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O aumento da participação da fonte de financiamento privado para estimular o crescimento econômico do país foi um dos pontos abordados pelo superintendente de mercado de capitais do Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES), Caio Marcelo de Medeiros Melo. “O mercado de títulos corporativos precisa ser mais explorado no Brasil. Acreditamos muito no mercado de capital. Este foi um ano difícil, mas em 2015 haverá um foco maior para a retomada, com destaque para a canalização da poupança privada”, disse. Um dos caminhos para o desenvolvimento econômico foi apontando pelo presidente do Conselho de Administração do SICOOB Central Credminas, Alberto Ferreira. “Temos ocupado com grande eficiência os municípios onde as instituições bancárias não atendem. O cooperativismo de crédito, diferentemente das demais instituições, não visa o lucro, não tem acionistas”, destacou. Segundo Ferreira, o cooperativismo de crédito tem grande potencial para crescer e é um nicho de mercado para ser explorado, já que se configura como um contraponto às instituições financeiras bancárias. “O SICOOB cresceu por incluir os que estavam à margem do sistema bancário e hojeé uma instituição de livre admissão pronta para atender pessoas físicas ou jurídicas em quaisquer categorias de negócios, sejam eles pequenos, médios ou grandes”, explicou. Hoje, os sistemas de crédito cooperativo no Brasil compõem 1.154 cooperativas com seis milhões de associados, gerando cerca de 40 mil empregos diretos e movimentando aproximadamente R$ 118 bilhões de ativos.

EMPRESAS

A importância das agências e dos bancos de desenvolvimento econômico para as micro, pequenas e grandes empresas foi destacada pelo presidente do BDMG, Júlio Onofre Mendes de Oliveira. “Promovemos o desenvolvimento econômico estruturando soluções para os setores público e privado de empresas de todos os portes, levando soluções rápidas, além de linhas de financiamento e capital de giro para máquinas e equipamentos com prazos e taxas competitivas”, divulgou. O cenário do “bônus demográfico”, assim como suas relações com os fundos de pensão, foi analisado pelo presidente da Associação Brasileira das Entidades Fechadas de Previdência Complementar (Abrapp), José Ribeiro Pena Neto.De acordo com ele, a queda na taxa de natalidade, a elevação da expectativa de vida e o crescimento da população economicamente ativa contarão com uma proporção maior de pessoas com idade para frequentar o mercado de trabalho, o que deve estimular os investimentos. “Sou otimista. Acredito que a taxa de juros irá cair no próximo ano”, declarou. O presidente disse que o novo cenário precisa ser bem explorado pelos fundos de pensão, já que será necessário enfrentar um passivo cada vez mais afetado pela maior longevidade. “Precisamos de muitas mudanças no sistema, do jeito que está é impraticável”, reivindicou, lembrando que os investimentos em fundos de pensão no Brasil estão abaixo do Chile e da África do Sul, e que a Holanda “é o modelo do qual o Brasil precisa se espelhar”, um país que apresenta estoque de capital por trabalhador, produtividade, competitividade e taxa de crescimento do PIB.

CENÁRIO PARA CRESCIMENTO

A previdência complementar tem potencial para crescer, já que 61% da população brasileira não tem nenhuma aplicação financeira que garanta o seu futuro e apenas 1% dos brasileiros consegue se financiar após a aposentadoria. “Entre 15 e 22 milhões de pessoas não terão poupado para a aposentadoria até 2050 e menos de três em cada 10 trabalhadores autônomos estão poupando para a aposentadoria”, destacou. Para o presidente da Abrapp, um dos caminhos paradespeo Brasil poupar mais é o estabelecimento de planos sem resgate antecipado. “Um plano com alíquota zero de imposto de renda, demonstrando que o direcionamento destes recursos para o financiamento de projetos de longo prazo, é mais barato para o País”, concluiu.

PERFIL

• 321 Entidades Fechadas de Previdência Complementar

• 1.092 Planos de Benefícios Previdenciários

• 6,9 milhões de pessoas(dez/2013)

• 2,4 milhões de participantes

• 720 mil aposentados e pensionistas

• 3,8 milhões de dependentes

• 3.162 empresas patrocinadoras

• 493 entidades de classe instituidoras

• R$ 23,3 bilhões em Pagamentos de Benefícios Previdenciários

• R$ 669 bilhões de ativo total

A PREVIDÊNCIA COMPLEMENTAR FECHADA TEM POTENCIAL PARA CRESCER

• 15.000 empresas com faturamento anual entre R$ 100 e R$ 500 milhões

• 16.000 sindicatos e 6.500 cooperativas com cerca de 30 milhões e associados