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ECONOMIA DE MINAS GERAIS APRESENTA DESEMPENHO MEDÍOCRE NESTA DÉCADA

O PIB-Produto Interno Bruto de Minas Gerais, considerado o 3ª maior entre os estados brasileiros, vem apresentado resultados medíocres em todos os anos da presente década e, em apenas dois deles (2012 e 2016) registra desempenho superior à média verificada em relação ao Brasil.

No período de 2011 a 2018, a taxa de variação do PIB mineiro cresceu a uma média de apenas 0,1% ao ano e de 0,7% no acumulado – contra 0,6% e 4,8% do Brasil, respectivamente.

Cabe salientar, no entanto, que neste mesmo período a economia mundial apresenta uma expansão média anual de 3,6% e acumulada de 27,8%.

Durante o governo Antonio Anastasia/Alberto Pinto Coelho (2011 a 2014) a economia mineira contabilizou uma expansão média anual de 1,4% e acumulada de 5,7% – enquanto a brasileira experimentou crescimento médio anual de 2,1% e acumulado de 9,7%, respectivamente.

Já no governo de Fernando Pimentel (2015 a 2018) o desempenho médio anual do PIB mineiro deverá ser negativo de 1,2% e, no acumulado do período, apresentará retração de -4,7% – enquanto a economia brasileira registrará declínio médio anual de 1,1% e, no acumulado, de -4,5%.

Uma década, em ambos os casos, de um dos piores declínios da atividade econômica – típico apenas em países em situação de guerra. Nada para deixar saudades.

De acordo com levantamento divulgado pelo IBGE  em novembro, entre 2002, quando a série de medição do PIB-Produto Interno Bruto dos Estados foi iniciada, e 2016, as unidades federativas que tiveram os maiores crescimentos acumulados foram Tocantins (103,4), Mato Grosso (89,1%) e Roraima (79,5%).

Na outra ponta, os piores desempenhos no acumulado do referido período vieram os Estados do Rio de Janeiro (25,3%), Rio Grande do Sul (27,6%) e Minas Gerais (34,1%). O PIB de Minas Gerais, em 2016, deteve uma participação relativa de 8,7% no PIB total brasileiro.