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Julho de 2015, o mês em que o governo Dilma acabou de lançar o gigante pela própria natureza no fundo do poço. E começa a agonizar, porque o fundo do poço está afundando de vez, levando com ele o próprio governo e o seu partido, o PT. O último ato foi a aprovação do pacote de maldades pelo Congresso Nacional, mediante barganhas vergonhosas de cargos, benesses e favores entre o governo e deputados e senadores.
O pacote aprovado mergulhou o país na maior crise econômica, financeira, social, política de que se tem notícia em todos os tempos. São maldades que traduzem uma política econômico- financeira equivocada, draconiana e cruel que privilegia o pagamento de juros altos pelo tesouro nacional, prejudica toda a população que desde Jânio Quadros não vem dando certo.
DESDOBRAMENTOS O governo Dilma Rousseff conseguiu fazer o PIB nacional recuar para menos de zero por cento e, o que é pior, que não se imaginava acontecer, vem ocorrendo: o poço vem afundando a olhos vistos e com ele o governo e o PT. Alheia à crise, a presidente vai fazer piquenique nos Estados Unidos, participando de lautos banquetes em Nova Iorque, Washington e na Califórnia.
São cada vez mais sombrios os desdobramentos políticos, econômicos e sociais futuros desta crise monumental em que o governo mergulhou o país. Os desdobramentos políticos terão de vir de qualquer maneira, porque tanto a população quanto as áreas políticas vêm se movimentando para encontrar uma saída constitucional.
Acresçam-se a esta crise as consequências da operação lava-jato que neste mês de julho penetrou em cheio nas entranhas do Palácio do Planalto e desnudou as campanhas de Dilma em 2010 e 2014 e a de Lula em 2006.
Está demonstrado que o PT utilizou recursos desviados da Petrobras e de outros órgãos públicos para vencer as eleições, iludir o povo e mentir nas campanhas eleitorais para se manter no poder.
CRISE CICLÓPICA O governo Dilma, os seus assessores e conselheiros diretos e o seu próprio partido, o PT, ainda não conseguiram ou não souberam avaliar o tamanho da crise ciclópica em que foi lançado o país pelo pacote de maldades editado a partir de janeiro deste ano e aprovado pela maioria parlamentar do governo.
Ficou, mais uma vez, demonstrado que os deputados não representam o povo, mas defendem os seus interesses pessoais. O pacote só foi aprovado mediante vergonhosas barganhas que o governo fez com cada parlamentar individualmente.
A chamada base aliada viu claramente que a crise atinge todos os setores de atividades neste país, mas votou com o governo. Ignoraram os senhores deputados e senadores que milhares de empresas estão cerrando suas partas em todo o país, que milhões de trabalhadores estão perdendo seus empregos, que o mercado interno está encolhendo a olhos vistos, que a saúde, a educação, a segurança pública, os transportes coletivos, a infraestrutura do país estão em situação calamitosa.
Lançadas na rua da amargura, milhões de famílias, jovens sem nenhuma perspectiva futura, pais de família que se vem, de uma hora para outra, sem trabalho.
OS JUROS ALTOS Tudo isto nada significa para um governo que teima em sugar altos impostos que asfixiam as empresas que conseguem sobreviver. E para onde vai o dinheiro arrecadado com a alta carga tributária, perto de 40% do PIB nacional? Vai para pagar os juros altos da dívida pública federal atrelada à taxa Selic, que estão na casa dos 14,5 % ao ano. Um acinte à dignidade nacional. Só no ano passado o governo pagou mais de R$ 300 bilhões de juros. E este ano, embora não saiba ainda qual o montante pago, os valore devem superar, Jadir Barroso jadir.mc@gmail.com Chico Valdiner / Gecom-MT Marcos Santos/ USP Imagens O pacote aprovado mergulhou o país na maior crise econômica, financeira, social, política de que se tem notícia em todos os tempos.
São maldades que traduzem uma política econômicofinanceira equivocada, draconiana e cruel que privilegia o pagamento de juros altos pelo tesouro nacional, prejudica toda a população que desde Jânio Quadros não vem dando certo.
e muito, até julho último os R$150 bilhões, devendo chegar mole, mole, aos R$ 400 bilhões até dezembro de 2015. Um absurdo total e completo, para alegria dos especuladores no mercado financeiro, que apoiam com entusiasmo esta nefasta política financeira do governo que privilegia os juros altos.
QUEDA LIVRE Enquanto mergulha o país numa crise sem precedentes na história, o governo Dilma vê seu governo sendo repudiado pelo povo de Norte a Sul.
As pesquisas de opinião feitas por todos os institutos mostram um governo reprovado por mais de 90 por cento da população. 90 por cento, o maior índice de reprovação de todos os tempos. E nem assim ela corrige os rumos de seu governo. Em queda livre, repudiada pelo povo, sem poder sair às ruas, a presidenta Dilma mantém a sua política econômica.
CONSEQUÊNCIAS As consequências desta situação criada pelo pacote de maldades, na área política, podem ser desastrosas para ela, não se descartando medidas de natureza constitucional para tirá -la do poder. Já existem movimentações neste sentido partidas de todos os setores da sociedade brasileira, inclusive há quem pregue a volta dos militares para restabelecer a ordem econômica no país. Felizmente, tratativas de golpe não encontram ressonância no povo brasileiro. Se tivermos de tirar a Dilma do poder, terá de ser por meios constitucionais.