de Açu, no Rio de Janeiro; os cais, píer e retroárea do Estaleiro Ju-rong em Aracruz, no Espírito Santo; as fundações pro-fundas na Linha 17 do Metrô de São Paulo, e também, o retrofit do Edifício Barão de Mauá para a ALIA.

A empresa investe permanentemente na otimi-zação de suas atividades por meio da capacitação das pessoas, do aprimoramento dos sistemas de gestão in-tegrados e da evolução técnica, meios que possibilitam uma prestação de serviços com mais qualidade e segu-rança e, como consequência, resultados mais efetivos para os clientes.

O corpo técnico é experiente e qualificado.A infraestrutura é excelente e há um moderno parque de máquinas, o que confere a agilidade e a competência necessárias para a execução de qualquer tipo de proje-to, dentro e fora do Brasil.

O modelo de gestão empresarial adotado con-templa a utilização de modernas ferramentas em sin-tonia contínua com a evolução do mercado em todas as vertentes de sua atuação. Dentre essas, destacamos o SAP, ferramenta informática utilizada nos principais processos de gestão da empresa, que proporciona a integração e confiabilidadedas informações, agilidade na tomada de decisões e controles internos mais ef-cientes.

A EMPA possui certificaçõesnas seguintes nor-mas: NBR ISO 9001 – Sistema de Gestão da Qualidade, NBR ISO 14001 – Sistema de Gestão Ambiental, OHSAS 18001 – Sistema de Gestão da Segurança e Saúde no Trabalho e PBQP-H – Programa Brasileiro da Qualidade e Produtividade do Habitat – Sistema de Avaliação da Conformidade de Empresas de Serviços e Unidades da Construção Civil. A empresa prioriza a contratação de mão de obra e de fornecedores locais, para estabelecer parcerias com empresas e entidades que favoreçam essa integração.

 

FIAT CHRYSLER AUTOMÓVEIS (FCA)

Em 2017, o lucro líquido da Fiat Chrysler Au-tomobiles (FCA) aumentou em 93%, ao atingir € 3,51 bilhões, ante € 1,81 bilhão apurados no ano anterior. O lucro líquido ajustado ficouem € 3,77 bilhões, aumento de 50%. Já o faturamento líquido ficouestável em € 110,9 bilhões, com vendas globais também iguais às de 2016, ao repetir o volume de 4,7 milhões de veícu-los. O grupo considera que os resultados positivos se devem especialmente ao bom desempenho dos seg-mentos de picapes e utilitários esportivos.

O EBITDA (ganhos antes de impostos e despe-sas financeiras)ajustado da companhia cresceu 16%, avançando para € 7,1 bilhões, com margem de 6,4%. A meta da FCA em diminuir o endividamento industrial foi cumprida, com a redução dos débitos à metade, para € 2,4 bilhões.

A empresa afirmaque os resultados finance-ros estão em linha com o plano quinquenal, que será concluído em 2018. Para este ano fiscal,as projeções são de aumento de 12% na receita, para € 125 bilhões, EBIT ajustado de € 8,7 bilhões, o que significariaalta de 22,5%, e lucro líquido ajustado de € 5 bilhões, que se alcançado, terá crescido 32,6% sobre 2017.

Entre as regiões, o destaque foi a América Latina, onde o faturamento cresceu 29%, passando de € 6,19 bilhões para € 8 bilhões, impulsionado pelo efeito positivo de novos produtos, principalmente Fiat Argo, Mobi e Toro, e Jeep Compass, além da melhora das condições do mercado brasileiro. O grupo entregou um total de 521 mil veículos nos países da região, um aumento de 14% sobre as 456 mil unidades registradas no ano anterior.

Em setembro deste ano, a empresa consolidou a liderança de vendas no acumulado do ano, com 17,7% de market share durante os nove primeiros meses de 2018. Com 315.423 unidades vendidas, o grupo acu-mula 11,9 mil unidades à frente do segundo colocado.

Em setembro, o Fiat Argo apresentou recorde de vendas, com 6.394 unidades emplacadas, 3,7% a mais do que no mês anterior. O modelo conquistou a 6º posição no ranking de carros mais vendidos do mercado brasileiro, consolidando a tendência de crescimento.

Em comerciais leves, a marca Fiat liderou os licenciamentos com 42,6% de market share, repre-sentado pelo Fiat Fiorino e Novo Fiat Ducato. No segmento de picapes, os destaques foram a Fiat Strada, líder absoluta com 4.696 unidades emplaca-das, seguida de Fiat Toro, com 4.575 unidades. A performance dos dois modelos na primeira e segun-da posições deram à Fiat a liderança do segmento, com 33,4% de market share.

Com 5.006 unidades vendidas, o Jeep Compass continua no topo do ranking do segmento de SUVs e já contabiliza mais de 70 mil veículos emplacados no Brasil neste ano. 

Primeira fábrica de automóveis a instalar-se fora do cinturão industrial paulista, o Polo Automoti-vo Fiat foi inaugurado em 9 de julho de 1976. Ao lon-go destes 42 anos, a empresa tem contribuído para transformar a economia e o perfil de Betim e de Mi-nas Gerais, ao atrair para seuentorno inúmeros for-necedores, fortalecendo o tecido industrial mineiro.

 

GASMIG

A Companhia de Gás de Minas Gerais (Gas-mig) é uma sociedade anônima sob o controle indire-to do Estado de Minas Gerais, sendo seus acionistas a Companhia Energética de Minas Gerais (Cemig) e o Município de Belo Horizonte (MBH). Por outor-ga de concessão pelo Estado de Minas Gerais, é a distribuidora exclusiva de gás canalizado em todo o território mineiro, atendendo aos segmentos indus-trial, comercial, residencial, gás natural comprimido, automotivo e termelétrico.

Em 2017, a Gasmig adequou o contrato de suprimento de gás à realidade do seu mercado, para gerar equilíbrio econômico-financeiro para a compa-nhia. O resultado foi positivo, com Ebitda de R$ 271 milhões, 40% acima do ano anterior. O lucro líquido foi de R$ 149 milhões, 53% maior que o de 2016.  Houve aumento, também, no volume de gás natu-ral fornecido, da ordem de 12,6% para o segmento industrial, o que demonstra que a política comercial adotada pela empresa foi bem-sucedida. No mesmo período, o número de unidades consumidoras pas-sou para 31.355, 102% a mais que o registrado no exercício de 2016.  No total, 35 municípios mineiros já são atendidos pela companhia.

Para garantir a prestação de serviço de quali-dade, a Gasmig ampliou para o canal de atendimento do call center (número 117) do Mercado Urbano da Gasmig, com atendimento 24 horas para emergên-cias. Também em 2017, a empresa lançou a maior campanha do país de incentivo às conversões para o GNV, a GMV Roda. Foram celebrados, ainda, dois contratos de GNC  Estruturante na região de Campo das Vertentes, nos municípios de Nazzareno e São João del Rei, totalizando 252 mil metros cúbicos mensais contratados.

O ano marcou o início do fornecimento de GNV na cidade de Betim, na Região Metropolitana de Belo Horizonte (RMBH), através do Gás Natural Compri-mido Veicular (GNVC). A empresa também construiu  46,13 km de rede de gasoduto em Polietileno de Alta Densidade (PEAD) para adensamento do segmento residencial no município de Belo Horizonte.

Além do GNV, a GASMIG leva gás natural ca-nalizado para diversas casas e estabelecimentos, tendo atingido em outubro de 2018 a marca de 40 mil clientes residenciais e pequenos comércios ligados à rede de distribuição.

Em julho deste ano, a GASMIG inaugurou a “Cidade do Gás”, localizada no Centro de Distri-buição da Região Metropolitana de Belo Horizonte - CD-RMBH, da GASMIG em Contagem. O conceito inovador foi concebido como uma série de equipa-mentos utilizadores do gás natural, com o objetivo de demonstrar os benefícios deste energético mais econômico e menos poluente a parceiros, clientes, instituições de ensino, e demais públicos de interes-se. O projeto inclui um sistema modelo de abaste-cimento de gás natural veicular para os veículos da frota da empresa.

A missão da GASMIG é fornecer soluções energéticas limpas e seguras por meio do gás natu-ral, contribuindo para o desenvolvimento de Minas Gerais, criando valor para clientes, colaboradores e acionistas. 

 

GRUPO HERMES PARDINI

O Grupo Hermes Pardini atingiu, em 2017, receita bruta de R$ 1,2 bilhão, com um aumento de 24,4% comparado ao ano de 2016. Mais de 54% des-se faturamento vem do segmento Lab-to-Lab, que en-cerrou 2017 com receita bruta de R$ 663,1 milhões. No ano passado, mais de 83 milhões de exames foram processados no Núcleo Técnico Operacional de Ves-pasiano (MG) e pelos 5 Núcleos Técnicos Avançados, localizados em Belo Horizonte, São Paulo, Rio de Ja-neiro e Goiânia. 

No segundo trimestre de 2018, o Grupo Her-mes Pardini atingiu receita bruta de R$322,6 milhões, o que representa um aumento de 4,0% comparado ao mesmo período de 2017. Cerca de 52% dessa receita é resultado do Lab-to-Lab, que encerrou o 2º trimestre de 2018 com R$171,1 milhões. Mais de 22,8 milhões de exames foram processados pelos 5 Núcleos Téc-nicos Avançados, localizados em Belo Horizonte, São Paulo, Rio de Janeiro e Goiânia. 

No mesmo período, o Grupo concluiu a compra de 100% do Diagnósticos Laboratoriais Especializa-dos Ltda (DLE) e a compra de 51% do Labfar Pesquisa e Serviços Ltda e anunciou em julho a assinatura de instrumentos contratuais para a compra de 55% da Psychemedics Brasil - ainda sujeita à aprovação do CADE (Conselho Administrativo de Defesa Econômi-ca). A empresa Diagnósticos Laboratoriais Ltda é es-pecializada em genética humana e doenças raras. Já o Labfar e Psychemedics Brasil fazem parte da estra-tégia da empresa de fortalecimento de sua posição no mercado de toxicologia forense.

Atualmente a companhia detém as marcas Her-mes Pardini (MG e SP); Ecoar, Humberto Abrão, e La-bfar (MG); Padrão (GO); Diagnóstika (SP), Progenética, Centro de Medicina Nuclear da Guanabara e DLE (RJ). Essa base permite a oferta de cerca de 4 mil tipos de exames e a expertise nas áreas de análises clínicas, diagnóstico por imagem, genética molecular, testes oncológicos de alta complexidade, medicina nuclear, medicina personalizada e patologia cirúrgica. 

Em março deste ano, o Grupo assinou contra-to com a Siemens Healthineers para dar andamento à segunda fase do projeto Enterprise, maior platafor-ma de automação laboratorial do mundo e que tem a Siemens Healthineers, como principal fornecedora de soluções. Inédito no mercado, o projeto foi planejado pela equipe do Pardini e detalhado com as participa-ções dos principais fornecedores de equipamentos do mundo. 

A nova planta permitirá dobrar, em cinco anos, a capacidade potencial de realização de exames do Grupo Hermes Pardini, que atualmente está na casa dos 90 milhões de exames/ano. Além disso, o nível de automação projetado permitirá aumentar de 46% para 82% a proporção de resultados de exames proces-sados em menos de seis horas. Todo esse resultado aliado a confiabilidade dos esultados. 

No Núcleo Técnico Operacional de Vespasiano, o nível de automação permitirá aumentar de 46% para 82% a proporção de resultados processados em menos de seis horas, para dobrar a capacidade potencial atual de 83 milhões de exames/ano. 

 

ITAMBÉ

Com quase 70 anos de mercado, a Itambé, considerada uma das maiores empresas de laticí-nios do país, conta com mais de 7 mil fornecedores e 3,3 mil funcionários diretos. A companhia pos-sui cinco unidades industriais, sendo quatro em Minas Gerais (MG) - Pará de Minas, Sete Lagoas, Guanhães e Uberlândia - e uma em Goiânia (GO). A marca, diariamente, transforma 2,7 milhões de li-tros de leite em um portfólio completo de derivados lácteos. Hoje são mais de 160 produtos entre leites, iogurtes, requeijões e doce de leite. No último ano, a empresa focou na melhoria de posicionamento de seus produtos refrigerados, principalmente na ca-tegoria de iogurtes. “Foi através dessas estratégias adicionais que consolidamos o nosso market share de liderança isolada em Minas Gerais em 28% e subimos para 8% no total Brasil. Nas categorias mais “comoditizadas” como o leite UHT, o foco foi no desenvolvimento de produtos especiais, com a continuidade no crescimento das  linhas sem lac-tose e o lançamento do Natural Milk.  Esse último possui uma logística própria, segregada provenien-te de uma parceria com uma das maiores e me-lhores fazendas produtoras do país. Assim, permite que o leite vá da ordenha ao envase em menos de 24 horas”, explica Ricardo Cotta, diretor de Novos Negócios e Relações Institucionais da ltambé.

TRADIÇÃO E QUALIDADE RECONHECIDAS

Em 2017, um relatório produzido pela Brand Foot Print, empresa de pesquisa de mercado Kan-tar WorldPanel, indica que a Itambé é a 4ª marca de consumo do varejo mais escolhida pelos brasilei-ros no ramo de laticínios. Além disso é a marca de leite, iogurte, doce industrializado e requeijão mais lembrada pelos mineiros, segundo o Top Of Mind MG 2018 e a marca de leite mais lembrada pelos consumidores de Brasília, segundo o Top Of Mind – Data Folha 2018. A Itambé também é a 3ª marca preferida no setor de lácteos entre os brasileiros, segundo a Mind Miners, em uma pesquisa realizada em 2017. 

INOVAÇÃO

No último ano, a ltambé lançou a linha PRO com o objetivo de atender uma tendência de consu-mo que tem como foco a saudabilidade. “São produ-tos com alta concentração de proteína, proveniente de um processo de concentração da própria proteína do leite. Trata-se de uma tecnologia de última gera-ção, que funciona por meio de membranas de ultra filtração. Foram investidos 10 milhões só em equipa-mentos para a fabricação dessa linha”, explica. De acordo com Cotta, uma das preocupações da ltambé é ter um sistema de gestão orientado para a satisfa-ção do cliente, proteção e preservação da saúde e segurança do trabalhador e do meio ambiente. “Te-mos um programa próprio da Itambé e seus resulta-dos e eficácia são verificados periodicamente atra-vés de organismos certificadores externos, ou seja, através de auditorias de terceira parte. O sucesso das ações realizadas com foco na garantia da qua-lidade do produto, economia dos recursos naturais, proteção e preservação da saúde e da segurança do trabalhador também garantem para a Itambé a certi-ficação em várias normas”, pontua. 

Além disso, a Itambé trouxe outras grandes novidades em 2018. A primeira delas foi o reposicio-namento de sua linha infantil, agora intitulada Itambé Kids. O novo conceito foi criado para deixar a marca mais moderna e conectada com o target e com o propósito de levar o leite para o dia a dia das crian-ças de uma forma mais divertida, mostrando que o leite comum que elas conhecem se transforma em diversos outros produtos gostosos que consomem ao longo do dia, como o achocolatado no café da manhã, o leite fermentado ou o petit suisse na sobre-mesa. O portfólio agora leva o licenciamento de “Os Incríveis 2”, filme de animação de maior bilheteria no Brasil em 2018 da Disney Pixar. “A Itambé possui uma linha completa de produtos para crianças. O re-posicionamento de Itambé Kids chega para acompa-nhar as mudanças feitas na marca mãe e após meses de pesquisa para entender a fundo o que os adultos e os pequenos pensam sobre esse universo de pro-dutos lácteos”, explica Beatriz Cardoso, gerente de marketing da Itambé. “Com o reposicionamento da linha, que teve a produção de uma campanha com o maior investimento já feito pela empresa na categoria, queremos mostrar que o leite é um mundo de possibilidades e que, além de nutritivo, se transfor-ma em outros produtos práticos, cheios de sabor e feitos a partir de processos rigorosos de controle de qualidade”, completa a executiva. E não para por aí. A Itambé anunciou recentemente sua parceria com a Fini, marca líder do segmento de balas de gelatina no Brasil com o lançamento de um produto super inovador. A combinação reúne sabor e textura, para apresentar ao mercado uma nova experiência de consumo, um produto nutritivo e surpreendente.O iogurte pode ser encontrado nos sabores framboesa e tutti-frutti, enquanto as balas vêm nas cores: amarela com sabor laranja; vermelha com sabor morango; e verde com sabor maçã verde. A mistura das balas Fini com o iogurte Itambé promete surpreender como uma nova opção de snack, pois proporciona aos consumidores um momento prazeroso e gostoso.

“Além de ser uma inovação para a categoria, trazemos também uma novidade para o nosso port-fólio: esse é o primeiro produto ‘pote + overcap’, po-tinho com outro tipo de produto para ser adicionado ao iogurte da companhia. Anunciar esse lançamen-to em parceria com a Fini, uma marca tão querida e admirada pelos consumidores, sem dúvida reforça o posicionamento da Itambé de levar o melhor do lei-te de forma surpreendente ao consumidor. Afinal, o leite é um mundo de possibilidades”, explica Beatriz Cardoso, gerente de marketing da Itambé.

 

LATICÍNIOS PORTO ALEGRE 

Laticínios Porto Alegre cresce em ritmo acelerado e investe em novas fábricas, ampliação do mix de produtos e revitalização da marca

 Em menos de 30 anos, a Porto Alegre se conso-lidou como um dos laticínios mais promissores do país. O negócio, que começou com a produção de queijos em uma fazenda no município de Rio Doce (MG), conta atualmente com um portfólio de mais de 40 produtos em diferentes versões e com distribuição em Minas Ge-rais, Rio de Janeiro, Espírito Santo e São Paulo, além da abertura de novos mercados. A empresa cresce em rit-mo acelerado e tem a meta de dobrar a capacidade de produção e faturamento em 5 anos. A partir de um novo projeto, traçado em 2015, a empresa inaugurou há cer-ca de um ano e meio um centro de distribuição em Con-tagem, trazendo ainda mais eficiênciapara a vasão de produtos na região da grande BH. Outros projetos estão em curso, incluindo a construção de uma nova fábrica em Antônio Carlos (MG). A expectativa de crescimento para 2018 já superou a estimativa inicial de 12% e deve chegar a 17,5%, quando comparado a 2017. Nesse ce-nário favorável, a Porto Alegre vive um momento único, que impulsionou o projeto de revitalização da marca.

O CEO da empresa, João Lúcio Barreto Carnei-ro, explica que a proposta da revitalização da marca aproxima o consumidor da história da Laticínios Porto Alegre, uma empresa nascida no interior de Minas Ge-rais e que tem a simplicidade como essência. “E isso se refletena nossa cultura, a forma de nos relacionarmos com parceiros e no sabor autêntico dos produtos. O reposicionamento de marca valoriza as nossas origens e convida o consumidor a resgatar os pequenos praze-res que são essenciais e nutrem a alma, valores que se perdem no ritmo de vida intenso que temos nas grandes cidades. E nós entendemos que as coisas simples da vida são as que realmente importam. O novo design traduz essa ideia e também modernizamos a nossa mascote”, observa.

 

PARCEIROS DE PESO

Segundo João Lúcio, a trajetória bem-sucedida da Porto Alegre é atribuída à qualidade dos produtos e ao bom relacionamento com o produtor e com os clientes. “Desde o início temos uma relação de confiançamuito forte com o produtor, que é a base da Laticínios Porto Alegre. Isto se estende à outra ponta, do Trade. Temos uma parceria sólida com os principais supermercadistas, e esta relação se fortalece a cada ano. É um ciclo virtuoso, que se inicia com o produtor rural, passa pelo Trade e chega até o consumidor final”

 Em 2017, outro parceiro de peso passou a somar rumo à ousada meta de desenvolvimento da em-presa. Um dos principais grupos de lácteos da Europa, a suíça Emmi, integrou ao capital da Porto Alegre, o que permitiu o compartilhamento de tecnologia para o de-senvolvimento de novos produtos.

Os últimos lançamentos são a linha de queijo coalho, queijo prato esférico e queijo provolone, que visam atender os diferentes momentos de consumo. E no plano de crescimento, mais novidades estão por vir, o que inclui ampliação de portfólio em novas categorias e para novos territórios. 

 

LOCALIZA HERTZ

Maior rede de aluguel de carros da América do Sul, a Localiza Hertz encerrou o exercício de 2017 com receita líquida de R$ 6,1bilhões, um crescimen-to de 36,5% ante o ano anterior. No período, o lucro líquido foi de R$ 563,4 milhões, 37,6% superior ao registrado em 2016. Com mais de 90 mil carros ven-didos e a frota fechou o ano com um total de mais de 194 mil veículos, incluindo os franqueados.

Em 2017, a rede de agências próprias foi am-pliada em 51 agências, totalizando 384 unidades contra 333 ao final de 2016. As novas agências in-cluem as franquias integradas no ano de 2017 e 7 unidades que pertenciam à Hertz e que passaram a operar como Localiza Hertz. Ao final de 2017, o sis-tema Localiza possuía 588 agências, sendo 517 no Brasil e 71 na Argentina, Colômbia, Chile, Equador, Paraguai e Uruguai, com serviços em 403 cidades. Os resultados alcançados reforçam a qualidade e o mérito do time de mais de 7.700 colaboradores que abraçaram os desafios, inovaram e obtiveram resul-tados extraordinários.

Em 2017, a Localiza também registrou cres-cimento de 27,1% no número de diárias de aluguel (RAC + Frotas).  O spread entre o ROIC e o custo da dívida atingiu 8,0 p.p. Os investidores reconheceram o desempenho da Companhia e o seu valor de mer-cado alcançou R$14,7 bilhões no final do ano, sendo a RENT3 a 35ª ação mais negociada na B3 em 2017.

No período, a Localiza foi uma das cinco mar-cas brasileiras que mais se valorizou, atingindo o 24º lugar dentre as mais valiosas do Brasil pelo Ranking anual da Interbrand. O Localiza Fidelidade, o maior programa de fidelidade do setor de aluguel de carros na América Latina, alcançou 7,6 milhões de partici-pantes e já distribuiu mais de 2,3 milhões de diárias grátis para os seus membros. No Facebook, onde o grupo tem a maior fanpage da categoria no mundo, são 1,5 milhões de fãs.

A empresa também avançou fortemente em inovação e em transformação digital. A inovação foi importante em todos os segmentos da Localiza com aprimoramentos significativos na experiência do cliente. Houve investimentos na digitalização de processos internos, o que aumentou a produtividade para ganho de escala e controle durante o processo de crescimento acelerado.

Ao final de 2017, a rede de agências próprias e franqueadas, assim como todos os nossos canais de reservas, já exibiam a nova marca Localiza Hertz. Ao mesmo tempo, a Localiza avançou na parceria estratégica de longo prazo com a The Hertz Corpo-ration, viabilizando reservas no mundo inteiro através dos nossos canais de reservas e exibindo a marca Localiza em grandes aeroportos internacionais.

Fundada em maio de 1973, a Localiza é ava-liada em 15,8 bilhões de reais. A sua plataforma de negócios inclui aluguel de carros (Localiza Aluguel de Carros); franchising de aluguel de carros; gestão de frotas (Localiza Gestão de Frotas); e uma rede de pontos de vendas de carros desativados da frota para consumidores finais (Localiza Seminovos).

 

MINAS TÊNIS CLUBE

O Minas Tênis Clube foi fundado em 15 de novem-bro de 1935. Formado por duas unidades urbanas (Minas I e Minas II) e uma unidade campestre (Minas Country), também detém o controle societário do Minas Tênis Náu-tico Clube, âncora do Condomínio Alphaville Lagoa dos Ingleses, em Nova Lima, na Região Metropolitana de Belo Horizonte (RMBH). Somadas, as áreas dos quatro clubes chegam a 454 mil metros quadrados, com moderna in-fraestrutura para atividades esportivas, culturais e de lazer para seus cerca de 82 mil associados (soma de 27 mil cotistas mais dependentes, incluindo o Minas Náutico).

Apontado como um dos maiores e mais próspe-ros clubes brasileiros, o Minas é destaque entre as mais de 13.600 agremiações do país, das quais 1.859 somente em Minas Gerais, e mantém-se em posição de liderança em títulos esportivos nas mais diversas modalidades e na promoção do lazer e cultura para os associados.

Um dos principais motivos do êxito do clube é a gestão focada em resultados, que adota as modernas práticas de excelência das corporações que buscam a sustentabilidade. No exercício 2017, de acordo com o balanço financeio aprovado pelo Conselho Deliberativo, o Minas apresentou superávit operacional de R$ 18.605 mil. Se fosse uma cidade, seria a 36ª em arrecadação no Estado, segundo dados da Secretaria de Estado da Fa-zenda de Minas Gerais relativos a dezembro de 2017. Em população, a 53ª colocação, de acordo com estimativa do IBGE para 2016.

A Diretoria do Minas é eleita a cada três anos e atua em conjunto com o Conselho Deliberativo (órgão que representa os associados), para nortear a adminis-tração, que é executada por profissionaisespecializados, recrutados no mercado. As receitas provenientes das contribuições dos associados são direcionadas para a manutenção e a melhoria dos serviços, enquanto os in-vestimentos nas equipes de competição são originários de parcerias com grandes empresas que investem no marketing esportivo. Dessa forma, o Clube mantém equi-pes vencedoras que dão retorno aos patrocinadores e assegura aos minastenistas uma prestação de serviços de qualidade, com moderna infraestrutura para o lazer e a prática esportiva.

Outro resultado positive do modelo de gestão adotado pelo Minas é a elevada frequência de associados e na reduzida inadimplência, como mostram os números de 2017: total de 3.031 milhões de acessos registrados às Unidades do clube; e índice de inadimplência de apenas 0,84%.

Historicamente, o Minas Tênis Clube tem como pi-lares: esporte, cultura, educação, lazer e responsabilida-de socioambiental. O Clube oferece atividades recreativas segmentadas por faixa etária, durante o ano inteiro: Pro-jeto Recreação Infantil (até 12 anos), Projeto Juventude (13 a 17 anos), Projeto Jovem (18 a 40 anos), Programa Entretenimento (todas as idades), Programa Cabeça de Prata (acima de 60 anos). 

 

PIF PAF ALIMENTOS 

Em 1968, o Sr. Avelino Costa, um português na-turalizado brasileiro, iniciou a trajetória da Pif Paf Ali-mentos. Ele adquiriu um pequeno abatedouro no Rio de Janeiro, com apenas sete funcionários. O empreen-dedor constatou que as mulheres, recém-chegadas ao mercado de trabalho, já não tinham tanto tempo para as atividades domésticas e, a partir daí, percebeu que havia oportunidades de negócios para tornar a vida dessas consumidoras mais prática. Assim, o animal vivo deu lugar ao frango congelado.

A Pif Paf foi a empresa que deu o primeiro pas-so para o Brasil se tornar o maior exportador mundial de carnes de frangos. Foi em 1975 que o Sr. Avelino Costa, assinou o primeiro contrato para exportação de 2 mil toneladas de frangos para o Oriente Médio. 

Passados 50 anos, a empresa continua com a mesma vocação e tradição, porém, hoje com um mix de mais de 350 produtos, incluindo carnes, massas, vegetais, pescados, pratos prontos, pizzas, embuti-dos, petiscos, pão de queijo, empanados, salgadi-nhos, entre outros. Todos eles especialmente desen-volvidos para trazer mais sabor às refeições de forma prática, simples e de fácil preparo. 

A empresa continua entregando “algo a mais aos seus clientes e consumidores”. Para isso, criou o pioneiro canal de vendas de alimentos congelados online: o e-commerce www.comprepifpaf.com.br, que permite ao cliente adquirir os produtos diretamente da indústria e recebê-los em casa.

  Com sede corporativa em Belo Horizonte, a empresa possui 10 unidades industriais e doze unidades produtivas, para colocar no mercado 25 mil toneladas de produtos acabados por mês. A estrutura inclui 11 centros de distribuição, 400 veículos de distribuição agregados. Ao todo, a companhia abate 75 milhões de frangos e 500 mil suínos por ano.  Com isso, é a líder do mercado mineiro e está entre as 10 maiores do setor de processamento de aves e suínos, segundo a revista Maiores e Melhores da Exame 2017.

Toda produção é verticalizada, onde as ma-térias-primas para as indústrias são produzidas nas granjas integradas que recebem as rações produzidas nas fábricas de rações da Pif Paf. Os animais para criação também são oriundos dos matrizeiros e incu-batórios da empresa, o que confere maior qualidade às mercadorias.

A empresa tem, atualmente, 8 mil emprega-dos diretos e 90 mil clientes. Abastece os principais mercados da região sudeste, Bahia e Goiás, além do mercado interno, possui habilitação para exportar para 21 países como: Canadá, Singapura, Rússia, Japão, Hong Kong, Argentina, África do Sul, dentre outros.

Em 2017 a empresa recebeu mais de 10 pre-miações, o que comprova que a Pif Paf está no ca-minho certo. O reconhecimento da companhia como uma das grandes do seu setor, a nível global, demons-tra que, além dos objetivos econômicos, a empresa adota as melhores práticas de gestão e sustentabili-dade, inova com produtos diferenciados, e tem como maior valor os seus funcionários.

 

POTTENCIAL SEGURADORA

Ao longo desses 8 anos de atuação no mer-cado, a Pottencial Seguradora vem se destacan-do por sua qualidade e agilidade na realização de cadastro de tomadores e, na emissão de apólices. Desde o início, a Seguradora se mantém na bus-ca por constantes melhorias, e busca conservar o bom relacionamento que possui com seus clientes e parceiros.

Com o objetivo de oferecer soluções em se-guros, a Potencial Seguradora foi fundada no início de 2010, iniciando suas operações com o Seguro Garantia.  Sua matriz foi estabelecida em Belo Hori-zonte, mas em 2011, expandiu seu campo de atua-ção para todo o território nacional, com exceção de São Paulo.  No mesmo ano, a Pottencial alcançou o 10º lugar no ranking da SUSEP (Superintendência de Seguros Privados), com um marketing share de 3% em Seguro Garantia.

Visando ampliar o portfólio de produtos, para melhor atender as necessidades dos seus clientes, em 2012 a Pottencial iniciou operações em Seguro Fiança Locatícia Pessoa Jurídica. 

O ano de 2013 foi muito importante para a Pottencial. A Seguradora iniciou operações em São Paulo e alcançou o 3º lugar do ranking com um marketing share de 8%. Além disso, a Seguradora obteve no mesmo ano a classificação BBB da Fitch Ratings. Uma das três maiores agências de classifi-cação de riscos de credito no mundo, que classifica as condições que um emissor tem, para honrar seus compromissos financeiros.

Em 2014 a Pottencial ingressou como mem-bro do PASA (Panamerican Surety Association), as-sociação que representa o mercado global de títu-los, garantias, seguro de crédito e seus respectivos resseguros. Neste mesmo ano, a Pottencial ampliou novamente o seu portfólio, iniciando operações em Seguro Riscos de Engenharia, e recebeu um upgra-de na classificação Fitch Ratings para BBB+. 

Já 2015 foi marcado pela abertura das pri-meiras filiais, sendo estabelecidas em São Paulo e Rio de Janeiro. Além disso, a Pottencial recebeu no mesmo ano um upgrade pela Fitch, sendo classifi-cada como A-, e manteve sua posição no ranking com o marketing share de 13% em Seguro Garan-tia. No ano seguinte obteve 16% conquistando o 2º lugar no ranking.

Grandes conquistas marcaram o ano de 2017 para a Pottencial. A Seguradora liderou o ranking do mercado de Seguro Garantia com marketing share de 17%, foi considerada uma excelente empresa para se trabalhar, segundo a pesquisa Great Place To Work, e inaugurou o primeiro escritório na região sul do país, em Porto Alegre. A Seguradora também iniciou suas operações nas modalidades Aeronáuti-co e Riscos Diversos de Equipamentos.  A Potten-cial finalizou o ano com um faturamento de R$497 milhões, e emitiu R$455 milhões em prêmios.

Hoje a Pottencial Seguradora permanece na liderança no mercado de Seguro Garantia, possuí 5 modalidades de seguro em seu portfólio de produ-tos, e conta com uma equipe altamente especiali-zada para atender a demanda crescente. Manter a qualidade e agilidade no atendimento aos clientes é o foco da Pottencial. 

 

PROSEGUR

A Prosegur é referência global no setor de se-gurança privada. Por meio de suas três linhas de negó-cios – Soluções Integradas de Segurança, Logística de Valores e Gestão de Numerário e Alarmes – oferece a clientes corporativos e residenciais segurança confiávelbaseada nas soluções mais avançadas do mercado.

Presente nos cinco continentes, a Prosegur con-ta atualmente com uma equipe de cerca de 175.000 funcionários. No Brasil, atua desde 1981 e está presen-te em 26 Estados, além do Distrito Federal, com mais de 50 mil colaboradores.

Um dos serviços oferecidos pela companhia é a “Conciliação Segura Prosegur”. Desenvolvida para atender pequenos ou grandes clientes, a “Conciliação Segura” garante o controle e a gestão sobre todas as transações e vendas realizadas pelo varejista, seja por meio de pagamentos eletrônicos (cartões de débito e crédito), vouchers e, inclusive, dinheiro. Com acesso via website e aplicativo da Prosegur, o serviço de con-ciliação permite reunir todas as informações sobre as transações efetuadas - antes dispersas em diferentes plataformas - com uma fácil visualização para o cliente.

Já disponível em todo o país, o serviço de con-ciliação é capaz de integrar os demais serviços ofere-cidos pela companhia, como o Caixa Fácil, gestão do numerário e transporte de valores.

Outro serviço oferecido é o CataMoeda Prose-gur, solução que pode ser instalada em qualquer esta-belecimento da rede varejista – supermercados, padarias, farmácias, shoppings. Com ela, os consumidores podem trocar as moedas estocadas em casa e o vare-jista ganha uma solução para geração de troco, já que a falta de moedas no mercado é um fator que impacta diretamente nos resultados do setor.

Com foco na ampliação do portfólio, a Prose-gur também adquiriu recentemente 100% do controle da Logmais, companhia especializada em serviços de correspondente bancário. A Logmais tem como princi-pais serviços o recebimento de contas de concessioná-rias e cobranças via boleto bancário e possui 57 lojas próprias nas regiões Nordeste e Sudeste, 75 pontos de atendimento em órgãos governamentais e mais de 832 pontos atendimento em varejistas credenciados em todo o país.

Com cerca de 2,3 milhões de transações por mês pela Logmais, a expectativa das duas empresas após a aquisição é ampliar este número e expandir a atuação junto a varejistas em outros estados do país.

Com isso, a Prosegur reforça sua área de novos serviços, uma ação alinhada aos objetivos de desenvol-vimento da companhia, ampliando ainda mais o portfó-lio de soluções e atividades da Prosegur Cash no Brasil.

Na área social, a companhia canaliza suas ações por meio da Fundação Prosegur que, com mais de 39.900 beneficiadosem 2017, atua em quatro áreas: educação, inclusão de pessoas com deficiênciaintelec-tual no mercado de trabalho, voluntariado corporativo e fomento à cultura.

 

REDE MATER DEI DE SAÚDE

Composta pelo Mater Dei Santo Agostinho e pelo Mater Dei Contorno, a Rede Mater Dei de Saú-de, possui estrutura, tecnologia, equipes capacitadas e segurança assistencial para oferecer atendimento médico-hospitalar em todas as fases da vida. Fazem parte do DNA da instituição a inovação e a busca per-manente pela qualidade dos serviços.

Foi assim em 1980, quando a unidade Santo Agostinho foi inaugurada, em 2000, quando houve a primeira expansão da Unidade nascendo o Bloco II e, em 2014, ano em que o Mater Dei Contorno foi aberto ao público. Agora, a Rede Mater Dei está se preparando para ganhar a Região Metropolitana de Belo Horizonte, com o Mater Dei Betim-Contagem, que será inaugurado em 2019.

Em 2017, a Rede Mater Dei tinha 650 leitos e 39 salas cirúrgicas. No período, realizou 401 mil con-sultas no pronto socorro, 30.900 internações, 51 mil cirurgias, 3100 partos e 1.250 milhão de exames.

No mesmo ano, o Mater Dei Santo Agostinho foi destaque no Projeto Parto Adequado com 63% de partos normais vaginais, maior taxa do país en-tre as instituições participantes da iniciativa. Também passou a participar da nova etapa do projeto como Hospital HUB, ou seja, passou a treinar outras insti-tuições. 

O Mais Saúde Mater Dei expandiu suas linhas de cuidado e passou a oferecer o Núcleo Integrado da Próstata. Também foi inaugurado o Serviço de Medicina do Esporte voltado para atendimento e acompanhamento de atletas profissionaise amado-res. Além disso, o Programa de Cuidados Metabóli-cos e Bariátricos da Rede foi certificadocomo Centro de Excelência em Cuidados Metabólicos e Bariátri-cos™, pela Surgical Review Corporation. Também nesse ano, a Rede foi validada como Centro de Ex-celência no Controle e Prevenção do Tromboembolis-mo Venoso, pelo Instituto Brasileiro de Segurança do Paciente (IBSP).

Foi inaugurado, em 2017, na unidade Contor-no, o serviço de Cirurgia Robótica. Mantendo o pio-neirismo, a Rede instalou o primeiro robô Da Vinci Xi de Minas Gerais e o segundo do Brasil, sendo o equi-pamento mais tecnológico do segmento. Outro des-taque é o PET/PSMA, também disponível na Unida-de. A Rede foi a primeira no estado a utilizar o exame na identificação e tratamento de câncer de próstata

O Hospital Integrado do Câncer, que faz parte do HMDC, ampliou a sua atuação na área de onco-genética. Também começamos a realizar transplantes de Medula Óssea. Ainda em 2017, a Rede foi validada como Centro de Excelência no Controle e Prevenção do Tromboembolismo Venoso, pelo Instituto Brasilei-ro de Segurança do Paciente (IBSP), e o Programa de Cuidados Metabólicos e Bariátricos foi certificad como Centro de Excelência em Cuidados Metabóli-cos e Bariátricos™, pela Surgical Review Corpora-tion.

A Rede Mater Dei é referência em saúde para pacientes de diversas partes do Brasil em várias áreas: ortopedia, cirurgia geral, neurocirurgia, onco-logia, saúde da mulher, trauma, emergências, entre outras.

 

SICOOB CENTRAL CREDIMINAS

A Cooperativa Central de Crédito de Minas Gerais Ltda – Sicoob Central Crediminas é respon-sável pela coordenação e centralização dos proces-sos operacionais e de representação das suas coo-perativas filiadas, que por sua vez, são instituições financeiras controladas pelo Banco Central do Brasil.

Neste ano, a Central completou 30 anos de história com a missão de efetuar a centralização fi-nanceira, a fiscalização e a assessoria nas áreas de crédito, economia, tecnologia, contabilidade, marke-ting e comunicação, organização e métodos, capaci-tação profissional  das cooperativas singulares. Para o cumprimento de sua missão, a Central é dotada de estrutura patrimonial e administrativo-operacional, com cerca de 200 colaboradores.

As cooperativas de crédito do Sicoob Cen-tral Crediminas possuem mais de 500 agências em Minas Gerais, movimentando mais de R$ 13 bilhões em ativos, R$ 8 bilhões em depósitos e R$ 3 bilhões em Patrimônio Líquido. Outra característica das coo-perativas de crédito é serem próximas, estando em municípios e comunidades em que são as únicas instituições financeiras.  Minas Gerais é o segundo maior estado em números de cooperativas do país, congregando 1,5 milhão de cooperados, gerando cerca de 40 mil empregos diretos, segundo dados do Sistema Ocemg.

O Sicoob Central Crediminas afirma que estar entre as melhores empresas de Minas Gerais, reco-nhecida, pela Mercado Comum, é sempre um grande privilégio e demonstra o quanto o cooperativismo é um segmento sério e tem se expandido, contribuindo para o desenvolvimento socieconômico do estado.

SICOOB: O MAIOR SISTEMA COOPERATIVISTA DE CRÉDITO DO BRASIL

O Sicoob é o maior sistema cooperativista do Brasil, conta mais de 4,2 milhões de cooperados, com quase três mil pontos de atendimento, distribuídos por todo o país. É um sistema de cooperativas de crédito e empresas de apoio, que em conjunto oferecem aos cooperados serviços de conta corrente, crédito, inves-timento, cartões, previdência, consórcio, seguros, co-brança bancária, adquirência de meios eletrônicos de pagamento, dentre outros.

Para levar as melhores soluções financeirasaos cooperados, o Sicoob conta ainda com aplicativos para facilitar a gestão completa do fluxofinanceio do usuá-rio: cadastrar diversas contas; coordenar recebimentos e pagamentos, com a opção de anexar comprovantes; definirmetas; simular transações por valor da parcela, taxa de juros ou valor total, inclusive adicionar simula-ções dos sonhos financeios, tanto para financiamentosquanto investimentos; além de contar com gráficosde orçamento para acompanhar metas e receber avisos de várias situações por meio da funcionalidade Notific-ções.

O Sicoobcard Mobile possibilita controlar os gastos em tempo real, além de poder definirlimites, programando o quanto gastar naquele período por ca-tegoria (lazer, combustível, roupas etc.); desbloquear e bloquear o cartão; gerar boleto para pagar a fatura, inclusive um cartão virtual para compras online; conta também com gráficoscompletos e notificaçõesde: sa-que, fatura e limites gastos por categoria, entre outras facilidades. Além de outros que garantem facilidade, segurança e comodidade a todos os cooperados.

 

TELEMONT

Com 43 anos de atividades, a Telemont é em-presa referência em engenharia de telecomunica-ções no Brasil. Oferece ao mercado, soluções inte-gradas em comunicação de voz, gestão de sistemas de energia, banda larga e dados, tecnologia da in-formação e transporte multimídia. Seus valores são: operar de modo seguro, clientes permanentemente satisfeitos, busca contínua do melhor resultado de forma sustentável, trabalhar como time de alta per-formance, respeito e simplicidade, excelência em gente e inovação.

Em 2017, a empreiteira alcançou R$ 1 bilhão de faturamento, com manutenção de 75 mil km de fi-bra óptica, 2,3 milhões de acessos de ADSL e dados, 4,2 milhões de acessos de voz, 750 mil assinaturas de TV e 430 mil unidades consumidoras de energia. A Telemont tem presença estratégica no Brasil com mais de 15 mil colaboradores em 13 Estados e Dis-trito Federal. Dessa forma, tem capilaridade para o atendimento em território nacional, com excelência operacional, segurança e grande capacidade de ajustar a força de campo a projetos customizados.

A Telemont possui u sistema de gestão eficaz de processos, capacitação estruturada que atinge mais de 11 mil técnicos da sua equipe e, ainda, um grupo de especialistas em Tecnologia da Informação (TI) certificados nas principais tecnologias do merca-do que garante a eficiência dos serviços.

A inovação também faz parte do negócio Te-lemont. A busca e adaptação de novas tecnologias, a expertise em projetos de grande porte e a oferta de consultoria para o desenvolvimento de soluções in-tegradas e customizadas garante que os resultados alcançados sejam os mais positivos, com redução de custos para os clientes.

Entre os serviços e soluções oferecidos pela Telemont destacam-se:  implantação, operação, manutenção e supervisão de redes para operadoras; consultoria, desenvolvimento, implantação e suporte de soluções integradas de TIC para projetos de gran-de porte; IOT (internet of things); soluções de conec-tividade; datacenter; convergência de comunicação; soluções de segurança; Smart Grid – Ami Advanced Meter Infrastructure; distribuição de energia; trans-missão (LT E SE) de energia.

A empresa foi fundada em 1975. Em 2001, foi incorporada pelo Grupo Dan-Herbert. Em 2004, am-pliou a sua área de atuação em Minas Gerais, Espí-rito Santo, Goiânia e Tocantins. Dois anos depois, a companhia passou a liderar a prestação de serviços em telecomunicações nos Estados de Mato Grosso, Mato Grosso do Sul e Distrito Federal. 

O processo de ampliação da Telemont chegou à região Norte do país em 2009, quando a empresa assumiu toda a planta externas dos Estados do Acre e Roraima.  No ano seguinte, passou a responder pela administração de 8,7 milhões de acessos de voz, ADSL e dados e uma malha de 71 mil km de fibra óptica. No ano passado, ampliou os serviços e soluções para energia elétrica e fechou contrato com a Cemig, para manutenção e construção de média e baixa tensão.

 

UNIMED-BH

Com mais de 80% das obras concluídas, nova unidade hospitalar da Unimed-BH oferecerá uma estrutura completa para atender clientes de Betim e região 

A Unimed-BH está ampliando sua rede de atendimento na região metropolitana de Belo Hori-zonte. Com mais de 80% das obras concluídas, a Cooperativa entregará, no primeiro trimestre de 2019, o Hospital Unimed – Unidade Betim, que será um novo centro de saúde para os moradores da re-gião. O investimento da Unimed-BH na nova unidade foi de mais de R$ 250 milhões, um dos maiores feitos recentemente no setor de saúde na Região Metro-politana. Esse investimento foi direcionado principal-mente a tecnologias que proporcionam maior confor-to e atenção ao paciente. O objetivo é que os mais de 120 mil clientes da Unimed-BH na região tenham acesso rápido e fácil a um hospital com estrutura completa.

A Cooperativa desenvolveu um projeto ino-vador, que concilia as mais avançadas tecnologias do setor de saúde e o cuidado e a atenção ao pa-ciente. O foco no bem-estar e no conforto dos clien-tes está presente em todos os ambientes da nova unidade. Na ala da maternidade e da pediatria, por exemplo, foram planejadas uma área de recreação infantil e uma brinquedoteca. Além disso, todas as janelas dos quartos são voltadas para um jardim, privilegiando a iluminação natural. Para as grávidas, há ainda os quartos PPP (sigla para pré-parto, parto e puerpério imediato), desenvolvidos para oferecer cuidado e aconchego à mulher, sem que seja neces-sário abrir mão dos mais avançados recursos para um parto seguro. A sala de espera do pronto-socorro infantil é separada da sala dos adultos e conta com um espaço lúdico e acolhedor, tornando o ambiente hospitalar mais amigável.

A Unimed-BH também investiu em sustentabi-lidade, com projetos como o de isolamento acústico e de calor em todas as áreas, reservatório de água pluvial para irrigação e destinação correta de mate-riais da obra. Outra inovação é a instalação do cor-reio pneumático, ligando todas as áreas do hospital. O sistema de transporte pneumático agiliza a circu-lação de medicamentos e exames entre os setores, o que reduz o tempo de atendimento ao cliente. 

O empreendimento segue a diretriz estratégica da Cooperativa de prover assistência em redes regionais, ampliando a oferta de atendimento médico e hospitalar de qualidade. “Desde que a  Unimed-BH chegou a Betim, há seis anos, percebemos que a demanda cresceu, acompanhando a carteira de clientes. Por isso, a necessidade de oferecer uma estrutura de fácil acesso, maior e com mais serviços”, destaca o diretor-presidente da Unimed-BH, Samuel Flam.

Para atender melhor os pacientes da região, o Hospital Unimed – Unidade Betim vai disponibi-lizar 300 leitos, dos quais 60 serão de UTI adulto, pediátrico e neonatal, além de pronto-socorro, cen-tro cirúrgico e obstétrico, unidades de internação e de terapia intensiva. Haverá ainda disponibilidade de assistência em 27 especialidades médicas, laborató-rio de análises clínicas, centro de imagem e centro de endoscopia e hemodinâmica, bem como salas multifuncionais e heliponto.

AMPLIAÇÃO DA REDE

Mais do que um hospital com infraestrutura completa e profissionais de referência, a  Unimed-BH oferece também uma rede de atendimento ampla, com dez unidades assistenciais próprias estrategicamente localizadas na Região Metropolitana de Belo Horizonte e outros 358 prestadores credenciados. A Cooperativa também disponibiliza aos seus clientes os Grupos de Promoção da Saúde, divididos em Gestantes, Cessação do Tabagismo e Reeducação Alimentar Adulto e Infantil. “Cuidar faz parte da nossa cultura. Com a nova unidade, vamos oferecer mais serviços de forma integrada, com comodidade e infraestrutura diferenciada. Nossa premissa é estar cada vez mais próximos, onde e quando o cliente precisar”, completa Samuel Flam.

HOSPITAL UNIMED – UNIDADE BETIM EM NÚMEROS

• Área construída: 46 mil m², com sete pavimentos e heliponto

• Previsão de conclusão: 1º trimestre de 2019

• Área do terreno: 30 mil m²

• Investimento: R$ 250 milhões

• Número de leitos: 300, sendo 60 de UTI adulto, pediátrico e neonatal

• Atendimento de 27 especialidades médicas

• Centro de imagem e laboratório de análises clínicas

• Localizado na avenida Juiz Marco Túlio Isaac, no bairro Riacho das Areias, o hospital está em uma região estratégica, a poucos minutos do centro de Betim e próximo às principais vias de acesso da cidade, a Via Expressa e a BR-381. 

 

AGRACIADOS COM O XX PRÊMIO MINAS DESEMPENHO EMPRESARIAL

 

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