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O IBEF-MG – Instituto Brasileiro de Executivos de Finanças de Minas Gerais comemorou, em grande estilo, os 30 anos de sua fundação.
O evento – acompanhado de coquetel e jantar de confraternização ocorreu no dia 24 de novembro, nos salões do Buffet Catarina e contou com um público superior a 500 pessoas, entre associados, convidados especiais e empresários.  
 
Na oportunidade, foi entregue o Prêmio Executivo de Finanças de 2015 – “Troféu O Equilibrista” a Aquiles Leonardo Diniz, diretor executivo do Banco Intermedium S.A. Também foram homenageados como “Destaque em Finanças” a diretora financeira do Grupo Aethra Sistemas Automotivos Paula Lisboa e o secretário de Fazenda de Minas Gerais, José Afonso Bicalho Beltrão da Silva.
 
Também foram premiadas as empresas FCA-Fiat Chrysler, Itambé, Hermes Pardini, Cenibra e Localiza como “Empresas Excelência em Finanças de Minas Gerais”. O Banco Bradesco S.A. foi premiado na Categoria Destaque Especial. Todos os presidentes das diretorias executivas anteriores tiveram os seus trabalhos reconhecidos e receberam um diploma em aço inox alusivo ao evento.
 
Discursaram o presidente do Conselho de Administração do IBEF-MG – Carlos Alberto Teixeira de Oliveira, o presidente da Diretoria Executiva – Gilson de Oliveira Carvalho e o “Equilibrista” do Ano, Aquiles Leonardo Diniz. A íntegra dos referidos discursos encontra-se a seguir:
 

Resgatar e chamar de volta o otimismo e a esperança

 
Carlos Alberto Teixeira de Oliveira
Presidente do Conselho de Administração do IBEF-MG
Discurso proferido durante a solenidade comemorativa dos 30 anos do IBEF-MG e da da entrega do Prêmio Executivo de Finanças 2015, dia 24.11.2015, no Buffet Catarina, em Belo Horizonte-MG
 
Cumprimento e parabenizo todos os colegas do Conselho de Administração, Conselho Consultivo e da Diretoria Executiva do IBEF-MG, destacando a pessoa do presidente Gilson de Oliveira, que lutou bravamente para o brilhantismo deste evento.
 
Cumprimento os ex-presidentes do IBEF-Minas aqui presentes: Fernando Fonseca, Ezequiel Dutra, Luiz Brandão, Marisa Maldini e Laurindo de Souza;
 
Parabenizo e saúdo a Paula Lisboa e José Afonso Bicalho como destaques desta premiação. Vocês merecem a escolha dos seus nomes pelos nossos associados e dignificam o título a que ora fazem jus.
 
Cumprimento e parabenizo o Aquiles Leonardo Diniz, escolhido Executivo de Finanças – Equilibrista de 2015 – o qual a ele já nos encontrávamos com certo atraso à realização desta justa homenagem, pela sua relevante participação e presença na área financeira e empresarial – não apenas mineira, mas reconhecida também em nível nacional.
Meus caros Ibefianos, nossos convidados aqui presentes, meus caros.
 
Não é fácil chegar onde chegamos. São 30 anos de muita persistência e luta. E sucesso, como ora se testemunha através de mais esse evento.
 
Em síntese: Se cumprimos nossa missão é porque foram muitos os dedicados, os colaboradores, os abnegados e os que contribuíram com os seus esforços pessoais para que esse sonho se tornasse verdade. Hoje, o IBEF-Minas é uma realidade incontestável, presente em suas inúmeras e variadas realizações, eventos e iniciativas. Parabenizo todos que participaram desse engrandecimento e valorização da nossa profissão.
 
JK já dizia: O otimista pode até errar. Mas o pessimista já começa errando.
 
Sei que o Brasil atravessa, neste momento, uma das quadras econômicas mais difíceis de sua história. Os desafios são muitos e há muito para ser refeito, reconstruído, criado, melhorado e aperfeiçoado.
 
Não podemos compartilhar do pessimismo que praticamente campeia hoje por quase toda a sociedade brasileira. A incômoda situação atual não pode ser vista como definitiva e duradoura. Foram inúmeras as ocasiões anteriores em que superamos entraves e obstáculos, sempre de forma rápida e eficiente. O Brasil desfruta de incontáveis vantagens comparativas. Falta-nos dar competitividade a elas.
 
Não podemos nos esquecer que crise é também sinônimo de oportunidades e que, enquanto muitos choram, alguns podem estar vendendo lenços e lucrando com isso. E que é, também, nas quedas que os rios criam energia. E sempre, depois das tempestades, costuma vir a bonança. 
 
Nesta crise, que tiremos dela o “s” e a transformemos em crie, de criar, inovar, transformar, aprimorar. Enfim, conclamo-os para que resgatemos a esperança e possamos redobrar as apostas de um Brasil melhor e mais próspero.
 
Entendo que daqui deve ecoar, nesse momento em que o País se encontra apreensivo, cabisbaixo e muitas vezes impossibilitado de enxergar o futuro que temos pela frente para ser construído, um brado de esperança e de fé rumo à nossa transformação, positiva e moderna, em Nação Desenvolvida.
 
O principal mal econômico brasileiro vigente tem nome e sobrenome. Padecemos da “síndrome do raquitismo econômico”. A verdade é que desaprendemos a crescer e país que não cresce é país condenado ao ananismo e à insignificância. Boa parte dos nossos problemas econômicos estariam resolvidos se estivéssemos crescendo o nosso produto interno bruto a taxas anuais de 3 ou 4%.
 
Gostaria de reforçar os pontos principais da defesa que faço em uma luta e debate do quais há muito tenho participado: 
– O Brasil precisa se reconciliar com o crescimento econômico vigoroso, consistente, contínuo e sustentado. Para isso, é preciso ter metas, planos e estratégias, de curto, médio e longo prazos.
– O maior objetivo brasileiro tem de ser o de nos transformar em Nação Desenvolvida e, para isso, não é necessário reinventar a roda. Basta aqui aplicar os exemplos e conceitos daquilo que dá certo e funciona no mundo desenvolvido. Isso se chama “benchmarking”.
– Urge e é necessária convocar uma Constituinte Revisional Exclusiva para se redefinir direitos e obrigações, entre os quais os direitos e abusos adquiridos, além das inúmeras chancelas existentes que atrapalham o desempenho econômico e a nossa produtividade, nos empurrando à desordem e ao atraso. Sem uma nova Constituição será basicamente impossível romper com as inúmeras barreiras que tanto obstaculizam a atividade econômica e entravam o nosso equilíbrio social.
– O objetivo da grande política brasileira não pode estar mais focado na discussão de temas meramente à esquerda, à direita ou para trás. Exige-se avançar, ir em frente, assumir posturas pragmáticas, modernas e factíveis.
– E, por fim, como o Papa Francisco tem pregado, devemos ser revolucionários. Entre as revoluções estruturais que tanto necessitamos, deve-se considerar imprescindíveis, entre tantas, a educacional, a urbana, a infraestrutural, a tributária, a trabalhista, a de combate ao desperdício e à corrupção, a de desburocratização e de simplificação dos processos e procedimentos, com o resgate do planejamento estratégico de longo prazo e a implantação de um Plano de Metas Nacional, a exemplo do ocorrido durante o governo JK.  Requer-se, ademais, ter ousadia nas propostas, que devem ser criativas, inovativas e exequíveis.
 
Meus caros ibefianos e amigos aqui presentes.
 
Vamos refazer e melhorar os ânimos. Vamos resgatar e chamar de volta o otimismo e a esperança. Hoje é dia de festa e estamos muito felizes em reencontrá-los para podermos comemorar, como muita alegria, os 30 anos do IBEF-Minas.
 
Parabéns, mais uma vez, a todos os agraciados desta noite. Longa vida, muita saúde e prosperidade a todos vocês. 
 
Os ajustes são absolutamente necessários
 
Gilson de Oliveira Carvalho
Presidente da Diretoria Executiva do IBEF-MG
 
É com muita alegria que estamos reunidos para a cerimônia de entrega do Prêmio Equilibrista, outorgado pelo Instituto Brasileiro de Executivos Financeiros, o IBEF, em Minas Gerais, que tenho a honra de presidir. Antes de mais nada, agradeço aos colegas de diretoria, conselhos, associados e a todos aqueles que nos honram com sua presença nesta noite solene. 
Gostaria de saudar com especial distinção nosso homenageado desta noite, Aquiles Leonardo Diniz, diretor-executivo do Banco Intermédio. Por sua carreira exemplar, por sua ativa contribuição a diversas entidades de classe e pela importância do prêmio que recebe, símbolo de nosso reconhecimento coletivo de sua capacidade de administrar nos momentos de incertezas como bom equilibrista, eu peço uma salva de palmas em sua homenagem.
 
Esta é uma edição especial do Prêmio Equilibrista. O IBEF Minas Gerais está completando 30 anos de existência. Esta seção mineira nasceu em 1985, ano que acumulou uma inflação de 235,11%. Eram os tempos das cartas de intenção do Brasil com o Fundo Monetário Internacional e dos sucessivos pedidos de waiver, porque as metas pactuadas não eram cumpridas. A dívida externa era uma ameaça pesada e constante sobre governo e empresas. 
 
Neste mesmo ano de 1985, estava em curso a transição do governo militar para a Nova República, tendo à frente Tancredo Neves e José Sarney.  O IBEF Minas ainda engatinhava quando, em fevereiro de 1986, foi anunciado o Plano Cruzado, que, entre outras medidas, trouxe o congelamento de câmbio, de preços e de salários, instituiu o gatilho salarial, extinguiu a correção monetária e criou o Cruzado, a nova moeda, que equivalia a mil Cruzeiros. Nove meses depois, em novembro de 1986, o Governo precisava baixar novo plano, o Cruzado 2, pois o anterior não dera os resultados esperados.
 
Não vou me alongar na história. Apenas cito estes fatos para recordar que a economia e a política no Brasil sempre se entrelaçaram e sempre se contorceram em crises, enquanto o setor produtivo buscou adaptar-se à realidade e fazer o melhor possível para produzir com a máxima eficiência neste cenário de incertezas. Por isto nosso prêmio se intitula Equilibrista – nós, profissionais de finanças, tratamos de manter nossas empresas funcionando com relativa estabilidade, mesmo quando o mar está revolto e o horizonte está incerto por causa da neblina ou da tormenta. Olhar para trás ajuda-nos a compreender melhor o presente, permite identificar melhor a natureza dos problemas que enfrentamos e ajuda a projetar soluções. 
 
Ao assumir a presidência do IBEF Minas no início deste ano, referi-me ao momento nacional como sendo um cenário de aridez, devido à conjunção de fatores políticos, econômicos e mesmo psicológicos que nos atingem diariamente, sobretudo os ecos de um jogo político pesado e subterrâneo, que freou uma economia que se retrai. 
 
Somos tentados pelos desânimos e pela incerteza, mas uma coisa é certa: não é possível fechar os olhos e esperar a crise passar. Nós temos que enfrentar a crise e atravessá-la. 
A realidade é a nossa matéria-prima, nosso habitat, nosso cenário. Nossa missão é transformá-la para melhor. Como agentes econômicos, não podemos ficar passivos neste momento.
Devemos, como empresários e executivos, dar o melhor de nosso conhecimento e trabalho para que nossas empresas estejam mais fortes e preparadas para voltar a crescer depois de superada a crise. A história do Brasil tem mostrado que, após cada período de dificuldades, a economia se recompõe rapidamente e estabiliza em um patamar superior ao anterior.
 
Assim, espero que dentro de alguns meses estejamos colhendo os frutos do ajuste da economia, para iniciar a ascensão em direção a um degrau mais elevado de produção e consumo, que se sustente por um longo período.
 
É preciso ter claro que os ajustes são absolutamente necessários.  Se o país não corrigir os rumos de sua economia, pagará um preço muitas vezes mais alto, em termos de inflação, desinvestimento, desemprego e desorganização de cadeias produtiva e dos preços relativos. 
 
Aos poucos, em uma velocidade menor do que desejaríamos, podemos observar que vão sendo adotadas medidas de correção de distorções das contas públicas. São sinais que nos fazem crer que é possível desarmar a pauta-bomba no Congresso e aprovar medidas importantes ao ajuste, para que avancemos na direção à retomada do crescimento econômico. 
 
Nossa responsabilidade como gestores é contribuir para que os ajustes se façam na direção e intensidade necessárias. Ao mesmo tempo precisamos administrar seus impactos e consequências sobre nossos negócios, mitigando seu custo social e financeiro. Temos que pensar grande, pensar à frente, monitorar todas as variáveis, apostar no planejamento, executar com disciplina e convicção. As soluções que o país espera não virão todas do governo – muitas sairão de nossas cabeças e de nossas empresas, através de nossa energia criativa e empreendedora, que podemos multiplicar através do exemplo.  
 
É por esta razão que é importante consolidar o IBEF Minas Gerais como um espaço democrático, pluralista e inovador  no cenário regional e nacional. Nossa entidade é uma instância na qual temos a grande oportunidade de ouvir, compartilhar experiências e ajudar no direcionamento das ações. À medida que a conjuntura nacional torna-se mais complexa, mais o IBEF se consolida como um fórum privilegiado, mais somos chamados à ação, como formadores de opinião, formuladores de estratégias e de decisões.
 
O setor produtivo, o setor financeiro, a elite empresarial, todos têm um papel a cumprir na formulação de táticas e estratégias de superação da crise. Somos um setor importante da sociedade e devemos exercer nossa cidadania, expressando nossas ideias e opiniões e, principalmente, utilizando nossa influência não apenas para atingir objetivos de curto prazo, mas sobretudo para desenhar uma agenda nacional de desenvolvimento sustentável no tempo.
 
Mais uma vez, parabéns a Aquiles Leonardo Diniz pelo prêmio Equilibrista 2015. E obrigado a todos vocês pela presença.
 

Não custa nada sonhar com um Brasil S.A.

Aquiles Leonardo Diniz

Executivo de Finanças de 2015 pelo IBEF-MG

É uma honra receber o prêmio equilibrista 2015. Gostaria de agradecer aos presidentes Gilson Carvalho e Carlos Alberto Teixeira, que me possibilitaram participar do processo de indicação ao prêmio e em especial a toda a família ibefiana, que muito me honrou com a escolha para receber tamanho reconhecimento.

Agradeço à minha família, em especial à Patrícia, que me suporta há 45 anos, a meus filhos, Adrienne, Leonardo e Júlia, a meu genro, o Armando, à minha nora Laura e também à minha sogra predileta, Angelina. 
 
Aos meus pais, que nesse momento, de alguma forma, participam conosco, aos meus sócios, conselheiros, diretores e colaboradores do banco Intermedium e da Santa Rosa Urbanismo. E, sobretudo, a deus pela oportunidade de vivenciar a alegria desse momento. 
 
Estou feliz por dois motivos: primeiro, por ter sido escolhido diretamente pelos meus pares, executivos financeiros de Minas Gerais. No meio de tanta gente competente, como as que aqui se encontram, ser o indicado é um grande privilégio. 
 
Segundo, porque sempre pautei a minha vida pelo equilíbrio – palavra que me guia em tudo o que faço e de fundamental importância na condução dos meus negócios, da minha família e na relação com os meus amigos. 
 
Nessa minha trajetória de mais de trinta anos de mercado, já vi de tudo e como todos os brasileiros, vivenciei os problemas do país e do mundo. Nós brasileiros, temos vivido, com frequência, fortes emoções. 
 
Estamos sempre numa corda bamba, tentando nos equilibrar. A nossa vida parece uma montanha russa, em que o carrinho sobe, sobe, sobe e, de repente, despenca lá de cima com toda a velocidade. 
 
Assim é o Brasil. Quando você imagina que vai explodir tudo, assustando todo mundo, virando de ponta cabeça, o pais dá uma reviravolta e continua de pé. 
Neste momento, enfrentamos outra forte descida. E o nosso carrinho segue perigosamente sem freios. 
 
A nossa carga tributária, que já é de 36% do PIB, somada ao déficit das contas públicas, que caminha para 8% em 2015, chegará a 44% do PIB. Precisamos retomar o controle antes que seja tarde. 
 
A conclusão é que enquadramos o estado brasileiro, cortando despesas ou a economia será sufocada, cada dia mais, pelos impostos. 
 
A esperança de que dias melhores virão existe, o que, na minha modesta opinião, não acontecerá antes de 2018. 
 
Até então, temos que apertar o cinto e fazer o dever de casa, como manda o figurino. Nosso desafio é chegar ao alto da montanha novamente e lá permanecer.
 
Não se pode negar a enorme conquista social obtida no país, sobretudo nos últimos anos, afetando positivamente milhões de brasileiros. 
 
A busca por esses avanços custou muito caro ao país e não podemos nos permitir, de maneira alguma, retroceder nesta conquista. 
 
É verdade que tem faltado aos nossos governantes o equilíbrio necessário, em momentos adversos, para conduzir, com parcimônia, os destinos do país. 
 
A grande virtude consiste em saber encontrar o meio-termo entre dois extremos. 
 
Temos que compreender que somente por meio de um pacto político-econômico amplo – suprapartidário – seremos capazes de reverter o atual quadro de desequilíbrio em que nos encontramos em busca de um projeto eficaz para a nação brasileira.
 
Como bem disse o pensador alemão Nietzsche: “quem tem uma razão de viver é capaz de suportar qualquer coisa”. Essa frase, de conteúdo muito forte, tem tudo a ver com quem viveu os últimos quarenta anos no Brasil. Retrata bem o modo de ser do povo brasileiro, vivendo o dia a dia, enfrentando com altivez os mais diversos desafios.
 
É o que tenho feito, pensando sempre com equilíbrio em um objetivo maior, que é o de ajudar a construir um país melhor para todos nós.
 
Não podemos nunca deixar de sonhar. E o meu sonho é a ideia de um Brasil regido pelas leis da meritocracia, da eficiência, da livre concorrência e da busca por melhores resultados. Isso é totalmente viável. 
 
Um país que consegue separar o que é função de Estado do que é função de governo, um país onde os seus acionistas, o povo brasileiro, que paga seus impostos e produz, tenha o devido retorno em volumosos dividendos, isto é: com a melhor educação, a melhor saúde e a melhor segurança pública do mundo.
 
Sabemos que o empresariado brasileiro é forte e competente e o seu povo, lutador. Basta que se criem condições e ambiente adequados para que haja uma verdadeira revolução econômica/social em todos os sentidos.
 
Se pensarmos nos próximos cem anos, que país conseguirá realizar o tão   desejado bem-estar do seu povo? Com certeza será aquele país que conseguiu ser eficiente e que determinou, como meta prioritária de governo, a educação e o equilíbrio de suas contas públicas. 
 
Não custa nada sonhar com um Brasil S.A. Para finalizar, gostaria de compartilhar este meu troféu com todos os senhores e senhoras aqui presentes. 
 
Nós, que somos parte do povo brasileiro e assim dizer: “a esperança equilibrista… Sabe que o show de todo artista… Tem que continuar”. Afinal, todo cidadão brasileiro é um equilibrista nato.
 
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