Lorem ipsum dolor sit amet, consectetur adipiscing elit. Donec nec mauris interdum, suscipit turpis eget, porta velit. Praesent dignissim sollicitudin mauris a accumsan. Integer laoreet metus

Reivindicação antiga da população mineira e apontada com uma das principais soluções em mobilidade urbana para a capital, a obra do metrô continua com situação indefinida. Isso porque a portaria do Ministério das Cidades que vai definir se Belo Horizonte será beneficiada com os recursos federais para as intervenções da ordem de R$ 1,7 bilhão teve sua publicação adiada para 31 de março.

A indefinição também tem barrado a publicação da “matriz de responsabilidade” da expansão do metrô, que será acordada entre o governo do estado e as prefeituras de Belo Horizonte e Contagem. De acordo com o ministério, o atraso é motivado pelo grande volume de propostas ainda em fase de análise.

Ao final do ano passado, o governador Antonio Anastasia e o prefeito Marcio Lacerda anunciaram, juntos, o cronograma das obras. Segundo a previsão da época, após a assinatura do termo de cooperação entre os participantes, será realizada a licitação dos projetos executivos para as linhas 2 (Calafate-Barreiro), e 3 (Savassi- Lagoinha). E no final de 2012, deverá ser publicado o edital que vai se referir à contratação da parceira público-privada (PPP) para operar o metrô. Eles haviam
prometido a publicação dos editais de contratação dos projetos executivos das obras até o final de janeiro, o que não aconteceu.

A licitação só será realizada após atualização dos estatutos dos acordos de acionistas e será conduzido pela Metrominas – formada pelo governo do Estado e municípios de Belo Horizonte e Contagem.

Pac 2 investiu R$ 6,1 bilhões em 630 km de rodovias em 2011

Obras em outros 6,8 mil km de estradas ainda estão em andamento. Três mil km de ferrovias também estão em construção.

A segunda fase do Programa de Aceleração do Crescimento (PAC 2) investiu R$ 6,1 bilhões na conclusão de 628 km
de rodovias em 2011. As informações são do balanço do primeiro ano de atuação do PAC 2, apresentado pela ministra
do Planejamento, Orçamento e Gestão, Miriam Belchior.

Entre as obras finalizadas, estão a duplicação de trechos da BR-262 (MG) e da BR-070 (GO) e a construção de trechos
da BR-158 (MT) e da BR-359 (MS). Ainda estão em andamento intervenções em 6,8 mil km de rodovias. Desse total,
2,2 mil km são de obras de duplicação e adequação.

Também foram concluídas oito obras em portos, como a dragagem dos portos de Itajaí e São Francisco do Sul (SC),
Suape (PE) e Rio de Janeiro. Outra empreitada finalizada é a ampliação da plataforma de armazenamento e do cais de
barcaças no Terminal Salineiro de Areia Branca (RN). Em andamento estão os trabalhos nos portos de Santos (SP) –
95% da dragagem realizada – e Vila do Conde (PA).

Sobre o modal ferroviário, o PAC 2 tinha, até dezembro do ano passado, três mil km de estradas de ferro em construção.

Desse total, 1.298 km são da Ferrovia Norte-Sul; 874 km da Nova Transnordestina e 294 km da Ferronorte.

Em obras aeroportuárias, o balanço destacou a ampliação dos aeroportos de Vitória (ES), Goiânia (GO), Cuiabá (MT) e
Porto Alegre (RS). Com essas intervenções, a capacidade destes terminais deve aumentar em mais de 12 milhões de
passageiros ao ano.

Outros itens relacionados ao transporte são os investimentos do governo federal em projetos de mobilidade urbana de algumas capitais. As obras do metrô de Belo Horizonte, Curitiba, Salvador, Porto Alegre e Fortaleza, além
de um novo sistema de transporte coletivo para a região metropolitana de Recife, somam recursos da ordem de
R$ 11 bilhões.

Balanço geral

De acordo com a ministra Miriam Belchior, R$ 204,4 bilhões do PAC 2 foram executados neste primeiro ano de atuação
do programa, valor que representa 21% do R$ 955 bilhões previstos para o período 2011-2014. As obras concluídas
somam R$ 142,8 bilhões em investimentos – apenas em 2011 foram realizados R$ 127 bilhões, o que representa
17,9% do previsto para conclusão até 2014.

Destes R$ 204,4 bilhões, R$ 75,1 bilhões são de financiamento habitacional; R$ 60,2 bilhões foram executados por
empresas estatais; R$ 35,3 bilhões pelo setor privado; e R$ 20,3 bilhões são de recursos do Orçamento Geral da União
(OGU). O Minha Casa, Minha Vida responde por R$ 10 bilhões; o financiamento ao setor público, R$ 2,7 bilhões; e
a contrapartida de estados e municípios, R$ 800 milhões.

“Estamos em um novo ciclo, de obras novas, em que grande parte delas está na fase de projetos ou licenciamento. Isso
implica em uma desembolso financeiro menor que o estágio efetivo das obras. Mesmo assim, tivemos bons resultados”,
avaliou a ministra.

Segundo Miriam, 2012 será um ano de investimentos para o governo federal. “Todos os ministros estão sintonizados com a orientação da presidente [Dilma Rousseff]. Nós faremos todo o empenho para, nesse momento internacional de retração, garantir a infraestrutura que precisamos no país, com serviços à população e geração de empregos”, disse.

Odebrecht implanta central de cadastros mestres com tecnologia Astrein

A Construtora Odebrecht – uma das maiores do mundo, pertencente ao Grupo Odebrecht, que fatura cerca de R$ 40 bilhões – implantou um projeto de centralização e padronização de seus cadastros de materiais, serviços e fornecedores com tecnologia da Astrein – empresa que oferece soluções voltadas à gestão de processos nas áreas de Suprimentos, Financeiro, RH, TI e Facilities.

O projeto teve inicio em 2008 com a aquisição de licenciamento do software da Astrein para estruturação de central de cadastro e ganhou continuidade com projetos de padronização dos itens. Com mais de 500 mil itens cadastrados, e centenas de obras espalhadas pelo mundo, tornou-se necessário criar uma central e aprimorar o gerenciamento de todo o cadastro.

Rachid Rodrigues, coordenador da central de cadastros e materiais da Odebrecht, conta que diante da grandeza do projeto foi necessário repensar todos os procedimentos. “Além de centralizar os cadastros já existentes em diferentes unidades do grupo, tivemos que desenvolver um padrão para catalogar todos os itens com informações técnicas e comerciais. O maior desafio, no entanto, foi mudar a cultura dos usuários”.

Com a implementação do cadastro em países da América Latina como Panamá, Colômbia e Argentina, houve também a necessidade de incluir a tradução de todos os itens, em inglês e espanhol.

Para redesenhar a central de cadastros, uma equipe técnica foi escolhida para aplicar conceitos e desenvolver as regras para descrição dos materiais, divididos em dois grupos: padronizados e genéricos.

Atualmente os itens padronizados somam 30% do total, enquanto os genéricos representam 70%. Nos itens padronizados os formulários de PDMs (Padrões Descritivos de Materiais) são criados com as especificações técnicas e comerciais, que impedem a multiplicidade indevida de itens, para que não haja dúvidas na interpretação de dados e, consequentemente, erros nas compras.

Para a criação de um novo item o usuário solicita o material no sistema, a informação passa pela avaliação da equipe de cadastros, se o item ainda não existir é criado obedecendo aos critérios do PDM com a descrição técnica e a tradução, o novo item é direcionado para uma categoria pré-determinada e recebe o código NCM (Nomenclatura Comum no Mercosul).

Após todo este processo as informações ainda são aprovadas por um gestor, antes da inserção no cadastro.
O objetivo da equipe atualmente é aumentar a conscientização dos usuários quanto a necessidade desse procedimento para então ampliar o investimento da empresa neste setor e, assim, alcançar 98% de itens padronizados. “O processo é contínuo e demorado, nos próximos dois anos queremos atingir 60% de dados padronizados”, explica.

Rachid destaca que o cadastro deve ter importância estratégica na empresa. Considerando que o volume de compras médio das empresas representa aproximadamente 40% do faturamento, iniciativas como estabelecimento de contratos de fornecimento, compras centralizadas podem gerar de 3 a 7% de redução dos custos, quantia que representa economia de milhões de reais para a empresa. Ele acredita que a central de cadastros tem potencial para se tornar uma unidade de negócio independente da área de TI. “Esta iniciativa representa o primeiro passo para criação de uma
Central de Compras permitindo reduzir custo de aquisição e garantindo a qualidade de entrega dos itens comprados”, finaliza.

Sobre a Odebrecht
Fundada em 1944, a Organização Odebrecht atua em negócios diversificados, nas áreas de Engenharia e Construção, de Química e Petroquímica e de Açúcar e Etanol. Contam com o apoio de instituições auxiliares em seguros e
garantias e em previdência privada.

Com atuação em países da América do Sul, América Central, América do Norte, África, Europa e Oriente Médio, desenvolvem ações sociais e culturais nas comunidades em que estão presentes. A atuação de cada um deles
tem como referência uma filosofia empresarial própria, nascida e aprimorada na prática:

Tecnologia Empresarial Odebrecht. Entre os princípios fundamentais dessa filosofia estão a confiança nas pessoas, a satisfação dos Clientes, a descentralização, a parceria entre os Integrantes, o retorno dos Acionistas e o reinvestimento
dos resultados.

Sobre a Astrein

Com sede em São Paulo e mais de 20 anos de experiência, a Astrein atua no desenvolvimento de software, treinamento e serviços nas áreas de centrais de cadastro, gestão de ativos, gestão de facilities.

A empresa oferece a plataforma Shared Services Astrein (SSA), que tem como objetivo reunir, em uma solução, todas as ferramentas necessárias para operação e gestão de processos, permitindo ganhos de produtividade, aumento do nível dos serviços, melhorias contínuas e redução de custos.

Além disso, a Astrein também tem forte atuação no mercado de soluções de padronização técnica das descrições de materiais, serviços, fornecedores, clientes e classificação fiscal de itens (NCM e IPI%), dispõe de serviços relacionados
a fim de viabilizar a completa adequação dos cadastros para atender as iniciativas como unificação de cadastros para implantação de ERPs, e-Procurement, Strategic Sourcing, Spend Analysis, além das adequações necessárias para atender às exigências do SPED (Sistema Público de Escrituração Digital) e Nota fiscal eletrônica (NFe).

A Astrein atende empresas de grande e médio porte e conta com mais de 400 clientes.

Pesquisa mapeia o problema da falta de mão de obra

O Instituto Brasileiro de Economia (Ibre), da Fundação Getúlio Vargas (FGV), confirmou que a escassez de mão de obra qualificada é o principal problema enfrentado pelo setor atualmente. Do universo de 721 empresas pesquisadas, 41,4% afirmaram que estão com sérias dificuldades de contratação de pessoal. “O mercado de trabalho continua sendo pressionado, o que mostra que a construção segue vivendo uma situação de atividade bastante aquecida”, afirma a coordenadora de Estudos de Construção Civil do Ibre, Ana Maria Castelo. Em seguida, os fatores de dificuldade mais citados pelos empresários consultados foram, respectivamente, competição dentro do setor e o custo da mão de obra.

Os destaques da Construção

Com base em pesquisas e na indicação de especialistas, MercadoComum apresenta nas páginas a seguir um panorama dos principais players do setor, apontando o atual momento, os investimentos e as perspectivas de crescimento de
uma série de entidades, construtoras, fornecedores e empresas do setor hoteleiro e imobiliário.

Personalidade Destaque do Setor

O empresário Murillo Mendes é um dos protagonistas da história da engenharia construtiva brasileira e de grandes projetos mundiais. Desde a segunda metade do século 20, o engenheiro, nascido na cidade de Montes Claros, em Minas Gerais, participa de obras de segmentos diversos que mudaram a trajetória dos negócios de construção pesada através da sua empresa, a Mendes Júnior.

Murillo Mendes iniciou suas atividades em 1950, na Construtora Estradas Ltda., onde trabalhou como engenheiro em diversas obras do Rio Grande do Sul. A partir de 1951 passou a chefiar diversos projetos do Setor Sul da Construtora de Estradas, ficando sob sua responsabilidade todas as obras naquele Estado, como a Viação Férrea – DNER e DNEF.

Em 1953, retornou a Minas Gerais para dirigir obras da empresa e, em dezembro deste mesmo ano, foi um dos sócios-fundadores da Construtora Mendes Júnior, com a função de Diretor e Responsável Técnico. Em 1957 passou a ocupar o cargo de vice-presidente Executivo, tendo sido o principal responsável pela política implantada que culminou na transformação da Mendes Júnior, em menos de uma década, em uma das maiores empresas de construção pesada
do país. Com o falecimento do seu pai, José Mendes Júnior, fundador e então presidente da empresa, assumiu a presidência mantendo a linha de trabalho do seu pai, na busca da vanguarda e da plena satisfação dos seus clientes nacionais e internacionais.

Murillo Mendes é reconhecido pelo salto que a empresa deu ao lançar-se no mercado internacional de engenharia, executando projetos de grande porte na Mauritânia, Iraque, Uruguai, Chile, Republica Dominicana, China, entre outros.

Superar desafios é a determinação de Murillo Mendes em sua empresa: “Todos os processos da Mendes Júnior são executados de maneira segura e apropriada, buscando a satisfação do cliente, dos acionistas, dos colaboradores, a preservação do meio ambiente e a interação com a comunidade”.