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“Uma organização não alcança notoriedade da noite para o dia. Estudiosos de questões ligadas à liderança concluíram que o êxito é fruto do esforço incansável, da perseverança, da competência e da atenção ao detalhe”.

Com esta explicação, o prof. Emerson de Almeida sintetiza, na segunda edição do seu livro “Plantando Carvalhos”, a trajetória de sucesso e os êxitos alcançados pela Fundação Dom Cabral, uma das cinco maiores instituições de treinamento de executivos do mundo. Para ele, a FDC nasceu de um sonho e o seu objetivo era compartilhar com os colegas o sonho de “construir algo incomum e nobre”

Nesta obra, que é uma extraordinária aula de como devem os executivos e as empresa se empenhar para alcançar o sucesso, o autor relata a evolução da Fundação Dom Cabral, criada em 1976, a partir do Centro de Extensão da Universidade Católica de Minas Gerais. Uma iniciativa que partiu do então reitor da PUC – Minas, D. Serafim Fernandes de Araújo.

“A Fundação Dom Cabral é resultado do desmembramento do Centro de Extensão da PUC-Minas-CEX, que foi criado para ser uma “ponte” entre universidade e a comunidade. Esta definição ampla nos deixava à vontade para desenvolver no Centro de Extensão tudo aquilo que os cursos de
graduação não faziam”. (Pg. 21) Explica o prof. Emerson de Almeida que a estruturação da FDC “veio aos poucos”.

“Pouco a pouco, fomos estruturando um projeto de planejamento sólido, mas a ênfase estava(e acho que continua a ser) na capacidade de detectar oportunidades, realizálas e, gradativamente, nos organizar para aproveitar cada chance que aparecia”.(Pg. 23)

A tarefa de implantar a Fundação Dom Cabral foi confiada a Emerson de Almeida que, a partir daquela data, começou a trabalhar incansavelmente, usando a inteligência que Deus lhe deu e o faro de repórter para identificar oportunidades e formar uma equipe competente para assessorá-lo na tarefa de estruturar a nova entidade. Enerson de Almeida justifica o êxito da Fundação Dom Cabral,
ao afirmar:

“Uma organização só se credencia à longevidade quando se torna relevante para a sociedade ou, para usar a linguagem dos estudiosos em reputação de empresas, quando a coletividade a distingue pela sua reputação”.

O prof. Emerson de Almeida define a FDC como “centro de desenvolvimento de executivos, empresários e empresas e instituições do setor público”. E explica como funciona:

“Na verdade, a FDC é uma instituição destinada ao desenvolvimento de executivos e, neste universo, trabalha frequentemente
com a alta administração de organizações de médio e grande porte. Mas não foi sempre assim. Nosso público, no começo, era formado por técnicos e gerentes”.

E mais: “as noções de servir e ser útil são alinhadas com a natureza jurídica da FDC, uma fundação de direito privado, sem fins lucrativos. Tenho a impressão de que a coletividade nos vê como parte daquelas instituições que se dedicam ao bem comum”. (Pg.39)

E, sobre a missão da FDC, afirma que é a de “contribuir para o desenvolvimento sustentável da sociedade, por meio da educação, capacitação e desenvolvimento de executivos, empresários e gestores públicos”. (Pg. 23).

E, às pag. 26, vai mais além, ao afirmar que “estamos comprometidos em formar líderes capazes de criar um mundo
melhor para todos”. Importante mesmo é a preocupação da FDC com a valorização da pessoa humana. Ao falar sobre a cooperação, o
autor é enfático, considerando que ”dos fundamentos aplicados em nosso desenvolvimento, a cooperação está entre aqueles de maior visibilidade e reconhecimento externos. A própria estrutura da FDC, contemplando áreas que operam projetos conjuntos com outras organizações, reforça sua
importância. A maneira de trabalhar e, “cooperação” a distingue no mercado e reflete seu jeito de ser”.

“Optar pela cooperação, explica, significa buscar relações em bases mais estáveis, nas quais elementos como confiança, reciprocidade, complementaridade, e disposição de continuidade estejam presentes. Outro ingrediente merece ênfase: igualdade.”

Na FDC, os programas de cooperação com escolas são chamados de alianças e o relacionamento com empresas de parcerias. “As parcerias e alianças trouxeram procedimentos e reformaram princípios que ajudaram a moldar a identidade da Fundação Dom Cabral. Igualdade – sentimento de igualdade e condições na construção das ações de cooperação; continuidade – processo de longo prazo, em que a sequência
de ações tem permitido o conhecimento da situação e da evolução dos parceiros e aliados, criando massa crítica com repercussão sobre a relevância da cooperação; estratégia – concebida e negociada diretamente pela alta direção.”

Emerson de Almeida assinala que na vida “parece não haver limites para aquele que acredita. Esta é a perspectiva que procuro internalizar na FDC. Na Fundação Dom Cabral, o que é difícil fazemos agora. O impossível demora um pouco mais”.

Dividido em 10 capítulos, o livro é muito mais do que um relato da trajetória vitoriosa dos 35 anos da Fundação Dom Cabral. É uma verdadeira lição de gestão empresarial, de comportamento humano, de cooperação, de visão do futuro, valorização e respeito ao ser humano.
Uma obra que deve ser lida não apenas por empresários, executivos e gestores públicos e privados, mas por todos aqueles que desejam conhecer a melhor técnica de gestão empresarial.