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A FIEMG-Federação das Indústrias do Estado de Minas Gerais realizou, no dia 25 de maio, no Minascentro, em Belo Horizonte, solenidade em comemoração ao Dia da Indústria. Contando com um público estimado em mais de 1000 pessoas, o evento contou com a presença do governador Fernando Pimentel e, ao final, houve coquetel aos presentes. Foram agraciados o empresário Rubens Menin Teixeira de Souza com a Medalha Industrial do Ano 2017 e Aguinaldo Diniz Filho, com a Comenda do Mérito Industrial concedido pela CNI, além de outros 14 empresários com o título de Mérito Industrial.

Aguinaldo Diniz, Dalmo Ribeiro  ,Rodrigo de Castro e Rubens Menin

Alberto Salum e Sérgio Menim

Beatriz Menin, Rubens Menin e Maria Elvira Ferreira

Bernado Alvarenga, Lindolfo Paolielo e Aguinaldo Diniz

Bruno Melo Lima, Roberto Carvalho e Maury  de Sousa

Carlos Alberto Teixeira, Guilherme e Andrea Leão, Aguinaldo Diniz

Carlos Alberto Teixeira, Jose Joaquim Campos ,Nestor de Oliveira e Paulo Rage

Cidinha Castelo Branco , Silvana Rizzioli e Terezinha Machado

Claudio Faria, Olavo Machado e Valéria M. Silva Souza (foto Sebastião Jacinto)

Discurso de Olavo Machado Jr.

Em Minas são 64 mil indústrias que empregam mais de 1 milhão de trabalhadores.

No Dia da Indústria, vamos gritar, a todos aqueles que conspiram contra o Brasil, que a nossa luta será para apeá-los da vida pública utilizando-nos da força da democracia, da nossa voz e do nosso voto.

Com orgulho e confiança no futuro do Brasil e de Minas Gerais, comemoramos hoje o Dia da Indústria de 2017.

Com alegria, registro os meus agradecimentos a todos os senhores e senhoras que nos honram com suas presenças.

De forma especial, cumprimento o nosso Industrial do Ano 2017, o amigo Rubens Menin, em cujo nome saúdo os companheiros que, nesta noite, recebem a Comenda do Mérito Industrial da Federação das Indústrias de Minas Gerais.

Cumprimento também o amigo Aguinaldo Diniz Filho, companheiro na diretoria da Fiemg e que hoje recebe a Comenda da Ordem do Mérito Industrial da Confederação Nacional da Indústria – a nossa CNI. Aqui, abro um parêntese para transmitir às senhoras e senhores informações que recebi no final da tarde do presidente da Confederação Nacional da Indústria, nosso conterrâneo Robson Braga de Andrade. À última hora, em razão dos graves acontecimentos que vivemos no país, o presidente Robson ficou impossibilitado de estar presente nesta solenidade, como era de seu desejo. Assim, incumbiu-me de apresentar a todos o seu pedido de desculpas e, também, de transmitir os seus cumprimentos aos nossos homenageados: os comendadores do Mérito Industrial da Fiemg e os companheiros Rubens Menin e Aguinaldo Diniz.
 

Com grave preocupação, mas também com orgulho e confiança no futuro do país, comemoramos o Dia da Indústria 2017 em um cenário que não é exatamente o que gostaríamos de ver em nosso país. A grave crise que sufoca o Brasil continua avançando e os acontecimentos dos últimos dias indicam que pode piorar ainda mais em razão direta dos escândalos que, perigosamente, se aproximam dos Palácios do Planalto e Jaburu. Felizmente, o industrial é um idealista obstinado que não desanima nunca, que não esmorece jamais – e segue adiante, com esperança e fé de que em breve, com a sociedade unida e consciente, tudo vai mudar para melhor. A indústria mineira é o melhor exemplo e, por isso, aproveitamos o Dia da Indústria para homenagear aqueles que a constroem! São milhares de empresas de todos os portes, instaladas nos quatro cantos do estado e responsáveis pela geração de milhares de empregos.

A Fiemg e seus 138 sindicatos filiados cumprem a missão de bem representá-las e defender os seus interesses mais legítimos. Com competência e garra, o industrial se esmera na realização de um trabalho gerador de riquezas e oportunidades para toda a sociedade. Em Minas, somos 64 mil indústrias, que empregam mais de 1 milhão de trabalhadores. No Brasil, somos mais de 500 mil indústrias, geradoras de 10 milhões de empregos.
São estas empresas que fazem a economia girar, que pagam os impostos que financiam todos os programas sociais dos quais os governos se apropriam sem nenhum reconhecimento. Sem as empresas, não haveria Bolsa-Família, não haveria o SUS, não haveria escolas públicas, não haveria hospitais públicos, não haveria estradas e também não haveria segurança pública.

 

Neste momento, de forma generalizada e absolutamente injusta, estes milhares de empresas e de empreendedores estão sendo expostos à execração pública e lançados na vala comum aberta pela Operação Lava-Jato.
Nosso desejo é o de que a Lava-Jato cumpra os objetivos para os quais foi criada, mas é importante que seus efeitos se limitem a punir aqueles que efetivamente tenham contas a acertar com a Justiça. Não é justo, e nem é correto, “carimbar” milhares de empresas e de empresários pelos erros e crimes cometidos por um grupo reduzido de pessoas e organizações que se locupletam com o assalto cometido contra o erário público.

 

Na verdade, empresas e empresários que trabalham dentro da lei e com honestidade também são vítimas da corrupção e dos corruptos, sejam eles empresários ou políticos. A contabilidade tenebrosa e degradante que se faz sobre a corrupção e o uso indevido do dinheiro público mostram os prejuízos causados ao bom ambiente de negócios. A corrupção cria falsos “campeões nacionais” e ilusórias ilhas de desenvolvimento abastecidas pela propina e por toda sorte de “malfeitos”.


A realidade está nos mostrando que quem paga esta conta são exatamente as empresas que trabalham com idoneidade e que, mesmo correndo o risco de morrer, não se afastam da convicção de que empresas verdadeiramente cidadãs são aquelas que pautam sua atuação por valores éticos e de absoluta responsabilidade social empresarial. Quem está pagando esta conta são os 14 milhões de trabalhadores que perderam os seus empregos. Esta é a realidade!
 

Quantas empresas quebraram em razão direta da corrupção que quase destruiu a Petrobras? Dezenas, centenas, milhares, podem ter certeza. Dos 14 milhões de trabalhadores que estão hoje condenados ao desemprego, também podemos ter certeza de que grande parte é vítima dessa corrupção desenfreada que está destroçando a economia brasileira. As micro e pequenas indústrias instaladas nas regiões mais remotas do país, assim como as mais sofisticadas fábricas localizadas nos centros mais desenvolvidos, também são vítimas da crise ética que asfixia o Brasil e agrava a crise econômica. O industrial brasileiro rejeita e repudia esta generalização odiosa e injusta que penaliza 99,9% das empresas e empresários brasileiros que trabalham honestamente.

Não esmoreçamos – esta é a convocação que faço a todas as senhoras e aos senhores que, todos os dias, saem de suas casas para abrir as portas de suas indústrias para trabalhar, gerar riqueza para o país e empregos para os nossos trabalhadores. Hoje, no Dia da Indústria, com muito orgulho, devemos bater no peito, bem na altura do coração, e dizer, em alto e bom som, que o Brasil é um país honesto, que os brasileiros são um povo honesto, que os empresários brasileiros são corretos e têm firme compromisso com o país.

Hoje, no Dia da Indústria, vamos soltar a voz e gritar, com toda a força da nossa indignação, que esperamos celeridade do Judiciário, desde a primeira instância até a Suprema Corte! É inexplicável que processos tramitem por 10, 20, 30 anos e acabem por prescrever, como estamos cansados de ver acontecer! Hoje, no Dia da Indústria, vamos gritar que repelimos falsos líderes que transformam o nosso Parlamento em balcões de negócios, em verdadeiras feiras livres onde princípios e valores éticos estão sempre em liquidação e são oferecidos como pechinchas.

No Dia da Indústria, vamos gritar, a todos aqueles que conspiram contra o Brasil, que a nossa luta será para apeá-los da vida pública utilizando-nos da força da democracia, da nossa voz e do nosso voto. Vamos dizer, como digo agora, que o setor produtivo precisa de governos que sejam parceiros e contribuam para garantir um ambiente de negócios propício ao investimento, à produção, à geração de riqueza e à criação de empregos. Temos bons exemplos aqui mesmo em Minas. Ainda ontem, tivemos reunião na Fiemg com o Secretário da Fazenda de Minas Gerais.
 

Ele lá esteve para nos falar sobre o Plano de Regularização de Créditos Tributários encaminhado à Assembleia Legislativa pelo excelentíssimo governador Fernando Pimentel. Nossa expectativa é a de que os nossos deputados estaduais o aprovem em regime de urgência! Este plano é crucial para a retomada do crescimento econômico e do desenvolvimento social em nosso estado. A regularidade fiscal é fundamental para o funcionamento pleno das empresas e para assegurar-lhes condições de competir, produzir e gerar riqueza e empregos de qualidade.
 

Com todos os problemas que a nação enfrenta, temos, sim, muito orgulho e motivos para comemorarmos o Dia da Indústria. Temos, sim, motivos para homenagear empresários – de todos os portes – por sua garra e por sua capacidade de realização, o que os tornam exemplos e referências para todos os industriais mineiros.

Agradeço aos nossos homenageados pela obra que realizam e pelo exemplo que nos oferecem.
Agradeço aos Senhores Comendadores do Mérito Industrial da Federação das Indústrias de Minas Gerais.
Agradeço ao Senhor Comendador da Ordem do Mérito da Confederação Nacional da Indústria, companheiro Aguinaldo Diniz Filho.
Agradeço ao Senhor Industrial do Ano de 2017 da indústria de Minas Gerais, prezado amigo Rubens Menin.
Tenham a certeza: os senhores renovam, em todos nós, o orgulho de sermos industriais em Minas Gerais e no Brasil.

*Discurso de Olavo Machado Jr., pronunciando durante solenidade comemorativa do Dia da Indústria, no Minascentro, no dia 25 de maio de 2017.
 

Discurso de Rubens Menin Teixeira

Emilio Parolini,Olavo Machado

Fernando Castelo Branco, Coronel Ferreira e  Mara Freitas

Gilman Viana e Hudson Navarro

João Carlos Amaral, Sérgio Frade, alentino Rizzioli e Carlos Alberto Teixeira

Lindolfo Paolielo, Bruno Falci e Emilio Parolini

Luciano Araújo e  Alberto Salum

Luiz Fernando Machado, Fatine Lauar e Olavo Machado

Paulo  César Pedrosa, Edson Moreira e Bruno Falci

Paulo Lamac e  Marco Antonio Castelo Branco

 

Rafael Menin, Rubens Menin e João Rufino

Ricardo Guimarães  e  Rubens Menin

Rubens Menin, Beatriz Menin,Terezinha e Olavo Machado

Rubens Menin, Paulo Lamac e  Olavo Machado

Silma Braga, Laurindo Souza e  João Eduardo Goes

Aguinaldo Diniz Filho

Arquimedes Brandão de Oliveira

Clóvis Torres Junior

Clóvis Torres Junior

Fábio Junqueira Bressane

Fernando de Castro Marques

Hermes Vasconcelos Soares

Ivan Lopes de Campos

João Marcelo de Araujo Machado

José Ércio Raimundo

Marcelo Silva Duarte

Marcos Daniel Oliveira Santos

Mario Lúcio Zumpano

 

Rafael Vasconcelos Moreira Rocha

Rubens Menin Teixeira – Industrial do Ano

Sandro Antunes de Carvalho

Vicente de Paulo Rego de Lima

 

Fotos: Davi Martins