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No primeiro semestre foram pagos mais de R$ 73 milhões em multas autuadas pela CVM no país. Diante desse cenário, o seguro D&O tem papel fundamental para que diretores desenvolvam uma gestão com autonomia, foco e eficácia

O aumento do número de empresas envolvidas em casos de corrupção fragilizou e expôs a imagem de executivos de diferentes segmentos a processos e demandas judiciais. Consequentemente, houve um ex-pressivo aumento de processos administrativos contra empresas e gestores, como mostra o levantamento da Comissão de Valores Mobiliários (CVM).

De acordo com o estudo, até junho deste ano, 347 processos administrativos estavam em andamento em seis áreas técnicas no Brasil, enquanto que em todo o ano de 2017 foram registrados 287 processos. Dos julgamentos realizados em 2018, 130 executivos foram multados, 6 advertidos, 5 inabilitados e 33 absolvidos. No ano anterior foram 107 multados, 9 inabilitados, 7 advertidos e 51 absolvidos.

Multas milionárias, custos de defesa, indeniza-ções e penhora: as eventuais consequências para o executivo.

Quando um executivo é acusado de alguma irregularidade, o processo leva tempo e gera diversos cus-tos ao profissional,como custos com a defesa, even-tuais acordos, indenizações e até penhora. Se multado, o valor pode alcançar exorbitantes milhões de reais. 

Por meio da lei 13.506/2017, a CVM aumentou o valor da multa no último ano. Com isso, o teto de R$ 500 mil passou para R$ 50 milhões. Além disso, o BC também elevou o valor para um teto de R$ 2 bi. Segun-do o estudo, com as autuações da CVM, foram pagas R$ 73,6 milhões em multas como penalização neste pri-meiro semestre no Brasil.

Segurança permite que executivos desenvolvam gestão autônoma, com foco e efica.

Para que o executivo trabalhe com tranquilidade e autonomia nas tomadas de decisões, ele precisa estar protegido contra esses eventuais riscos, como explica Flavio Sá, Gerente de Linhas Financeiras da AIG Segu-ros: “uma das opções encontradas pelos profissionaisno mercado é o seguro D&O (do inglês Directors and Officers)ou Seguro de Responsabilidade Civil para Administradores, que é fundamental para o desenvol-vimento da gestão. A cobertura pode incluir diferentes proteções, como multas civis e administrativas, inabi-litação, termos de compromisso, custos de defesa e reclamações relacionadas aos valores mobiliários da companhia no Brasil e no exterior, por exemplo”.

O D&O, trazido ao Brasil pela AIG Seguros, co-bre, basicamente, o patrimônio de empresas e dos pró-prios executivos contra reclamações relacionadas aos seus atos de gestão nas companhias, sejam judiciais ou extrajudiciais. A cobertura inclui indenização e reem-bolso dos administradores, desde os custos de defesa, despesas de publicidade, até as despesas dos execu-tivos como consequência de bens bloqueados em pro-cessos de ‘Penhora online’. Com a Circular nº553, que entrou em vigor em novembro do último ano, a cober-tura passou a incluir multas e penalidades civis e admi-nistrativas.

“Sanções regulatórias, custos de defesa, rela-ções trabalhistas e a complexidade tributária expõem cada vez mais os executivos e as empresas. Só nos úl-timos dois anos, as indenizações nas apólices de D&O aumentaram 62%, segundo dados da SUSEP. Na AIG, por exemplo, os clientes de D&O informaram 4 vezes mais sinistros em 2017 que em 2015”, completa Flavio.

Ainda segundo o especialista, questões tributá-rias, por exemplo, representam quase 30% dos avisos de sinistros em 2017, contra 8% em 2015.

Casos de fraude de títulos e ações são o dobro da média histórica nos Estados Unidos.

Dados divulgados pela SEC (Securities and Ex-change Commission) – agência federal dos Estados Unidos, que detém a responsabilidade pela aplicação das leis de títulos federais e a regulação do setor de valores imobiliários, ações da nação, opções de câm-bio e mercados de valores eletrônicos – mostram que 2018 caminha para ser o 6º ano consecutivo em que a probabilidade de uma empresa ser objeto de uma ação coletiva aumenta.

Segundo a agência, os pedidos de ações cole-tivas atingiram níveis quase recordes no primeiro se-mestre de 2018, registrando aumento de 28% (exceto M&A). Foram mais de 750 ações de títulos federais des-de meados de 2016, sendo 204 novos casos de fraude de títulos e ações apenas no primeiro semestre deste ano. O número representa o dobro da média histórica semestral de 1997-2017.

Das ações registradas de 1997 a 2017, menos de 1% foram a julgamento, sendo 49% (exceto M&A) resol-vidas, 42% rejeitadas, 8% continuam em andamento e 1% encaminhada para tribunais estaduais. Neste ano, 8,5% das principais empresas listadas na bolsa dos EUA estão sujeitas a se tornar alvo dessas ações. A taxa está significativamenteacima da média histórica e moderadamente acima da taxa anual de 2017 de 8,4%.

Desde 2013, as reclamações contra empresas não americanas aumentam ano a ano. Porém, no pri-meiro semestre de 2018 esse número apresentou uma redução, sendo mais comuns reclamações contra em-presas de internet, do setor de comunicação e finance-ro. Este cenário reforça a importância do seguro D&O. Uma vez que ações coletivas estão em constante cres-cimento em todo o mundo, cresce também o risco de empresas de diversos setores e tamanhos serem alvos dessas ações e se depararem com perdas significativase, muitas vezes, irreparáveis, que comprometem a con-tinuidade dos negócios.

 

Rotativo digital substitui o talão impresso em BH

Os talões impressos usados para estacionamen-to na capital mineira foram substituídos definitivament pelo rotativo digital no último dia 26 de outubro. Isso fez com que os motoristas migrassem para os aplicativos especializados no serviço, trazendo assim mais facilida-de e segurança para os usuários. De acordo com último levantamento realizado pela BHTrans, quando o serviço completou 100 dias de implantação, o número de usuários cadastrados – cerca de 160 mil – corresponde a 45% dos motoristas. Foram adquiridos, até aquele momento, apro-ximadamente 769 mil créditos, dos quais 562 mil foram também utilizados (ativados). 

Para André Brunetta, CEO do Zul Digital BH, um dos aplicativos para celular credenciados pela BHTrans para atuar na capital mineira, é importante esclarecer sobre as facilidades da utilização do serviço. “Ao estacionar em uma vaga de rotativo, basta que o motorista instale o apli-cativo em seu smartphone, realizando o pagamento sem a necessidade de nenhum intermediário. O processo é muito simples, seguro e intuitivo. Após a primeira compra ter sido realizada no App, os próximos estacionamentos são ainda mais fáceis, bastando poucos segundos para que o pro-cesso seja concluído”, explica.

O Zul Digital BH oferece hoje a maior diversida-de de meios de pagamento entre todos os aplicativos do ramo no país: por meio do cartão de crédito, débito, transferência e boleto bancário, contribuindo assim para a democratização do serviço. Os motoristas têm, ainda, uma outra vantagem: o desconto de 50% do valor da pri-meira compra caso utilizem o Masterpass, carteira digital da Mastercard.

“Fomos convidados pela Apple para participar do lançamento do Apple Pay no Brasil e viramos também case do Google para o pagamento através do Google Pay, reforçando assim o caráter inovador do nosso aplicativo. A Mastercard também revelou o nosso App como case mundial para pagamentos utilizando a carteira digital da companhia, o Masterpass. Nosso time está sempre em busca de grandes desafiosrelacionados à facilidade no pagamento”, evidencia Brunetta.

 Segundo ele, o estacionamento rotativo tem uma função importante em relação à mobilidade das grandes cidades, pois contribui enormemente para a rotatividade de veículos em regiões que dependem do fluxoconstante de novas pessoas. “Nossas estimativas apontam que 40% do trânsito em áreas de grande movimento é causado por motoristas que buscam uma vaga de estacionamento. Se a disponibilidade de vagas aumenta, dada a exigência de rotatividade, naturalmente o trânsito também fluirámelhor. Regiões de comércio, gastronomia, turismo e entreteni-mento são consequentemente beneficiadaspela maior frequência e fluxo de veículos e visitantes”, completa

 

Empresas e profssionais do futuro devem se preocupar com as novas competências exigidas pelo mercado

Cerca de 75 milhões de vagas de emprego devem ser eliminadas em todo o mundo até 2022. A informação foi revelada pelo estudo The Futu-re of Jobs Report 2018, publicado recentemente pelo Fórum Econômico Mundial. A razão disso, segundo o levantamento, seria a Quarta Revolu-ção Industrial, que obriga profissionais de todas as áreas a adquirir novas competências caso quei-ram se manter competitivos no mercado de trabalho. Em função disso, 133 milhões de empregos devem ser criados nos próximos cinco anos, mos-trando assim que o mercado se encontra em plena transformação.

As empresas também têm papel fundamen-tal neste cenário. Seja pela utilização de novas ferramentas, melhorias na estrutura, formas de recrutamento e escolha de parâmetros que privi-legiem a diversidade, as companhias têm compar tilhado valores éticos, morais e estratégicos para absorverem profissionais que estejam alinhados à uma cultura empresarial em plena evolução. É o caso da CI&T, que tem apostado em um time cada vez mais diverso. “Nossa equipe tem profundos conhecedores da arte de selecionar pessoas. De-sejamos os melhores profissionais e para isso não basta ser bom, é preciso estar realmente conecta-do com a cultura e os valores da CI&T”.

De acordo com Douglas Aguiar, especialista em tecnologia e co-fundador da Comunidade de Incentivo ao Desenvolvimento Tecnológico DevIs-land, a tecnologia deve ser uma aliada das orga-nizações empresariais, pois auxilia a condução de diversos processos, melhora a qualidade de pro-dutos e serviços e reduz custos. Mas ela não deve caminhar sozinha. “Muitas pessoas banalizam o uso da tecnologia, pois têm essa ideia do senso de urgência, acham que as relações ficam mais superficiais e têm medo de perderem seus empre-gos. As empresas, quando possuem um bom pla-no estratégico, trabalham a tecnologia como alia-da a diversas áreas do negócio. Entre elas, está a gestão de pessoas e a importância que os recruta-dores dão aos profissionais com pensamento ana-lítico, capacidade de aprendizagem, bem como as diferentes competências relacionadas à automati-zação. Não podemos culpar a tecnologia, mas sim aprender a usá-la a nosso favor”, pontua. 

POLO TECNOLÓGICO

Belo Horizonte é um dos maiores polos de tecnologia do Brasil. O setor atrai os olhares de empresários do Brasil inteiro devido a seus polos de startups, como o San Pedro Valley, referência para negócios de base tecnológica no país. Minas Gerais conta com mais de 15 incubadoras distri-buídas pelas cidades mineiras e é o segundo maior estado em número de empresas em TI do Brasil. Nove empresas de TI estão entre as 35 melhores empresas para se trabalhar em Belo Horizonte. “O mundo digital revolucionou a forma como muitas empresas trabalham, e isso não foi diferente com a gestão de pessoas. Algumas ferramentas são capazes de melhorar a produtividade, engajar os colaboradores e até otimizar o relacionamento en-tre as equipes. No caso das empresas de TI, por exemplo, vejo a preocupação com a melhoria dos processos, ao mesmo tempo que criam um am-biente criativo, com colaboradores interessados e que abraçam a bandeira da empresa. Além disso, as formas de recrutamento e seleção estão cada vez mais inovadoras e buscam um profissionais que pensam fora da caixa e preparados para qual-quer situação”, afirma Aguiar. 

De acordo com Gomes, é impossível que as pessoas tenham um perfil perfeito. “Aqui na CI&T temos plena consciência de que o poten-cial é mais importante que as habilidades em si.  Quando encontramos uma pessoa que se encaixa perfeitamente ao modelo do nosso negócio, o pró-ximo passo é desenvolver novas competências le-vando em conta o próprio desejo do colaborador. A cultura de aprendizado instaurado na empresa é primordial para permitir que consigamos destravar esse potencial e elevar a capacidade de transfor-mação de nossos profissionais. Não é sobre tra-balhar os pontos fracos, e sim de potencializar os pontos fortes”, conta. 

FUTURO PROFISSIONAL

Segundo Gomes, quando se fala do futuro dos negócios e dos profissionais, primeiro vale pensar na lei de Moore, em que o poder computa-cional dobra a cada 02 anos e consequentemente sua aplicabilidade na tecnologia. “Como as coisas mudam muito rápido, é impensável que o merca-do, viabilizado pelas tecnologias, seguirá o mes-mo no futuro. Por isso, o novo perfil profissional requer que o colaborador faça o que as máqui-nas não fazem, tome ações decisivas e conecte emocionalmente com suas atividades. Na CI&T, a preocupação com o bem-estar do colaborador é algo permeado do jovem aprendiz ao presidente, e isto impacta como tudo funciona na empresa, começando dos processos de carreira, fortemente estruturado e ao mesmo tempo inovador, passan-do pelo ambiente de trabalho, acolhedor e diver-so, e no clima de aprendizado, desafiador, vibran-te, disruptivo”, finaliza.