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Luiz Alberto Ferla, presidente do DOT Digital Group, que se instala em Minas Gerais, em parceria com MinasPart, fala sobre tecnologia, gestão e os desafios para expandir os negócios.

 

Um nome que remete à inovação. Este nome, ou melhor, sobrenome, é Ferla. Luiz Alberto Ferla tem 48 anos, é formado em Engenharia de Produção Mecânica pela Universidade Federal de Santa Catarina e em Administração pela ESAG, nasceu em Cascavel, no interior do Paraná, e há mais de 30 anos vive em busca de desafios e oportunidades quando o assunto é empreender.

Ferla é CEO e proprietário, ao lado de Guilherme Ferla Jr., da holding DOT Digital Group, conglomerado de oito empresas que são referência em seus mercados de atuação. Juntas, as empresas devem fechar 2013 com um faturamento de R$ 70 milhões. “Nossa meta é chegar ao final de 2014 com um faturamento superior a R$ 100 milhões”, conta o executivo.

Tudo que se refere ao grupo não surpreende quando o assunto é inovação. A própria estratégia de concepção de sua marca é inusitada. Lançada em agosto deste ano, a marca foi criada a partir de uma competição digital, uma batalha inédita no País, no site Battle of Concepts. O desafio, que consistia em criar a marca mãe do grupo, foi lançado a estudantes e jovens profissionais de todo o Brasil e também do exterior, com o objetivo de descobrir talentos e ideias inovadoras. Mais de 3 mil internautas baixaram o regulamento pelo site. “É praticamente um caminho natural, tratando-se de um grupo de empresas digitais, utilizar a internet para este processo. Foram três meses de competição e ótimas ideias sugeridas por profissionais do mundo todo. Foram selecionados 49 bons projetos, reduzidos a oito excelentes ideias, até chegar à proposta vencedora, de um brasileiro, residente na Europa”, explica Ferla.

“O mercado digital é uma realidade, cresceu como poucos imaginavam e se consolidou como negócio e meio de relacionamento entre pessoas. Criar um grupo 100% digital, com a união de empresas sólidas no mercado nacional, é um grande passo para a evolução ainda maior da tecnologia”, destaca o gestor, fundador e presidente do DOT Digital Group.

Os números reforçam ainda mais a fala do executivo: até o final deste ano 2,7 bilhões de pessoas, quase 39% da população do mundo, estarão usando a internet, segundo a União Internacional de Telecomunicações. A internet no Brasil atingiu a marca de 102 milhões de usuários no mês de abril. Essa foi a primeira vez que foram contabilizados mais de 100 milhões de usuários únicos no País, no período de um mês. “Um mundo de oportunidades, produtos e serviços que se obtém deste gigante chamado universo digital”, complementa.

Eric Schmidt, presidente do conselho executivo do Google, previu que a população mundial estará totalmente conectada em 2020. “Em outras palavras, Schmidt acredita que em apenas sete anos a internet estará acessível até mesmo em partes do globo onde não há eletricidade ou faltam serviços básicos como água limpa, por exemplo”, comenta Ferla.

E os números não param por aí. “O Brasil tem hoje um contingente de quase 80 milhões de usuários de internet no celular. É a população inteira da Alemanha, crescendo a taxas chinesas. Isso pode mudar um País e certamente afeta o seu negócio e a sua vida”, destaca o empresário. No Brasil, um celular é ativado por segundo e, por minuto, são vendidos cinco tablets, 11 desktops e 17 notebooks.

Segundo o gestor, as barreiras estão caindo e ainda estamos na infância do futuro – um futuro digital e global, é claro. “Estamos presenciando a comunicação na globosfera derrubando barreiras. E elas não param de cair – não na marreta, mas no clique. Basta olhar uma roda de adolescentes para entender a centralidade das telinhas dos gadgets na vida das pessoas hoje e no futuro. É um mundo onde menos é mais. Pequeno é grande. Nano é giga. Menos palavras, mais comunicação. Das mais variadas formas”, ressalta.

Tudo começou com educação a distância – Quando a internet comercial dava os primeiros passos no Brasil, em 1995, surgia o DOT Digital Group. Em Florianópolis, o empresário Luiz Alberto Ferla iniciava as operações de um centro de excelência em Educação a Distância, o IEA e-Learning, que já capacitou mais de três milhões de pessoas. Hoje, o IEA é referência nacional. “Naquela época não era nada, mas fomos capazes de vislumbrar seu grande potencial de crescimento. Hoje, a rede está presente na vida de quase todo mundo”, lembra.

Com a popularização dos meios tecnológicos, do computador instalado na sala de casa, no início dos anos 2000, aos tablets e smartphones onipresentes nos dias atuais, o ensino a distância deu um salto no Brasil. Os números falam por si: entre 2011 e 2012, as matrículas avançaram 12,2% em cursos deste tipo e apenas 3,1% nos presenciais.

Com esse crescimento, a modalidade a distância já representa mais de 15% do total de 7,2 milhões de matrículas em graduação. Os dados são do Censo da Educação Superior no Brasil, divulgados pelo Ministério da Educação, em setembro deste ano. “Temos um volume equivalente de estudantes no Enem querendo entrar na universidade. É um mercado em constante expansão”, observa.

De acordo com o empresário, não faz muito tempo que cursos online eram vistos como formação, no máximo, complementar àquela tradicional. Hoje, não é mais o caso. “Tanto que algumas das melhores universidades do mundo dão, aos alunos que graduarem em cursos a distância, diplomas exatamente iguais àqueles dos alunos de aulas presenciais”, explica.

Em setembro deste ano, o Google e o edX – plataforma lançada por iniciativa das Universidades de Harvard e MIT (Massachusetts Institute of Technology) para oferecer cursos gratuitos e que hoje já conta com mais de 28 instituições de ensino no mundo – anunciaram que estão trabalhando juntos em uma nova plataforma de EAD, a ser lançada no primeiro semestre do ano que vem. “Chamada de Mooc.org, essa plataforma permitirá que universidades que não fazem parte do xConsortium (grupo de universidades parceiras no edX), empresas, professores e até governos ofereçam suas aulas pela web para alunos do mundo todo”, conta Luiz Alberto Ferla.

Surgimento de outras empresas – Com tanta atitude empreendedora, novos negócios foram demandados e outras empresas foram surgindo para compor o DOT Digital Group.

Em 2001, novas oportunidades aceleraram o surgimento da Knowtec – Inteligência Competitiva, também uma das pioneiras em seu segmento. Especializada na concepção e implementação de Sistemas de Inteligência Competitiva e de Gestão do Conhecimento, a empresa apresenta soluções personalizadas e inovadoras para seus clientes, deixando-os em posição vantajosa em relação aos concorrentes.

A Knowtec levou ao surgimento do terceiro empreendimento da holding, a Talk, em 2008, com foco em soluções de comunicação digital completas e personalizadas. Com experiência de sobra no mercado corporativo, instituições públicas e privadas no Brasil, a empresa passou a realizar planejamento, análise, monitoramento, gestão de redes sociais, além de criar aplicativos móveis para que as companhias se tornem relevantes e lucrativas.

Na sequência, surgiram a Keeping Up, com foco em comércio eletrônico, e a DDBR, de comunicação digital para política, que já nasceu como marca líder do segmento. No início de 2013, a TechFront, maior estúdio de desenvolvimento de jogos no Brasil, pioneira na área e também um dos únicos desenvolvedores brasileiros com certificação da Nintendo DS e licenças de Wii, foi incorporada ao grupo.

Recentemente, a SocialBase e a SuitePlus também entraram para o DOT Digital Group. A primeira é uma rede social corporativa segura e privada, que tem como objetivo melhorar a comunicação das empresas. Exclusiva para funcionários, clientes e fornecedores, a ferramenta é de fácil utilização porque tem as funcionalidades baseadas nas redes sociais abertas, porém adaptada para a colaboração corporativa. “As redes sociais são um fenômeno no mundo inteiro e as empresas ainda não acertaram o processo de interação com seus clientes, por isso nosso papel é tão importante. Só no Facebook, já são quase 80 milhões de usuários brasileiros”, ressalta.

Já a SuitePlus tem a solução tecnológica para a gestão de toda uma empresa. É a única que atende os processos de ERP, CRM, e-commerce e Business Intelligence em uma única plataforma, com uma única fonte de dados. Possui interface amigável, 100% web, dando maior produtividade aos usuários.

A holding conta com aproximadamente 300 funcionários, que se dividem entre suas oito empresas e escritórios em São Paulo, Brasília, Rio de Janeiro, Florianópolis e, mais recentemente, em Belo Horizonte. A unidade mineira acaba de ser lançada oficialmente este mês e comemora a parceria de sucesso firmada com a MinasPart – Desenvolvimento empresarial e econômico – LTDA, que tem à frente o economista Carlos Alberto Teixeira de Oliveira (Informações: 31 3281-6474). “Minas é um mercado altamente estratégico, com centenas de empresas de TI instaladas. Estima-se que este setor seja responsável por um faturamento superior a R$ 2,5 bilhões, o que representa 1,6% do PIB do estado, ou seja, estamos bem confiantes de que acertamos novamente”, comemora Luiz Alberto Ferla.

 

DOT Digital Group: o futuro a um clique de distância

MC: A construção de uma empresa digital, nos idos dos anos 1990, certamente enfrentou muitas dificuldades até sua consolidação. De que maneira o senhor descreve o caminho trilhado até a consolidação do DOT Digital Group como um dos principais conglomerados do Brasil em sua área de atuação?

Luiz Alberto Ferla: A melhor palavra que posso usar para descrever esse cenário é visão. Naquela época, no final da década de 1980, falar em incentivos para tecnologia digital era algo bastante novo, embrionário e revolucionário também. Tivemos a visão de como seria o futuro e apostamos tudo nisso, para atender esse mercado inicialmente pequeno e que hoje é gigantesco. Hoje, temos quase três bilhões de cidadãos conectados, sendo que apenas no Brasil esse número supera os 100 milhões. Um mercado sem fronteiras, sem limites e um potencial enorme a ser explorado. Costumo fazer uma comparação simples: para cada empresa física no Brasil temos um universo digital a ser trabalhado e esse ambiente é muito maior, ou seja, a empresa pode crescer muito ainda.

MC: Quais diferenciais foram importantes, naquela época, para a criação da primeira empresa, e permanecem até hoje, considerando a grande competitividade do mercado e a grande oferta de informações disponíveis na internet?

Luiz Alberto Ferla: Os nossos diferenciais sempre foram e continuam sendo o foco na qualidade, no cliente e a preocupação com o resultado final. Sempre almejamos esses pontos em todas as etapas do trabalho. O resultado final pode abranger diversos pontos como aumento nas vendas, valorização do branding do cliente ou até mesmo cumprir uma meta audaciosa de capacitação em larga escala. Hoje, temos milhares de empresas atuantes na área de tecnologia digital e a competitividade cada vez mais globalizada, com diversos players internacionais inseridos neste mercado, então inovação é uma questão de sobrevivência. As empresas que não inovam, em pouco tempo ficam atrás no mercado, perdem a competitividade. Inovar remete a buscar parcerias estratégicas, a conhecer soluções pertinentes para seus clientes e a buscar reciclagem constante no que se refere às tendências, produtos e serviços.

MC: Ao grupo também coube o pioneirismo de uma campanha inédita, a Battle of Concepts, realizada com o objetivo de criar a marca mãe das oito empresas que compõem o conglomerado. Como você avalia a repercussão da iniciativa e o nível de domínio técnico dos participantes? Em sua opinião, o brasileiro já possui o conhecimento necessário na área para competir com profissionais de outras partes do mundo?

Luiz Alberto Ferla: A campanha foi algo realmente surpreendente. O desafio lançado consistia na criação da marca mãe do DOT Digital Group. Pessoas conectadas de todos os lugares do planeta puderam participar e contribuir. Durante três meses, aproximadamente três mil pessoas baixaram o regulamento no site, 49 delas entregaram o trabalho pronto.

Do total de trabalhos entregues, foram selecionados oito finalistas até chegarmos ao resultado final. O grande vencedor da batalha foi o paulista, residente na Europa, Felipe Massami Maruyama, de 24 anos, estudante de Design da USP. Ele conseguiu compreender exatamente os valores das empresas inseridas no grupo e transmitir isso de forma simples e universal. Esse foi o seu grande diferencial. Gostamos tanto do conceito criado pelo Felipe que o contratamos posteriormente para revitalizar todas as nossas marcas.

A qualidade dos trabalhos e o primor técnico foram surpreendentes. Posso dizer que o brasileiro merece e muito a atenção de qualquer empresa quando o assunto é design e comunicação. Onde tem inovação, certamente tem um brasileiro trabalhando.

Após o sucesso do desafio, o DOT Digital Group prevê outras ações similares para lançar novas marcas. Foi a primeira vez que uma marca no Brasil foi construída de forma colaborativa dentro de um conceito de inovação aberta. Isso tem ganhado cada vez mais adeptos na Europa, Ásia e Estados Unidos, mas ainda precisa ser potencializado por aqui.

MC: Qual é o faturamento anual das empresas, juntas, e quais são as perspectivas de crescimento para os próximos anos?

Luiz Alberto Ferla: Atualmente, nosso faturamento é de R$ 70 milhões e a meta é chegar até o final do ano que vem ultrapassando a marca de R$ 100 milhões. Estamos trabalhando intensamente para isso.

MC: Qual é a realidade do ensino a distância hoje, no Brasil? Qual é o universo dos usuários atingidos pelos cursos oferecidos pelo DOT Digital Group? Existe algum levantamento sobre a participação dos estados brasileiros nesta modalidade de ensino?

Luiz Alberto Ferla: O ensino a distância é hoje mais que uma realidade no Brasil. Além de ser uma ferramenta poderosa de multiplicação de conhecimento e capacitação, o EAD tem crescido consideravelmente nas análises oficiais de educação. De acordo com o último censo do MEC, o ensino presencial cresceu 3,1%, enquanto a modalidade a distância cresceu mais de 12% no último ano. Esse mercado já soma mais de 7 milhões de universitários no País, sem considerarmos os cursos complementares, de curta e média duração, de capacitação e qualificação profissional.Só o DOT Digital Group já capacitou mais de três milhões de pessoas utilizando ferramentas de EAD. Neste momento, temos mais de 150 mil alunos em cursos de curta duração e 20 clientes na área de e-learning.

MC: Além do ensino a distância, o grupo possui empresas que atuam nas mais diferentes áreas, como games, comércio eletrônico, comunicação digital política. Considerando a realidade brasileira, quais desses campos são mais promissores?

Luiz Alberto Ferla: Nosso negócio envolve inteligência competitiva, estratégia e comunicação digital. Tudo que está relacionado a esta temática – o que inclui redes sociais corporativas e cloud solutions – cresce em média mais de 30% ao ano. Algumas dessas áreas chegam a crescer mais de 50%, caso, por exemplo, do Ensino a Distância e e-commerce.

MC: O uso e o verdadeiro impacto das redes sociais nas mais diversas áreas de Comunicação ainda não foi completamente mensurado. Qual é sua opinião sobre o assunto e de que maneira a ferramenta vem sendo utilizada pelo grupo para impulsionar os negócios próprios e dos parceiros?

Luiz Alberto Ferla: Os números sempre impressionam. No País, já somos mais de 100 milhões de pessoas conectadas e apenas no Facebook o número de usuários brasileiros chega a quase 80 milhões. Apesar de tantos números e estatísticas impressionantes envolvendo internet e redes sociais, muitas empresas ainda não realizam nenhum tipo de monitoramento envolvendo tecnologia digital. Isso é altamente equivocado. As empresas precisam entender que as redes sociais funcionam como um espaço de relacionamento e interação com o cliente. Neste ambiente, as possibilidades de comunicação são muito amplas e demandam ações eficazes. Dessa forma, as empresas precisam estar preparadas para dar respostas coerentes aos seus consumidores. Infelizmente, temos percebido muitas falhas ou até a ausência de respostas, e as empresas têm seus negócios prejudicados por falta de planejamento e utilização de estratégias adequadas.

Temos diversas ferramentas neste quesito. Recentemente, trouxemos para o Brasil a SimilarWebPro, capaz de apontar onde estão e como atuam os concorrentes de qualquer empresa, de forma clara. O diferencial é que a tecnologia está disponível tanto para empresas pequenas quanto para grandes organizações. A análise competitiva que essa ferramenta efetua é o grande segredo da construção de uma estratégia de marketing.

Na área de EAD temos o RealTime, que permite o monitoramento e comunicação síncronos com tutores, monitores e alunos. A ferramenta reduz o tempo de resposta e melhora a experiência do usuário, proporcionando mediação e atendimento em tempo real, com base de monitoramento instantâneo de perfis.

Outra novidade, também envolvendo educação a distância, é o Gamification, um novo conceito que está diretamente relacionado à área de motivação e interatividade. O propósito desse processo é utilizar a mecânica dos jogos aplicada a ambientes educacionais, para tornar as experiências interessantes.

MC: Nas pesquisas sobre a empresa, soubemos que há uma aquisição em andamento, que deve ser anunciada ainda este ano. Já há algo que possamos adiantar sobre este assunto?

Luiz Alberto Ferla: Estamos com uma aquisição em fase de negociação. O que posso adiantar é que nossa atuação no mercado de Ensino a Distância ganhará um upgrade, envolvendo capacitação com simuladores.

MC: A empresa vem ampliando seu escopo de atuação, por meio da abertura de escritórios físicos em outros estados, entre eles em Belo Horizonte. Há alguma estratégia diferenciada para a conquista destes mercados?

Luiz Alberto Ferla: Este mês inauguramos oficialmente nosso escritório em Belo Horizonte, focando ações no mercado potencial mineiro. Fizemos uma parceria estratégica com a MinasPart e estamos muito confiantes com essa atuação conjunta. Minas Gerais está em posição de destaque quando o assunto é tecnologia, com centenas de empresas altamente relevantes instaladas. De acordo com o Atlas Tecnológico de Minas Gerais, publicação lançada pela Fiemg, o Estado tem hoje cerca de seis mil empresas formais com atividades econômicas ligadas à TI, sobretudo a indústria de softwares. O setor é responsável por faturamento anual superior a R$ 2,5 bilhões e por 1,6% do PIB do Estado – onde gera cerca de 20 mil empregos diretos e o faturamento de R$ 50 bilhões/ano no recolhimento do ISS (Imposto sobre Serviços). A previsão, segundo a publicação, é que o setor movimente até o final desta década mais de R$ 10 bilhões, além de gerar mais de 70 mil empregos diretos.