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Foi lançado no dia 15 de junho, no Museu Inimá de Paula, o livro “Hélio Garcia – Em poucas Palavras”.
A obra busca traçar um perfil do político mineiro, considerado um especialista em costuras políticas, e resgata histórias de quem conviveu e trabalhou com o ex-governador.
O livro foi escrito por 18 autores, entre personalidades mineiras, políticos, jornalistas e antigos colaboradores e aliados de Hélio Garcia. Assinam a obra o ex-ministro da Previdência Social, Roberto Brant, e os jornalistas J.D.Vital, Nestor de Oliveira, Nirlando Beirão, Roberto Elísio Castro Silva, Tião Martins, JG Bandeira de Melo e Luís Nassif, Ângela Carrato, Carmo Chagas, Carlos Lindemberg, Roberto Drummond (já falecido), Washington Melo, Jadir Barroso, Rogério Coelho Neto, A.C. Scartezini, Suely San’Ana Murta (chefe do Cerimonial no governo Hélio Garcia) e Chico Brant.
“Hélio Garcia – Em poucas Palavras” relembra várias passagens da sucessão estadual de 1982, a primeira no período da transição para a democracia.
Naquela época, Hélio era vice de Tancredo Neves, que deixou o cargo de governador para concorrer à presidência da República. Para chegarem ao Palácio da Liberdade como candidatos do PMDB, Hélio e Tancredo venceram Eliseu Resende (PDS), ex-ministro dos Transportes do governo de João Baptista de Oliveira Figueiredo (1979 – 1984).
Sobre Hélio Garcia, o jornalista Nestor de Oliveira, organizador do livro comenta: “Ele tinha a firme ideia de que a eleição de um opositor ao regime era viável, ainda que de forma indireta.
Mas, para isso, era necessário unir os homens públicos do Brasil”, relembra Secretário de Comunicação do segundo governo (1991-1994), o jornalista Washington Mello destaca a personalidade forte do político.
“Hélio não tinha paciência para conversar assuntos que não eram de sua atribuição. Gostava de delegar e ficava irritadíssimo com pessoas que criavam problemas, não o resolviam e o envolviam na solução”.
Para o jornalista e ex-assessor de Hélio Garcia, J.D. Vital, o ex-governador foi um grande sonhador. “Ele sonhou com uma abertura para o mar para Minas Gerais e com a duplicação da Rodovia Fernão Dias. Ele sonhou com Minas na Presidência da República e ajudou a eleger o Tancredo”.
Vital conta ainda que o político gostava de manter a imprensa por perto. “É preciso sargentear na política para compreender a importância da imprensa na construção do enredo histórico do país. Hélio Garcia tinha essa percepção”, afirma.
Raposas políticas como o exgovernador entraram em extinção.
“Hélio Garcia é um tipo de político que não existe mais. E não se faz mais este tipo de política, aquela de conversa ao pé do ouvido”, destaca o jornalista Carlos Lindemberg.
Hélio Garcia Hélio Garcia é um típico exemplo do político à moda antiga. Soturno, astuto, desconfiado, direto e de poucas palavras, recebeu a alcunha de raposa. Por outro lado, Hélio tinha boa relação com os deputados e era capaz de discutir política por horas.
Natural de Santo Antônio do Amparo, no Centro-Oeste de Minas, www.orthocrin.com.br www.facebook.com/Orthocrin OrthOcrin Pela 14ª vez, a empresa mais lembrada pelos mineiros.
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Em 1966, foi eleito deputado federal pela Aliança Renovadora Nacional (Arena). Helio Garcia foi ainda prefeito de Belo Horizonte (1983 -1984) e duas vezes governador de Minas (1984-1987) e (1991-1995).
Um dos maiores legados da trajetória de Hélio Garcia foi a costura política que resultou, em 1984, na Aliança Democrática. A coligação tornou possível a eleição de Tancredo Neves à Presidência da República e a transição pacífica entre o governo militar e o civil.
Hélio Garcia deixou a vida pública em 1998, depois de renunciar à candidatura ao Senado. Hoje, aos 84 anos com problemas cardíacos e Mal de Alzheimer, divide seu tempo entre Belo Horizonte e sua Fazenda Santa Clara, em Santo Antonio do Monte.